Ronco em crianças: o que significa

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De acordo com o Ministério da Saúde, é fundamental ter uma boa noite de sono e o ronco prejudica o descanso, recuperação e preparação do corpo para o dia seguinte. Isso acontece porque força a musculatura respiratória, sobrecarregando todo o sistema, incluindo o cardiovascular. O ronco em crianças tem esse e outros efeitos.

Depois de uma noite sem qualidade de sono, o adulto pode ficar cansado e irritado, agora imagine uma criança! As perdas vão muito além do emocional, podendo deixá-la mais distraída e inquieta, atrapalhando inclusive no desenvolvimento físico e cognitivo.

Para mudar esse quadro e fazer com que a criança passe a dormir melhor, é fundamental entender o que está causando-o e tratá-lo. Podem ser diversas as causas para o ronco em crianças; as cinco principais estão explicadas a seguir.

Por que as crianças roncam

O ronco nos pequenos nem sempre é motivo de preocupação, pode ser somente a posição que eles deitaram ou sinal de muito cansaço, depois de um longo dia de férias. Porém, se é recorrente e traz consequências no dia seguinte, deve, sim, ser observado.

1. Apneia

Durante o sono, podem ocorrer pausas na respiração, que levam a um esvaziamento do pulmão e consequente necessidade de oxigênio rápido. Assim, você pode ouvir uma respiração bem profunda acompanhada de ronco.

Esse tipo de ronco pode ser um sinal de apneia e deve ser visto o mais cedo possível, pois pode prejudicar muito o corpo e desenvolvimento cognitivo da criança. Além disso, traz mal estar durante o dia e – em casos mais graves – a cessão da respiração à noite.

Outros sinais de apneia são suor durante o sono, dor de cabeça pela manhã, falta de atenção na escola, xixi na cama, sonambulismo, pesadelos, dormir com a cabeça toda esticada para trás e outros, sendo necessário rápido encaminhamento para o médico.

2. Excesso de peso

Que a obesidade pode trazer problemas já se sabe. Ela pode ser também a causa do ronco durante o sono, fazendo até com que a criança acorde mais vezes, prejudicando o seu descanso e dos pais.

O excesso de gordura em volta do pescoço pode dificultar a passagem do ar durante a noite, quando a respiração está mais suave, assim como os batimentos cardíacos. Essa gordura, ao estreitar o canal e atrapalhar a respiração, pode causar o ronco.

Outro fator é o cansaço ao final do dia, queixa recorrente em pessoas obesas, de qualquer idade. Quando a criança obesa vai dormir muito cansada, sua musculatura da região está mais frouxa, tornando a respiração mais difícil, com a presença do ronco.

3. Carne esponjosa do nariz

Todo mundo tem essa carne esponjosa no nariz, que pode estar aumentada, sendo também chamada de adenoide. Ela tem um papel importante na filtragem do ar e na respiração, mas quando está muito expandida pode atrapalhar muito a passagem do ar.

Quando o caso vai se agravando, a carne esponjosa aumenta muito de tamanho e praticamente fecha a passagem de ar pelas narinas, obrigando a criança a respirar pela boca, o que pode causar ruídos.

Em casos mais simples, pode-se esperar a criança crescer para ver se o problema é reduzido, mas, em geral, quando já está atrapalhando a passagem do ar pelas narinas, o mais indicado é a cirurgia para a remoção.

4. Alergia

A alergia respiratória também pode influenciar na qualidade e quantidade de ar que o corpo receberá. Muitas vezes, os quadros alérgicos vêm acompanhados da expansão dos vasos sanguíneos do nariz, dificultando a entrada do ar.

Além disso, a produção excessiva de muco, no intuito de expulsar o alérgeno, também influencia na limitação da respiração, provocando assim o ronco em crianças e adultos. Por isso, a utilização de soros naturais para lavagem são recomendados.

Mais um fator agravante para o ronco durante quadros alérgicos é o entupimento, a congestão dos canais em todo o percurso, ficando repletos de muco e muito difíceis de eliminar. Muitas vezes, é necessário o uso de mucolíticos.

5. Amigdalite e outras infecções

A inflamação das amígdalas, bem como do trato respiratório em geral, como bronquite e afins, impede a correta passagem do ar, dando assim espaço para o ronco, já que a criança terá que respirar pela boca.

No caso da amigdalite, outros sintomas são febre alta, queixas de dor intensa na garganta, principalmente ao engolir alimentos, sensação de secura e arranhão, bem como o aroma característico da doença, facilmente diagnosticada no consultório médico.

A bronquite tem seu característico chiado, afundamento do peito ao respirar, cansaço, tosse seca e constante, febre, moleza e os outros sinais, como o ronco ao tentar respirar pela boca, enquanto dorme.

Cuidados a ter

O primeiro e mais importante cuidado a ter, em caso de ronco em crianças, é procurar rapidamente um médico, se for observado com frequência diária. A ação rápida reduz um sofrimento desnecessário, melhorando o desenvolvimento físico e cognitivo da criança.

Observe se a criança costuma respirar pelo nariz ou pela boca, pois o segundo caso pode trazer deformações no rosto e no formato da boca, prejudicando-a no longo prazo, através de limitações oriundas de deformidades anatômicas e funcionais.

Fonte do Site: gravidez.online

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Entenda porque as mães seguram os bebês do lado esquerdo

Foto: Thinkstock

É puro instinto. O fato das mães carregarem os bebês do lado esquerdo ocorre de forma natural. Segundo um estudo publicado pela revista Nature Ecologia e Evolução, isso também acontece entre os demais mamíferos.

“MANTENDO O BEBÊ SEGURO, A MÃE CONSEGUE SE RELACIONAR COM O MUNDO”

É uma forma de manter o controle, que cabe ao lado direito do cérebro. Com o bebe seguro, do lado esquerdo, a interação social é garantida.

Entre os seres humanos, essa é a posição preferida para 70 a 85% das mulheres.

Mantendo o bebê seguro, a mãe consegue se relacionar com o mundo sem descuidar do bebê. Essa é uma informação sensorial que foi definida pela evolução.

Fonte do Site: gravidez.online

Quando dar um celular ao seu filho

Fonte da Imagem: Freepik

Dar um celular ou não para o filho é uma discussão que uma hora vai chegar bem na mesa do jantar. Não tem como fugir. Entender como o uso de eletrônicos pode ajudar ou afetar a saúde física e mental do seu filho é essencial para tomar a decisão correta.

De acordo com um estudo publicado na revista científica The Lancet, o uso de aparelhos celulares prejudica o desenvolvimento cognitivo de crianças e jovens. Os pesquisadores acreditam que essas são fases “cruciais para o desenvolvimento do cérebro, e o comportamento durante um período típico de 24 horas contribuem para o desempenho cognitivo”.

O ideal é que, ao longo das 24 horas do dia, se faça ao menos uma hora de exercícios físicos, duas horas de lazer e de nove a 11 horas de sono, em crianças entre os oito e 11 anos. Foi encontrada no estudo uma relação direta entre esses fatores e o desenvolvimento da inteligência.

Quanto mais tempo uma criança passa em frente ao celular, menos desafiada e estimulada cognitivamente ela é. Além disso, reduz a quantidade de horas brincando e praticando atividades físicas, além de diminuir também as horas de sono.

Não bastasse esse estudo, também se observa a proliferação de “jogos e brincadeiras” perigosas nas redes sociais, as quais as crianças acabam tendo acesso, como foi o caso da baleia azul ou da Momo.

Qual é a idade ideal para dar um celular ao filho?

Tendo esses pontos em mente, qual seria, para você, a idade ideal para deixar seu filho mexer no celular? Quando adulto, certo? Brincadeiras à parte, não se tem como criar os filhos em uma bolha. A tecnologia está aí e, se utilizada corretamente, pode ser uma boa ferramenta.

Um ponto é consenso: bebês de até três anos não devem usar smartphones ou tablets. A visão ainda não está 100% adequada, sua coordenação motora fina pode ser prejudicada e ele precisa investir toda a sua energia no desenvolvimento da cognição e coordenação.

Entre os 4 e 7 anos, já dá para deixar brincar por cerca de 30 minutos, preferencialmente jogos educativos ou até vídeos. Sempre com supervisão do cuidador, para evitar acidentes ou até mesmo acesso a conteúdo mal intencionado.

Dos 7 aos 11 anos já dá para deixar uma hora por dia, ainda sob supervisão e sem contato com redes sociais, fonte de muita ansiedade e nova ferramenta – um tanto cruel por sinal – para a prática do bullying.

A partir dos 11 anos, começa o processo de adaptação e diálogo, quando o pré-adolescente irá requerer cada vez mais tempo e simplesmente proibir não é uma decisão muito acertada. É importante fazê-lo compreender que o tempo pode ser melhor empregado.

Cuidados a ter após dar um celular ao filho

É importante que a conta de login do seu filho esteja também no seu dispositivo, onde você possa controlar o tempo utilizado e os tipos de vídeos assistidos, sem ter que acessar o celular dele.

As redes sociais, exceto o Whatsapp, também podem estar logadas no seu celular, caso ele já possua alguma, facilitando o controle sobre o que e com quem ele está conversando. É importante que ele tenha consciência disso e que compreenda que é uma questão de segurança.

O diálogo é seu maior aliado, estabelecendo não somente regras, mas também ideias de outras atividades para fazer quando “está no tédio”, de forma que use a criatividade, se movimente ou aprenda algo novo.

O tempo diante do celular deve ser definido em consenso, quando estiver grande. Já se ainda for pequeno, são os pais que definem, pois entendem que é o melhor a ser feito, com responsabilidade pelo futuro dos filhos.

O mais importante: façam atividades juntos para que o celular não tome o lugar de companhia mais interessante da casa, reduzindo assim as chances de se tornar o centro da atenção e expectativa do jovem.

Fonte do Site: gravidez.online

Não sabe como escolher o sutiã de amamentação? Leia esse texto!

Saiba que abertura ou cobertura da taça deve ter um bom sutiã de amamentação

O sutiã de amamentação é uma peça fundamental para um período de lactação totalmente benéfico para a mamãe e o bebê. Daí que seja tão importante escolher a melhor alternativa, seguindo algumas dicas essenciais.

Conheça 4 conselhos para escolher o seu sutiã de amamentação

1. Esteja atenta aos ajustes e tamanhos

Opte por umas peças com regulagem das alças e costas. Desse modo, você poderá utilizar o mesmo sutiã ao longo da gravidez e da lactação, mesmo que os seus seios aumentem de tamanho. Não se esqueça de testar os acessórios.

2. Escolha um sutiã firme

Esse acessório deve manter a sustentação dos seios. Apesar de ter de ser firme, o sutiã não pode apertar o peito. Experimente as regulagens das costas e de alça para adaptar a peça às suas formas.

“EXPERIMENTE AS REGULAGENS DAS COSTAS E DE ALÇA PARA ADAPTAR A PEÇA ÀS SUAS FORMAS”

3. Opte por uma cobertura da taça que envolva a maior parte do peito

Não se esqueça de que as peças mais decotadas podem causar uma compressão dos ductos mamários e acabam não garantindo a sustentação de que você tanto precisa.

4. O sutiã deve contar com uma abertura total

Não escolha uma abertura triangular: essa opção também pode originar uma compressão dos ductos mamários.

Lembramos que esse sutiã pode ser usado logo durante a gravidez para promover a contenção e a sustentação do peito, preparando-o para o período de aleitamento. Dormir vestindo um top ou sutiã no decorrer da gravidez também é importante para essa preparação.

Fonte do Site: gravidez.com.br 

13 sinais de alerta para levar seu filho para uma emergência

Quando se trata da saúde dos nossos filhos, qualquer sinal diferente já ficamos preocupados e nervosos querendo levar para o hospital. Mas será que é caso para correr para uma emergência?

É muito comum ver nas salas de espera crianças agitadas que passam bem e que não precisariam estar ali. Mas sem saber como agir, com medo de ser algo mais grave e muitas vezes sem conseguir falar com o pediatra não pensamos duas vezes e corremos para o hospital, né? Quem aqui já fez isso? Normal.

Claro que muitas vezes é necessário correr sim, mas é importante entender que nem todos os sintomas que nossos pequenos apresentam é preciso ir para o hospital. Afinal lá transitam muitas pessoas doentes e pode ser um local de risco para a saúde deles também. A pediatra Dra. Danielle Negri junto com a Dra. Luiza Castanheira listaram os principais sinais de alerta que precisamos procurar ajuda rápido. Confiram!

1) O bebê não consegue acordar direito, chora fraco ou está muito sonolento, especialmente se estiver diferente de outros dias.

2) Dificuldade para respirar: o bebê está cansado, especialmente durante as mamadas e/ou gemente.

3) Presença de palidez ou alteração da cor das mãos ou dos pés.

4) Recusa várias mamadas seguidas ou aceita muito pouco.

5) Vômitos em grande quantidade, especialmente se forem acompanhados de febre ou diarreia.

6) Aumento do número de evacuações ou fezes muita líquidas ou com sangue, especialmente se acompanhada por vômitos, recusa alimentar e/ou febre.

7) Abdome distendido (“barriga estufada”).

8) Sem urinar (fralda seca) nas últimas 12 horas.

9) Urina de cor escura e/ou cheiro forte.

10) Piora da icterícia (cor amarelada da pele), atingindo palmas e plantas.

11) Vermelhidão, secreção ou mau cheiro no umbigo.

12) Temperatura corporal menor que 35,5°C ou maior que 37,8°C.

13) Tremores no corpo todo, convulsão (ataque) ou parece “desmaiado”.

Lembrando que o ideal é ligar para o pediatra que faz o acompanhamento da criança antes de levar seu filho para uma emergência.

Fonte do Site: chegueiaomundo.com.br

No universo uterino, bebês riem e choram

Exames de imagem comprovam as emoções do bebê

É lógico que as mães não ouvem, mas os bebês riem dentro da barriga. E choram também.

Pesquisadores sabem dessa possibilidade por meio da análise das expressões faciais dos bebês observadas em exames de imagens. Sorrir e chorar já é possível a partir da 24ª semana de gestação. Alguns só começam na 36ª semana.

A partir dessa fase da gestação, os movimentos do feto torna-se mais complexos. Eles já têm os músculos faciais bem desenvolvidos e podem demonstrar emoção.

CHORAR E SORRIR RESULTA DO BOM DESEMPENHO DOS MÚSCULOS FACIAIS

As expressões faciais dos fetos são observadas por exames de imagens que oferecem mais detalhes, como as ultrassonogramas em 3D.

A observação não representa somente a identificação do desenvolvimento do feto, ela também está ligada ao acompanhamento de sua saúde.

É por meio desse instrumento que o médico vai saber como estão os estágios de desenvolvimento do cérebro.

Fonte do Site: gravidez.online 

Irmão: cumplicidade, aprendizado, parceria

Amor fraterno é um presente da vida

Não importa como e nem quando chegam, os irmãos podem ser uma porta ao aprendizado carregada para toda a vida. Podem eles ser um gêmeo, mais velhos, mais novos ou adotivos.

Serão deles os mais importantes segredos e com eles nascerá a forma única de relacionamento com o mundo.

No início são brigas, disputa e choro. É uma vida feita de altos e baixos que vai dando espaço para todo tipo de aprendizado. Os irmãos, pelo simples fato de existirem, ensinam da frustração às demonstrações de amor mais intensas.

Em suas mãos estão algumas das feridas mais doloridas que a vida pode dar e as certezas mais firmes de ter com quem contar.

Para os pais, às vezes é difícil administrar as disputas por atenção, as agressões e as formas mais intensas de testar o limite.

Cabe a eles, também repassar que essa partilha demonstra a mais crua forma de relacionar-se com o mundo.

Não é fácil, mas é a dificuldade de duas pessoas totalmente diferentes e, ao mesmo tempo, tão semelhantes, que induz às famílias ao seu melhor.

A abertura para a compreensão pode vir mais tarde, pode até nem acontecer, mas a certeza de que aquele outro ser é um instrumento de parceria é um exercício que nem precisa ser ensinado.

CLARO, OS PAIS TERÃO QUE ENCONTRAR O JUSTO MEIO QUE VAI RESULTAR NA FORMAÇÃO DO CARÁTER DE CADA UM

Um irmão é uma forma de segurança e aprendizado. Irmãos mais velhos, invariavelmente são modelos para os mais jovens. Já os mais novos conseguem despertar dons nos mais velhos e os levar à maturidade.

Trilhar esse caminho, às vezes, será de uma maneira espinhosa, recheada de rivalidade e disputas inevitáveis. E assim, lições como amar, ceder, trocar e ter empatia chegam e permanecem para sempre.

A defesa e a alegria com o outro também integram esse aprendizado constante, que permanece até a idade adulta, quando cada um terá ou não, sua família, mas com certeza, vai viver em suas escolhas.

Independente da idade, as famílias precisam ter em mente que são pessoas mesmo diferentes e que seu aprendizado também se processa de maneira desigual.

Por isso, nada de comparar um ao outro, incitar à rivalidade ou deixar de atender um ou o outro. Todos merecem atenção em suas necessidades. Como são desiguais, suas necessidades também se processam de maneira desigual.

Pode parecer clichê, mas resulta porque um irmão é um companheiro para a vida toda.

Fonte do Site: gravidez.online

Cuidar dos filhos X trabalhar fora. O que cansa mais?

Descubra qual das duas atividades acaba sendo mais cansativa para os pais

Criar uma criança não é uma tarefa fácil. É necessária muita paciência, além de uma dedicação sem tamanho. Atualmente, mamães e papais precisam se dobrar para trabalhar fora e criar seus filhos.

Isso é muito bom para a vida do casal porque, apesar do cansaço do dia a dia, os dois são capazes de dividir as tarefas de dar banho, trocar fraldas, brincar e colocar o bebê para dormir.

Além disso, de acordo com o crescimento da criança, chegam as novas atividades e responsabilidades, como escola, aula de natação, consultas médicas, e por aí vamos na correria.

Segundo estudos realizados por uma universidade na Bélgica, a maioria dos pais sente o desgaste físico afetar mais na hora de cuidar dos filhos, do que de trabalhar fora.

Os estudos apontaram que 13% entre 2 mil famílias sofrem de abatimento ou apresentam sensações de incompetência e cansaço. Esses sintomas estão diretamente relacionados à Síndrome de Burnout.

Essa síndrome está ligada aos problemas emocionais e crônicos causados pela fadiga. Segundo o estudo, esse problema começou a afetar as famílias de maneira mais significante a partir da década de 90.

ISSO ACONTECEU PORQUE OS PAIS COMEÇARAM A SE DEDICAR MAIS DIRETAMENTE À CRIAÇÃO DOS FILHOS

Essa mudança, associada às extensas rotinas de trabalho existentes nos dias de hoje, podem causar estrago no organismo de qualquer pessoa.

Para evitar esse problema, é importante reorganizar as tarefas diárias e dar mais atenção à família do que ao trabalho na rua.

Fonte do Site: http://www.minhavida.com.br

Como agir com as visitas na maternidade?

A decisão é pessoal e deve ser respeitada

Assim que o seu círculo de relacionamento fica sabendo da chegada do bebê, pode ser iniciado um pequeno dilema: receber ou não visitas na maternidade?

Essa decisão é pessoal e depende, também, da maneira como hospital em que será atendida lida com isso.

Alguns, principalmente os públicos, restringem a quantidade de visitas. Para os hospitais particulares, a entrada pode ocorrer de maneira diferenciada, mas também há regras.

Algumas mulheres vão preferir a privacidade em um momento que seus corpos estão totalmente alterados. Também existem aquelas que não se importam com mais pessoas a compartilhar o nascimento e liberam as visitas.

PARA AQUELAS QUE PREFEREM RESTRINGIR A VISITA, A EXPLICAÇÃO É SIMPLES: ELAS PRECISAM

Mesmo que o foco da visita seja o bebê, a mãe poderá estar exausta. Algumas iniciaram o parto normal e, após horas esperando, foram submetidas a uma cesariana. Imaginem como estão seus corpos após tanto trabalho.

Ainda na maternidade, o momento é de pontos, sangue e choro. Há quem queira deixar isso fluir na privacidade mesmo, sem plateia. Enquanto o bebê não acerta a pega do seio, que sangra, algumas mães tendem a querer o mínimo de pessoas por perto.

Esse é um momento de questionamento para aqueles que acham ser uma espécie de “frescura” a mãe sentir a necessidade de estar com um pouco mais de condições para receber.

Mesmo que não seja o primeiro filho, um nascimento é único e, talvez, ela queira aproveitar ao máximo a experiência.

Muitas mulheres também se sentem constrangidas com todo o corpo em alteração. Estão de fraldas ou absorventes imensos para retenção dos lóquios, cheias de dores e sono. Bem, cada família tem sua dinâmica e, independente dela, deve ser respeitada.

Dica de ouro para nunca errar: respeite a decisão da mãe. Não julgue e nem fique ofendido se ela preferiu não ter visitas. Você terá outras oportunidades para ver o bebê!

Fonte do Site: gravidez.online

Cuidados diários: o que colocar no trocador do bebê

Veja quais itens você precisa ter sempre à mão para facilitar a higiene do bebê 

O trocador do bebê precisa ser pensado com carinho não só pela praticidade, mas também pela segurança do pequeno. A troca de fraldas deve ser feita em um local que garanta, também, o conforto da mãe, conheça os trocadores da TulipaBaby eles permitem trocar o bebê de frente!

Nesse espaço devem estar todos os produtos necessários para garantir que a troca também seja rápida.

Como organizar um trocador de fraldas?

Trocadores são vendidos em lojas especializadas e têm diversas texturas. A diferença está na finalidade, porque há o trocador de usar em casa e o que pode ser carregado na bolsa do bebê.

O trocador usado em casa é, em geral, mais grosso, e tem uma capa lavável que pode ser retirada. Ele também pode ser forrado com uma fralda de pano a cada troca para garantir o conforto do bebê.

HÁ KITS DE HIGIENE ESPECÍFICOS PARA USAR EM CASA E PARA SAIR

Aqueles que devem ficar na bolsa para a saída com o bebê têm os mesmos itens do kit da casa, mas a diferença está na quantidade de produtos, que é menor.

Quais produtos colocar no trocador?

  1. Um recipiente para as fraldas: no primeiro mês até 10;
  2. Recipiente com água morna;
  3. Recipiente com algodão;
  4. Pomada contra assaduras;
  5. Uma muda de roupa para qualquer “acidente”;
  6. Cotonete;
  7. Álcool;
  8. Duas fraldas de pano: uma para forrar e outra para colocar sobre os meninos quando começarem a fazer xixi;
  9. Álcool em gel para limpar as suas mãos quando acabar;
  10. Lixeira ao lado do trocador para jogar a fralda.

 O que deve haver na bolsa do bebê?

  1. Fraldas: 1 para cada 2 horas em que vai ficar fora;
  2. Lenços umedecidos;
  3. Pomada para assaduras;
  4. Álcool;
  5. Algodão;
  6. Saco plástico para descartar a fralda;
  7. Álcool em gel para as mãos da mãe;
  8. Fralda de pano para forrar o local onde o bebê será trocado;
  9. Manta;
  10. Roupa reserva para o caso da temperatura cair; gorro, meia e luva;
  11. Babador, fralda de boca e fralda extra de pano;
  12. Papinha;
  13. Colher (deve ser colocada em um pote fechado);
  14. Fórmula, para os bebês que não mamam mais no peito;
  15. Remédios e a respectiva receita médica.

Fonte do Site: gravidez.online