Gestação saudável: nada de comer por dois, nada de fazer regime

Esqueça a crença popular de que a gestante deve comer por dois. Por outro lado, se você já engravidou acima do peso, essa não é a hora de fazer regimes e tentar perder peso

A gravidez é um estado de graça. Deixa a mulher encantada, sentindo-se fecunda. Em breve, ela dará a luz a um pequenino ser, que muito rapidamente crescerá e estará sempre sedento de afeto e nutrientes. Sabiamente, essa simbiose entre a mãe e o feto sempre priorizará e protegerá o mais fraco, mesmo antes que ele nasça. O bebê sempre será alimentado, independentemente, de a mãe ter se alimentado ou não. Muitas vezes, neste processo, o bebê é contemplado com as reservas de glicose da mãe, o que origina um grande mal estar a ela, com tonturas, escurecimento visual, tremores, sudorese e perda de consciência. As crises de hipoglicemia são muito frequentes durante a gestação.

Do ponto de vista nutricional, a principal orientação pré-natal é que a futura mamãe consiga alcançar seu peso ideal antes de engravidar, seguindo um plano nutricional que lhe permita levar uma gestação saudável. Nada de restrições severas, de perdas abruptas, de jejum prolongado. Na literatura médica, há diversos estudos científicos que confirmam o risco duas vezes maior de má formação cerebral e medular em fetos de mães que iniciaram a gravidez com IMC (Índice de Massa Corpórea = peso em kg dividido pela altura em metros ao quadrado) de 28 ou mais.

Ao longo dos anos, a medicina também constatou que a suplementação de ácido fólico e vitamina B12, antes da concepção, pode reduzir a incidência da má formação cerebral e medular – Doenças do Tubo Neural em até 90 por cento. Atualmente, a suplementação vem sendo realizada de maneira profilática em mulheres que pretendem engravidar no mundo todo. A gestação é uma fase da vida onde a suplementação vitamínica é menos polêmica e mais uniformemente aceita. A ingestão de um suplemento vitamínico/mineral diário fornece um aporte nutricional muito bem-vindo nessa fase tão importante da vida.gestante não deve comer por dois - Foto: kzenon / shutterstock.com

Necessidades calóricas x peso na gestação

Nos primeiros três meses de gestação, as necessidades calóricas da gestante não diferem daquelas indicadas antes da concepção, ou seja, de 1800-2300 kcal/dia. Nos dois trimestres subsequentes e no período de lactação, suas necessidades aumentam de 300 a 500 kcal/dia, ou seja, alcançando um total de 2100 a 2800 kcal/dia.
A lactação isoladamente poderá ou não auxiliar a mãe a ter novamente o peso anterior à gestação. Aparentemente, as mães que têm gestações com duração de tempo normal e que amamentam perdem, consideravelmente, mais peso no pós-parto do que aquelas que não amamentam ou das que o fazem por um curto período de tempo.

Espera-se que no primeiro trimestre da gravidez, a gestante não ganhe peso ou o faça de maneira muito discreta. O incremento no peso corporal, a partir do quarto mês de gestação, deverá ser programado de acordo com o peso da futura mamãe no início da gestação.
Assim, quando a mulher inicia a gestação acima do peso ideal deverá ser orientada a seguir uma dieta que propicie um acréscimo em seu peso de cerca de 300 g/semana e 7/8 kg ao fim da gestação. Caso ela esteja dentro do peso ideal, esse incremento deverá ocorrer na ordem de 350-400 g por semana e entre 10/14 kg ao final da gestação. E se a gestante estiver abaixo do peso ideal, seu objetivo quanto ao ganho de peso deverá ser algo na ordem de 500 g/semana e 14-15 kg ao término da gestação.

Macro e micronutrientes

Geralmente, não deve haver diferenças significativas nas porções dos macronutrientes (carboidratos, gordura e proteínas) na alimentação das gestantes em relação às não gestantes. A proporção ideal continua sendo 50% de carboidratos, 30% de gorduras e 20% de proteínas. Mais especificamente, os carboidratos devem ser preferencialmente complexos a partir de frutas, verduras, cereais e grãos integrais.

As gorduras devem compor menos de 10% na forma saturada, com os restantes 20% na forma de poli e monoinsaturadas. Isso quer dizer: menos manteiga, maionese, carnes gordas e mais leite e derivados desnatados e magros. As proteínas devem ser escolhidas com o objetivo de reduzir as gorduras saturadas e colesterol. Devem ser evitados picanha, contra-filé, queijos amarelos, linguiças e embutidos gordurosos.

Não há restrições na ingestão de doces, se a gestante estiver dentro do seu peso ideal. Deverão ser priorizados os menos gordurosos, como os doces de frutas e compotas.

Com relação aos micronutrientes, chama atenção as necessidade de iodo, ferro, cálcio e vitaminas durante a gestação. A suplementação adequada do sal industrializado tem resolvido os problemas da carência crônica de iodo, muito comum nas chamadas áreas endêmicas, onde a concentração da substância no solo e na água é insuficiente.

As necessidades de ferro são verdadeiramente aumentadas durante a gestação, principalmente no segundo e terceiro trimestres. A suficiência de ferro deve ser auferida no início e no decorrer da gestação para nortear a necessidade de aumentar o ferro da dieta (por meio da ingestão de carnes vermelhas e fígado) ou indicar a suplementação medicamentosa do mineral.

As necessidades de cálcio aumentam de 800 para 1200 mg na gestação e a simples elevação do consumo de leite e derivados para três porções diárias já atende a esta exigência do organismo.

A gravidez é um período no qual a mulher deve cuidar bem da alimentação, dada a importância desta medida para o bom desenvolvimento do feto e para a prevenção de complicações durante a gravidez e o parto. Não se deve apenas aumentar a quantidade dos alimentos, mas observar a sua qualidade. Portanto, esqueça a crença popular de que a gestante deve comer por dois. Por outro lado, se você já engravidou acima do peso, essa não é a hora de fazer regimes e tentar perder peso.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/gestacao-saudavel-nada-de-comer-por-dois-nada-de-fazer-regime/

Carinho da mamãe cura dodói

Pesquisa americana reforça que o carinho da mamãe em momentos de dor ameniza o sofrimento da criança

Quem é que nunca deu um beijinho no machucado do filho dizendo que a dor já ia passar? E quando a mãe improvisa uma milagreira massagem (mesmo sem nunca ter colocado os pés em um curso especializado) quando o pequeno sofre uma pancada na mesa ou jogando futebol? E os poderes bombásticos de um gostoso cafuné quando a criança está de cama? O mais interessante e gratificante é que todos esses artifícios de fato amenizam e muito a dor.

O bombardeio de carinho na criança nos momentos de dor tem muita força, viu. Isso porque uma área do cérebro é ativada quando se recebe um carinho, liberando descargas elétricas que diminuem a sensação de dor. Demonstrações de afeto geram um efeito de proteção e prazer.

Vamos explicar em uma linguagem mais específica, mas necessária. Crianças consoladas com o carinho ou com a voz da mamãe têm um aumento dos níveis do hormônio ocitocina no organismo. Um artigo americano publicado na Proceedings of the Royal Society B reforçou tal conclusão.

Mamãe e papai dando carinho para sua filha - Foto: suravid/Shutterstock.com

A ocitocina é um hormônio liberado pela hipófise, uma estrutura que fica no cérebro. É um hormônio relacionado, dentre outras coisas, ao contato físico, como um carinho, um abraço ou um beijo.

Quando se recebe um beijinho da mamãe quando se machuca, a hipófise libera a ocitocina. E seus efeitos imediatos são de diminuição da ansiedade e do estresse, que acabam diminuindo a percepção de dor da criança.

Um outro estudo realizado na Universidade de Stanford, nos EUA, também revela que trocas de carinho e de afeto amenizam a dor. As demonstrações de afeto ativam as mesmas áreas do cérebro em que os analgésicos atuam. Para quê um remédio para um simples machucadinho se o beijinho da mamãe sara tudo?

O melhor é que demonstrações de carinho e afeto não são boas só de imediato. As crianças levam isso para a vida toda. O vínculo consistente entre mamãe e bebê não apenas diminui o estresse da criança como também a ajuda a desenvolver recursos que a auxiliarão em suas interações sociais e na vida de maneira geral.

Carinho é gostoso, faz bem e é retribuído de milhões de outras formas. Uma mãe presente na vida de uma criança é a coisa mais valiosa para o pequeno. Quando isso infelizmente não é possível, o pai, os irmãos e avós podem suprir essa importante figura na vida do ser humano.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/carinho-da-mamae-cura-dodoi/

De volta à forma após o parto

Logo após o nascimento do bebê muitas mães querem recuperar a forma que tinham antes do parto, mas tudo deve ser feito com cautela e preferencialmente com orientação médica

A preocupação com os quilos extras adquiridos durante a gravidez, geralmente, é minimizada em função de uma causa maior: o nascimento do bebê. Mas no pós-parto, o excesso de peso ganha uma nova proporção para a maioria das mulheres.

A ansiedade natural pelo período delicado põe à prova toda a habilidade feminina. É comum que a mulher fique ansiosa neste período. As alterações hormonais pelas quais a mãe passa durante os nove meses de gestação e as bruscas mudanças hormonais que ocorrem durante e após o parto podem torná-la mais melancólica e angustiada.

Essa labilidade emocional parece se dever à brusca queda hormonal pela qual ela passa ao se separar do feto e da placenta, responsável pela secreção de hormônios em doses altíssimas durante toda a gestação. Somando-se a todos estes fatores, a mulher também se sente insegura quanto à possibilidade de voltar ao seu peso e às suas formas corporais de antes. Felizmente, após o parto, o peso corporal voltará gradualmente. Basta para isso que ela se alimente de maneira balanceada, priorizando alimentos ricos em nutrientes, evitando guloseimas e comidas gordurosas e, se possível, amamentando o seu bebê.

O corpo precisa de um período para se adaptar à nova realidade. Primeiro, ele precisa eliminar o excesso de água, originário da ação dos hormônios placentários. Esse ‘verdadeiro inchaço’ tende a ser lentamente eliminado. Além disso, há também ganho de gordura, que pode ser mobilizado progressivamente por meio de uma alimentação adequada e da própria amamentação. Voltar ao peso anterior vai depender de bom senso, orientação nutricional e tempo. Um tempo muito importante para mãe e filho. Sem prejuízo para nenhum dos dois.

de volta à forma após o parto - Foto: pixabay.com

Além de ser fundamental para a saúde do bebê, a amamentação é uma grande aliada da mãe em todos os sentidos. Em primeiro lugar, porque contribui para a contração do útero, que volta aos poucos para o seu tamanho normal. Outro fator positivo é o gasto calórico que proporciona ao organismo. Para que a mulher produza leite, é preciso ter uma atividade celular intensa. Em função da aceleração do metabolismo, o gasto energético pode aumentar em 900 calorias por dia. E como nos primeiros 40 dias, a mulher ainda não está liberada para retomar a ginástica, a amamentação torna-se uma boa aliada em busca do peso ideal, além de firmar o vínculo entre mãe e filho.

Para não prejudicar a própria saúde ou a alimentação do bebê, as mães não devem pensar em seguir dietas hipocalóricas. Um cardápio equilibrado, em torno de 2000 calorias na dependência das proporções corporais da mãe, é fundamental para garantir um bom padrão nutricional para a mãe e para a criança, um bom funcionamento intestinal e uma adequada produção de leite. A mulher que amamenta precisa garantir a ingestão de todos os nutrientes. É importante aumentar a ingestão de líquidos e evitar grandes quantidades de café, chá preto, chocolates, guloseimas e alimentos com corantes.

Passada a quarentena, após liberação médica, a mulher ganha uma nova aliada na luta contra a balança: a atividade física. Inicialmente, os exercícios devem ser leves, com duração de 30 minutos a 1 hora por dia, duas vezes por semana. A frequência e a intensidade poderão progressivamente ser aumentadas para não prejudicar a produção do leite. Durante essa fase de readaptação, as modalidades mais indicadas são a caminhada, a bicicleta ergométrica, a hidroginástica e até a musculação, sempre com a supervisão de um profissional.

Mais do que nunca esse é um tempo onde a perda de peso só deve ocorrer em paralelo a uma boa alimentação, pois a qualidade nutricional do leite depende da qualidade da alimentação materna. O equilíbrio entre nutrientes e calorias consegue alimentar os dois e permitir a volta ao peso ideal da mãe.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/de-volta-a-forma-apos-o-parto/

Receita para o inverno – S’mores

O inverno está chegando, e com ele os dias mais frios e aconchegantes, ótimos para aproveitar com as crianças e fazer uma receita deliciosa para aquecer. Para curtir esse clima, trouxemos uma que é tradição americana: S’mores. Confira o passo a passo:

Ingredientes:
– Bolacha tipo maisena ou ao leite
– Chocolate
– Marshmallows

Modo de Preparo:
Comece despejando o chocolate em um refratário que possa ir ao forno, cobrindo todo o fundo com uma camada uniforme.

Após, cubra o chocolate com os marshmallows, de maneira uniforme, até que não se possa mais ver o chocolate embaixo.

Leve ao forno e deixe até o marshmallow dourar, você pode optar em deixar mais ou menos tempo, dependendo de quão dourado quiser o marshmallow.

Agora vem a melhor parte! É só tirar do forno e comer ainda quentinho, mergulhando as bolachas. Hum…

Fonte do Site: http://blog.milon.com.br/post/receita-para-o-inverno-smores-14389

Cuidado com o açúcar

O açúcar pode ser consumido, porém em quantidade muito reduzidas. O consumo em excesso pode desencadear processos indesejáveis como a obesidade

ATENÇÃO!
Até o sexto mês de vida o bebê deverá ser alimentado exclusivamente com o leite materno. Ele não precisará de água ou chás. Qualquer mudança nessa regra deverá ser feita com orientação do pediatra.

Cuidado com o açúcar

O açúcar em excesso é um perigo, e não só para os dentes. Pediatras da Escola de Medicina da Universidade de Yale concluíram uma investigação que comprovou antiga suspeita: a ingestão excessiva de açúcar pode deixar as crianças pequenas irritadas e dispersivas. É que o doce, além de provocar mais concentração de insulina no sangue, também aumenta a quantidade de adrenalina; e esse hormônio, em excesso, pode provocar ansiedade, excitação e dificuldade de concentração.

Segundo os pesquisadores, os efeitos negativos da ingestão de doces, balas e refrigerantes são maiores e mais evidentes quando a criança come açúcar com o estômago vazio.

Um exame das ondas cerebrais de crianças, logo após elas terem comido doces e bebido refrigerantes, revelou, na grande maioria dos casos, mudanças significativas na capacidade de concentração. Adultos, submetidos a dieta semelhante, não apresentam os mesmos efeitos.

Refrigerantes tem cafeína (com exceção de alguns). A cafeína é excitante e pode afetar a atenção e aumentar a inquietude. Excitante do sistema nervoso central, a cafeína em excesso vai desencadear reações de estresse, com liberação de adrenalina e outros hormônios as supra-renal.

cuidado com a quantidade de açúcar oferecida às crianças - Foto: cuncon / pixabay.com

Os açúcares fazem falta na alimentação, mas fazem parte da dieta habitual e são encontrados, por exemplo, no leite (lactose), nas frutas (frutose e sacarose). Pelo processo digestivo são desdobrados em açúcares mais simples. Por exemplo, a lactose é desdobrada em glicose + galactose e a sacarose em glicose + frutose. O amido das farinhas de cereais e dos tubérculos (como a batata) e raízes (como a mandioca) também são desdobrados no intestino em moléculas de glicose. O amido, na verdade, é uma longa cadeia de moléculas de açúcar (de glicose, para ser exato).

Em outras palavras: ninguém pode viver sem açúcar, que é uma fonte de energia, mas a dieta normal tem açúcares naturais em abundância, o suficiente para cobrir nossas necessidades. Esses açúcares não nos fazem mal nem provocam cáries, porque suas moléculas são grandes.

O uso habitual de balas, doces, biscoitos açucarados, geleias, refrigerantes, achocolatados e açucarados, provoca na boca a presença de um excesso de açúcares de moléculas pequenas, favorecendo a proliferação de bactérias e a formação de cáries e inflamação nas gengivas.

Ainda pior é o desequilíbrio alimentar provocado pela ingestão de alimentos açucarados artificialmente. Um dos segredos da boa alimentação é a proporção correta dos diversos nutrientes: proteínas (carnes, arroz integral, ovo, leguminosas como o feijão), gorduras (animais e vegetais), hidratos de carbono ou glicídios (farinhas, açúcares), sais minerais e vitaminas. Ao comer açúcares em excesso, normalmente há menos fome para comer os outros alimentos (uma tese, hoje, contestada por vários pesquisadores). O perigo da alimentação rica demais em açúcar e desbalanceada é a criança ficar obesa e anêmica.

Quando a mãe introduz para o bebê alimentos açucarados (banana amassada com muito açúcar, com mel ou com geleia, por exemplo), antes de introduzir a sopa de legumes, vai esbarrar na recusa de aceitação de alimento salgado. Algumas mães, percebendo o mecanismo de causa e efeito, cuidam de colocar açúcar na sopinha, mas é um erro.

Mas as frutas, raspadas com a colher ou em pedacinhos, introduzidas a partir do sexto mês de vida, sem açúcar e dadas com a colher, não atrapalham em coisa alguma a alimentação de sal.

Os chamados naturalistas costumam afirmar que o mel é um excelente substituto do açúcar e que não há restrições contra o seu uso. Não é verdade. O mel é um açúcar semelhante à sacarose, sofrendo as mesmas restrições. É uma fonte pobre de vitaminas, ao contrário do que divulga a propaganda doslobbies do mel. Além disso, a recomendação da ANVISA é de que crianças com menos de 1 ano NÃO devem consumir mel.

Quando consumido com outros nutrientes, especialmente proteínas, o açúcar é metabolizado com mais facilidade pelo organismo e os riscos de alterações de comportamento são reduzidos.

A pesquisa continua e, pelo menos por enquanto, os cientistas não encontraram relação entre a hiperatividade das crianças e o consumo excessivo de açúcar.

Qual a quantidade de açúcar pode-se consumir por dia?

Doces - foto: Evan Lorne/ShutterStock.com

Atualmente a recomendação máxima de açúcar é de 50 gramas, algo como 5 colheres de sopa rasa ou 6 colheres de chá ou 1/3 de xícara de chá.

Olhando assim parece fácil fazer o controle. O problema é que existe açúcar na bala, no chocolate, no refrigerante, no achocolatado que colocamos no leite, no biscoito/bolacha, nos sucos de caixinha e em uma infinidade de produtos industrializados, e saber exatamente quanto de açúcar tem em cada uma das porções que se consome diariamente desses produtos é praticamente impossível para nós, simples mortais.

Portanto, redobre a atenção e evite o consumo de açúcar ao máximo. Isso fica mais fácil se você diminuir o consumo de produtos industrializados.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/cuidado-com-o-acucar/

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Cárie de mamadeira em bebês

A higiene com pequenas quantidades de pasta de dente fluoretada desde o nascimento do primeiro dente na boca é a melhor prevenção

A cárie de mamadeira ainda é um problema relativamente comum em crianças muito pequenas e os pais têm uma influência muito importante no seu desenvolvimento porque é deles a responsabilidade pelo estabelecimento de bons hábitos no bebê.

O uso de mamadeiras com suplementos açucarados que permanecem na boca do bebê durante toda a noite pode desencadear cáries chamadas rampantes devido à alta permanência destes líquidos açucarados sobre a superfície dental.

O esmalte do dente decíduo (dente de leite) é mais “fraco” que o esmalte do dente permanente. Isto significa que a cárie pode desenvolver mais rapidamente no dente de leite.

A cárie de mamadeira é um processo típico e pode destruir toda a estrutura do dente de leite causando dor, infecções e dificuldade de alimentação que podem afetar o crescimento e desenvolvimento natural da criança.

Resultado de imagem para caries em bebe

pré-natal odontológico é muito importante porque durante a gestação os pais receberão todas as orientações decisivas para o estabelecimento de condutas preventivas de cárie dentária na infância referente ao uso de açúcares na dieta, mamadeiras com conteúdos açucarados de uso prolongado ou noturno e hábitos de higiene oral.

Pesquisas já demonstraram que o leite materno é o melhor alimento para o bebê e que não desenvolve cárie. O uso de mamadeiras deve ser realizado com a orientação de um profissional especializado para garantir um crescimento e desenvolvimento saudável do bebê e da sua boquinha.

A higiene com pequenas quantidades de pasta de dente fluoretada desde o nascimento do primeiro dente na boca é a melhor maneira de evitar a cárie de mamadeira. A escovação deve ser realizada com escovas macias e de tamanho adequado à boquinha do bebê. Esta escovação deve ser iniciada desde a erupção do primeiro dente na boca.  A concentração de flúor na pasta de dente não deve ser menor que 1000ppmF. Concentrações menores que 1000ppmF não garantem a prevenção de cárie. A escovação deve ser sempre realizada por um adulto até que a criança tenha autonomia para cuspir. A partir deste momento deve ser monitorada.

A quantidade de pasta a ser utilizada é de metade de um grão de arroz cru quando a criança tiver somente 2 dentes na boca e de um grão de arroz cru com 4 ou mais dentes. Uma quantidade igual a um grão de ervilha poderá ser utilizada com todos os dentes na boca, que ao todo são 20.

Confira os exemplos de quantidades de pastas:

quantidade de pasta de dentes para bebês - Fotos: Divulgação

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/carie-de-mamadeira-em-bebes/

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Proteína do leite materno reduz infecções hospitalares em prematuros

A maioria das doenças que afetam os recém-nascidos são infecções adquiridas no hospital, como meningite, pneumonia e infecções do trato urinário

Respondendo a uma convocação da Academia Americana de Pediatria, (AAP), para reduzir infecções hospitalares em unidades de cuidados intensivos neonatais, (UTINs), em todo o país, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Missouri encontraram uma proteína no leite materno que pode ser uma solução segura e eficiente.

“A maioria das doenças que afetam os recém-nascidos são infecções adquiridas no hospital, como meningite, pneumonia e infecções do trato urinário. Os pesquisadores não só descobriram que a lactoferrina, uma proteína encontrada no leite materno, pode reduzir as infecções hospitalares entre os prematuros, mas também mediram a segurança alimentar da proteína para os recém-nascidos”, afirma o pediatra Moises Chencinski.

Proteína do leite materno reduz infecções hospitalares em prematuros - Foto: photoduet / Freepik

Os estudiosos conduziram um ensaio de controle randomizado com bebês prematuros. Sessenta dos lactentes foram alimentados com lactoferrina por meio de um tubo de alimentação, duas vezes por dia, durante 28 dias, enquanto 60 lactentes adicionais receberam placebo. Os pesquisadores descobriram que a taxa de infecções hospitalares foi 50% menor entre os lactentes alimentados com lactoferrina.

Além disso, os pesquisadores usaram o MedDRA, um sistema que relata os resultados de segurança para a Food and Drug Administration, dos EUA, para avaliar a lactoferrina durante e após os lactentes receberam a proteína. Os bebês foram examinados quanto aos efeitos adversos da proteína seis e doze meses após o final do ensaio. Todos os efeitos adversos identificados foram associados com complicações do parto prematuro e não da ingestão da lactoferrina.

“Enquanto um grande ensaio clínico é necessário, antes de a lactoferrina tornar-se um protocolo de tratamento padrão nas UTINs, os resultados deste estudo mostram a segurança da lactoferrina e fornecem um relatório inicial de eficiência na redução de infecções hospitalares”, afirma o pediatra.

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Alimentação na gravidez pode prevenir doenças no bebê

A gestante não deve comer por dois, ela precisa escolher melhor aquilo que irá comer para proporcionar mais saúde para ela e para o bebê

A alimentação equilibrada é um hábito que deveríamos ter durante toda a vida. Sabemos que não é uma tarefa fácil, pois a cada dia temos menos tempo para sentar à mesa para um bom almoço, além da invasão de produtos gordurosos. A mulher grávida tem uma responsabilidade ainda maior quanto à sua alimentação, já que em suas mãos (em sua barriga, melhor dizendo) estará o desenvolvimento saudável de toda uma vida que está só começando.

Nesses nove meses ou menos, a mãe precisa pôr na cabeça a seguinte missão: precisarei de alimentos saudáveis para proporcionar a formação de um bebê saudável.

A alimentação da mamãe durante a gravidez influenciará a saúde do bebê por toda a sua vida. O risco que o bebê terá para diversas doenças inicia-se com a alimentação que recebe durante seu desenvolvimento intra-uterino.

A nutrição adequada nas primeiras semanas da gravidez garante um desenvolvimento completo do órgão responsável pela oxigenação e alimentação do feto, chamado placenta e do sistema circulatório do bebê.

Alimentação na gravidez pode prevenir doenças no bebê - Foto: dmitrieva - shutterstock.com

É ainda no início da gestação – no primeiro trimestre – que o sistema nervoso do feto é formado. Por isso a ingestão de certas vitaminas é essencial. Ingerir alimentos ricos em ácido fólico ou mesmo tomar cápsulas de ácido fólico previne a malformação do tubo neural (que deixa a medula óssea parcialmente exposta). Outros alimentos importantes são salmão, trutas e linhaça, ricos em ácidos graxos ômega-3 que permitem o pleno desenvolvimento do cérebro e sistema nervoso.

Para a prevenção o ideal é alimentar-se de gorduras insaturadas e monoinsaturadas, como o azeite de oliva e os óleos de amendoim, canola e girassol, em detrimento das gorduras saturadas ou trans, presentes nos produtos industrializados e margarinas, por exemplo.

Entre a 28ª e 40ª semana de gestação há um crescimento de 350% do bebê. Com esse rápido crescimento, se o nível de glicose na corrente sanguínea da mamãe estiver alto pode fazer com que aumente o crescimento da circunferência abdominal do bebê. Isso pode elevar os riscos de doenças como obesidade, diabetes e problemas cardíacos.

Para o nível de glicose não subir, o ideal é substituir carboidratos simples (refinados) pelos complexos (não refinados). Isto é, ingerir os alimentos integrais. Pães, cereais, massas e bolachas são encontrados na opção integral. O consumo de farinha e arroz brancos é para se feita apenas ocasionalmente. Já os doces devem ser ingeridos em porções pequenas.

Os benefícios irão se estender pelos primeiros anos de vida da criança e até para a vida toda. É importante sempre lembrar que o crescimento do bebê é impulsionado por aquilo que a mãe come. Vamos começar a comer bem, mamãe?

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/alimentacao-na-gravidez-pode-prevenir-doencas-no-bebe/

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Alimentação inadequada para bebês já é problema

Introdução de alimentos diferentes do leite materno tem acontecido mais cedo do que se recomenda e o pior é que na maioria das vezes não são alimentos ideais

Nem os bebês mais pequeninos estão livres da má alimentação e suas consequências. É isso mesmo! Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) concluiu que a maioria das mães, pais e famílias não sabem alimentar adequadamente seus bebês.

Começando pelo Aleitamento Materno Exclusivo, que deve ser realizado ao menos até os seis meses de vida para que a criança receba todos os nutrientes e anticorpos necessários. Não é o que acontece. A idade média de introdução de outro tipo de alimento é três meses. Temos que lembrar que cada mamãe produz o leite mais adequado para o seu filho e o ferro é um dos nutrientes em que se verifica muita carência nas crianças, sendo encontrado em grande quantidade no leite materno.

Deixando de oferecer o leite materno, as mamães introduzem, na sua maioria, leite de vaca ou fórmulas artificiais. Aqui entram alguns problemas. O leite de vaca não é recomendado para crianças menores de 12 meses pelo alto risco de alergia e por não proporcionar os nutrientes essenciais que o bebê precisa. E não esquecendo que junto com o leite de vaca há o acréscimo de achocolatados, açúcar e cereais que também podem gerar alergias, falta de nutrientes e sobrepeso, se não, a obesidade, apesar de tão pequenos.

Alimentação inadequada para bebês já é problema - Foto: anelina / shutterstock.com

Mesmo adequadas para a faixa etária, as fórmulas artificiais podem ser um risco ao bebê. Isso porque apenas 23% das mamães, em média, fazem a diluição correta, preparando-as de forma inadequada. Ou seja: erra na mão. Assim há o risco de diarreia, desidratação e falta de nutrientes.

O pior está nas famílias que não dão importância à alimentação dos adultos e ignoram os prejuízos que certos alimentos podem oferecer aos bebês. Muitos pais oferecem doces, bolachas recheadas e refrigerantes desde alguns meses.

Cuidado com a papinha

O exagero no uso de papinhas industrializadas também é ruim. As papinhas são recomendadas para aqueles dias mais complicados, como viagens e passeios.

Esses alimentos apresentam sal, gorduras e açúcares em excesso. Comendo isso, a criança deixa de comer ou come em pouca quantidade as frutas e verduras ideais para o pleno desenvolvimento físico e intelectual dos bebês.

A desculpa para tudo isso é a vida corrida, de não ter tempo de preparar a papinha em casa ou até de não gostar de cozinhar. Será que a saúde do seu filho pode terminar por esse motivo, falta de tempo? A consequência de uma má alimentação desde cedo pode interferir pela vida toda desse serzinho que acabou de conhecer o mundo e depende de outra pessoa para sobreviver.

Obesidade, gordura no organismo, diabetes, pressão alta, colesterol alto e anemia, que antes eram doenças de adulto, aparecem hoje cada vez mais cedo e não são doenças fáceis de tratar, ainda mais que essas crianças têm maus hábitos alimentares desde que nasceram e fica mais complicado de mudar. E não é só fisicamente o prejuízo. Falta de nutrientes levam a déficit intelectual, dificultando o aprendizado.

Pense muito antes de dizer que não tem tempo. Tentar reverter essa mudança de hábito depois que as doenças estão instaladas é muito mais difícil. Hábito alimentar saudável se faz desde o nascimento.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/alimentacao-inadequada-para-bebes-ja-e-problema/

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Intestino preso nos bebês

O melhor remédio para o intestino preso é a prevenção. Isso pode ser conseguido com algumas dicas simples

Um dos problemas mais frequentes apresentados pelos bebês é o intestino preso. O bebê chora e a mamãe chora junto não sabendo lidar com a situação. O melhor é não deixar que o intestino fique preso por meio da alimentação. A verdade é que nem sempre podemos prever quais alimentos vão deixar os pequenos constipados, mas podemos ter melhor noção do que é bom e ruim. Os bebês que somente se alimentam de leite materno podem ficar dias sem evacuar, já que é um alimento natural e não deixa muitos resíduos. A mamãe precisa ficar de olho na consistência das fezes. Se forem pastosas está tudo bem.

Mas até mesmo o aleitamento materno pode causar prisão de ventre. Há uma vertente que diz que pode estar relacionada à alimentação da mamãe. Se as fezes do bebê forem duras e ressecadas mesmo só com o aleitamento materno, a mamãe pode tentar evitar os alimentos que comeu antes da evacuação do bebê, fazer massagens na região abdominal e movimentar as perninhas três vezes por dia para amenizar a constipação. Se o bebê já engatinha, deixe o pequeno se movimentar.

intestino preso nos bebês - Foto: TaniaVdB - pixabay.com

A maior parte dos casos a constipação de verdade só começa com a introdução das fórmulas infantis e o uso de papinhas. Mesmo sendo feitas para bebês, cada organismo reage de uma maneira. Ofereça papinhas ricas em fibras ou troque a fórmula do leite. Às vezes, a mãe coloca mais leite em pó do que é recomendado na fórmula, assim há pouca quantidade de água que pode resultar em prisão de ventre.

Coloque a quantidade de leite em pó e água nas proporções certas. Frutas como mamão e abacate ou preparar sucos ou leite com água fervida com ameixa preta podem ajudar o bebê a evacuar.

No aleitamento materno exclusivo, as mamães não precisam dar água aos bebês (o leite materno é completo) e podem esquecer de oferecê-la quando há a introdução de novos alimentos. Isso é uma das causas da prisão de ventre.

Crianças maiores de 4 anos precisam de pelo menos 1,5 litro de água por dia. Em crianças que já comem a mesma alimentação dos adultos, a constipação é normalmente consequência da alimentação errada. Quando a alimentação é regada a “tranqueiras” (doces, salgadinhos e refrigerantes), faltam fontes de fibras que promovem o bom funcionamento do intestino. As fibras ajudam a aumentar o volume do bolo fecal, estimulando os movimentos peristálticos – aqueles que empurram as fezes. E a água ajuda a deixar as fezes macias.

Caso a prisão de ventre permaneça mesmo com as mudanças na alimentação, procure a ajuda de um pediatra que avaliará melhor as causas da constipação.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/intestino-preso-nos-bebes/

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