Dieta da Placenta

dieta da placenta

A prática é adotada por algumas mulheres que acabaram de ter filhos gera polemica e ao mesmo tempo interesse. Saiba mais sobre a Placentofagia!

O tema ganhou destaque mundial quando a socialite americana Kim Kardashian anunciou que comeria a própria placenta depois de ter o seu segundo filho. Após isso, outras atrizes como Holly Madison, January Jones, Mayim Bialik e a apresentadora Bela Gil fizeram o mesmo. Essas mulheres aderiam, na verdade, à placentofagia, termo dado à pratica de ingerir a placenta, que tem se tornando cada vez mais comum.

A placenta é um agrupamento de casos sanguíneos que une o feto à parede do útero materno, permitindo a passagem de materiais nutritivo e oxigênio para o sangue do feto e a eliminação de resíduos de seu metabolismo. Além disso, ela também desempenha um papel importante na produção de hormônios como progesterona, gonadotrofina coriônica (hCG), hormônio lactogênio placentário e estrogênio.

O habito teria com base a crença de que a placenta concentre, mesmo após o parto, uma grande quantidade de nutrientes e hormônios benéficos para a saúde da mãe. Entre os benefícios estariam: aumento da energia e disposição após o parto, melhora na produção de leite e na aparência da pele, unha e cabelo, e ainda contribuiria para a prevenção da depressão pós parto.

Consumo

O consumo da placenta pode ser feito de diversas formas como em cápsulas, vitaminas, crua, cozida. Porém, empresas especializadas também oferecem em forma de essência, tinturas, cremes e pomadas. As mães  interessadas em fazer esses produtos podem entrar em contato com uma empresa para que suas placentas possam ser manipuladas para poderem ser consumidas ou usadas.

Fonte da Imagem: http://www.birthability.co.uk

Como surgiu

O médico britânico Simeons fez uma pesquisa durante 40 anos descobrindo que o hormônio HCG ajuda na perda de peso com saúde. Porém, recentemente, pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, revisaram 10 estudos publicados entre 1950 e 2014 sobre placentofagia e nenhum deles apresentou evidencias cientificas consistentes sobre os benefícios da prática.

Fonte: Revista Babies – Por Marina Woj

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Tem problema dar chocolate para crianças bem pequenas?

Barra de chocolate

É realmente difícil resistir àquelas carinhas morrendo de vontade de experimentar uma coisa que você sabe que é verdadeiramente deliciosa, mas é preciso ter cautela. O chocolate é um alimento bem calórico e pode prejudicar o apetite da criançada ainda mais na fase inicial da introdução à alimentação com sólidos, entre 6 meses e 1 ano.

Segundo a nutricionista Ana Lúcia Cunha, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o “ideal” é que uma criança só experimente chocolate depois do primeiro aniversário e, ainda assim, em pequenas quantidades. “Como em geral contém açúcar e leite na sua composição, o chocolate poderá dar gases e um certo desconforto abdominal se for consumido em excesso”, alerta. 

Ana Lúcia lembra também que cafeína e teobromina estão presentes nos chocolates e “são substâncias estimulantes e com poder viciante”. 

É preciso ficar de olho ainda em possíveis reações, já que as crianças podem ser alérgicas a algum dos ingredientes da fórmula de muitos dos chocolates comercializados no Brasil, como leite, amendoim ou castanhas.

Na dúvida, se der chocolate depois do primeiro aniversário, dê apenas um pedacinho inicial junto com alimentos que já fazem parte da dieta da criança. Assim será mais fácil monitorar e identificar a origem daquilo que pode ter provocado alguma reação. 

Como é gorduroso, o chocolate pode provocar diarreia se consumido em excesso. Nunca deixe grande quantidade de chocolate à mão de crianças. Se uma criança comer demais de uma vez, pode mesmo ter dor de barriga. Os especialistas recomendam dar no máximo o equivalente a 1 colher de sopa, só de vez em quando. 

O lado bom e bem conhecido de todos nós é que chocolates provocam uma sensação gostosa de bem-estar, devido à liberação de endorfinas e serotonina; além disso, eles contêm antioxidantes (que ajudam a diminuir o risco de certas doenças), vitaminas e vários minerais (como magnésio, cobre, zinco, potássio, manganês). 

De acordo com a nutricionista, “os chocolates amargos são mais calóricos, porém têm menor quantidade de açúcar e leite, sendo considerados mais saudáveis”. 

Ou seja: você não precisa ser radical. A partir de 1 ano, pode dar chocolate para seu filho experimentar, porém em quantidades pequenas. Mas saiba que, quando ele provar, nunca mais deixará de pedir.

É por isso que alguns pais resolvem esperar até a criança ter 2 anos ou mais enquanto ela não souber o que está “perdendo”, não vai ficar pedindo e não corre o risco de abusar.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x3600016/tem-problema-dar-chocolate-para-crian%C3%A7as-bem-pequenas

8 ideias para divertir as crianças na Páscoa

Aproveite a época para reforçar a imaginação e a criatividade dos pequenos. Uma lista de sugestões para você colocar em prática

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Fonte da Imagem: http://www.sinmet.com.br

1- Preparação para o coelho – Para criar a expectativa do domingo de Páscoa, peça ajuda para a criança: separe uma ou duas cenouras de verdade, um potinho com água, um com farinha e deixe à noite para o coelho. Quando a criança for dormir, derrame uma pouco da farinha, faça pequenas pegadas com os dedos e deixe a cenoura meio mordida. Na manhã seguinte, a criança vai adorar ver os rastros do coelho.

2- Pintura em ovos naturais – Um dia antes da Páscoa, compre seis ovos de galinha de casca branca. Faça um furo médio em uma das extremidades dos ovos. Retire toda a clara e a gema (que pode ser aproveitada para fazer bolo ou omelete) e lave muito bem os ovos com água e vinagre. Depois, derreta o chocolate em banho-maria e, com a ajuda de um saco de confeitar ou uma seringa grande (sem agulha), coloque o chocolate derretido dentro de cada ovo vazio. Grude um adesivo tapando o furo, espere endurecer, e dê o ovo para a criança pintar com lápis de cera ou tinta guache.

3- Fantasia de coelho – Compre cartolina branca (ou papel cartão) e recorte duas orelhas de coelho. Peça para a criança pintá-las. Depois, recorte uma tira grossa e grampeia as extremidades, formando uma coroa que sirva certinho na cabeça da criança. Aí, é só grampear as orelhas na tira. Se quiser incrementar, compre tinta antialérgica para pintura na pele e pinte o rosto da criança – uma bolinha vermelha no nariz, bigodes pretos e pronto!

4- Café da manhã de Páscoa – Faça uma mesa linda de domingo de Páscoa, com ovos quentes, bolo de cenoura e colomba. Enfeite com guardanapos decorados com coelhos, vasinhos com flores, e esconda ovinhos de chocolate em lugares inusitados, pode ser dentro da xícara ou na cesta de pães. O dia especial está só começando.

5- Caça aos ovos – É a brincadeira mais tradicional. Você pode esconder os ovos na noite anterior dentro ou fora de casa (se tiver tempo bom). Compre uma boa quantidade de ovinhos pequenos e esconda-os em lugares que a criança consiga ter acesso. É bom providenciar uma cesta de vime ou sacolinha para a criança começar a busca e ter onde guardar os ovos. Dica: se a caça for feita por várias crianças ao mesmo tempo, combine antes que todos os ovos serão divididos por todos. Assim, você evita brigas e a vantagens dos mais velhos.

6- Corrida dos ovos – Além da caça, você pode organizar uma série de brincadeiras se estiver com uma turminha em casa. Uma ideia é dar para duas crianças uma colher com um ovo cozido dentro e fazer uma corrida. Ganha quem chegar primeiro na linha de chegada sem derrubar o ovo. Como prêmio para a competição, você pode dar mini-ovinhos de chocolate.

7- Par com par – Outra boa opção é desenhar ovos e coelhos em uma cartolina, pedir para as crianças pintarem as figuras, recortá-las e depois cortá-las na metade. Aí você distribui as metades aleatoriamente e as crianças precisam encontrar o par correspondente.

8- Tradições europeias – Uma brincadeira muito tradicional na Suíça é quebrar os ovos de galinha, vazios e pintados, com uma moeda. O adulto lança a moeda e tenta acertar o ovo. Se não conseguir quebrar, a criança fica com a moeda. Na Alemanha e na Áustria, as crianças fazem a batalhas dos ovos: cada um segura um ovo cozido e bate a pontinha do ovo na pontinha do ovo do adversário. Ganha o jogo quem ficar com o ovo inteiro.

Fonte do Site: http://delas.ig.com.br/filhos/8-ideias-para-divertir-as-criancas-na-pascoa/n1237567710546.html

Primeiras papinhas

primeiras papinhas

Chegou o momento de apresentar os alimentos ao seu filho. Confira duas receitas nutritivas e que vão facilitar a sua vida nesta fase. 

A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que tanto bebês que fazem amamentação exclusiva quantos os que usam fórmulas infantis inciem a introdução de novos alimentos na dieta a partir do 6º mês de vida. No entanto, é aconselhado conversar com o pediatra sobre isso.

Durante a introdução de novos alimentos no cardápio do bebê, é importante que cada alimento novo seja introduzido sozinho, para facilitar a identificação de alergias ou sensibilidades alimentares, permitindo que a família saiba qual o motivo de problemas como dores de barriga, diarreia ou prisão de ventre. O ideal é que um alimento novo seja introduzido na dieta a cada trê dias, o que também facilita a adaptação do bebê ao sabor e textura dos novos alimentos. 

Assim, o ideal é iniciar com os seguintes alimentos:

1- Purê de Frutas:

Frutas raspadas ou amassadas devem ser dadas ao bebê nos lanches da manhã ou da tarde, podendo-se também oferecer frutas cozidas, mas sempre sem adicionar açúcar. Algumas frutas boas para iniciar a alimentação sólida do bebê são maçã, pera, banana e mamão. 

2- Sopas ou purês de legumes:

São ricos em vitaminas, minerais e fibras que são essenciais para o correto desenvolvimento do bebê. Alguns exemplos de legumes que podem ser dados são abóbora, batata, cenoura, batata-doce, abobrinha, couve-flor, chuchu e cebola. Além disso, a sopa ou purê devem ser feitos sem utilizar sal, podendo-se adicionar 1 colher de chá de azeite após a preparação. 

3- Mingaus:

Os mingaus devem ser feitos de acordo com a orientação do pediatra ou do nutricionista, seguindo a diluição indicada no rótulo. Podem ser dados mingaus de cereais, farinhas e amido, utilizando fontes como milho, arroz, trigo e mandioca. Além disso, não se deve evitar dar glúten ao bebê, pois o contato com o glúten diminui as chances de intolerância alimentar no futuro. 

É natural que nas primeiras refeições o bebê coma muito pouca quantidade, pois ainda está desenvolvendo a capacidade de engolir os alimentos e habituando-se a novos sabores e texturas. Assim, geralmente é necessário complementar a refeição com leite materno ou mamadeira, sendo importante não forçar o bebê a comer mais do que ele deseja. 

Receitas para Alimentação Complementar

Confira três receitas simples que podem ser dadas ao bebê com 6 meses.

 

 

 

 

Essa receita rende 4 refeições, sendo possível congelar para usar nos dias seguinte:

INGREDIENTES

  • 80g de batata doce
  • 100g de abobrinha
  • 100g de cenoura
  • 1 colher de chá de azeite 

MODO DE PREPARO

Descansar, lavar e cortar a batata e a cenoura em cubinhos. Lavar a abobrinha e  cortar em fatias. Colocar a batata, cenoura e abobrinha em uma panela com água e ferver e deixar cozer por 20 minutos. Escorrer a água em excesso e bater os ingredientes usando o liquidificador ou o mix até ter um creme aveludado. Em seguida, deve-se adicionar o azeite e, se necessário para ajudar no ganho de peso, adicionar 2 colheres de chá do leite do bebê. 

 

 

 

 

Este purê é simples e pode ser oferecido como lanche ou como sobremesa após uma refeição com creme de legumes, por exemplo.

INGREDIENTES

  • 120g de banana
  • Meia manga
  • 2 colheres de sobremesa do leite em pó do bebê

MODO DE PREPARO

Lavar e descascar a manga e a banana. Cortar ao pedaços e bater no liquidificador até ficar em purê. Depois adicionar o leite e misturar até ficar homogêneo. 

Rotina Alimentar

Um exemplo da rotina alimentar de um bebê com 6 meses durante um dia pode ser:

  • Café da manhã (7h): Leite materno ou mamadeira;
  • Lanche da manhã (10h): Purê de frutas com banana e maçã;
  • Almoço (13h): Purê de legumes com batata doce, abóbora e couve-flor;
  • Lanche da tarde (16h): Leite materno ou artificial;
  • Jantar (18:30h): Mingau de trigo;
  • Ceia (21h): Leite materno ou leite artificial;

Por: Mariana Woj (Revista Babies)

Fotos: Banco de Imagem

Azia na gravidez

Mulher na cama elevada para evitar azia

A azia é uma sensação de queimação que, às vezes, parte da garganta e vai até a boca do estômago. 

Ela aparece na gravidez por causa das mudanças físicas e hormonais que estão acontecendo no seu corpo.

Você pode sentir um gosto amargo ou ácido na boca ou na garganta, e dor na boca do estômago. A azia em geral não faz mal para você nem para o bebê, mas é muito desconfortável.

Por que posso ter mais azia durante a gravidez?

Durante a gravidez, a placenta produz o hormônio progesterona, que relaxa os músculos do útero. 

Esse mesmo hormônio também relaxa a válvula que separa o esôfago do estômago, e os ácidos gástricos que participam da digestão acabam subindo pelo esôfago, causando a sensação desconfortável de azia. É o famoso refluxo gastro-esofágico.

A progesterona também diminui o ritmo das contrações naturais do estômago, deixando a digestão em geral mais lenta.

Mais para o fim da gravidez, a cavidade abdominal fica apertada porque o bebê está crescendo, e falta espaço para os órgãos. Seu estômago e intestino são empurrados, o que reduz o ritmo da digestão. Os ácidos gástricos acabam sendo levados para o esôfago.

Em que momento da gestação a azia vai melhorar?

Boa parte das mulheres começa a sentir azia e a sofrer de má digestão na segunda metade da gravidez, embora ela possa aparecer antes. Infelizmente, a azia é um mal que costuma ir e vir ao longo da gestação, e que só vai embora de vez depois que o bebê nasce.

Há alguma coisa que eu possa fazer contra a azia na gravidez?

Sim. Talvez você não consiga acabar de vez com a azia, mas pode ajudar a reduzi-la bastante, com as seguintes medidas:

  • Evite pratos pesados ou gordurosos: frituras, chocolate, frutas cítricas, sucos, bebidas alcoólicas e café e alimentos processados, especialmente à noite, perto da hora de dormir. Observe seu corpo: às vezes o que dá azia para uma pessoa não dá para outra.
  • Faça refeições pequenas e frequentes, para evitar o acúmulo de acidez no estômago. Ponha pouca comida de cada vez na boca e mastigue bem.
  • Não beba muito líquido durante as refeições, para tentar evitar que seu estômago fique muito distendido. (Mas não esqueça que é importante beber bastante água durante a gravidez — faça isso no intervalo entre as refeições.)
  • Experimente mascar chiclete depois de comer. O chiclete estimula as glândulas salivares, e a saliva pode ajudar a neutralizar o ácido.
  • Se você fuma, tente parar.O fumo favorece a azia, além de fazer mal ao bebê.
  • Depois de comer, fique sem se deitar por pelo menos uma hora. Caso sua azia piore à noite, experimente não comer nem nada três horas antes de ir para a cama — claro que sem descuidar da sua nutrição.
  • Durma numa posição semi-sentada. Monte um encosto na cama com vários travesseiros, ou use travesseiros anti-refluxo, que formam uma “rampa” na cama, mantendo sua cabeça elevada. A gravidade ajuda a manter os ácidos no estômago que é o lugar deles, o que colabora para uma boa digestão.
  • Não use roupas apertadas na área da barriga ou do estômago.
  • Fale com o médico. Um antiácido pode aliviar o desconforto, mas alguns tipos não são recomendados para grávidas. Se você estiver tomando suplemento de ferro, não tome no mesmo horário do antiácido, porque a absorção de ferro pode ser prejudicada. Em casos mais intensos de azia e refluxo, o médico pode receitar medicamentos específicos.

Há risco de a azia ser alguma outra coisa durante a gravidez?

A azia é muito comum na gravidez, mas, se vier acompanhada de dor e outros sintomas, pode indicar outro problema. 

  • A azia normalmente dá uma dor no centro do peito que vai até a garganta. Se sua dor for abaixo das costelas, pode ser sinal de pré-eclâmpsia. Em caso de dúvida, sempre fale com o médico.
  • Se a dor for do lado direito, no alto da sua barriga, e você estiver com enjoo, pode ser indicação de um problema no fígado que acontece na gravidez. Procure o médico.
  • Você pode ter um problema digestivo, como gastrite ou úlcera ou pedra na vesícula, independentemente da gravidez.

Se você estiver com dificuldade de se alimentar, perdendo peso, com uma tosse persistente ou muito preocupada com seus sintomas, não deixe de buscar atendimento médico. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a1500486/azia-na-gravidez

É verdade que meninos sofrem mais de cólica que meninas?

bebê chorando

Ao que parece, a cólica, que inferniza tanto os bebês de até 3 meses, atinge da mesma maneira meninos e meninas. Também não há diferença entre outros fatores, como se primeiro ou segundo filho, ou ser bebê que mama no peito ou que toma mamadeira de fórmula. 

Ninguém sabe por que alguns bebês têm mais cólica que outros, embora haja muitas teorias. 

Um fator de risco, no entanto, foi comprovado: se a mulher fuma durante a gravidez, a probabilidade de o bebê sofrer com cólica é maior. Se seu bebê ainda não nasceu e você fuma, a perspectiva de lidar com o choro permanente do bebê pode ser um bom incentivo para largar o cigarro. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x5400055/%C3%A9-verdade-que-meninos-sofrem-mais-de-c%C3%B3lica-que-meninas

Estimulando o paladar do bebê

Paladar deve ser estimulado livre dos preconceitos dos pais, se os pais não gostam de determinado alimento o bebê poderá gostar, desde que tenha a chance de conhecer o sabor

Bebê comendo brócolis - foto: Red pepper/ShutterStock.com

ATENÇÃO!
Até o sexto mês de vida o bebê deverá ser alimentado exclusivamente com o leite materno. Ele não precisará de água ou chás. Qualquer mudança nessa regra deverá ser feita com orientação do seu pediatra.

Estimulando o paladar

A boca é importantíssima para o bebê porque é por ela que a criança satisfaz sua necessidade básica mais forte: a fome. Também é com a boca que ele estabelece o melhor contato com a mãe, mamando. A boca é a sua primeira e principal fonte de prazer. E é por onde ele procura tomar conhecimento das coisas, tanto assim que ele leva à boca tudo o que pode pegar. Além disso, é com a boca que ele se comunica, fazendo barulho ao chorar.

O bebê, no começo, só distingue quatro sabores: doce, salgado, amargo e azedo. O paladar é o menos desenvolvido dos sentidos da criança ao nascer, até porque ela não precisa dele, uma vez que a natureza preparou-a para apenas um tipo de alimentação: o leite materno.

Isto quer dizer que o bebê tem muito a aprender pela boca, se você permitir que ele a use. Há mães que vivem tentando impedir o bebê de levar os dedos à boca, ou os objetos que ele consegue segurar. É um erro, primeiro porque estão limitando muitos as experiências da criança e, depois, porque o bebê tem uma fase oral, em que o uso da boca tem muita importância para o seu desenvolvimento psicológico e intelectual. Se sua filha ou filho passa por essa fase reprimido e não usa a boca suficientemente, a fase vai demorar a passar e ele poderá ficar por muito tempo chupando o dedo, preso à chupeta ou com problemas psicológicos.

Bebês precisam de liberdade para usar a boca: faz parte do seu aprendizado, do seu desenvolvimento. O cuidado a tomar é evitar que ele tenha acesso a coisas que não deve mesmo colocar na boca, por serem perigosas de engolir ou porque estejam sujas. Mas não reprima o bebê além da conta, porque a boca é seu primeiro contato com o mundo, sua primeira comunicação, sua primeira escola de vida.

O que é o gosto?
É uma sensação bem mais complexa que um simples sabor na boca, da qual participam todos os sentidos. O odor, a aparência, a consistência, o volume e a temperatura de um alimento são também elementos que contribuem para a formação de uma percepção gustativa global. O gosto de uma laranja não se resume aquela sensação doce-azeda na língua. O que dá água na boca é também o perfume característico, a textura da polpa e até a cor tão apetitosa.

Não use mamadeira. A má higiene da mamadeira é a principal responsável pela maior parte das doenças diarreicas em crianças pequenas. Além disso, a criança precisa começar a desenvolver o paladar, e misturar alimentos, oferecendo-os na mamadeira, não dá essa oportunidade. Permita que ele reconheça os sabores de diferentes alimentos, salgados e doces, e que use a boca. Observe e anote para conhecer suas preferências e para respeitar as suas rejeições.

Ao estimular seu paladar, leve-o a reconhecer os alimentos sem vê-los, pelo sabor e pelo cheiro. Isso ajuda muito o desenvolvimento intelectual da criança. E procure não transmitir preconceitos pessoais ou culturais ligados ao paladar. Na educação do paladar, como em todas as outras, o melhor estímulo é a riqueza de experiências sem preconceito: deixe o bebê experimentar de tudo, mesmo do azedo e do amargo, porque ele pode gostar e ter mais possibilidades de satisfação alimentar.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/estimulando-o-paladar/ 

Fissuras nos mamilos e dores na amamentação

Laserterapia ajuda mães que sofrem com o problema a não abandonarem o peito

Os problemas de amamentação são frequentes e podem ser um grande desafio para novas mães. De fato, a dor nas mamas, as fissuras (rachaduras) nos mamilos e a mastite são algumas das principais razões pelas quais as mães abandonam a amamentação prematuramente.

Existe um número limitado de tratamentos efetivos para essas condições, e a terapia com laser de baixa potência tem se mostrado muito eficaz para acelerar a cicatrização dos mamilos e aliviar a dor.

Problemas no mamilo são comuns e podem afetar mais da metade das mulheres que amamentam, e apresentam características tipicamente associadas, incluindo, mamilos doloridos, rachados, sangrando e com bolhas.

A cicatrização desses mamilos danificados pode ser difícil por causa do trauma continuamente repetido da sucção do bebê. Além disso, o mamilo danificado é propenso a infecção bacteriana e fúngica, resultando em problemas como ductos mamários obstruídos e mastite.

amamentando com problemas nos seios - Foto: grisguerra / pixabay.com

Um tratamento que está provando ser de grande benefício para a melhora de mamilos dolorosos é a terapia com laser de baixa potência. O laser acelera a cicatrização de feridas e a maioria das mães relatam alívio da dor e melhora na cicatrização após apenas uma sessão. O tratamento também é benéfico na desobstrução dos ductos mamários e no processo de cicatrização de mamas com mastite.

A laserterapia é um tratamento suave e indolor, geralmente aplicado por fisioterapeutas, que usa o laser no reparo tecidual, reduz a inflamação e a dor. Os tratamentos duram apenas alguns minutos e são inteiramente indolores e sem efeitos colaterais conhecidos.

Em um estudo recente, publicado nos Estados Unidos, as mulheres tratadas com o laser de baixa potência apresentaram uma diminuição significativa na intensidade da dor 24 horas após o tratamento e a terapia demonstrou ser eficaz na melhora de lesões em mulheres que amamentam, proporcionando alívio e prolongando a amamentação exclusiva.

Thalita Freitas é fisioterapeuta especialista em Saúde da Mulher pela Faculdade de Medicina da USP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na área de reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/fissuras-nos-mamilos-e-dores-na-amamentacao/

A barriga da mulher depois do bebê

É provável que você esteja surpresa com a aparência da sua barriga depois do nascimento do bebê.  Ele não está mais lá, mas mesmo assim, em volta do umbigo, a barriga está estufada. E você parece estar grávida de 6 meses!  As pessoas até perguntam na rua para quando é o bebê, e você tem de dizer, superconstrangida, que já nasceu…

Mulher se pesando

Por que minha barriga ainda parece de grávida?

Além do tamanho, muitas mulheres ficam com uma linha escura atravessando a barriga na vertical, a chamada linea nigra, e com um monte de estrias espalhadas pela pele.  Quem fez cesariana fica ainda com a cicatriz da operação, normalmente na “linha do biquíni”. O formato da barriga pode mudar um pouco também no caso de cesariana, já que os músculos são cortados e recosturados. Respire fundo. Demora um pouco para o corpo principalmente a barriga  se recuperar totalmente após a gravidez.  Imagine que sua barriga era um balão, que foi enchendo conforme o bebê crescia. Quando ele nasceu, o balão não estourou de uma vez o “ar” vai saindo de mansinho. 

Assim que o bebê nasce, hormônios começam a atuar sobre o útero para que ele volte ao tamanho que era antes. Isso demora mais ou menos um mês para acontecer.  Além disso, todas as células do corpo que tinham inchado devido à gestação começam a liberar líquido, que vai saindo em forma de urina, suor e secreções vaginais.  A gordura extra que você acumulou na gravidez, para nutrir o bebê, vai começar a ser gasta (em especial se você estiver amamentando ou fazendo exercícios físicos, após a liberação do médico). De qualquer jeito, você vai precisar de no mínimo algumas semanas para ver algum resultado. 

As estrias e a linha escura na barriga infelizmente duram mais. Pelo menos as estrias vão clareando e, entre 6 meses e 1 ano depois do parto, assumem aquela cor mais clara que o tom da pele, ficando menos visíveis. A linea nigra vai clareando aos poucos ao longo de 1 ano, mas pode não desaparecer por completo.

Quanto vai demorar para minha barriga voltar ao tamanho normal após o parto?

Todas nós já vimos com nossos próprios olhos aquelas mulheres maravilhosas que aparecem magérrimas, de calça jeans e miniblusa, um mês depois do parto. Sim, isso pode acontecer, mas é raro. 
Para a maioria das mulheres, leva meses para se livrar da incômoda barriguinha de grávida — e, às vezes, ela simplesmente não vai embora. 

Em primeiro lugar, tenha paciência. Se levou 9 meses para a barriga esticar, é justo que leve outros 9 meses ou um pouco mais para ela voltar ao tamanho normal. 

A rapidez da transição para mais perto do “normal” depende de como era seu corpo antes de engravidar, de quantos quilos você engordou na gravidez, do nível de atividade física e de algo que você não tem como mudar: seus genes. 

Mulheres que engordaram menos de 14 kg na gravidez, que fizeram exercícios físicos durante a gestação, que amamentam e que estão no primeiro filho tendem a emagrecer mais rápido. 

Se você não estiver amamentando, vai precisar prestar atenção na alimentação. Agora que não está mais grávida não precisa de tantas calorias.

O que posso fazer para minha barriga ficar mais bonita depois da gravidez?

A amamentação ajuda bastante, principalmente nos primeiros meses. Mulheres que amamentam queimam mais calorias para produzir o leite, portanto costumam emagrecer mais rápido que as que não amamentam. 

Dar de mamar no peito também estimula a produção de hormônios que fazem o útero se contrair e voltar ao tamanho normal. 

Mas muitas mães que amamentam reclamam dizendo que têm dificuldade de perder os últimos 2 a 5 quilos. Há quem afirme que o organismo guarda uma reserva de gordura para produzir o leite, mas não há provas definitivas disso. 

Exercícios também são eficazes. Mas converse com o medico: dependendo do tipo de parto, você pode ter de esperar algumas semanas. 

Dá para começar aos poucos, com caminhadas, por exemplo. Depois da consulta de 6 semanas após o parto, se o obstetra liberar, você pode começar a fazer exercícios mais vigorosos, como pilates, por exemplo, que ajuda a tonificar o abdome. 

Boa postura é outro fator que influencia. “Muitas mulheres ficam com uma postura relaxada após o fim da gestação, o que é natural, uma vez que passaram nove meses sem encolher a barriga. Obrigar-se a encolher a barriga após o parto faz muita diferença na recuperação da musculatura abdominal”, diz a obstetra Eleonora F. Stocchero Fonseca, do Conselho Médico do BabyCenter. 

Cuidado para não fazer regime enquanto estiver amamentando. O aleitamento é seu maior aliado na perda de peso.  E você vai precisar de bastante energia para lidar com um bebê pequenininho que ainda não dorme a noite toda.

Adianta usar cinta pós-parto ou modeladores?

O assunto é polêmico. As cintas pós-parto eram praticamente obrigatórias em caso de cesárea há alguns anos, mas agora os especialistas divergem. 

Por um lado, elas melhoram o aspecto externo da silhueta e dão mais segurança à mulher logo depois de uma cesariana. Isso porque é possível ter aflição dos pontos e da sensação de que os órgãos estão meio soltos dentro da barriga (pois estão um pouco mesmo). 

Por outro, há especialistas que acreditam que o uso constante da cinta impeça os músculos de se movimentar e atrapalhem o fluxo sanguíneo o que, em vez de ajudar, pioraria a recuperação dos tecidos. 

Além disso, em caso de parto normal, recomendam que só se use a cinta depois do primeiro mês, quando o útero já estiver no lugar, para não correr o risco de ele pressionar a musculatura pélvica, o que poderia levar a problemas como o de “bexiga caída”. 

Portanto, converse com o médico para saber qual é a orientação dele quanto ao uso de cinta ou faixa pós-parto. 

Se você já tiver dado à luz há mais de dois meses, pode experimentar cintas e modeladores, mas saiba que não há garantia de resultado. E certifique-se de que eles estão confortáveis, pois nunca devem ser apertados. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a4300004/a-barriga-da-mulher-depois-do-beb%C3%AA

Pediatras dizem NÃO ao suco de frutas no primeiro ano da criança

As novas recomendações podem surpreender os pais que pensavam que o suco de fruta é 100 por cento saudável para bebês ou nutricionalmente equivalente ao próprio fruto

Não há uma ligação convincente entre a obesidade e as crianças que bebem quantidades modestas de suco de frutas. Ainda assim, as novas diretrizes defendem que o suco não tem papel essencial em dietas saudáveis ​​e equilibradas de crianças. 

Há algum tempo, os pediatras estão aconselhando os pais a deixarem de oferecer suco de frutas para as crianças no primeiro ano de vida, dizendo que a bebida não é tão saudável, quanto muitos pais pensam.

“Antes, a Academia Americana de Pediatria recomendava que os pais evitassem 100 por cento o suco de frutas para bebês menores de 6 meses. Mas neste ano, a entidade endureceu sua posição contra o suco, recomendando que a bebida seja banida inteiramente da dieta de um bebê durante o primeiro ano. A preocupação é que o suco não oferece benefícios nutricionais no início da vida e pode tomar o lugar de alimentos que os bebês realmente precisam: leite materno (ou fórmula) e suas proteínas, gorduras e minerais, como o cálcio, defendem os pediatras americanos”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski.

Esta é a primeira vez que a entidade atualiza suas diretrizes sobre o suco de frutas desde 2001.

Pais pensam que seus bebês precisam de sucos de frutas

As novas recomendações podem surpreender os pais que pensavam que o suco de fruta é 100 por cento saudável para bebês ou nutricionalmente equivalente ao próprio fruto. Mas a fruta inteira tipicamente tem mais fibra do que o suco de frutas e é menos provável que cause deterioração dentária. A fruta, in natura, promove a ingestão de menos açúcar puro. Queremos que as crianças aprendam a comer alimentos frescos. Então, se considerarmos que o suco de frutas é igual à fruta, não estamos tendo uma compreensão correta das informações nutricionais.

Na verdade, há quem defenda que o suco de fruta deva ser oferecido apenas em ocasiões especiais, especialmente para crianças com alto risco de cárie dentária. Em termos de açúcar e calorias, o suco comprado nas lojas é semelhante ao refrigerante.

“As novas diretrizes, publicadas online na revista Pediatrics, também recomendou restringir o suco de frutas a 120 ml diariamente para crianças de 1 a 3 anos e 180 ml por dia para crianças de 4 a 6 anos. As diretrizes de 2001 deram aos pais mais espaço para decidir se 120 ou 180 ml  diários eram apropriados para crianças em idade pré-escolar. Em contrapartida, o conselho para crianças de 4 a 6 anos permaneceu o mesmo”, destaca o pediatra. O último relatório limitou a ingestão diária máxima para crianças mais velhas, de 6 a 18 anos. A recomendação antiga era de 354 ml; agora apenas 240 ml são aconselhados.

Não há uma ligação convincente entre a obesidade e as crianças que bebem quantidades modestas de suco de frutas. Ainda assim, as novas diretrizes defendem que o suco não tem papel essencial em dietas saudáveis ​​e equilibradas de crianças. Outra preocupação, apontada no documento, é que o suco pode ser um tipo de porta de entrada para o consumo de outras bebidas açucaradas. Há estudos que mostram que os bebês que bebem mais suco são mais propensos a beber refrigerantes e bebidas contendo açúcar.

“Assim, a recomendação é para o consumo de frutas frescas, in natura e o consumo de água para hidratação, criando um hábito saudável desde cedo”, destaca o pediatra.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/pediatras-dizem-nao-ao-suco-de-frutas-no-primeiro-ano-da-crianca/