12 coisas simples que seu bebê precisa!

Selecionamos um objeto, brincadeira ou novidade que você pode apresentar ao bebê a cada mês para ajudá-lo a crescer feliz

bebe

A lista de produtos para bebês é infindável. Há uma ampla cartela de opções em entretenimento, atividades e acessórios que prometem fazer bem ao bebê, tanto no campo do desenvolvimento como nos aspectos físico e emocional. Fora a lista de atitudes e “métodos” para fazer com o pequeno. Assim, muitas vezes, bate a dúvida: afinal, o bebê realmente precisa de tanta coisa? Para alívio das mães, a resposta é não, os bebês, surpreendem quando mostram que ficam felizes com coisas básicas. Veja 12 coisas simples que deixam mãe e bebê calmos, felizes e conectados nos primeiros doze meses juntos!

Um mês: charutinho de bebê

Como uma nova mãe, sua paixão por seu bebê se iguala apenas ao seu desejo por uma noite de sono ininterrupta. Noites longas e cansativas são comuns no início, mas enrolar o bebê como um charutinho pode ajudá-lo a dormir melhor. Eles costumam gostar de ficar embrulhadinhos porque a sensação de contenção e o calor remetem ao ambiente intra-uterino, e por isso, se sentem mais acolhidos e seguros.

Dois meses: carregador de bebê

Graças ao seu alto desenvolvimento vestibular (o sistema sensorial localizado na orelha) o bebê adora movimentos, como chacoalhar e balançar. “Se você quer acalmar um bebê novinho, você não deve ficar parada”. Um carregador de bebê como sling ou wrap deixa o bebê relaxado e em movimento, e a mãe também se sente melhor por conseguir fazer algumas tarefas, como falar ao telefone ou ajeitar a casa. E, enquanto algumas pessoas podem dizer que o bebê ficaria mal acostumado por ser carregado no colo o tempo todo, as mães defendem: colo só faz bem e amor nunca é demais!

Três meses: ficar de bruços

A Síndrome da Morte Súbita (SIDS) é maior em bebês que dormem de bruços, então, para dormir, a posição é desaconselhável, o ideal é que o bebê fique de barriga para cima. Mas, seu bebê gosta (e precisa) ficar um pouco de barriguinha para baixo. O pediatra David Burnham observou um dado curioso: conforme dormir de barriga para cima foi se tornando mais comum, os bebês parecem estar aprendendo a rolar e engatinhar um pouco mais tarde do que faziam antes”. Isso porque deixar o bebê de bruços ajuda a desenvolver estas capacidades motoras. Por volta dos três meses, seu bebê já conseguirá sustentar a cabeça e se apoiar nos cotovelos, então, deixe que pratique todos os dias um pouquinho. De três a dez minutos, duas vezes por dia, posicione o bebê de barriga para baixo, em uma superfície agradável e, para ficar mais divertido, coloque um brinquedo colorido na frente dele.

Quatro meses: um espelho

Os bebês adoram observar as expressões faciais, da mamãe, do papai e, inclusive, as suas próprias. Aos quatro meses eles já têm controle muscular para levantar a cabeça e olhar ao redor, por isso, é uma ótima hora para colocar um espelho pendurado perto do berço ou à altura do bebê. Escolha um modelo seguro e deixe que ele se divirta com o entretenimento instantâneo, conhecendo este novo alguém! Alguns especialistas dizem que os bebês não reconhecem a própria imagem até os 18 meses, mas, ainda assim, o espelho é atraente para os mais novos. Ele pode não perceber que está sorrindo ou movimento o nariz, mas certamente vai notar que o bebê do espelho faz exatamente a mesma coisa, e, aos 4 meses, isso pode ser bem divertido!

Cinco meses: Tempo de acalmar

Um dos erros mais comuns dos adultos nesta fase é achar que o bebê precisa estar sempre sendo estimulado. Como a criança está interagindo, respondendo quando é chamado e se interessando por tudo, os cuidadores propõe sequencias de ações com o bebê, e assim ele segue dançando, brincando, comendo, o tempo todo fazendo algo. Porém, o próprio excesso de estímulos pode o deixar irritado. “Se você está chacoalhando um brinquedo em frente ao bebê e ele olha para o lado e para baixo ou chacoalha os ombros, ele está dizendo que não quer, ele está pedindo um tempo” explica a professora de desenvolvimento infantil da Universidade de Michigan, Holly Brophy-Herb. Por mais que você queira que seu filho seja estimulado, é bom que ele tenha momentos de tranquilidade, em que possa apenas observar o ventilador girando no teto ou escutar o assobio dos pássaros. São oportunidades para acalmar, aquietar e não fazer nada. Quando se sentir pronto novamente para explorar, o próprio bebê se mostrará interessado em atividades.

Seis meses: Uma babysitter

Se você até agora não deixou seu bebê sozinho com outro adulto nem por dois minutos, esta é uma boa hora para começar. A Ansiedade da Separação pode aparecer por volta dos seis meses, mas tem seu ápice entre 9 e 15 meses, quando o bebê reconhece rostos que são familiares. Então, antes de chegar aos nove meses, é bom que o pequeno vá conhecendo algum adulto que, mesmo não tendo o cheirinho da mamãe, também pode lhe dar segurança. Um parente, um vizinho de confiança que esteja disposto a ficar com ele por um tempinho pode ser de grande valia agora e, principalmente,nos próximos meses, quando você precisar ir a algum lugar só para adultos ou mesmo se quiser sair para um jantar com o marido.

Sete meses: brincar de esconder

O que pode ser mais simples e mais divertido para um bebê de sete meses do que brincar de cadê e achou? O esconde-esconde faz todo o sentido quando eles estão com sete meses, eles conseguem acompanhar e reproduzir o esconde e aparece, e ficam muito fofos quando pegam um cobertorzinho para esconder seu rosto, não é? Além de divertido, esconder e achar ajuda o bebê a entender o conceito de impermanência dos objetos, passando a aceitar que as coisas continuam existindo mesmo quando não estão em seu campo de visão. Isso vale, inclusive, para os pais, assim, o bebê compreende que sua mãe está em algum lugar próximo, mesmo que não a esteja vendo.

Oito meses: a rotina

Por volta dos oito meses, é bom ser flexível, mas não demais. De acordo com o Dr. Burnham, uma rotina previsível, algo como “café da manhã acontece entre 6 e 8 horas, a soneca entre 9 e 11″ e assim por diante está relacionado à diminuição de hormônios de estresse, ou seja, mantém tanto bebê como mãe mais calmos. Najara Belo, bióloga e mãe de Eric, de 1 ano e 2 meses, confirma: “aprendi que meu bebê gostava de rotina pois ele ficava irritado se os horários mudavam muito. Ele come e dorme quase sempre nos mesmos horários. Acho que ele se sente seguro pois sabe o que vai acontecer.” Najara inclui a explicação cientifica: ” a rotina ajuda no ciclo biológico da liberação do hormônio cortisol e de crescimento, que são fundamentais para a criança.”

Nove meses: brinquedos de empilhar

É grande a lista de brinquedos que fazem maravilhas e prometem estimular o desenvolvimento e o cérebro do bebê, mas, quando nos voltamos ao essencial, percebemos que brinquedos simples, como o bom e velho empilhador de argolas ou blocos são excelentes. Composto por uma haste em que se encaixam as argolas coloridas com furo no meio, de tamanhos diferentes, ele é tudo que o bebê precisa nesta fase. Por volta dos seis meses, treina sua habilidade de alcançar e segurar e, aos nove meses, começa a desenvolver a coordenação motora fina e a capacidade de coordenar o movimento das mãos com o dos olhos. Entre 8 e 12 meses, o brinquedo oferece a quantidade exata de desafio: ele conseguirá encaixar todos os anéis na base e terá uma deliciosa sensação de meta alcançada.

Dez meses: Um objeto querido

Às vezes é um bichinho de pelúcia, em outras, uma boneca, ou mesmo um paninho ou cobertorzinho. O fato é que a criança se beneficia da acolhimento oferecido por um objeto específico, que dá segurança emocional e pode ser eficiente para ajudar o bebê a lidar com o estresse do seu dia-a-dia, como momentos de fome, sede, cansaço ou saudades dos pais. Mas, nem todas as crianças querem ter um objeto transacional (nome técnico do pertence de valor emocional), então, observe o que seu bebê sinaliza: se ele não tem um ursinho querido, mas está chupando o dedo ou se aconchegando em uma cobertinha quando fica triste, pode ser um bom momento para presentear com uma boneco querido. Melhor ainda se for um que você consiga lavar e secar rapidamente, para devolver antes que ele sinta falta!

Onze meses: outros bebês

Nos primeiros meses, os encontros com outras mães com bebês são especialmente bons para as mães, que trocam experiências. É perto dos onze meses que os bebês começam a aproveitar estes momentos com outras crianças para interagir, brincar e imitar. Eles gostam da companhia dos outros, divertem-se descobrindo coisas juntos e podem até aprender algo novo por observação. Não precisa ser nada muito elaborado, basta incluir brinquedos e bebês!

Doze meses: um bolinho de aniversário

Crianças de um ano são muito sensíveis aos sentidos, entendem o mundo a partir da experimentação, aprendem sentindo tudo. Então, um pedacinho de bolo que o bebê possa segurar e comer é perfeito para explorar sensações: intenso para amassar, fofinho ao espremer e gostoso no paladar. “Muitos pais não gostam que seus filhos brinquem com a comida e com as coisas da cozinha”, diz Dra. Jennifer Margulis, “Mas, quando você deixa seu bebê enfiar a mão no bolo e levar um pouco do sabor à boca, você está deixando que ele naturalmente experimente, ele ficará fascinado por algo inédito, sem ser conduzido ou escoltado”. No aniversário, deixe seu bebê pegar, sentir e comer o bolinho e comemore este primeiro ano cheio de descobertas!

Fonte do Site: http://mamae-e-bebe.bebe.abril.com.br/12-coisas-simples-que-seu-bebe-precisa-reportagem/

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