SAIBA COMO CUIDAR DO SEU BEBÊ NO VERÃO

Segurança 

Se o seu roteiro, nas férias, inclui o mar ou a piscina, atenção: “os pequenos podem se afogar em profundidades de 2,5 cm de água quando caem com o rosto e não conseguem levantar a cabeça”. Isso  acontece de forma rápida e silenciosa. A cena da criança se debatendo e gritando é rara. O tempo sem supervisão é breve, e não ultrapassa cinco minutos.

Dicas

  • As crianças pequenas devem usar equipamento pessoal de flutuação quando estiverem em barco ou brincando perto de rios, lagos e mar.
  • A natação oferece benefícios, mas ensinar menores de quatro anos a nadar, não reduz os riscos de submersão.
  • Não permita que brinquedos dirigidos pelas crianças sejam utilizados próximos a piscinas.

Temperatura ambiente 

mudança de temperatura é perigosa em qualquer idade, e é comum a entrada e saída de ambientes muito frios e vice-versa. Devido a sua imaturidade orgânica, a criança tem limitada capacidade para a termorregulação.

Dicas

  • Ao sair de um ambiente muito quente para outro frio, é necessário colocar agasalho antes. Fique atento a isso!
  • Evite transitar com a criança em ambientes de diferentes temperaturas. A prática favorece o aparecimento de doenças principalmente as do tipo respiratórias.

Sol 

Não proteger os pequenos do Sol pode causar queimaduras solares, fotoenvelhecimento e até câncer. É importante lembrar que queimaduras com bolhas na infância ou adolescência aumentam o risco de câncer de pele na idade adulta. Se houver queimaduras leves, o tratamento prevê o uso de compressas frias, ingestão de líquidos. Visite o médico nos casos graves.

Dicas 

  • Até os seis meses use chapéus, roupas e guarda-sol.
  • A partir dessa idade, é indicado o uso de protetor solar corporal.
  • Preste atenção no tamanho da sombra: quanto menor ela for, pior é o horário. Quando a sombra da criança esta grande no chão quer dizer que a incidência de sol é menor.

Insetos 

As reações variam. Existem as agudas, que todas as crianças podem ter e cuja intensidade muda de acordo com o inseto, e as alérgicas, que se manifestam em crianças que reagem de maneira importante a apenas uma picada. Os principais riscos são as reações anafiláticas, que exigem atendimento emergencial. Estes acontecem em crianças previamente sensibilizadas a abelhas, vespas ou formigas. Outros riscos são as infecções bacterianas que podem ocorrer sobre picadas ou reações inflamatórias. Quanto ao tratamento, o pediatra orientará a melhor terapia em cada caso. Normalmente, usam-se antialérgicos orais e cremes com corticoide. “Os pais devem se informar antes de viajar, para já terem em mãos as medicações necessárias.

Dicas

  • Até os dois anos a proteção deve ser com o uso de mosquiteiros, fechando a casa cedo e colocando telas nas janelas.
  • A partir dessa idade podem ser usados repelentes infantis, que devem ser aplicados apelas pelos pais e nas áreas expostas, com reaplicação a cada quatro horas.

Hidratação 

Durante o verão, a criança perde mais água. Conforme o grau da desidratação, podem haver riscos para a saúde. Ofereça líquidos, frutas e pequenas porções de alimentos aos pequenos.

Dicas 

  • Atenção às mucosas da boca: devem estar úmidas e a saliva fluida
  • Repare também se existe abundância de lágrimas durante o choro e se a urina está clara e com frequência normal.

Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/familia/saiba-como-cuidar-do-seu-bebe-no-verao/1948/

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