Esperando o Natal: Visita dos anjos

A cada domingo que antecedo o natal, um anjo desce do céu para convidar os habitantes da terra a fazer os preparativos. Confira a história: 

A história do Calendário do Advento conta que, a cada domingo que antecede a data, um anjo desce do céu para convidar os habitantes da Terra a preparar o Natal.

1° domingo: Anjo Azul

Esse anjo veste uma grande capa azul, tecida de silêncio e paz. O anjo canta com voz profunda e somente aqueles que têm o coração atento podem escutá-lo. Seu canto diz assim: “O céu vem por sobre a Terra. Deus vem habitar o coração dos homens. Preste atenção! Abra a porta!”

E é assim que neste dia o anjo passa e fala a todos os homens. Aqueles que o escutam se dispõem a preparar o Natal, cantando e acendendo velas.

2° domingo: Anjo Vermelho

Nesse dia, o segundo anjo desce do céu vestido com uma grande capa vermelha e traz na mão esquerda uma grande caixa, toda de ouro. A caixa está vazia, e o anjo deseja enchê-la para logo retornar ao céu. A caixa é muito fina e delicada, pois é feita de raios de Sol, por isso, não pode ser preenchida com coisas duras e pesadas. Discretamente, o anjo passa por todas as casas e espia o coração dos homens, buscando um pouco de amor verdadeiramente puro. É com esse amor que ele vai encher sua caixa e levá-la até o céu. No céu, os anjos e também os homens que já morreram tomam esse amor e fazem dele luz para as estrelas.

3° domingo: Anjo Branco

No terceiro domingo, um anjo branco e luminoso desce do céu. Tem em sua mão direita um raio de Sol muito poderoso. Ele vai a todos os humanos cujos corações o ano vermelho encontrou amor verdadeiro e toca-os com seu raio de luz. Essa luz penetra nos corações das pessoas, iluminando-as e aquecendo-as internamente. Como se o mesmo sol iluminasse através de seus olhos e descesse por suas mãos, pés e todo seu corpo. Mesmo os mais pobres e humildes dentre os homens são assim transformados e começam a parecer com anjos se têm um pouco de amor puro em  seus corações.

Mas nem todo mundo enxerga este anjo branco. Só veem os anjos aqueles cujos olhos foram iluminados por sua luz. Somente com essa luz que, no Natal, podem  ver o menino que nasce no presépio.

4° domingo: Anjo Lilás

No último domingo antes do Natal, aparece no céu um grande anjo com capa violeta, muito terno e suave. Ele passa sobre toda a Terra, levando em suas mãos uma grande lira. Com o instrumento musical, ele toca uma música doce que acompanha seu canto harmonioso. Para escutá-lo, é preciso ter um coração silencioso e atento.

Sua música é um grande canto da paz, o canto do menino Jesus e do Reino de Deus que vem sobre a Terra. Muitos anjinhos o acompanham e eles também cantam e se alegram no céu. Então, todas as sementes que dormem na Terra despertam e a Terra escute e estremece: o canto dos anjos diz que Deus não a esquece e que, algum dia, ela será de novo paraíso.

Fonte: Escola Wardolf

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Esperando o Natal: Ideias para montar o seu Calendário do Advento

O calendário é uma contagem regressiva para o natal

Há diversas formas de montar um Calendário do Advento. Com pequenos módulos, saquinhos, caixas ou gavetinhas, não importa como, o legal é aproveitar para se divertir com os filhos e a família e promover a união do espírito natalino.

Com 24 espaços, uma forma de muffins vira uma base perfeita para um calendário do Advento. Os números que cobrem os espaços são revestidos com imãs, por isso você pode usar a forma depois do Natal normalmente. Meça o diâmetro da das forminhas. De acordo com o tamanho, corte 24 círculos de imã (use uma folha imantada que é de fácil manuseio para corte), e cole no papel que irá usar como cobertura dos espaços. Então, corte os círculos de papel. Faça 24 círculos menores para numerar o calendário. Se quiser pendurar a forma na parede, fure a forma, passe a fita e amarre.

Mensagens

Este calendário do Advento serve como decoração de parede e também proporciona diversão. Toda a família pode sugerir as atividades em pedaços de papel que serão enrolados e amarrados com uma fita decorativa.

Varal de meias

Não se estresse quando um pé-de-meia do filho some, transforme a que sobrou em um divertido Calendário do Advento. Você vai precisar de: 24 meias, adesivos numéricos, fita ou corda, prendedor de roupa. Como fazer: Pendure um pedaço de corda na parede – no formato que quiser, só tenha certeza de que é grande o suficiente para pendurar 24 meias. Depois cole os adesivos numéricos nas meias e pendure-as no varal. Coloque um brinde especial ou algum doce dentro de cada meia e deixe seu filho abrir por dia.

Empilhados

Transforme caixas antigas, gavetas de madeira e latas em um divertido calendário de contagem regressiva. Coloque dentro de cada uma surpresas de Natal. Depois pinte do jeito e da cor que preferir. Corte números de papel e cole nas caixas, latas e gavetas.

Gorros

Utilizando retalhos de tecido, corte e costure (ou cole) em forma de cone. Com cola quente, coloque um pom pom branco na ponta de cada um. Finalize uma faixa de tecido na parte mais larga do cone. Adicione um botão vermelho e depois coloque os números em formato de tag, com uma linha pendurada em volta do botão. Alinhe-os em um varal.

Advento organizador

Transforme uma caixa organizadora em um Calendário do Advento. Apenas cubra cada gaveta com papeis de estampas diferentes e coloridas. Depois numero de 1 a 25. Coloque as gavetas de volta na caixa em ordem numérica, e é só colocar atividades divertidas e doces para as crianças.

Bolsas de feltro

O que você vai precisar: feltro, tinta de tecido, pincel, fita, agulha e linha ou cola de tecido, tachinhas.

Como fazer: Corte 36 pedaços de tecido em formato oval, com cerca de 7,5 cm. Contorne a frente de 24 pedaços de tecido e depois pinte o número no centro. Alterne a cor do contorno e dos números. Depois corte os outros 12 pedaços pela matade e costure (ou cole) do lado de trás do tecido fazendo um bolso. Costure ou cole uma fita no topo do tecido para pendurá-los na parede.

Envelopes

O que você precisa: envelopes coloridos, adesivos numéricos, furador, fita, quadro de aviso, tachinhas. Como fazer: coloque lembrancinhas e doces nos envelopes ou atividades divertidas. Feche com os adesivos numéricos e com o furador faça um pequeno furo no canto esquerdo superior. Amarre um pedaço de fita para pendurar. Prenda as linhas de fita com as tachinhas no quadro de avisos, e então pendure os envelopes em ordem numérica.

Árvore de cartões de Natal

Faça uma árvore de cartões com mensagens de amor e carinho para seu filho, que também podem ser surpresas, como atividades ao ar livre, um sorvete na praça etc. Disponha-os em um formato de árvore com a sua numeração (de 1 a 24). Cada dia, seu filho terá uma surpresa!

“Jingle Bell, acabou o papel…”

Este é para as mães que adoram reciclar! É feito com rolos de papel higiênico (isto mesmo!). Você vai precisar de: 25 rolos de papel higiênico; tinta acrílica branca e colorida; placa de cortiça; canetão; mini-prendedores de roupa; fitas ou renda; grampeador; barbante. Feche o fundo dos rolos de papel higiênico (pode grampear ou fazer um fundo com papel cartolina); depois, é hora de pintar os rolos com tinta acrílica branca e deixar secar. Depois, você pode colar figuras relacionadas ao natal nos rolos, pintar com tinta colorida. Pinte com tinta ou canetão os números de cada dia (1 a 24). Enfeite a cortiça com rendas e fitas, deixando-o mais bonito (é só prender com alfinetes). Por último, coloque fitas ou barbante (como se fossem um varal) e pendure os rolos de papel higiênico com os prendedores de roupa.

Saquinho surpresa do Papai Noel

Deixe em uma cesta, caixa ou até uma mala pequena que você tenha em casa cheia de saquinhos. A cada dia, a criança pega um e se diverte. Você pode colocar uma pedrinha, uma mensagem, um docinho. Coisas simples, mas que agradam, sabe? Para fazer os saquinhos, não se esqueça de numera-los de 1 a 24. O saquinho pode ser de plástico, de papel ou de pano… O que vale é a alegria da surpresa!

Fonte do Site: http://www.paisefilhos.uol.com.br

Cuidados na alimentação para a mãe que amamenta

Veja quais alimentos devem ser evitados, quais precisam ser ingeridos e muito mais

É essencial que a mãe que amamenta tenha alguns cuidados especiais ao se alimentar. Isto porque algumas substâncias dos alimentos podem passar para o leite materno e prejudicar ou proporcionar benefícios para a saúde do bebê. A seguir, veja quais os cuidados principais que a mãe que amamenta deve ter com a alimentação:

Alimentos problemáticos

É importante tomar cuidado ao consumir alguns alimentos que podem causar gases no bebê, especialmente se essas comidas já causavam antes um desconforto na mulher. Estes alimentos são: leguminosas, como feijões, grão de bico e lentilha, batata doce, brócolis, ovos, couve-flor, cebola e outros. Caso a mãe ingira algum destes alimentos é importante observar se o bebê terá cólicas ou gases e se tiver o consumo da comida em questão deve ser suspendido. “O consumo de leite de vaca e seus derivados (mesmo sem lactose) também é associado a maiores manifestações de cólicas no bebê, por isso, uma boa alternativa é aumentar o consumo de fontes vegetais de cálcio na dieta, como: vegetais verdes escuros, chia, gergelim”, destaca Ana Laura Rodrigues Bordinhão.

Também é importante ficar atenta aos alimentos ingeridos pela mãe que podem causar possíveis irritantes como: café e chocolate.

Introdução com cuidado

Caso queira tentar comer o feijão ou outras leguminosas, comece ingerindo apenas o caldo e observe como o bebê irá reagir. Caso não haja problemas,  pode passar para o consumo dos bagos.

Frequência da alimentação

É importante que a mãe coma alimentos de alta qualidade a cada 3 ou 4 horas. “Ela também deve mastigar devagar e hidratar-se constantemente. Se houver respeito a esses princípios de bons hábitos alimentar, a ingesta se tornará instintivamente adequada, sem compulsões e exageros”, diz Ana Laura Rodrigues Bordinhão.

Fuja de dietas restritivas

A mulher que amamenta deve evitar dietas restritivas, como a Dukan. “Isto porque a perda de peso ocorre naturalmente com uma dieta equilibrada, é importante que mãe escolha alimentos de alta qualidade nutricional e os consuma até sentir-se saciada”, observa Ana Laura Rodrigues Bordinhão.

Consuma peixes

É importante que as mães que amamentam consumam mais peixes para fornecer um maior teor de DHA por meio do leite. “O DHA aumenta a capacidade cognitiva do bebê e estudos demonstram que as mães que têm um maior consumo das fontes de DHA apresentam maior teor desse componente em seu leite”, conta Ana Laura Rodrigues Bordinhão.

Tenha uma alimentação saudável

É essencial que a mãe que amamenta tenha uma alimentação muito variada e saudável. “Estudos demonstram que moléculas de sabor podem ser passadas através do leite materno, por isso, quanto mais saudável a dieta da mamãe, melhor será a aceitação do bebê no período da introdução alimentar, uma vez que ele terá mais capacidade de reconhecer o sabor, evitando a ‘temida’ recusa”, explica Ana Laura Rodrigues Bordinhão. Além disso, com uma alimentação saudável a mãe terá muito mais disposição para cuidar do bebê.

Por: Bruna Romanini – http://www.bebemamae.com

 

4 livros para você ler com seu filho nas férias

A leitura precisa fazer parte da rotina das crianças 

Conheça livros incríveis para aproveitar as férias ao lado do seu filho (Foto: GettyImage)

Além de passear pela cidade, viajar e aproveitar as férias, ler em casa pode ser um ótima forma do seu filho aproveitar o tempo sem aula. Ele pode conhecer novas histórias, exercitar e memória e a imaginação, além de ser um tempo que você pode passar ao lado dele. Da uma olhada nas dicas que Luciana Loew esse mês para você.

"Aqui estamos nós"

Aqui estamos nós – Oliver Jeffers | Salamandra

Um primor de projeto gráfico. Além da capa dura e qualidade de impressão, as ilustrações de Oliver Jeffers são de cair o queixo: páginas inteiras que a gente até se esquece por um momento de ler, de tão lindas que são. E a narrativa é cativante também Jeffers escreveu esse livro para apresentar a seu filho o nosso planeta, com todas as suas belezas e mistérios. Um livro para ler e filosofar juntos.

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Casa de Passarinho – Ana Rosa Costa | Ilustrações de Odilon Moraes | Editora Positivo

Assim como as crianças brincam com o que veem, nessa história a imagem (do premiado Odilon) brinca com o texto de Ana Rosa e vice versa, um passando a bola para o outro e abrindo as portas da nossa imaginação. É interessante começar a ler esse livro, que tem um início rápido e inusitado, e ver a reação das crianças – um começo que já nos deixa alerta para a aventura que será entrar nessa história.

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Coleção Pipoquinha – Kim Smith | Editora Intrínseca

Difícil saber quem vai se divertir mais com esses lançamentos: os pais ou os filhos. A coleção Pipoquinha resgata três sucessos do cinema – “Esqueceram de Mim”, “E.T. – O Extraterrestre”, e “De volta para o futuro”. É divertido ler e reviver estas histórias que conhecemos tão bem apresentando-as aos nossos filhos.

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Poemas com macarrão – Fabrício Corsaletti | Ilustrações de Jana Glatt |Companhia das Letrinhas

A poesia permite que as crianças transbordem o plano da narrativa para entrar no da música falada. Aqui, os poemas de Fabrício trazem isso em cenas cheias de humor com que os pequenos se identificam: tem piscina de sorvete, tem menino pelado levando bronca da mãe, tem filosofia sobre vulcão. E olha que estou citando apenas alguns dos versos que soltaram as risadas aqui de casa.

Fonte do Site: https://paisefilhos.uol.com.br/crianca/4-livros-para-voce-ler-com-seu-filho-nas-ferias/

14 coisas que você precisa saber sobre o segundo filho

Você pode até ser uma mãe experiente, mas isso não significa que você sabe onde está se metendo quando tiver esperando o segundo filho

Até mesmo irmãos gêmeos possuem personalidades diferentes. Não seria diferente quando comparamos a primeira gravidez com a segunda. Pensando nisso, a revista norte-americana “Parents” separou algumas dicas para a sua segunda rodada como mãe.

  1. Não existe o momento perfeito

Assim como ele não existiu para o primeiro filho, não existirá um tempo perfeito para o segundo. Quando o segundo filho for introduzido à família, pode esperar por muita loucura, bagunça e, mais do que tudo, pelo inesperado.

  1. Como tudo na maternidade, você não tem total controle 

Enquanto você pode ter levado anos para planejar o primeiro filho (ou tempo nenhum), não é, necessariamente, dessa forma que o segundo virá.

  1. Sua segunda gravidez não será como a primeira 

Quando só se tem um filho, é natural que você tenha tempo para cuidar mais de si mesma porque, até aquele momento, não há outros filhos tomando parte do seu tempo.  Já, com o segundo, você terá outra criança maior para correr atrás, então não se surpreenda se aquele smoothie que você gostava de tomar se tornar menos frequente no período da gravidez.

  1. Nada fará com que o seu filho mais velho esteja preparado

Assim como várias aulas não são suficientes para preparar você para ter um bebê, o mesmo ocorre com o seu filho mais velho. Ele vai passar por isso e, certamente, amará seu irmão mais novo, mas é normal que o começo seja, no mínimo, complicado.

  1. Você não será tratada da mesma forma como da primeira vez

Quando você estava grávida do seu primeiro filho, o mundo te estendia um tapete vermelho em qualquer lugar que você ia. “Ótimo, serei tratada da mesma forma com o segundo!” Nada disso! Sabe aquelas frases que te reconfortam ao fazer algo repetido, como “já estive lá” ou “já fiz isso”? É o que os outros pensarão em relação à sua gravidez.

  1. Você se sentirá diferente

Você pode ter se sentido muito enjoada pelas manhãs no período da sua primeira gravidez, mas não deixe que essa lembrança ruim seja maior do que a sua vontade de ter um segundo filho. Assim como dois irmãos não são iguais, a primeira será diferente da segunda.

  1. Você vai espalhar a novidade rapidamente

Enquanto a sua primeira gravidez foi, por um longo tempo, um segredo a sete chaves, as chances de que o segredo da segunda não seja guardado nem por um cadeado são maiores.

  1. Espere pelos momentos de loucura

Mesmo que houvesse, no mínimo, um pedaço do seu corpo que não quisesse um segundo filho, espere por momentos nos quais você pensará: “meu Deus, que péssima ideia!”. Pode botar a culpa nos seus hormônios e no seu filho mais velho. Mas saiba que tudo (como sempre) terminará bem.

  1. Você, provavelmente, chorará com facilidade quando o assunto for o seu primeiro filho

Não importa quantos anos se passaram desde que o seu primeiro filho nasceu, você se sentirá um pouco triste com o fato de não haver mais um tempo exclusivo para vocês dois.

  1. Você se esquecerá da gravidez algumas vezes

Sim, é pura verdade! Pode agradecer ao seu filho mais velho ou ao cansaço por isso.

  1. O trabalho de parto será mais rápido

Boas notícias: o trabalho de parto é mais leve com o segundo bebê. Então, é recomendado que você não vá muito longe de casa nos momentos finais da gravidez.

  1. Você estará muito mais tranquila

Na primeira gravidez, você pensou em todos os mínimos detalhes possíveis. Agora, você não gastará tanto tempo com isso. Já um pouco mais experiente, você vai levar a segunda gravidez com maior tranquilidade.

  1. Você estará preparada pela metade

Antes de entrar em trabalho de parto com o primeiro filho, sua bolsa para o hospital estava toda arrumada e impecável. Na segunda vez, se você levou escova de dentes e um telefone já foi muito.

  1. Você ficará imaginando como será capaz de amar o seu segundo filho como amou o primeiro

Mas é só ele nascer para que esse amor se torne realidade.

Fonte: http://www.paisefilhos.uol.com.br

Cuidados com o bebê no verão

Fonte da Imagem: bebe.abril.com.br

Saiba como proteger o bebê do sol e dos problemas do calor forte

É preciso ter alguns cuidados especiais com o bebê no verão. Primeiramente, opte por roupas leves de algodão e com cores claras. Também é importante tomar cuidado com a exposição solar. “Evite horários com aumento da radiação ultravioleta. Recomendamos os horários antes das 10 horas da manhã e após às 16:00, horários de radiação solar menos perigosa”, orienta a pediatra Denise Bedoni, do Hospital Leforte.

Ao expor o bebê ao sol a proteção é orientada. Até os seis meses de vida o filtro solar não é orientado, pois nesta fase a pele do bebê é fina, sensível e permeável e por isso há o risco de intoxicação pelas substâncias que compõe os filtros solares. Portanto, nesta fase opte pelo uso de roupas como chapéus e camisetas.

Após os seis meses de acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária os filtros solares podem ser utilizados. O protetor solar indicado é o físico na forma de creme. “A orientação é passar o filtro solar a cada 2 ou 3 horas sem uso excessivo”, diz Denise Bedoni. Também é interessante passar um creme hidratante no bebê uma vez ao dia após a exposição solar.

Fique atento ao expor o bebê ao ar condicionado. “Evite mudanças rápidas de temperatura, sair de um ambiente quente e entrar em um que o ar está muito frio. Tente deixar o ar condicionado em uma temperatura média de 23 – 24 graus”, afirma Denise Bedoni.

No verão, é importante ter uma atenção extra para a hidratação do bebê. “Mantenha uma boa hidratação oral para repor a perda com o calor. Ofereça o peito com maior frequência e se o bebê tiver mais de 6 meses, um pouco de água também pode ser dado”, conta Denise Bedoni. As brotoejas também podem ocorrer no verão.

Fonte: http://www.bebemamae.com / Por bruna Romanini

Compras: as roupinhas do dia a dia do bebê

Comprar roupinhas para o bebê é uma delícia. O problema é que, em muitos casos, a lindeza do conjunto escolhido não corresponde à quantidade de vezes que ele é usado e, muito menos, ao conforto da criança. 

Assim sendo, o ideal é se permitir comprar algumas daquelas roupas maravilhosas (e caras) para exibir seu filho todo bem arrumado na hora das visitas, porém investir mesmo nos curingas do guarda-roupa infantil, que são os macacões, bodies e culotes feitos de tecido bem macio e durável. 

Prefira tecidos como algodão e malha para o contato direto com a pele do bebê, que é bastante sensível, e procure roupas de qualidade, que certamente resistirão mais às constantes lavagens. 

Passe a mão por dentro das roupas para ver se não são ásperas ou se os bordados, apliques e costuras não incomodarão a criança. 

Macacões

Coloque o bebê em um macacão bem confortável e ele já estará todo vestido e pronto para encarar qualquer atividade. Para facilitar sua vida nas trocas de fraldas, dê preferência a macacões com abertura total na frente ou pelo menos em toda a perna. 

Não abra mão de algum tipo de abertura embaixo para tirar e pôr fraldas sem ter que desvestir todo o bebê. Abotoe e desabotoe os botões na loja para ter certeza de que funcionam direito e ficam fechados. 

Cuidado com enfeites e apliques que possam se soltar e representar risco de engasgo para o bebê. 

Macacões com pezinho fechado são mais quentinhos, mas macacões sem pé servem por mais tempo no bebê. Existe um tipo de pé que pode ser aberto ou fechado durante o uso. Há outro tipo de pezinho que permite que você corte a ponta quando o macacão ficar pequeno, sem estragar o acabamento, aumentando um pouco o tempo de vida da peça. 

Lembre-se de que os macacões tamanho RN duram pouquíssimo, em geral no máximo um mês, porque o bebê estica rápido! 

Tenha só alguns macacões “para sair”, e tenha vários para ficar em casa, mais simplezinhos, que podem ser usados como pijama. Esses vão ser os mais usados, e você vai lavá-los a toda hora! 

Camisas, camisetas e bodies

Compre camisetas que tenham botões no pescoço ou ombro para passar melhor pela cabeça do bebê. Os bodies já são fabricados com a gola mais aberta, exatamente para serem simples e fáceis de colocar. 

Se quiser algumas camisas de cambraia mais tradicionais, tente procurar as que tenham a golinha de algodão, assim a parte que fica em contato com as dobrinhas do pescoço do bebê é mais macia. 

Camisetas são ótimas para colocar embaixo de macacões para agasalhar o peito da criança. Também funcionam bem embaixo de jardineiras. Mas, quando o bebê é pequeninho, os bodies são mais práticos, porque ficam presos e não ficam “subindo” conforme você segura a criança no colo. 

Culotes ou mijões

Além de serem uma camada a mais de roupa para proteger do frio, os culotes muitas vezes permitem também que você troque só uma parte da roupa suja sem ter que tirar todo o resto. 

Normalmente são usados embaixo de macacõezinhos ou outras calças, em dias mais fresquinhos, mas podem ser usados sozinhos também, já que cobrem as perninhas do bebê na medida nos meses mais quentes em que entramos e saímos de ambientes com ar-condicionado. Podem funcionar como pijaminhas. 

Tenha alguns com pé para esquentar no frio, mas também uns sem, porque assim eles duram mais. 

Casaquinhos

De lã, linha, malha ou moletom, os casaquinhos com botões ou zíperes são presença obrigatória na vida dos bebês nos primeiros meses. Eles são fáceis de colocar e evitam aquela batalha de ter que passar pelo pescoço de crianças que estão se esgoelando de chorar. 

É sempre bom comprar modelos maiores e com os braços mais largos, porque duram mais e cabem em cima de outras peças de roupa. Tente variar as cores e não ficar só no rosa típico das meninas ou o azul dos meninos, já que um casaquinho branco, bege ou cinza é mais neutro e combina bem com um monte de outras cores. 

Antes de comprar ou usar, teste os botões ou zíperes para ver se funcionam direito. No caso de botões tradicionais, veja se eles não estão se soltando. Se sim, reforçe-os com linha, para não haver risco de o bebê arrancá-los e colocá-los na boca. 

O melhor é evitar qualquer tipo de cordão, porque ele pode se prender em alguma coisa e machucar o bebê. Em alguns países, é até proibido roupa de criança ter cordão. Veja se não dá para simplesmente tirar o cordão. 

Mantenha sempre um na bolsa do bebê, mesmo quando estiver calor, para o caso de vocês entrarem num ambiente gelado de ar-condicionado. 

Jaqueta

Mais útil para bebês nascidos em meses frios, uma jaqueta de um tecido tipo soft é perfeita para mantê-los bem quentinhos e protegidos do vento, especialmente se já tiver um capuz junto. 

A menos que você viva em um local extremamente frio, geralmente uma única jaqueta de tamanho maior é suficiente para os primeiros meses. E não se preocupe demais em coordenar cores, já que jaquetas costumam ser mais usadas só para entrar e sair dos lugares. 

Chapéu, gorro e luvas

Você vai precisar de um chapéu de aba mais larga para proteger o bebê nos dias de sol e um gorro que cobre as orelhinhas para protegê-lo nos dias frios, dependendo da temperatura da sua região. 

Se conseguir encontrar peças que prendem debaixo do queixo, melhor, assim eles não vão parar no chão toda hora. Luvas de bebês não têm a separação dos dedos para facilitar a colocação, e, além de agasalhar quando está frio, servem ainda para impedir que o bebê fique se arranhando no rosto com a própria unha (motivo de muitas acordadas noturnas!). 

Vestidos

A não ser para tirar foto numa ocasião especial, os vestidos não são muito práticos para bebês. Existem conjuntinhos bem femininos formados por uma bata larguinha e calça tipo legging, que são mais confortáveis. 

O vestido só passa a ser prático mesmo quando a criança já anda com segurança. Antes disso, corre o risco de ficar levantando e enganchando nas coisas conforme a menina é pega no colo o mesmo vale para saias. 

Meias e meias tipo sapatinho

Meias para bebês nunca são demais, porque a quantidade que vai se perder por ruas, lojas e casas de amigos será grande. Basta um descuido e lá se vai um pé da meia no meio do passeio pelo bairro. 

Os modelos tipo sapatinho ou bota (com “sola” antiderrapante) são práticos para colocar e dão uma aparência de mais bem vestida à criança, quando ela usa macacão ou calça sem pezinho. O bom é que eles não apertam nem ficam saindo o tempo todo. 

Sapatos

Sapatos para o primeiro ano de vida são, na maioria das vezes, questão de gosto e não de necessidade. Muitos pediatras nem recomendam colocar sapatos no bebê até que ele comece a andar, para não interferir no desenvolvimento. Mas pouca gente consegue resistir a um sapatinho! 

Quando for comprar, vá a lojas especializadas em calçados infantis, já que os vendedores costumam ter mais experiência no que é confortável e no melhor tamanho. Procure sapatos de couro molinho e solado de borracha macia, que não sejam pesados demais.

Fonte do Site: www.brasil.babycenter.com

Tipos de choro do bebê: aprenda a identificar cada um deles

Seu filho vai chorar bastante até completar 1 ano e aprender a falar. Entenda o motivo e veja como ajudá-lo

tipos de choro do bebê: aprenda a identificar cada um deles

Fonte da Imagem: http://lillo.com.br

FOME E SEDE

Causa – É comum ter dificuldade para alimentar seu filho nos primeiros dias, pois vocês dois ainda estão aprendendo a lidar com a amamentação. O bebê entende a fome quase como uma dor.
Como Identificar – Antes de abrir o berreiro, o bebê manda sinais de que está com fome, chupando o dedo e abrindo e fechando as mãos. O choro é prolongado e vem acompanhado de mão na boca.
O que fazer – Alimente-o. Só assim ele vai parar de chorar.

NECESSIDADE DE CONTATO OU TÉDIO

Causa – O bebê pode estar carente de atenção e inseguro.
Como identificar – O choro é manhoso e passa quando você o pega.
O que fazer – Brinque com ele. Nos primeiros dois meses, não tenha medo de confortá-lo, pois ele precisa de segurança. Experimente trocar o berço e o carrinho pelo seu colo ou bolsas canguru.

DOR

Causa – Pode ser ocasionada por uma batida, doença ou infecção.
Como identificar – Normalmente, o bebê aponta o local que está dolorido. Se for uma dor de ouvido, por exemplo, vai tentar tocar as orelhas.

DESCONFORTO

Causa – Roupas apertadas, mesma posição no berço etc.
Como identificar – O choro é irritado e seguido de movimentos corporais.
O que fazer – Tire o objeto que está incomodando a criança e, de vez em quando, vire o corpo dela no berço.

MANHA

Causa – A partir dos 9 meses, o bebê percebe que, ao chorar, consegue uma troca de fraldas, leite etc. Então, passa a usar o choro para conseguir outras coisas que deseja, manipulando os pais.
Como identificar – Choro irritado.
O que fazer – Se você acha que aquilo que a criança pede é desnecessário, não dê só porque ela chorou. Nessa fase, o bebê começa a engatinhar e você limita o acesso dele, por exemplo, ao controle remoto. Se ele chorar e você ceder, vai confirmar que consegue o que quer pela birra.

SUSTO E MEDO

Causa – Barulhos repentinos, como portas batendo. Perto dos 9 meses, quando a criança enxerga melhor, ela estranha desconhecidos.
Como identificar – É uma reação orgânica, parecida com a que ocorre com você. O choro pode ser acompanhado por um pequeno salto e berros.
O que fazer – Pegue-o no colo e faça carinhos até ele se acalmar.

EXCESSO DE ESTÍMULO

Causa – Lugares agitados, muito barulho, brincadeiras ou colo.
Como identificar – O bebê fica rabugento, o choro é quase uma reclamação.
O que fazer – Tenha paciência e leve a criança para um ambiente tranquilo.

DENTES

Como identificar – A criança baba mais, quer colocar tudo na boca e perde o apetite. As gengivas ficam vermelhas e inchadas e o bebê choraminga. Este choro ocorre entre os 7 e os 12 meses de idade.
O que fazer – Ofereça um mordedor para ajudar a rasgar a gengiva ou use pomadas específicas. É importante escovar as gengivas com gaze ou toalha molhada. Além de higienizar, você ajuda a aliviar a coceira.

CÓLICA

Causa – O sistema digestivo do bebê ainda é imaturo e também é possível que a ansiedade dos pais, comum no primeiro filho, passe para a criança e cause o desconforto. A cólica costuma ter pico até os 3 meses e é mais freqüente após as mamadas e no começo da noite.
Como identificar – O bebê enruga a testa, seu abdome fica distendido e o choro é agudo e prolongado.
O que fazer – Faça massagem, esticando e encolhendo as pernas dele. Outra dica é mantê-lo o mais ereto possível enquanto mama, para não engolir ar. Ou, ainda, segurá-lo apoiado no seu braço dobrado, com a barriga virada para baixo, para que ele solte gases.

CALOR OU FRIO

Causa – Excesso ou falta de agasalhos.
Como identificar – Quando o choro é por calor, a criança fica suada e molhada na raiz do cabelo. A pele pode ficar pegajosa e com brotoejas. No frio, as extremidades ficam geladas, como dedos das mãos e dos pés. O som é alto.
O que fazer – Tire ou coloque roupas. A criança está em uma temperatura confortável quando o nariz e as bochechas estão mornos.

SONO

Causa – Cansaço
Como identificar – O choro é alto e nervoso.
O que fazer – É preciso acalmá-lo. Abaixe as luzes, fique em um ambiente tranqüilo e cante para seu filho enquanto o embala. Tenha paciência, porque pode demorar um pouco para ele parar de chorar.

LIMPEZA

Causa – Fralda suja. O choro é porque o contato da urina ou das fezes incomoda e pode ter provocado assaduras.
Como identificar – O bebê se retorce porque a pele fica irritada e ardida.
O que fazer – Troque a fralda e use uma pomada contra as assaduras. Às vezes, vale deixá-lo sem fralda para a pele respirar.

Fonte do Site: www.revistacrescer.globo.com

Curva do crescimento: como funciona e quais as principais medidas

Entenda o parâmetro que avalia peso, tamanho e circunferência cefálica do bebê

curva de crescimento

Quando ela faz aquela curva ascendente os pais sorriem, satisfeitos e aliviados. Afinal, está ali a prova de que o filho está crescendo e engordando mês a mês. Mas, como é que nasceu esse parâmetro que avalia as principais medidas do bebê como peso, tamanho e circunferência cefálica, e por que crianças com crescimento tão distintos cabem dentro dessa mesma tabela de normalidade? Leia a seguir, todos os detalhes sobre a famosa curva de crescimento e lembre-se de que é na consulta periódica que o pediatra atualiza esses dados.

O que é curva de crescimento?

É um padrão internacional, desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), para acompanhar o crescimento e o estado nutricional das crianças. As curvas são obtidas a partir do cálculo entre a idade da criança e variáveis como o peso, a altura e o perímetro da cabeça. Os parâmetros padronizados possibilitam a avaliação de crianças de qualquer país, independente de etnia, condição socioeconômica e tipo de alimentação. A única variável é o sexo da criança. Como meninos e meninas têm padrões diferentes de crescimento, as curvas são distintas. O objetivo é que problemas como desnutrição, sobrepeso, obesidade e outras condições associadas ao crescimento e à nutrição da criança possam ser detectados e encaminhados precocemente.

Como a ferramenta foi construída?

Para estabelecer as curvas, a OMS acompanhou, de 1997 a 2003, 8.500 crianças sadias com idades entre zero e cinco anos. Para que a amostra fosse capaz de representar diferentes grupos étnicos, foram escolhidas seis cidades, de continentes diferentes  – Pelotas (Brasil), Davis (Estados Unidos), Muscat (Omã), Oslo (Noruega), Acra (Gana) e Nova Deli (Índia). Isso porque a única forma mais objetiva de avaliar a normalidade é comparar as medidas de cada indivíduo com as de seus pares, isto é, crianças ou adolescentes de mesma idade e mesmo sexo.

Para participar do estudo, as crianças não podiam ser gêmeas e nem terem sido prematuras, serem filhas de mães não-fumantes e amamentadas exclusivamente ou predominantemente com o leite materno até o quarto mês de vida e até ao menos um ano de forma parcial. A lógica é que as curvas descrevam como deve crescer uma criança sadia. Com os resultados, foi possível estabelecer os intervalos de tamanho e peso adequados para cada idade e, consequentemente, os percentis.  

Como funcionam os percentis?

A melhor forma de entender os percentis é exemplificar: imagine um grupo de cem meninos saudáveis de seis meses de idade de distintos locais do mundo. A OMS mapeou o mais leve e o mais pesado deles e colocou o peso desses bebês em um gráfico. A partir deles, foi estabelecendo réguas intermediárias, que são chamados percentis. São cinco no total (3, 15, 50, 85 e 97). O percentil 50 significa a conhecida “média”, e daí vem a expressão “está com o peso acima da média”. Mas, de fato, toda essa população está com o peso dentro da considerada “normalidade”. Se um bebê está no percentil 85 em relação ao peso e altura, isso significa que ele é maior e mais pesado que 85% dos bebês de sua idade. Isso não significa, no entanto, que ele seja mais saudável que um bebê no percentil 15. O mais importante é que o bebê tenha uma linha ascendente de crescimento, independente do percentil.

Quando devo me preocupar com a curva de crescimento?

O principal motivo de alerta é a queda de dois ou mais percentis na curva de crescimento. Um bebê que nasceu no percentil 50 e que, aos quatro meses, está no percentil 3, precisa ser avaliado com atenção.  Uma criança classificada entre os percentis 3 e 15 requer atenção especial: se a linha de crescimento, no gráfico, for descendente ao longo das consultas ao pediatra, trata-se de um sinal de alerta, já que a criança está próxima de uma situação de baixo peso ou de baixa estatura para idade.

É normal cair um percentil?

Cair um número no percentil é bem normal, principalmente naquela fase após o primeiro aniversário, quando o apetite diminui. É importante também fazer a correlação de medidas. Um bebê que tem o peso no percentil 95 e a estatura no mesmo percentil está com crescimento adequado. Mas, se a estatura estiver no percentil 50, por exemplo, a criança possivelmente estará com sobrepeso.

Quais fatores interferem no crescimento?

Nos primeiros dois anos de vida, a nutrição é o fator que mais interfere no crescimento. A partir dessa idade, os fatores genéticos (como as alturas dos pais) passam a influenciar na determinação da estatura da criança. O crescimento também sofre influência de atividade física, doenças, uso de medicamentos e fatores psicológicos.

Quais as principais medidas?

Os principais fatores avaliados pelas curvas de crescimento são o comprimento, o peso e o perímetro da cabeça. Esse último deve ser acompanhado rigorosamente durante o primeiro ano do bebê. É o perímetro cefálico que permite detectar precocemente várias doenças neurológicas que interferem no crescimento craniano, como a microcefalia e a hidrocefalia. O aumento do perímetro cefálico no primeiro ano de vida é de 2 cm/mês no primeiro trimestre, 1 cm/mês no segundo trimestre e 0,5cm/mês no terceiro semestre.

Todo pediatra preenche essas tabelas?

A orientação do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Pediatria é que as curvas da OMS sejam usadas para o acompanhamento médico do crescimento das crianças. Além do uso no consultório, quando o pediatra costuma mostrar a evolução do bebê aos pais, é importante que a própria família também tenha os registros: esse documento se torna uma espécie de RG da evolução da criança e possibilita o acompanhamento mesmo que em locais diferentes de consulta. No site do Ministério da Saúde está disponível a caderneta de saúde da criança, nas versões para menino e menina. Nela, você terá as curvas para que sejam preenchidas com os dados do seu bebê. No site da OMS há, também, os pesos, tamanho e perímetros cefálicos do nascimentos aos dois anos da criança. Mas, lembre-se, sempre que o acompanhamento periódico deve ser feito pelo pediatra.

Qual o papel das curvas de crescimento nas políticas públicas de saúde?

As curvas com os padrões uniformes de taxa de crescimento esperada permite que os profissionais de saúde façam a identificação precoce de crianças em risco de desnutrição ou sobrepeso, em vez de esperar até que o problema ocorra. As crianças obesas devem ser encaminhadas para gestão especializada e problemas não tão graves podem podem ser tratados com aconselhamento nutricional e indicação de atividade física. Já em circunstâncias de extrema pobreza, a avaliação do crescimento visa a identificar crianças que precisam de intervenções urgentes para prevenir a morte.

Fonte do Site: http://www.danonebaby.com.br

Referências bibliográficas

Ministério da Saúde

Organização Mundial da Saúde

Sociedade Brasileira de Pediatria

6 tipos de vovós

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Fonte da Imagem: www.exame.abril.com.br

Assim como existem vários tipos de pais e mães, com as vovós não é diferente. Geralmente elas costumam ser carinhosas, dar bastante liberdade para as traquinagens dos netos e como conhecem todas as brincadeiras de antigamente, entendem como ninguém o lema: se sujar faz bem. Mas é claro que nem todas são iguais. Listamos alguns tipos de Vovós e suas principais características. Veja qual o tipo que mais se aproxima da avó dos seus filhos e tire mais proveito no próximo encontro entre eles, inclusive para saber mais sobre essas brincadeiras antigas!

Brincadeira da Vovó Mestre-Cuca

Quem tem uma vovó que adora fazer umas gostosuras na cozinha sabe como elas conseguem expressar o amor por meio dos temperos. Que tal colocar seu filho para ajudar a preparar algumas delícias com ela também? Outra boa ideia é botar a criançada para organizar um novo livro de receitas da vovó. Assim, você estará fazendo com que exista uma atividade em comum entre netos e avós, além de manter viva a tradição culinária da família. 

Vovó contadora de histórias: como eram as brincadeiras de antigamente?

As vovós costumam ter muitas histórias para contar, principalmente aquelas relacionadas aos antepassados ou brincadeiras infantis antigas. Uma ótima ideia é pedir ajuda para os seus filhos para montar alguns aparelhos eletrônicos e registrar essas histórias. Hoje em dia você pode gravar vídeos incríveis com o seu celular, tablet ou até mesmo pela webcam do seu computador. Que tal uma sessão de “entrevistas” entre os seus filhos e a vovó sobre a história da família ou das brincadeiras do tempo da vovó?

Vovó brincalhona

Vovós que adoram uma brincadeira são uma delícia. Elas podem participar e se sujar em uma sessão de pintura a guache ou artesanato com as crianças. Elas podem brincar de alguns jogos que não exigem tanto movimento, como o Passa Anel. E também podem supervisionar brincadeiras de antigamente entre os netos: amarelinha, esconde-esconde e peteca, por exemplo.

 Vovó dedicada

Em dias corridos como os de hoje, avós que moram perto da nossa casa podem ser uma grande ajuda! Em vez de gastar dinheiro com babás e escolinhas, deixar as crianças com as avós é uma experiência deliciosa e segura. Se ela for do tipo vovó dedicada, vai adorar passar esse tempo a mais com os netos. Apenas se certifique de estabelecer os limites que você julga necessários para não ter problemas depois. Guloseimas preparadas pela avó no meio da tarde, por exemplo, precisam ser negociadas previamente.

Vovó moderna

Para uma vovó ser considerada moderna, a idade não importa muito. O que vale é o estado de espírito. Se ela é do tipo que adora uma novidade, gosta de passear e não se incomoda com comportamentos considerados modernos, pode ser uma grande companheira e confidente dos netos. Muitas vezes os seus filhos podem achar mais confortável conversar com ela sobre assuntos como namoro, problemas de relacionamento e dúvidas da idade quando precisarem de um conselho mais experiente.

Vovó conservadora

O contraponto da vovó moderna é aquela vovó que vive repetindo que no tempo dela “é que era bom”. Você sabe que o mundo não está “perdido”, como ela diz, só porque o seu filho usa o cabelo moicano como o Neymar ou a sua filha está usando um pouco de esmalte. Apesar do exagero, você sabe que ela fala essas coisas por se preocupar com a família.

Explique isso aos seus filhos e incentive que eles sejam mais tolerantes com a opinião dos outros. Vai visitar a vovó conservadora? Não custa nada baixar o cabelo ou limpar as unhas por algumas horas, certo? E aí? A avó dos seus filhos se encaixa em alguma dessas categorias? Ou ela faz outro tipo de vovó?

Fonte do site: http://www.omo.com.br