Tem problema usar talco na pele do bebê?

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Fonte da Imagem: http://www.esperandobebe.com.br

Apesar do cheirinho gostoso, os médicos não recomendam que se use talco em bebês, porque, por ser formado por partículas minúsculas, ele pode facilmente ser inalado e aspirado pela criança, ficando preso nas vias respiratórias e nos pulmões e provocando dificuldades para respirar. O mesmo vale para polvilho.

Além disso, não há comprovação nenhuma de que talco ajude a prevenir ou melhorar assaduras ou outros problemas de pele, como brotoejas.

No caso das assaduras, o melhor é, a cada troca, limpar bem o bumbum do bebê e secar com uma fralda de pano ou outro tecido bem macio, para não irritar ainda mais o local. Depois de bem seco, aplique uma fina camada de creme antiassadura. 

Se quiser usar alguma coisa para dar uma “secada” a mais na pele do seu filho, prefira maisena ou outros produtos à base de amido de milho, já que eles são compostos por partículas maiores. Ainda assim, todo o cuidado é necessário para não passar nem pulverizar nada próximo ao rosto do bebê. Ponha uma pequena quantidade na sua mão primeiro.

Preste atenção também para deixar o produto longe do alcance da criança. Quando for utilizar, tenha cautela no momento de virar a embalagem e evitar que se crie aquela “nuvem” de pó perto de vocês.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x25008283/tem-problema-usar-talco-na-pele-do-beb%C3%AA

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É normal que meu filho volte a se comportar como bebê?

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Fonte da Imagem: www.weltderwunder

É normal uma criança mais velha voltar a agir como bebê. De repente, você começa a perceber que seu filho está regredindo. 

Deixa de falar palavras que já sabia dizer bem, pede a mamadeira ou o peito mesmo depois de já ter abandonado esses hábitos, ou chora porque viu a chupeta na boca de uma criança menor (ou do irmãozinho) e quer voltar ao passado.

Essas regressões comportamentais são normais e esperadas. O mundo da criança muda e se expande muito rápido, e às vezes ela precisa voltar alguns passos para se sentir mais segura. 

Isso acontece especialmente quando há criança nova na família. Além de tudo, um bebezinho parece conseguir muito mais a atenção de todos que a criança “grande”.

Muitas crianças mostram alguma regressão no comportamento quando há uma mudança drástica em sua rotina. Não só a chegada de um irmão, mas também o início da escola, planos de mudança ou problemas na família que sejam percebidas por elas podem gerar insegurança. 

Tente aliviar a tensão sentida por seu filho com muito carinho e atenção, além de tempo ao lado dele. 

O tipo de regressão que deve causar preocupação é a física: por exemplo, a criança conseguia subir no sofá sem problemas e agora não consegue mais. Nesse caso, é preciso falar com o pediatra, porque há algumas doenças musculares, chamadas distrofias, que se manifestam assim.

Outro sinal de alerta é uma regressão significativa na linguagem: a criança já usava expressões de duas ou três palavras e agora mal fala. (Mas falar como bebê, coisa que muitas crianças dessa idade gostam de fazer, é absolutamente normal.)

Regressões físicas ou cognitivas podem indicar algum problema sério, por isso leve seu filho ao pediatra e converse com ele se estiver preocupada.

Também procure orientação médica se a criança tiver grande dificuldade de relacionamento e comunicação como se ela tivesse parado de evoluir nesses aspectos. Esta é uma das características de distúrbios como o autismo.

Quando a regressão é emocional, a melhor saída é manter a calma e se mostrar disponível para a criança. Assim que voltar a se sentir segura, ela vai retomar o nível de maturidade que tinha. 

Se seu filho quiser provar o leitinho do irmão mais novo, você pode deixar, porque é muito provável que ele perceba que não é tão gostoso quanto imaginava.

Caso o comportamento do seu filho seja inconveniente ou ele faça algo que você não queira deixar (como quando ele quer entrar no berço de um bebê ou mamar no peito de uma tia), a melhor reação é mostrar que você sabe o que ele quer, mas que pode oferecer uma alternativa. 

“Sei que era gostoso mamar no peito da mamãe, mas agora você toma o seu leite nesse copinho superlegal. Por que você não vem tomar o seu leite aqui, bem gostoso, no meu colo?”

Outras estratégias podem funcionar se o comportamento estiver durando muito tempo. Você pode inventar uma historinha sobre uma criança que queria voltar a ser bebê, e o que aconteceu com ela quando o desejo foi atendido (enfatizando os pontos negativos, claro, sempre com bom humor!).

Ou brincar, dizendo, sem menosprezo na voz: “Nossa, quem é esse bebezinho aqui? Não estou entendendo nada do que ele fala! Tomara que minha filha, que é uma menina grande e sabida, apareça logo para conversar comigo!”

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A loja TulipaBaby é confiável?

A loja TulipaBaby atua no mercado desde 2011 como loja virtual no segmento móveis em madeira maciça para o Quarto do Bebê. No ano de 2013 inaugurou sua loja física na cidade de Rio Negrinho-SC onde conta com 19 ambientes totalmente decorados.

A empresa possui reflorestamento, serraria, estufas e fábrica própria o que possibilita gerenciar todo o ciclo produtivo, valorizando o consumo sustentável.

Trabalhamos com sonhos, a gestação e nascimento de um bebê são momentos mágicos. Assim, precisamos nos dedicar ao máximo para que os pais confiem em nosso serviço para realizar a compra e principalmente, que nossos produtos e serviços atendam suas expectativas.

  • Além da venda pela internet, trabalhamos com 59 lojistas pelo Brasil todo.

A TulipaBaby segue rigorosamente as normas e regulamentos do INMETRO, todos nossos berços possuem certificação – NORMA ABNT 15860.

Nosso objetivo é transmitir seriedade, confiabilidade, responsabilidade agindo de forma justa e honesta, numa constante busca para a satisfação dos nossos clientes em serviços prestados.

A loja TulipaBaby é confiável? Confira alguns depoimentos de nossos clientes:

Acesse nosso site e confira: http://www.tulipababy.com.br 

A magia das cores no mundo infantil

Estímulos decorrentes da presença de figuras coloridas contribuem para o aprimoramento da capacidade motora e cognitiva, raciocínio, fala, audição, entre outras funções

O uso das cores tem uma ligação direta no desenvolvimento da criança. Estímulos decorrentes da presença de figuras coloridas contribuem para o aprimoramento da capacidade motora e cognitiva, raciocínio, fala, audição, entre outras funções.

Isso acontece porque a criança é completamente influenciada pelas cores desde a fase inicial de vida, se estendendo por muitos anos. As cores alegres e vibrantes comprovadamente chamam a atenção do pequeno. Por esse fato, os pais devem usar e abusar do “mundo colorido” como peça importante também na educação dos filhos.

Você quer um exemplo do poder das cores na mente do bebê? A colocação de argolas ou chocalhos coloridos fixados sobre o berço, carrinho de bebê ou mesmo na cadeirinha de refeição é um excelente estímulo para um nenê de cinco a doze meses de vida, afirma a terapeuta ocupacional Vilma Colmenero, do Hospital Guilherme Álvaro, de Santos/SP.

a magia das cores na infância - Foto: asier_relampagoestudio / Freepik

“As cores das peças atraem o olhar do bebê. Coloque os objetos de modo que ele consiga alcançá-los com as mãos. Esse processo de mexer no brinquedo é um estímulo importantíssimo, pois, inconscientemente, ele estará exercitando a percepção ao tocar na peça, assim como a auto-estima, pois percebe que é capaz de movimentar o objeto. Se isso não bastasse, ele desenvolve a audição, ao ouvir o barulho provocado no contato com o chocalho, e também a coordenação motora”, explica Vilma Colmenero. “Perceba que essa série de exercícios vitais foi possível após a visualização dos objetos coloridos que despertaram sua atenção”, completa.

Educação colorida 

As cores facilitam no processo de assimilação dos ensinamentos por parte dos pais, entretanto, é preciso que eles estejam preparados para utilizar essa importante ferramenta de aprendizado. “Não basta encher a casa de figuras coloridas e não estimular a criança. É fundamental que os pais associem a cor ao objeto. Uma dica é convidar o filho a comer uma deliciosa maçã de cor vermelha. A criança se sentirá estimulada por ser uma fruta de coloração vibrante”, avalia Vilma Colmenero.

Com uma dose de criatividade, os pais podem criar pratos ricos em nutrientes, decorados com cores e formas distintas, que podem ser o atrativo que faltava para que o filho passe a comer alimentos saudáveis. Quanto à higiene pessoal, a utilização de escova de dente ou esponja de banho colorida motiva indiretamente a criança a manter-se limpa.

Fonte do site: http://guiadobebe.uol.com.br/a-magia-das-cores-no-mundo-infantil/

Maquiagem na hora do parto: polêmica ou necessária?

Conheça três dicas para as mães que desejam usar maquiagem no parto

Na era digital, ninguém quer perder nenhum registro dos filhos, inclusive o nascimento, certo? Por isso, a fotografia de parto se tornou uma tendência. Mas um detalhe vem chamando a atenção de quem acompanha esse tipo de ensaio: a maquiagem.

Há quem acredite que a sessão de fotos criou a necessidade do uso de make durante o parto. A fotógrafa Thalita Castanha não concorda. “O que mudou é que, agora, o acesso às fotos do parto é mais amplo e acontece bem mais rapidamente, o que dá a impressão de que mamães arrumadas no hospital é uma moda. Mas não, sempre foi assim”, defende a profissional.

O uso da maquiagem fica a critério da mãe, esclarece Thalita. O mais importante é que ela esteja confortável para o nascimento. “A mãe quer se sentir bonita para receber seu filho e não só para sair bem na foto”, conta.

maquiagem no parto - Foto: Thalita Castanha

Há mais de cinco anos no mercado de fotografia, Thalita é referência em fotografia de parto, newborne ensaio de gestante, chegando a atender até 60 famílias por mês. Para as mães que desejam usar maquiagem no parto, a expert dá dicas:  

  • Quanto mais à vontade você estiver, melhor! As fotos refletem o estado de espírito dos personagens.
  • Prefira os cosméticos que você está acostumada a usar no dia a dia para evitar alergias.
  • Por recomendações médicas, prefira unha curta e use esmalte claro.

Recentemente, Thalita clicou o nascimento dos filhos de Thais Fersoza, Deborah Secco, Juliana Alves e Eliana.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/maquiagem-na-hora-do-parto-polemica-ou-necessaria/

É verdade que meninos sofrem mais de cólica que meninas?

bebê chorando

Ao que parece, a cólica, que inferniza tanto os bebês de até 3 meses, atinge da mesma maneira meninos e meninas. Também não há diferença entre outros fatores, como se primeiro ou segundo filho, ou ser bebê que mama no peito ou que toma mamadeira de fórmula. 

Ninguém sabe por que alguns bebês têm mais cólica que outros, embora haja muitas teorias. 

Um fator de risco, no entanto, foi comprovado: se a mulher fuma durante a gravidez, a probabilidade de o bebê sofrer com cólica é maior. Se seu bebê ainda não nasceu e você fuma, a perspectiva de lidar com o choro permanente do bebê pode ser um bom incentivo para largar o cigarro. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x5400055/%C3%A9-verdade-que-meninos-sofrem-mais-de-c%C3%B3lica-que-meninas

O valor da brincadeira

Na infância, brincar é mais importante do que as atividades acadêmicas

Não é incomum vermos crianças brincando de super-heróis combatendo monstros imaginários. Por que será que elas passam tanto tempo no mundo da fantasia? Brincar com os outros é muito importante para o desenvolvimento de uma criança, além de ajudá-la a fazer, e manter, amizades. Quando as crianças brincam elas aprendem a cooperar, a distinguir os momentos de liderar ou de seguir outro líder, além de desenvolver uma capacidade de resolução de problemas.

Brincar é uma das mais importantes maneiras que as crianças que ainda não têm o domínio da linguagem podem expressar seus sentimentos. Isso significa que brincar é a linguagem das crianças, principalmente das pequenas. A partir do momento em que as crianças começam a brincar juntas, passam a aprender sobre relacionamentos. À medida que crescem, o jogo ensina as crianças a aguardarem a vez, a partilharem os brinquedos, a respeitarem as regras. Mas, tenha em mente que o objetivo de brincar deve ser relaxar e se divertir! Brincando, a imaginação do seu filho cria asas! Ao ouvir, olhar, tocar, provar e cheirar, ele começa a aprender sobre o mundo e a realidade que o cerca. Brincar sempre fez parte do aprendizado e crescimento infantil, além de proporcionar prazer e diversão.

Duas crianças brincando com cubos coloridos - Foto: Oksana Kuzmina/Shutterstock.com

Os brinquedos que permitem que as crianças usem a imaginação e criem as próprias brincadeiras são os mais adequados para qualquer idade! Muitos brinquedos que são comprados para as crianças não têm essa flexibilidade e não oferecem a oportunidade delas explorarem e criarem. Alguns “brinquedos” que nunca saem de moda são: papel e tinta, água e areia, argila e massinha de modelar, panelinhas e potes, blocos de madeira, roupas velhas para se fantasiar, caixas de todos os tamanhos e formas. Alguns brinquedos e recursos (como vestir fantasias) ​​que permitem que as crianças sejam criativas são de mais valor do que um monte de brinquedos!

Outro item essencial para as brincadeiras: música! A música é importante para as crianças a partir do momento em que nascem. Canções e ritmos ajudam as crianças a relaxarem e se sentirem confortadas quando estão tristes ou chateadas. Dançar e cantar ajuda o desenvolvimento de consciência corporal, linguagem, compreensão da cultura. A música pode tornar-se uma forma de sentir alegria e prazer, e de lidar com o estresse.

Incentive seu filho a brincar! Na infância, muito mais importante do que as atividades acadêmicas é o tempo livre que as crianças têm para brincar. Não subestime o valor de uma brincadeira! Brincar é tão importante no desenvolvimento infantil que é reconhecido pela ONU como um direito de toda criança. Brincar é saudável, reduz o estresse e o risco de obesidade, desenvolve habilidades cognitivas, físicas e sociais, além de ser muito divertido!

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/o-valor-da-brincadeira/

10 remédios que você não deve dar para crianças

Todo cuidado é pouco com remédios para crianças!

Consulte sempre o médico antes de dar um remédio pela primeira vez para o seu filho. Os bebês, em especial, são bem mais suscetíveis do que os adultos a reações adversas a medicamentos. Se o bebê vomitar ou ficar com marcas, manchas ou bolinhas avermelhadas na pele após tomar algum remédio, avise o médico o quanto antes.

Aspirina

Nunca dê aspirina ou qualquer outro remédio que seja combinado com aspirina, mesmo que seja chamado de infantil (sempre leia as bulas para verificar a fórmula; aspirina aparece com o nome de ácido acetilsalicílico).

Aspirinas podem levar à Síndrome de Reye, uma doença rara, porém bastante grave, que atinge o cérebro e o fígado.

Além da aspirina, outros remédios conhecidos que contêm ácido acetilsalicílico na fórmula são AAS, Bufferin e Melhoral.

Antirresfriado, antigripal e descongestionante

Diferentes órgãos de saúde nacionais e internacionais alertam os pais para não darem remédios para gripe ou resfriado a seus filhos. Só use descongestionantes e xaropes sob orientação médica, já que, em vez de fazerem bem, eles podem acabar fazendo mal.

Entre os efeitos colaterais de remédios errados para crianças estão apatia, falta total de sono, problemas intestinais, bolinhas avermelhadas na pele, aumento do ritmo cardíaco e até convulsões.

Tente soluções caseiras para tentar aliviar os sintomas, como elevar o colchão do bebê para ele respirar melhor, colocar um umidificador/vaporizador no quartinho, além de dar bastante líquido ao longo de todo o dia.

Remédio para diarreia

Medicamentos para conter diarreia não são indicados para crianças de qualquer idade, não só pela toxicidade que podem apresentar, mas também pela possibilidade de piorar gravemente uma infecção bacteriana, podendo levar até a infecções generalizadas.

Em casos de diarreia aguda, o mais urgente é manter a hidratação (o médico pode prescrever algum remédio para conter vômitos se também estiverem presentes) e tratar a febre para evitar maior perda de líquido pelo corpo.

Remédio de adulto

É um perigo dar remédio de adulto para crianças, mesmo que em doses muito menores. Se a embalagem e a bula não indicarem que o medicamento é infantil e deve ser administrado de acordo com o peso e a idade do seu filho, não dê de jeito nenhum.

Medicamento de outra criança ou para outro problema

Remédios receitados para outra criança (mesmo que seja um irmãozinho) ou para tratar outro problema podem não funcionar ou até ser perigosos para o bebê. Por mais caro que seja, se tiver que comprar outro, compre. 

Só dê para o seu filho aquilo que foi recomendado pelo médico para ele e para o atual problema dele.

Qualquer coisa fora da validade

Quando perceber que um remédio perdeu a validade, jogue fora, mesmo que seja um simples analgésico. 

Depois que passam do prazo de validade, os medicamentos podem não surtir mais o efeito desejado ou até se tornarem perigosos.

Dose a mais analgésico ou antitérmico

Alguns remédios contêm combinações de substâncias para ajudar a aliviar dor ou baixar a febre, então tenha muito cuidado se for dar uma dose a mais de algum medicamento ou um medicamento diferente em horário próximo, achando que não está dando a mesma coisa. Isso é especialmente comum e perigoso no caso de substâncias como o paracetamol (nome genérico do Tylenol), muitas vezes acrescentado à fórmula de outros remédios.

Doses elevadas de paracetamol são tóxicas ao fígado e podem levar até à morte, por isso todo cuidado é pouco.

Na dúvida sobre a formulação de diferentes remédios, antes de dar para o seu filho, converse primeiro com o médico ou com um farmacêutico.

Fórmula, chá ou remédio natural

Embora produzidos a partir de substâncias naturais, esses medicamentos não deixam de ter elementos químicos que interagem com o organismo do bebê. Podem ter inclusive álcool na formulação, e não são controlados pelos órgãos de vigilância da mesma forma que os remédios comuns.

Lembre de que até chá de ervas pode conter substâncias prejudiciais ao corpo de uma criança, portanto não deve ser dado a menos que indicado pelo médico.

Pastilhas ou comprimidos mastigáveis

Comprimidos mastigáveis ou remédios em pastilha podem acabar presos na garganta de uma criança, então, se for recomendado que você use algum medicamento neste formato, pergunte ao médico se pode dissolvê-lo antes em um pouco de papinha doce (caso seu filho já coma alimentos sólidos) ou fruta amassadinha.

Pomada, creme ou gel com cânfora

Só podem ser utilizados, ainda assim com todo o cuidado e monitoramento para que não sejam ingeridos ou lambidos, em crianças acima de 2 anos. 

Remédios com cânfora na fórmula, como Caladryl ou Vick Vaporoub, podem ser tóxicos para o bebê e levar até a morte em caso de serem engolidos por acidente, mesmo em quantidades minúsculas.

Fonte do Site: brasil.babycenter.com

Devo parar de usar lencinhos se a assadura do bebê piorar?

mãe trocando o bebê

Por mais convenientes que sejam, muitos lencinhos umedecidos contêm substâncias químicas que podem irritar a pele do bebê. Isso, porém, não quer dizer que com certeza causarão problemas de pele. Tudo depende da sensibilidade de cada criança. Além disso, lencinhos em si não provocam assaduras.

As assaduras comuns costumam aparecer em função de muita umidade na região do bumbum (junto com a exposição às fezes e urina) ou quando a pele é muito esfregada na hora da limpeza, seja com lencinhos, fralda de pano ou algodão molhado em água, e acaba se esfolando um pouco. 

Se seu filho tiver alguma reação ou vermelhidão na pele, ou ainda uma assadura que não passa, é melhor sim parar de usar os lencinhos e só limpar o bumbum com algodão levemente molhado na água morna ou direto no chuveiro/chuveirinho. Às vezes você pode também tentar mudar de marca de lencinho para testar se é isso que está causando alguma reação

Só não exagere na limpeza com lencinhos (depois de toda troca de fralda de xixi, por exemplo), porque aí a região do bumbum pode acabar ficando sempre úmida e, consequentemente, mais suscetível a assaduras. Algumas mães secam a pele do bebê com uma fraldinha de pano ou algodão seco depois de passar o lenço umedecido, para tirar o excesso de umidade.

Muita gente também prefere só usar os lencinhos fora de casa e algodão com água no dia a dia.

Febre na criança pequena

Febre sempre deixa os pais preocupados, mas é importante lembrar que ela é um processo comum, que vai se repetir muitas vezes na vida da criança. A febre faz parte da defesa natural do organismo do bebê contra uma infecção.

Criança chorando com mão na boca

Meu filho está com febre. O que fazer?

Tradicionalmente, considera-se febre uma temperatura acima dos 37 graus Celsius ou centígrados, observada num termômetro colocado embaixo do braço. Mas algumas crianças podem ter a temperatura mais alta, de até 37,5 graus, mesmo que não haja nada errado.  Por isso, os médicos consideram febre mesmo temperaturas acima de 37,5 graus (para alguns médicos, pode ser acima de 37,8).  Entre 37 e 37,5 graus, a criança está subfebril, ou com uma febrícula. Veja nossas orientações sobre como tirar a temperatura da criança e que tipo de termômetro usar.

Por que a febre aparece?

A febre, em geral, é uma indicação de que o organismo está combatendo algum tipo de infecção. Os macrófagos, células que patrulham o corpo, estão sempre em alerta. Quando encontram algo estranho como vírus, bactérias ou fungos, eliminam o maior número que conseguem. 

Ao mesmo tempo, pedem ajuda, mandando sinais para o cérebro elevar a temperatura do corpo. Só essa elevação já é capaz de matar alguns tipos de bactéria. O processo também parece acelerar a produção de glóbulos brancos e de substâncias que matam os intrusos. 

Por isso, antes de se apavorar, é preciso lembrar que a elevação da temperatura faz parte do processo natural de combate à infecção. A febre em si não é necessariamente prejudicial. 

Algumas vezes pode não ser tão claro por que seu filho está com febre, mas há alguns motivos mais comuns: 

  • Gripe;
  • Resfriado;
  • Inflamação na garganta;
  • Infecção no ouvido;
  • Infecção urinária;
  • Doenças respiratórias, como pneumonia ou bronquiolite;
  • Vírus que causam “pintinhas” pelo corpo, como catapora;

Como faço para distinguir uma febre sem gravidade de uma mais grave?

Mais importante que a temperatura em si é o comportamento da criança. 

Se ela estiver com febre de até 38,5 graus, mas estiver comendo bem, brincando e tranquila, há menos razão de preocupação que no caso de uma criança com febre de 37,8 graus junto com choro inconsolável ou prostração.

Procure o médico se a febre estiver acima de 39,5 graus, ou se a criança estiver agindo estranho, muito abatida. Não deixe de mencionar qualquer outro sintoma para o pediatra, para que ele tenha mais dados para fazer um diagnóstico. 

Fique de olho nos seguintes sintomas, que podem indicar algo mais grave:

  • A criança apresenta manchinhas vermelhas na pele, que não clareiam quando você as aperta, ou se tem¬ manchas vermelhas grandes. Esses são sinais de uma infecção bacteriana grave.
  • A criança tem dificuldade para respirar, ou está ofegante. Pode ser pneumonia.

Lembre-se: A temperatura do corpo costuma aumentar no início da noite, em geral. Por isso é esperado que a febre piore um pouco nesses horários.

Para bebês de menos de 3 meses, as orientações são diferentes.

Caso você consiga baixar a temperatura de seu filho de 1 a 3 anos com antitérmicos (como paracetamol, ibuprofeno ou dipirona), e ele não esteja muito abatido, você pode esperar pelo menos 24 horas para levá-lo ao médico. 

Antes disso, é provável que o especialista não consiga fazer nenhum diagnóstico, e peça para você apenas observar o seu filho.

Evite levar a criança sem necessidade ao pronto-socorro, para não expô-la a outros vírus e bactérias num momento em que o organismo dela já está um pouco fragilizado.

Mas confie nos seus instintos e procure atendimento imediato se sentir que se trata de alguma doença mais grave.

Preciso baixar a febre a qualquer custo?

Você só precisa baixar a febre do seu filho se ele estiver se sentindo desconfortável demais (chorando o tempo todo, reclamando, vomitando). Ou se ele já tiver tido uma convulsão febril alguma vez (leia abaixo sobre as convulsões).

Por um lado, o aumento da temperatura ajuda a combater os microorganismos que possam estar causando a infecção. Por outro, se a criança estiver se sentindo muito mal por causa da febre, vai ter dificuldade para beber e comer, e isso pode atrapalhar sua recuperação. 

Nunca dê aspirina a crianças de menos de 16 anos, porque o ácido acetilsalicílico já foi ligado a uma síndrome rara, que pode ser fatal, a síndrome de Reye. Além disso, esse tipo de medicamento pode causar problemas estomacais e hemorragias, porque afeta a coagulação do sangue. 

Durante a febre, mantenha seu filho vestido com as roupas adequadas para a temperatura ambiente, nem agasalhado demais nem de menos. Capriche na ingestão de líquidos. Uma criança com febre pode ficar desidratada só pela transpiração, mesmo que não esteja com diarreia ou vômitos. Quando a criança está desidratada, o uso de antitérmicos é menos eficaz e pode ser até mais tóxico. 

Além disso, bem hidratada, ela reage melhor às doenças. Portanto abuse dos líquidos. Você também pode dar um banho morno. Se tiver dado um antitérmico, pode dar o banho cerca de 40 minutos depois. Mas o banho não é imprescindível só dê se você achar que seu filho vai se sentir melhor. 

É melhor baixar a temperatura aos poucos que muito rápido. O banho precisa ser confortável para a criança, e nunca use álcool, nem no banho nem em compressas (como se fazia antigamente). 

O que é a convulsão febril?

Quando a temperatura da criança sobe muito rápido, pode acontecer de ela ter uma convulsão. Fica pálida, os músculos ficam rígidos ou ela faz movimentos estranhos, e às vezes perde a consciência. A convulsão febril assusta muito, mas não costuma deixar nenhuma sequela. 

Se por acaso seu filho tiver uma convulsão, você não precisa segurar a língua dele. Ele não vai engoli-la. 

Apenas tire alguma coisa que esteja em sua boca, como chupeta ou alimentos. Não o segure, mas tente mantê-lo com a cabeça de lado, para evitar o risco de ele engasgar com a saliva ou com um possível vômito. 

Um dado que ajuda bastante o médico é saber quanto tempo a convulsão durou. Portanto, se conseguir, olhe no relógio. 

Normalmente essas crises só duram 20 segundos, e é raro passarem de dois minutos. Se quatro minutos passarem e a convulsão não acabar, a criança deve ser levada para o pronto-socorro. 

Se a convulsão tiver passado e a criança estiver agindo normalmente, não é preciso correr para o hospital. 

Caso tenha acesso ao médico por telefone, fale com ele imediatamente e procure orientações. Se não, marque uma consulta ou leve seu filho com calma ao hospital. Podem ser pedidos exames complementares. 

Os episódios de convulsão normalmente acontecem entre os 6 meses e os 6 anos de idade, mas são mais comuns antes dos 2 anos. 

A criança tende a ter convulsão uma vez só (felizmente!), e há indícios de componente familiar: se o pai ou a mãe tiveram convulsão febril quando crianças, a probabilidade de o filho ter é maior. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a3400353/febre-na-crian%C3%A7a-pequena