Fissuras nos mamilos e dores na amamentação

Laserterapia ajuda mães que sofrem com o problema a não abandonarem o peito

Os problemas de amamentação são frequentes e podem ser um grande desafio para novas mães. De fato, a dor nas mamas, as fissuras (rachaduras) nos mamilos e a mastite são algumas das principais razões pelas quais as mães abandonam a amamentação prematuramente.

Existe um número limitado de tratamentos efetivos para essas condições, e a terapia com laser de baixa potência tem se mostrado muito eficaz para acelerar a cicatrização dos mamilos e aliviar a dor.

Problemas no mamilo são comuns e podem afetar mais da metade das mulheres que amamentam, e apresentam características tipicamente associadas, incluindo, mamilos doloridos, rachados, sangrando e com bolhas.

A cicatrização desses mamilos danificados pode ser difícil por causa do trauma continuamente repetido da sucção do bebê. Além disso, o mamilo danificado é propenso a infecção bacteriana e fúngica, resultando em problemas como ductos mamários obstruídos e mastite.

amamentando com problemas nos seios - Foto: grisguerra / pixabay.com

Um tratamento que está provando ser de grande benefício para a melhora de mamilos dolorosos é a terapia com laser de baixa potência. O laser acelera a cicatrização de feridas e a maioria das mães relatam alívio da dor e melhora na cicatrização após apenas uma sessão. O tratamento também é benéfico na desobstrução dos ductos mamários e no processo de cicatrização de mamas com mastite.

A laserterapia é um tratamento suave e indolor, geralmente aplicado por fisioterapeutas, que usa o laser no reparo tecidual, reduz a inflamação e a dor. Os tratamentos duram apenas alguns minutos e são inteiramente indolores e sem efeitos colaterais conhecidos.

Em um estudo recente, publicado nos Estados Unidos, as mulheres tratadas com o laser de baixa potência apresentaram uma diminuição significativa na intensidade da dor 24 horas após o tratamento e a terapia demonstrou ser eficaz na melhora de lesões em mulheres que amamentam, proporcionando alívio e prolongando a amamentação exclusiva.

Thalita Freitas é fisioterapeuta especialista em Saúde da Mulher pela Faculdade de Medicina da USP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na área de reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/fissuras-nos-mamilos-e-dores-na-amamentacao/

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A barriga da mulher depois do bebê

É provável que você esteja surpresa com a aparência da sua barriga depois do nascimento do bebê.  Ele não está mais lá, mas mesmo assim, em volta do umbigo, a barriga está estufada. E você parece estar grávida de 6 meses!  As pessoas até perguntam na rua para quando é o bebê, e você tem de dizer, superconstrangida, que já nasceu…

Mulher se pesando

Por que minha barriga ainda parece de grávida?

Além do tamanho, muitas mulheres ficam com uma linha escura atravessando a barriga na vertical, a chamada linea nigra, e com um monte de estrias espalhadas pela pele.  Quem fez cesariana fica ainda com a cicatriz da operação, normalmente na “linha do biquíni”. O formato da barriga pode mudar um pouco também no caso de cesariana, já que os músculos são cortados e recosturados. Respire fundo. Demora um pouco para o corpo principalmente a barriga  se recuperar totalmente após a gravidez.  Imagine que sua barriga era um balão, que foi enchendo conforme o bebê crescia. Quando ele nasceu, o balão não estourou de uma vez o “ar” vai saindo de mansinho. 

Assim que o bebê nasce, hormônios começam a atuar sobre o útero para que ele volte ao tamanho que era antes. Isso demora mais ou menos um mês para acontecer.  Além disso, todas as células do corpo que tinham inchado devido à gestação começam a liberar líquido, que vai saindo em forma de urina, suor e secreções vaginais.  A gordura extra que você acumulou na gravidez, para nutrir o bebê, vai começar a ser gasta (em especial se você estiver amamentando ou fazendo exercícios físicos, após a liberação do médico). De qualquer jeito, você vai precisar de no mínimo algumas semanas para ver algum resultado. 

As estrias e a linha escura na barriga infelizmente duram mais. Pelo menos as estrias vão clareando e, entre 6 meses e 1 ano depois do parto, assumem aquela cor mais clara que o tom da pele, ficando menos visíveis. A linea nigra vai clareando aos poucos ao longo de 1 ano, mas pode não desaparecer por completo.

Quanto vai demorar para minha barriga voltar ao tamanho normal após o parto?

Todas nós já vimos com nossos próprios olhos aquelas mulheres maravilhosas que aparecem magérrimas, de calça jeans e miniblusa, um mês depois do parto. Sim, isso pode acontecer, mas é raro. 
Para a maioria das mulheres, leva meses para se livrar da incômoda barriguinha de grávida — e, às vezes, ela simplesmente não vai embora. 

Em primeiro lugar, tenha paciência. Se levou 9 meses para a barriga esticar, é justo que leve outros 9 meses ou um pouco mais para ela voltar ao tamanho normal. 

A rapidez da transição para mais perto do “normal” depende de como era seu corpo antes de engravidar, de quantos quilos você engordou na gravidez, do nível de atividade física e de algo que você não tem como mudar: seus genes. 

Mulheres que engordaram menos de 14 kg na gravidez, que fizeram exercícios físicos durante a gestação, que amamentam e que estão no primeiro filho tendem a emagrecer mais rápido. 

Se você não estiver amamentando, vai precisar prestar atenção na alimentação. Agora que não está mais grávida não precisa de tantas calorias.

O que posso fazer para minha barriga ficar mais bonita depois da gravidez?

A amamentação ajuda bastante, principalmente nos primeiros meses. Mulheres que amamentam queimam mais calorias para produzir o leite, portanto costumam emagrecer mais rápido que as que não amamentam. 

Dar de mamar no peito também estimula a produção de hormônios que fazem o útero se contrair e voltar ao tamanho normal. 

Mas muitas mães que amamentam reclamam dizendo que têm dificuldade de perder os últimos 2 a 5 quilos. Há quem afirme que o organismo guarda uma reserva de gordura para produzir o leite, mas não há provas definitivas disso. 

Exercícios também são eficazes. Mas converse com o medico: dependendo do tipo de parto, você pode ter de esperar algumas semanas. 

Dá para começar aos poucos, com caminhadas, por exemplo. Depois da consulta de 6 semanas após o parto, se o obstetra liberar, você pode começar a fazer exercícios mais vigorosos, como pilates, por exemplo, que ajuda a tonificar o abdome. 

Boa postura é outro fator que influencia. “Muitas mulheres ficam com uma postura relaxada após o fim da gestação, o que é natural, uma vez que passaram nove meses sem encolher a barriga. Obrigar-se a encolher a barriga após o parto faz muita diferença na recuperação da musculatura abdominal”, diz a obstetra Eleonora F. Stocchero Fonseca, do Conselho Médico do BabyCenter. 

Cuidado para não fazer regime enquanto estiver amamentando. O aleitamento é seu maior aliado na perda de peso.  E você vai precisar de bastante energia para lidar com um bebê pequenininho que ainda não dorme a noite toda.

Adianta usar cinta pós-parto ou modeladores?

O assunto é polêmico. As cintas pós-parto eram praticamente obrigatórias em caso de cesárea há alguns anos, mas agora os especialistas divergem. 

Por um lado, elas melhoram o aspecto externo da silhueta e dão mais segurança à mulher logo depois de uma cesariana. Isso porque é possível ter aflição dos pontos e da sensação de que os órgãos estão meio soltos dentro da barriga (pois estão um pouco mesmo). 

Por outro, há especialistas que acreditam que o uso constante da cinta impeça os músculos de se movimentar e atrapalhem o fluxo sanguíneo o que, em vez de ajudar, pioraria a recuperação dos tecidos. 

Além disso, em caso de parto normal, recomendam que só se use a cinta depois do primeiro mês, quando o útero já estiver no lugar, para não correr o risco de ele pressionar a musculatura pélvica, o que poderia levar a problemas como o de “bexiga caída”. 

Portanto, converse com o médico para saber qual é a orientação dele quanto ao uso de cinta ou faixa pós-parto. 

Se você já tiver dado à luz há mais de dois meses, pode experimentar cintas e modeladores, mas saiba que não há garantia de resultado. E certifique-se de que eles estão confortáveis, pois nunca devem ser apertados. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a4300004/a-barriga-da-mulher-depois-do-beb%C3%AA

De volta à forma após o parto

Logo após o nascimento do bebê muitas mães querem recuperar a forma que tinham antes do parto, mas tudo deve ser feito com cautela e preferencialmente com orientação médica

A preocupação com os quilos extras adquiridos durante a gravidez, geralmente, é minimizada em função de uma causa maior: o nascimento do bebê. Mas no pós-parto, o excesso de peso ganha uma nova proporção para a maioria das mulheres.

A ansiedade natural pelo período delicado põe à prova toda a habilidade feminina. É comum que a mulher fique ansiosa neste período. As alterações hormonais pelas quais a mãe passa durante os nove meses de gestação e as bruscas mudanças hormonais que ocorrem durante e após o parto podem torná-la mais melancólica e angustiada.

Essa labilidade emocional parece se dever à brusca queda hormonal pela qual ela passa ao se separar do feto e da placenta, responsável pela secreção de hormônios em doses altíssimas durante toda a gestação. Somando-se a todos estes fatores, a mulher também se sente insegura quanto à possibilidade de voltar ao seu peso e às suas formas corporais de antes. Felizmente, após o parto, o peso corporal voltará gradualmente. Basta para isso que ela se alimente de maneira balanceada, priorizando alimentos ricos em nutrientes, evitando guloseimas e comidas gordurosas e, se possível, amamentando o seu bebê.

O corpo precisa de um período para se adaptar à nova realidade. Primeiro, ele precisa eliminar o excesso de água, originário da ação dos hormônios placentários. Esse ‘verdadeiro inchaço’ tende a ser lentamente eliminado. Além disso, há também ganho de gordura, que pode ser mobilizado progressivamente por meio de uma alimentação adequada e da própria amamentação. Voltar ao peso anterior vai depender de bom senso, orientação nutricional e tempo. Um tempo muito importante para mãe e filho. Sem prejuízo para nenhum dos dois.

de volta à forma após o parto - Foto: pixabay.com

Além de ser fundamental para a saúde do bebê, a amamentação é uma grande aliada da mãe em todos os sentidos. Em primeiro lugar, porque contribui para a contração do útero, que volta aos poucos para o seu tamanho normal. Outro fator positivo é o gasto calórico que proporciona ao organismo. Para que a mulher produza leite, é preciso ter uma atividade celular intensa. Em função da aceleração do metabolismo, o gasto energético pode aumentar em 900 calorias por dia. E como nos primeiros 40 dias, a mulher ainda não está liberada para retomar a ginástica, a amamentação torna-se uma boa aliada em busca do peso ideal, além de firmar o vínculo entre mãe e filho.

Para não prejudicar a própria saúde ou a alimentação do bebê, as mães não devem pensar em seguir dietas hipocalóricas. Um cardápio equilibrado, em torno de 2000 calorias na dependência das proporções corporais da mãe, é fundamental para garantir um bom padrão nutricional para a mãe e para a criança, um bom funcionamento intestinal e uma adequada produção de leite. A mulher que amamenta precisa garantir a ingestão de todos os nutrientes. É importante aumentar a ingestão de líquidos e evitar grandes quantidades de café, chá preto, chocolates, guloseimas e alimentos com corantes.

Passada a quarentena, após liberação médica, a mulher ganha uma nova aliada na luta contra a balança: a atividade física. Inicialmente, os exercícios devem ser leves, com duração de 30 minutos a 1 hora por dia, duas vezes por semana. A frequência e a intensidade poderão progressivamente ser aumentadas para não prejudicar a produção do leite. Durante essa fase de readaptação, as modalidades mais indicadas são a caminhada, a bicicleta ergométrica, a hidroginástica e até a musculação, sempre com a supervisão de um profissional.

Mais do que nunca esse é um tempo onde a perda de peso só deve ocorrer em paralelo a uma boa alimentação, pois a qualidade nutricional do leite depende da qualidade da alimentação materna. O equilíbrio entre nutrientes e calorias consegue alimentar os dois e permitir a volta ao peso ideal da mãe.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/de-volta-a-forma-apos-o-parto/

Lista da maternidade

Chegada a hora do parto é preciso estar com tudo à mão para não esquecer de nada. Veja o que você deve levar para a maternidade no dia do parto

lista da maternidade - Foto:   yanalya / Freepik

Uma lista de itens para você levar para a maternidade e ficar tranquila e confortável.

O que levar para a maternidade?

O que deve ser levado ao Hospital no momento da internação? A sacola da mamãe e do bebê devem ser preparadas desde o 7º mês de gestação.

Sacola da mamãe

  • 01  pacote de absorvente próprio para o pós-parto;
  • 01 chinelo de quarto;
  • 03 jogos de camisolas que sejam de fácil manejo para a amamentação;
  • 06 calcinhas de tamanho maior do que usava antes de engravidar;
  • 01 cinta pós-parto;
  • 01 roupa para o dia de alta;
  • 02 sutiãs de amamentação;
  • 01 pomada pra rachadura de seio;
  • protetores de seios;
  • absorventes para seios;
  • concha para seio;
  • máquina fotográfica (checar baterias e levar carregador);
  • filmadora (checar baterias e levar carregador);
  • produtos de higiene íntima: escova de dentes, escova de cabelos, shampoo, sabonete, creme dental, toalhas e demais itens de banho;

Sacola do bebê

  • 01 creme para prevenção de assaduras;
  • 01 pacote de fralda descartável (tamanho recém-nascido);
  • 03 body;
  • 03 calça/mijão/culote;
  • 02 casaquinhos;
  • 03 macacão de recém-nascido;
  • 02 lençol de bercinho;
  • 01 manta (de acordo com a estação);
  • 06 fraldas de pano (brancas, sem pintura);
  • 02 toalhas com capuz;
  • 01 escovinha macia para cabelos;
  • 02 sapatinhos e luvas de lã (no frio);
  • 03 cueiros;
  • lembrancinhas;
  • enfeite de porta;

Esta é a lista mínima, fica a critério de cada um o que desejar levar a mais.

Carro

  • Bebê-conforto (assento para o bebê) – teste a instalação em seu carro assim que comprar.

Documentos

  • RG da paciente 
  • Carteira de convênio (caso tenha convênio, o Hospital exige na internação);
  • CIC e RG do marido (ou acompanhante);
  • Guia de internação (informe-se junto ao seu convênio se pode ser fornecida antes do parto, pois facilita muito no momento de internar);
  • Cartão da Gestante (utilizado no SUS e em breve nos planos de saúde);

OBS.: Parto é sempre urgência. Caso você se apavore, já saiu de casa e depois viu que esqueceu tudo, relaxe. Vá em frente. Leve sua esposa até o hospital e converse com a recepção. Enquanto ela está sendo atendida e você está assinando uma nota promissória, por exemplo, e um pouco mais tranquilo, você volta e busca o que esqueceu.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/lista-da-maternidade/

Cárie de mamadeira em bebês

A higiene com pequenas quantidades de pasta de dente fluoretada desde o nascimento do primeiro dente na boca é a melhor prevenção

A cárie de mamadeira ainda é um problema relativamente comum em crianças muito pequenas e os pais têm uma influência muito importante no seu desenvolvimento porque é deles a responsabilidade pelo estabelecimento de bons hábitos no bebê.

O uso de mamadeiras com suplementos açucarados que permanecem na boca do bebê durante toda a noite pode desencadear cáries chamadas rampantes devido à alta permanência destes líquidos açucarados sobre a superfície dental.

O esmalte do dente decíduo (dente de leite) é mais “fraco” que o esmalte do dente permanente. Isto significa que a cárie pode desenvolver mais rapidamente no dente de leite.

A cárie de mamadeira é um processo típico e pode destruir toda a estrutura do dente de leite causando dor, infecções e dificuldade de alimentação que podem afetar o crescimento e desenvolvimento natural da criança.

Resultado de imagem para caries em bebe

pré-natal odontológico é muito importante porque durante a gestação os pais receberão todas as orientações decisivas para o estabelecimento de condutas preventivas de cárie dentária na infância referente ao uso de açúcares na dieta, mamadeiras com conteúdos açucarados de uso prolongado ou noturno e hábitos de higiene oral.

Pesquisas já demonstraram que o leite materno é o melhor alimento para o bebê e que não desenvolve cárie. O uso de mamadeiras deve ser realizado com a orientação de um profissional especializado para garantir um crescimento e desenvolvimento saudável do bebê e da sua boquinha.

A higiene com pequenas quantidades de pasta de dente fluoretada desde o nascimento do primeiro dente na boca é a melhor maneira de evitar a cárie de mamadeira. A escovação deve ser realizada com escovas macias e de tamanho adequado à boquinha do bebê. Esta escovação deve ser iniciada desde a erupção do primeiro dente na boca.  A concentração de flúor na pasta de dente não deve ser menor que 1000ppmF. Concentrações menores que 1000ppmF não garantem a prevenção de cárie. A escovação deve ser sempre realizada por um adulto até que a criança tenha autonomia para cuspir. A partir deste momento deve ser monitorada.

A quantidade de pasta a ser utilizada é de metade de um grão de arroz cru quando a criança tiver somente 2 dentes na boca e de um grão de arroz cru com 4 ou mais dentes. Uma quantidade igual a um grão de ervilha poderá ser utilizada com todos os dentes na boca, que ao todo são 20.

Confira os exemplos de quantidades de pastas:

quantidade de pasta de dentes para bebês - Fotos: Divulgação

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/carie-de-mamadeira-em-bebes/

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Inspiração: Decorando o Quarto do Bebê

Um dos momentos mais incríveis da gestação é a montagem do quarto do BEBÊ e muitas dúvidas surgem no momento de decidir qual tema usar na decoração! São tantas opções que as mamães ficam malucas! Para ajudarmos um pouquinho nesta etapa tão importante vamos dar algumas dicas! Vamos lá? 

Para quem gosta do estilo moderno, linhas simples e retas vamos apostar em nosso lançamento retrô. Com elementos vintage e estilo escandinavo! 

As almofadas com cores neutras é uma excelente opção para o enxoval do quartinho do seu bebê, combinando um item divertido com móveis de qualidade o ambiente ficará ainda mais confortável e descontraído! Um ambiente ideal para menino! 

  • E para as meninas apostamos na Linha Retrô Avelã com Branco: 

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Proteína do leite materno reduz infecções hospitalares em prematuros

A maioria das doenças que afetam os recém-nascidos são infecções adquiridas no hospital, como meningite, pneumonia e infecções do trato urinário

Respondendo a uma convocação da Academia Americana de Pediatria, (AAP), para reduzir infecções hospitalares em unidades de cuidados intensivos neonatais, (UTINs), em todo o país, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Missouri encontraram uma proteína no leite materno que pode ser uma solução segura e eficiente.

“A maioria das doenças que afetam os recém-nascidos são infecções adquiridas no hospital, como meningite, pneumonia e infecções do trato urinário. Os pesquisadores não só descobriram que a lactoferrina, uma proteína encontrada no leite materno, pode reduzir as infecções hospitalares entre os prematuros, mas também mediram a segurança alimentar da proteína para os recém-nascidos”, afirma o pediatra Moises Chencinski.

Proteína do leite materno reduz infecções hospitalares em prematuros - Foto: photoduet / Freepik

Os estudiosos conduziram um ensaio de controle randomizado com bebês prematuros. Sessenta dos lactentes foram alimentados com lactoferrina por meio de um tubo de alimentação, duas vezes por dia, durante 28 dias, enquanto 60 lactentes adicionais receberam placebo. Os pesquisadores descobriram que a taxa de infecções hospitalares foi 50% menor entre os lactentes alimentados com lactoferrina.

Além disso, os pesquisadores usaram o MedDRA, um sistema que relata os resultados de segurança para a Food and Drug Administration, dos EUA, para avaliar a lactoferrina durante e após os lactentes receberam a proteína. Os bebês foram examinados quanto aos efeitos adversos da proteína seis e doze meses após o final do ensaio. Todos os efeitos adversos identificados foram associados com complicações do parto prematuro e não da ingestão da lactoferrina.

“Enquanto um grande ensaio clínico é necessário, antes de a lactoferrina tornar-se um protocolo de tratamento padrão nas UTINs, os resultados deste estudo mostram a segurança da lactoferrina e fornecem um relatório inicial de eficiência na redução de infecções hospitalares”, afirma o pediatra.

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Dicas para viagens com bebê nas férias

Pediatra destaca os cuidados e a preparação da bagagem dos bebês e crianças viajantes

dicas de viagens com bebês e crianças - Foto: Ben_Kerckx / pixabay.com

Férias é a época perfeita para viagens em família. Mas colocar o pé na estrada com um bebê exige alguma preparação para garantir que será um tempo de ouro e não de sufoco.

Do desconforto dentro do avião a contatos de emergência e caixinha de remédios, Dr. Jofre Cabral, pediatra e neonatologista da Perinatal, dá algumas dicas e soluções para os problemas mais comuns que podem acometer quem está planejando colocar o pé na estrada pela primeira vez com o bebê. Confira:

  • No avião
    Nos procedimentos de decolagem e pouso é comum que a criança sinta a pressão no ouvido e isso lhe cause desconforto. Porém, o movimento de sucção ao mamar, geralmente, é o suficiente para aliviar esse problema. Caso a criança continue reclamando, faça calor no ouvido, com a própria mão ou uma cobertinha, para diminuir essa pressão.
  • Farmácia
    Dr. Jofre sugere uma consulta antes da viagem para ver se o bebê precisa de algum medicamento específico. Para os casos mais comuns, é recomendado um antitérmico e um termômetro para febre, mordedores para os dentinhos, soro fisiológico, creme para assaduras, filtro solar, pinças pequenas para o caso de farpas ou ferrões de insetos, pomadas cicatrizantes, gaze, tesourinha, esparadrapo para feridas e remédio para gases. Antibióticos são desnecessários e todos os medicamentos prescritos precisam ser transportados juntos com suas receitas.
  • Sol e estrada
    Para crianças acima de seis meses de idade é sempre importante aplicar o filtro protetor solar e respeitar os horários de exposição segura ao sol antes das 10h e depois das 16h. Caso ele seja um pouquinho mais novo, não pode usar protetor e, por isso, o cuidado é ainda maior. Leve um chapéu, fique na sombra e não permita que o bebê fique exposto por mais de 15 minutos. Em viagens de carro, é bom cobrir as janelas para evitar que o sol atinja o bebê. Para viagens a locais frios e nevados, roupa adequada e manteiga de cacau, para proteger os lábios.
  • Emergência
    Para evitar sustos, o médico sugere levar o telefone do pediatra e dos contatos de emergência. Não esquecer a carteirinha do plano e ter conhecimento dos hospitais mais próximos da região em que ficará hospedado. Também é importantes que as mães saibam fazer soro caseiro para o caso de desarranjos intestinais. A receita recomendada pelo UNICEF é: uma medida rasa de sal da colher padrão para duas medidas rasas de açúcar em um copo com água. A colher padrão é distribuída gratuitamente nos postos de saúde e farmácias populares.
  • No hotel
    O médico sugere também que a mãe fique atenta às cozinhas dos hotéis, para verificar a possibilidade do preparo rápido de refeições específicas para a criança ou ainda se permitem que a mãe possa preparar a comida do bebê. Em relação à amamentação, a orientação é não carregar o leite. “O melhor meio de transporte do leite é dentro do seio. Mas, caso ela deseje levar, vale lembrar que o leite deve ser conservado na geladeira por 24 horas. Se congelado, dura até 15 dias”.
  • Na estrada
    Em viagens de carro, a segurança fica em primeiro lugar. “A cadeirinha com o cinto de segurança adequado é fundamental para o transporte do bebê e a mãe deve retirá-lo dela com o carro totalmente desligado. Os pais devem também garantir que haja cintos disponíveis para todos da família e programar paradas a cada três horas para olhar o bebê ou a cada vez que ele reclamar”.
  • Turistando
    Na cidade, o pediatra dá algumas dicas para o dia: bebês mais novos podem ficar tranquilamente no canguru ou no sling, desde que estejam confortáveis. Já crianças mais velhas, terão mais liberdade se caminharem. Recomendo também aos pais que levem um edredom pequeno ou uma toalha mais grossa para o caso de querer colocar a criança na grama ou na areia. Dessa forma, podemos evitar surpresas como mordidas e/ou picadas de animais e insetos.

Boa viagem a todos!

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/dicas-para-viagens-com-bebe-nas-ferias/

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Amamentando o seu bebê

Independentemente de você amamentar no peito ou usar a mamadeira, a hora da mamada é uma ótima oportunidade de criar laços com seu bebê. Saiba mais sobre as opções abaixo e converse com seu médico para saber a melhor forma de alimentar seu pequeno.

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Amamentar pode ser muito mais para o seu bebê

Pesquisas demonstram que uma rotina de toques leva a um melhor desenvolvimento fisiológico, cognitivo, emocional e social. Os primeiros vínculos emocionais do seu filho são feitos a partir do contato físico e servem como a base para o crescimento emocional e intelectual no decorrer da vida.

Então, enquanto você segura seu bebê nos braços, seja para amamentar no seio ou na mamadeira, ele está recebendo os benefícios do seu toque (e de seu cheiro), além dos nutrientes de que precisa, promovendo o desenvolvimento feliz e saudável.

Aleitamento materno

Muitos profissionais de saúde concordam que nada é melhor para os bebês do que o leite materno. Em termos nutricionais, ele é feito sob medida para o seu filho. Tem todas as vitaminas e minerais de que o bebê precisa, é mais fácil de digerir do que o leite em fórmula e há menos probabilidade de causar reações alérgicas. O aleitamento materno permite que a mãe passe os anticorpos do seu próprio corpo pelo leite para reforçar a defesa do bebê contra infecções. Além disso, o seu leite se adapta naturalmente às mudanças nas necessidades do seu filho, no decorrer das semanas ou meses.

Outras formas de nutrir

Às vezes, é claro, as mães não podem amamentar por conta de problemas médicos ou outras circunstâncias especiais. Converse com o pediatra sobre a melhor forma de alimentar seu bebê. Não importa como você decida alimentar seu pequeno: sempre assegure-se de segurá-lo enquanto o alimenta.

O carinho que vem com a amamentação ajuda a construir laços fortes de afeto entre vocês. Convide seu parceiro para participar a hora da amamentação é uma oportunidade perfeita para que seu bebê e seu parceiro se aproximem cada vez mais.

Fonte do Site: https://www.johnsonsbaby.com.br/preparando-se-para-o-bebe/alimentando-seu-bebe 

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A primeira mamada na cesariana e parto normal

A Organização Mundial da Saúde preconiza que a primeira mamada ocorra logo na primeira hora de vida do bebê

Um estudo realizado pela Universidade Federal Fluminense, Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e Secretaria da Saúde de Queimados (RJ) demonstrou em números o que já se via na prática em maternidades: mulheres que realizam cesariana (parto preferido por muitas mulheres) demoram mais tempo para amamentar seus filhos pela primeira vez.

No parto normal, a demora da primeira mamada é em média 4 horas. Já os bebês nascidos de cesariana demoram cerca de 10 horas para se alimentarem pela primeira vez no peito da mamãe.

Pai ao lado da esposa e seu bebê recém-nascido - foto: Halfpoint/ShutterStock.com

A fonoaudióloga Jamile Elias explica porque a amamentação no parto normal é mais rápida. “É mito dizer que as mamães que fazem cesariana ficam mais cansadas e demoram para se recuperar e poder amamentar. O motivo está na diferença da ação hormonal do organismo das mulheres que realizam parto normal e cesariana”, conta a profissional.

No parto normal, a placenta já está pronta e já está tudo pronto para o bebê nascer. Assim que nasce, todos os hormônios estão em perfeita harmonia e há a descida do leite, facilitando a primeira mamada.

O mesmo não ocorre na cesariana; a placenta pode não estar totalmente madura, desorganizando os hormônios, fazendo com que a descida do leite demore mais, prejudicando a primeira mamada do bebê.

O estudo realizado no RJ apontou ainda que das mamães que realizaram o parto normal, 22,4% amamentaram na primeira hora contra 5,8% das mamães que realizaram cesárea.

Faça pré-natal
Um pré-natal bem feito é condição favorável para que médico e mamãe saibam das condições da gestação.

É fundamental amamentar
Todas as mamães e futuras mamães sabem da importância incontestável da amamentação para seu filho e para a saúde da mãe.

Além de suprir todas as necessidades nutricionais do bebê e o imunizar com anticorpos passados pelo leite materno, o ato de amamentar ajuda a mamãe a recuperar o corpo mais rapidamente, prevenindo alguns tipos de câncer e o vínculo mãe-bebê se torna mais forte.

Acesse: http://guiadobebe.uol.com.br/a-primeira-mamada-na-cesariana-e-parto-normal/

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