8 alimentos que devem ser introduzidos com cuidado ao cardápio do bebê!

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Mel, leite e amendoim estão na lista dos ingredientes que não deveriam estar no prato do seu filho antes de ele completar um aninho. Já o peixe e o ovo estão liberados, mas merecem atenção. Fique por dentro dessa história.

Leite de vaca

Apesar de ser uma excelente fonte de cálcio, fósforo e vitaminas A e do complexo B, esse alimento não deve ser oferecido para o bebê antes do primeiro aniversário. E há diversas explicações para essa recomendação. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a bebida não oferece uma série de nutrientes importantes ao crescimento da criança e que estão presentes em abundância no leite materno. É o caso do ferro e do zinco, cuja falta é responsável pela anemia, e das vitaminas D, E e C. Para completar, o lácteo contém altas taxas de proteínas que, além de provocarem indigestão, podem causar alergias e, em recentes estudos, têm sido relacionadas com o aumento da obesidade infantil. 

Após os 12 meses, o leite de vaca e seus derivados, iogurtes caseiros e queijos, têm carta branca para ser introduzidos na dieta da criançada. A SBP recomenda o consumo de 600 mL por dia da bebida.

Mel

Alguns pais imaginam que esse alimento é extremamente saudável para bebês pequenos, mas poucos sabem que, na verdade, a recomendação é evitar o mel até a criança completar um ano. O produto das abelhas pode esconder uma toxina capaz de causar uma forma de botulismo que só se manifesta em crianças de poucos meses. “Nessa idade, a flora intestinal ainda está amadurecendo e não consegue dar conta da bactéria responsável por essa toxina”.

Ovo

Durante muito tempo, achava-se que ele era um grande vilão da saúde e que só poderia entrar no cardápio do bebê após o nono mês. Mas várias pesquisas mostraram o contrário: além de ser uma excelente fonte de nutrientes, o ovo pode ser introduzido na alimentação dos pequenos já a partir do sexto mês sem problemas. A orientação da SBP é cozinhar o alimento para impedir a contaminação por bactérias. Para crianças de até um ano, duas unidades diárias estão liberadas.

Frutos do mar

Ricos em minerais como magnésio e selênio e em vitamina B12, camarão, lula, mariscos e outros tipos de frutos do mar só devem estar no prato da criança após o primeiro ano de vida. É que eles aumentam o risco de reações alérgicas nos pequenos.

Morango

Além de delicioso, ele protege a visão, fortalece o sistema imunológico e afasta males como anemia, colesterol alto, diabete e até tumores! No entanto, é uma das frutas com maior concentração de agrotóxicos. Por isso, se quiser oferecê-la ao seu filho, invista nas versões orgânicas.

Peixe

Se você acha que os pescados devem estar longe do prato do seu filho, fique sabendo que eles são mais do que bem-vindos principalmente os tipos ricos em ômega-3, ou seja, aqueles provenientes de águas frias, como a sardinha, o salmão, o atum e o bacalhau. A gordura oferece vários benefícios e, nas crianças, é importantíssima para o desenvolvimento cognitivo. O responsável é o ácido docosa-hexaenoico, o DHA, uma fração do ômega-3. Ele é fundamental para a constituição das células nervosas e, consequentemente, a capacidade de memorizar, aprender e se concentrar, além de ajudar no desenvolvimento da retina, ou seja, da visão do bebê.

Mas como inluir o peixe no cardápio do bebê? Quando iniciar a introdução dos sólidos na alimentação do seu filho, bata o pescado junto com a papinha. Se o pequeno tiver entre 8 meses e 1 ano, desfie a carne em pedaços bem pequenos. Após os 12 meses, o consumo está liberado desde que as espinhas sejam totalmente removidas.

Amendoim e nozes

Assim como os frutos do mar, as castanhas são famosas por causar alergias. Quando o pediatra liberar a ingestão em geral após o primeiro aniversário, vale a pena incluí-las no cardápio. Isso porque elas estão cheias de proteínas, gorduras boas, fibras, vitaminas e minerais e são prestigiadas por proteger o coração e prevenir doenças como câncer, diabete e Alzheimer.

Chocolate

Há bons motivos para afastar essa delícia do seu bebê até ele completar um aninho. Primeiro, porque o chocolate é muito gorduroso e há o risco de provocar dores de barriga no pequeno. Segundo, porque ele é cheio de açúcar. O ingrediente, além de provocar gases nessa idade, favorece o aparecimento de cárie nos primeiros dentinhos. Os chocolates ainda podem ter muitos aditivos aí o risco de alergia vai às alturas.

Fonte do Site: http://bebe.abril.com.br/materia/alimentos-que-podem-ser-perigosos-para-os-bebes?origem=homebebe

 

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