15 formas divertidas de anunciar a gravidez

Anunciar a gravidez de forma divertida é uma maneira legal de envolver os amigos nesse momento emocionante. Hoje em dia, com as redes sociais, muitos pais acabam aproveitando para divulgar online com fotos.

Quando a Fê engravidou do Bento o anúncio foi feito aqui no blog pela Luisa, lembram? Foi um post super fofo e criativo! Selecionamos 22 formas divertidas de anunciar a gravidez para vocês se inspirarem. Confiram!

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Fonte do Site: http://chegueiaomundo.com.br/categoria/mamaes-e-papais/page/3/

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A criança de dois anos

A partir dos dois anos, tem início uma grande transformação no comportamento da criança. É uma fase cujo pico ocorre entre 3 e 4 anos, declinando gradualmente

Em primeiro lugar, os pais devem saber que seu “bebê” deixou de sê-lo e se tornou uma criança. Não se trata apenas de nova nomenclatura. Há de se mudar o jeito de tratar o filho, pois ele já está pronto para algumas novidades na relação familiar.

Nessa idade, a criança começa a distinguir o “certo” do “errado”, não só pelas atitudes em si, mas também pelo olhar crítico dos pais ou mudança de postura deles. Assim, pode-se dizer que ela tem percepção que certas ações terão determinadas consequências, tanto para as aceitáveis como não aceitáveis.

Por este motivo, é muito importante elogiá-la quando fizer algo esperado, construtivo e orientá-la quando for o contrário. São estas medidas que a ajudam a manter ou deixar certos comportamentos e atitudes.

Interessante ressaltar que apesar de adquirir essa consciência, é justamente quando estiver mais próxima dos três anos que começa a tentar violar as regras sociais e familiares. Muitas vezes o faz apenas por diversão, esperando arrancar risos dos adultos e irmãos. Assim, pode jogar o prato de comida no chão ou os talheres utilizados quando estiver satisfeita, rir dos erros de outras pessoas, desobedecer ordens.

Nessa fase, é capaz de formar frases curtas como: eu subo, eu faço. Tem noção que pode influenciar outras pessoas e também de que adquiriu novas capacidades, dentre elas, saber nomear objetos corretamente, bem como, o tipo de roupa que se usa para dormir, brincar ou passear.

Adora dirigir o comportamento dos outros, determinando, numa brincadeira, quem faz qual personagem ou quem usa qual brinquedo, justamente por ter o senso de influência.

Se vê uma pessoa ou criança em sofrimento, fica preocupada e pode se aproximar para lhe oferecer carinho e conforto. É uma busca dentre suas próprias vivências emocionais, quando também foi amparada e protegida.

Criança de 2 anos com fone de ouvido - foto: Iakov Filimonov/ShutterStock.com

Pode se tornar mais possessiva em relação aos seus brinquedos, exercendo controle sobre eles, ou seja, ela decide se outra criança pode ou não mexer em suas coisas.

Tem início a fase do “não”, o que não significa que não queira de fato, apenas diz não para quase tudo, numa tentativa de autonomia e desprendimento, rumo à independência. É o desejo crescente de controlar seu próprio mundo e de se sentir poderosa. Aos poucos, vai abandonando esse comportamento, principalmente ao perceber que não é necessário para se autoafirmar.

Os pais se assustam com tanta mudança, afinal até recentemente seu filho era um bebê tão fácil de lidar, obediente e dócil.

É comum a criança dessa idade querer escolher o que vestir. Para evitar estresse desnecessário, separe duas ou três peças de roupas adequadas ao clima e passeio, coloque-as sobre a cama e peça para decidir dentre elas. A criança se sentirá fortalecida, respeitada e aceita.

O maior desgaste emocional entre pais e filho se dá fundamentalmente pelo fato de alguns não aceitarem que ele cresceu, tem vontade própria e desejam continuar a tratá-lo como bebê completamente dependente, não permitindo que exerçam sua individualidade e autonomia. Ou seja, ao invés de oferecer opções adequadas, decidem por ele o que deverá usar ou fazer.

Apesar de crítica, é uma fase de desenvolvimento saudável e normal e que necessita de muita compreensão e paciência.

Para não tolher a luta incessante pela independência, os pais devem ser mais flexíveis, negociando com a criança o que pode ser alterado, porém as regras e limites básicos terão que ser mantidos e respeitados sempre, com consistência e de comum acordo entre os responsáveis.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/a-crianca-de-dois-anos/

Pilates no pós-parto

Durante o curso da gravidez, os músculos abdominais se distenderão mais de 50 por cento do seu comprimento original

O período pós-parto é muito emocionante para a maioria das mulheres, mas também pode ser muito estressante, pois elas estão passando pelo processo de cura de seus corpos após o nascimento e, além disso, tem que lidar com drásticas alterações hormonais e ajustar a sua vida com um recém-nascido. A maioria das novas mamães está fisicamente exausta e pode ter oscilações emocionais extremas.

Para trabalhar com pacientes no pós-parto, os instrutores de Pilates devem entender sobre as transformações físicas e hormonais que ocorrem durante o ciclo gravídico-puerperal e como elas afetam o sistema musculoesquelético.

É de conhecimento comum que os músculos abdominais esticam muito ao longo da gravidez, e é um desafio ajudar as mulheres a restabelecerem o comprimento e a força apropriados desses músculos extremamente importantes. Durante o curso da gravidez, os músculos abdominais se distenderão mais de 50 por cento do seu comprimento original.

Aproximadamente no quinto mês de gravidez, a maioria das mulheres começará a notar que seu músculo abdominal se moveu lateralmente, isso é chamado de diástase do músculo reto abdominal. A diástase é uma ocorrência normal, e é realmente uma resposta protetora do organismo devido a ação hormonal que atinge estruturas articulares e ligamentares do corpo. Depois de algum tempo após o nascimento, os músculos abdominais encurtarão devido às demandas das atividades normais da vida diária, mas sem exercícios específicos, dificilmente retornarão ao seu estado pré-gravídico.

As mudanças posturais da gravidez devem ser vistas como um estado ortopédico em mutação. Médicos ortopedistas e fisioterapeutas sabem que quanto mais cedo tratar a fraqueza muscular após um evento traumático, mais cedo o corpo se recupera. Da mesma forma, após o nascimento, quanto mais cedo as mulheres começam a fazer exercícios suaves de apoio, mais rápido elas vão recuperar seu tônus ​​muscular, força e postura.

Além disso, pessoas que fortalecem seus músculos antes e imediatamente após uma cirurgia têm um melhor resultado de reabilitação. Portanto, essa mesma lógica deve ser aplicada às mulheres após uma cirurgia de cesariana. As mulheres que começam a fortalecer os músculos abdominais e abordar o tecido cicatricial no início terá um melhor resultado.

pilates no pós-parto - Foto: UptownFitness / pixabay.com

Os exercícios mais importantes que as mulheres devem se concentrar nas primeiras seis semanas após o nascimento são para os músculos da camada profunda do abdome (músculo transverso abdominal) e fortalecimento do assoalho pélvico (responsáveis pela continência urinária e fecal). As primeiras seis semanas costumam ser exaustivas para as mulheres, e geralmente é difícil elas se organizarem para fazer o exercício. No entanto, é importante separar alguns minutos por dia para ativar esses dois grupos musculares.

Outros exercícios úteis são aqueles que se concentram na respiração, visando reeducar o diafragma. Após as primeiras seis semanas, muitas mulheres, embora ainda esgotadas, tendem a ter uma maior motivação para começar a se exercitar. Neste momento, o foco deve ser no avanço do programa de estabilidade central, mas com ênfase no fechamento da diástase.

Em média, a maioria das mulheres leva cerca de seis meses a um ano para recuperar totalmente a integridade dos abdominais. Portanto, este é um processo lento e que não deve ser apressado. Avançar rapidamente com o fortalecimento pode comprometer a união dos músculos abdominais.

Uma vez que a diástase é fechada completamente, é possível começar um trabalho abdominal mais avançado. É preferível que a mulher tenha adquirido consciência suficiente para ser capaz de sentir que ela está “atraindo” e “unindo” os músculos quando realiza os movimentos.

Outro foco importante no pós-parto é a restauração da posição da caixa torácica. Durante a gravidez, as costelas se abrem consideravelmente. A caixa torácica muda de diâmetro em até 2 cm. Por esse motivo, é necessário restaurar a posição da caixa torácica, pois isso também afeta o comprimento de todos os músculos que se prendem à ela.

A postura também deve ser restabelecida após o parto, pois a gravidez provoca grandes alterações.Todas as curvas da coluna se tornam mais exageradas, o que muitas vezes persiste no pós-parto. Ficar mais consciente dos hábitos posturais errados é o primeiro passo para corrigi-los.

O método pilates, quando bem instruído, é ideal para auxiliar a recuperação do corpo após o parto, pois seus exercícios promovem aumento da resistência e força muscular, além de melhorar a consciência corporal. Outra vantagem, é que como os movimentos são controlados, é possível inserir a participação do bebê nas aulas. Assim não tem desculpa para retomar a forma e cuidar da saúde.

Thalita Freitas é fisioterapeuta especialista em Saúde da Mulher pela Faculdade de Medicina da USP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na área de reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/pilates-no-pos-parto/

Gestação saudável: nada de comer por dois, nada de fazer regime

Esqueça a crença popular de que a gestante deve comer por dois. Por outro lado, se você já engravidou acima do peso, essa não é a hora de fazer regimes e tentar perder peso

A gravidez é um estado de graça. Deixa a mulher encantada, sentindo-se fecunda. Em breve, ela dará a luz a um pequenino ser, que muito rapidamente crescerá e estará sempre sedento de afeto e nutrientes. Sabiamente, essa simbiose entre a mãe e o feto sempre priorizará e protegerá o mais fraco, mesmo antes que ele nasça. O bebê sempre será alimentado, independentemente, de a mãe ter se alimentado ou não. Muitas vezes, neste processo, o bebê é contemplado com as reservas de glicose da mãe, o que origina um grande mal estar a ela, com tonturas, escurecimento visual, tremores, sudorese e perda de consciência. As crises de hipoglicemia são muito frequentes durante a gestação.

Do ponto de vista nutricional, a principal orientação pré-natal é que a futura mamãe consiga alcançar seu peso ideal antes de engravidar, seguindo um plano nutricional que lhe permita levar uma gestação saudável. Nada de restrições severas, de perdas abruptas, de jejum prolongado. Na literatura médica, há diversos estudos científicos que confirmam o risco duas vezes maior de má formação cerebral e medular em fetos de mães que iniciaram a gravidez com IMC (Índice de Massa Corpórea = peso em kg dividido pela altura em metros ao quadrado) de 28 ou mais.

Ao longo dos anos, a medicina também constatou que a suplementação de ácido fólico e vitamina B12, antes da concepção, pode reduzir a incidência da má formação cerebral e medular – Doenças do Tubo Neural em até 90 por cento. Atualmente, a suplementação vem sendo realizada de maneira profilática em mulheres que pretendem engravidar no mundo todo. A gestação é uma fase da vida onde a suplementação vitamínica é menos polêmica e mais uniformemente aceita. A ingestão de um suplemento vitamínico/mineral diário fornece um aporte nutricional muito bem-vindo nessa fase tão importante da vida.gestante não deve comer por dois - Foto: kzenon / shutterstock.com

Necessidades calóricas x peso na gestação

Nos primeiros três meses de gestação, as necessidades calóricas da gestante não diferem daquelas indicadas antes da concepção, ou seja, de 1800-2300 kcal/dia. Nos dois trimestres subsequentes e no período de lactação, suas necessidades aumentam de 300 a 500 kcal/dia, ou seja, alcançando um total de 2100 a 2800 kcal/dia.
A lactação isoladamente poderá ou não auxiliar a mãe a ter novamente o peso anterior à gestação. Aparentemente, as mães que têm gestações com duração de tempo normal e que amamentam perdem, consideravelmente, mais peso no pós-parto do que aquelas que não amamentam ou das que o fazem por um curto período de tempo.

Espera-se que no primeiro trimestre da gravidez, a gestante não ganhe peso ou o faça de maneira muito discreta. O incremento no peso corporal, a partir do quarto mês de gestação, deverá ser programado de acordo com o peso da futura mamãe no início da gestação.
Assim, quando a mulher inicia a gestação acima do peso ideal deverá ser orientada a seguir uma dieta que propicie um acréscimo em seu peso de cerca de 300 g/semana e 7/8 kg ao fim da gestação. Caso ela esteja dentro do peso ideal, esse incremento deverá ocorrer na ordem de 350-400 g por semana e entre 10/14 kg ao final da gestação. E se a gestante estiver abaixo do peso ideal, seu objetivo quanto ao ganho de peso deverá ser algo na ordem de 500 g/semana e 14-15 kg ao término da gestação.

Macro e micronutrientes

Geralmente, não deve haver diferenças significativas nas porções dos macronutrientes (carboidratos, gordura e proteínas) na alimentação das gestantes em relação às não gestantes. A proporção ideal continua sendo 50% de carboidratos, 30% de gorduras e 20% de proteínas. Mais especificamente, os carboidratos devem ser preferencialmente complexos a partir de frutas, verduras, cereais e grãos integrais.

As gorduras devem compor menos de 10% na forma saturada, com os restantes 20% na forma de poli e monoinsaturadas. Isso quer dizer: menos manteiga, maionese, carnes gordas e mais leite e derivados desnatados e magros. As proteínas devem ser escolhidas com o objetivo de reduzir as gorduras saturadas e colesterol. Devem ser evitados picanha, contra-filé, queijos amarelos, linguiças e embutidos gordurosos.

Não há restrições na ingestão de doces, se a gestante estiver dentro do seu peso ideal. Deverão ser priorizados os menos gordurosos, como os doces de frutas e compotas.

Com relação aos micronutrientes, chama atenção as necessidade de iodo, ferro, cálcio e vitaminas durante a gestação. A suplementação adequada do sal industrializado tem resolvido os problemas da carência crônica de iodo, muito comum nas chamadas áreas endêmicas, onde a concentração da substância no solo e na água é insuficiente.

As necessidades de ferro são verdadeiramente aumentadas durante a gestação, principalmente no segundo e terceiro trimestres. A suficiência de ferro deve ser auferida no início e no decorrer da gestação para nortear a necessidade de aumentar o ferro da dieta (por meio da ingestão de carnes vermelhas e fígado) ou indicar a suplementação medicamentosa do mineral.

As necessidades de cálcio aumentam de 800 para 1200 mg na gestação e a simples elevação do consumo de leite e derivados para três porções diárias já atende a esta exigência do organismo.

A gravidez é um período no qual a mulher deve cuidar bem da alimentação, dada a importância desta medida para o bom desenvolvimento do feto e para a prevenção de complicações durante a gravidez e o parto. Não se deve apenas aumentar a quantidade dos alimentos, mas observar a sua qualidade. Portanto, esqueça a crença popular de que a gestante deve comer por dois. Por outro lado, se você já engravidou acima do peso, essa não é a hora de fazer regimes e tentar perder peso.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/gestacao-saudavel-nada-de-comer-por-dois-nada-de-fazer-regime/

Os movimentos do bebê na gravidez

Você mal descobriu que está grávida e já está ansiosa para sentir o bebê se mexendo? Saiba que, para reconhecer esse grande momento, você pode ter que esperar um pouquinho.

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Quando vou sentir meu bebê mexer?

Se esta é sua primeira gravidez, talvez demore um pouco mais para você perceber os movimentos do bebê, porque é uma sensação totalmente nova. Algumas mulheres a descrevem como uma cosquinha bem de leve, por dentro, como uma borboleta batendo asas.

No caso de primeira gravidez, você provavelmente sentirá os primeiros movimentos entre 18 e 20 semanas. Quem não é marinheira de primeira viagem e já conhece a sensação costuma senti-la pela primeira vez entre 15 e 18 semanas.

Para tentar sentir, você pode comer alguma coisa e se deitar de barriga para cima, bem parada, prestando atenção. Talvez a sensação apareça.

A primeira vez que você sentir o bebê será um marco na sua gravidez. E depois aqueles movimentos tão levinhos viram chutes vigorosos, ótimos para mostrar que tudo vai bem dentro da sua barriga.

O que o bebê fica fazendo dentro da minha barriga?

Ultrassons conseguem mostrar o que os bebês fazem em cada fase da gravidez, já que a maioria dos movimentos começa bem antes de você perceber:

  • Entre sete e oito semanas, os movimentos gerais se iniciam, como viradas de lado e aqueles movimentos involuntários que parecem sustos.
  • Com cerca de nove semanas, o bebê já tem soluços, balança uma perna ou um braço por conta própria, consegue chupar e engolir
  • Com 10 semanas, ele flexiona e vira a cabeça, traz as mãos até o rosto, abre a boca e se estica
  • Com 11 semanas, a graça é bocejar
  • Com 14 semanas, o bebê movimenta os olhos.

Depois dos primeiros movimentos, que parecem asinhas de borboleta batendo, o mexe-mexe fica mais intenso e mais frequente. 

Conforme o bebê vai crescendo, a sensação muda, e você começa a sentir trancos e chutes, que vão ficando cada vez mais fortes.

O bebê não se mexe o tempo inteiro porque, como todo mundo, tem horas em que ele só quer mesmo é descansar e dormir.

Mais no finzinho da gravidez, ele passa a dormir por cerca de 45 minutos de cada vez. Pode parecer mais, porque você não necessariamente sente todos os movimentos dele. 

Veja a seguir um esquema do que esperar durante a gravidez em relação aos movimentos.

De 20 a 24 semanas

A atividade do bebê vai aumentando gradualmente. A partir de agora, o bebê terá um período mais agitado durante o dia, com muitos chutes e cambalhotas.

De 24 a 28 semanas

Pode ser que você note agora os soluços, que vão explicar os pulinhos que você vai sentir de vez em quando.

O saco amniótico contém até 750 ml de líquido nessa fase, o que permite ao bebê se movimentar bastante. Ele consegue ouvir, por isso você pode perceber que ele reage a barulhos altos.

29 semanas

Seu bebê vai começar a fazer movimentos mais definidos e menos bruscos, já que está mais contido pelas paredes da sua barriga.

32 semanas

O nível de atividade chega ao auge. Depois desta semana, você vai notar uma diminuição de movimentos, algo bastante normal devido ao menor espaço dentro do útero para ele se mexer.

Cerca de 36 semanas

O bebê pode assumir sua posição definitiva no útero, normalmente de cabeça para baixo. Isso é mais provável de ocorrer se este é seu primeiro filho, já que os músculos do seu útero e do seu abdome vão ajudá-lo a ficar no lugar. 

Se você já ficou grávida antes, seus músculos não serão tão firmes e o bebê pode ficar mudando de posição até a data do parto.

Os principais movimentos que você vai sentir são cotoveladas, chutes e joelhadas  às vezes dolorosos, quando acertam suas costelas.

De 36 a 40 semanas

Seu bebê vai crescendo e as cambalhotas vão ficando menos frequentes. Se ele estiver chupando o dedo e por acaso o dedo escapar da boca dele, você pode sentir movimentos rápidos da cabecinha virando de um lado para o outro em busca do dedo perdido. 

Nas últimas duas semanas da gravidez, os movimentos diminuem um pouco, junto com o ritmo de crescimento do bebê. Isso é absolutamente normal — mas, se algo estiver preocupando você, é sempre bom conversar com o médico.

A esta altura, o bebê já deve estar acomodado na sua bacia, pronto para a jornada de vir ao mundo. A cabeça dele muitas vezes pode parecer como se um melão estivesse fazendo pressão nos músculos pélvicos, o que torna difícil o simples ato de se sentar. 

Talvez fique mais fácil respirar ou comer, já que seus pulmões e seu estômago estarão menos espremidos. Se sua parede abdominal ficar bem fina, às vezes dá até para distinguir o pé do bebê.

Há momentos em que ele está dormindo e outros em que está acordado e ativo, justo quando você está tentando dormir. 

Esse padrão de sono da vida uterina pode acabar se mantendo nas primeiras semanas depois do nascimento, até que o bebê aprende a diferenciar o dia da noite.

Quantos chutes do bebê dentro da barriga devo sentir por dia?

Não existe um número exato de chutes por dia para se ter certeza de que tudo vai bem. 

Mesmo que você resolvesse marcar para contar para o médico, os resultados não seriam precisos e poderiam causar preocupação sem necessidade. 

O melhor a fazer é observar o padrão de movimentos do seu filho durante as horas ativas do dia. À medida que sua gestação progride, fica mais fácil entender o ritmo do bebê. 

Cada criança tem um padrão diferente de sono e atividade, mas você acaba percebendo o que é típico da sua. 

Caso note alguma mudança nesse padrão, converse com seu médico o mais rápido possível.

Ainda não senti meu bebê mexer hoje. Devo ficar preocupada?

Se você estava envolvida com outras coisas, talvez não tenha percebido o movimento. Mas, para se tranquilizar, veja alguns truques para fazer seu bebê se mexer: 

  • Deite de lado (com uma almofada ou travesseiro debaixo da barriga) e fique parada
  • Coloque as pernas para cima e relaxe; os bebês muitas vezes acabam pegando no sono com a sua movimentação e acordam quando você para
  • Toque uma música ou faça um barulho inesperado
  • Tome um pouco de suco ou coma algo doce, como um pedaço de chocolate
  • Tome alguma coisa gelada: a mudança de temperatura pode fazer com que o bebê tente “desviar” da onda fria.

Feito tudo isso, se em duas horas você não sentir absolutamente nenhum movimento, procure o obstetra.

É preferível confiar nos seus instintos: se você acha que há motivo para estar preocupada, tente falar com o médico. Um exame rápido pode tranquilizá-la.

Descubra também se é normal sentir dor no umbigo e veja como saber se você entrou em trabalho de parto 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a1500447/os-movimentos-do-beb%C3%AA-na-gravidez

Recuperação pós-cesárea

Como vou me sentir logo depois da cesariana?

Depois de você passar pela cesariana, você vai se sentir como todas as mães: encantada com aquele bebezinho, e surpresa com todas as mudanças por que está passando o seu corpo.

Ainda na sala de recuperação, imediatamente após a cesariana, você pode sentir frio, tremedeira e coceira, efeitos colaterais da anestesia e dos medicamentos usados durante o parto. Você pode pedir cobertores e avisar da coceira, porque os médicos podem dar remédios para aliviar o incômodo.

Quando você for para o quarto, vai permanecer na cama ainda por algumas horas, e terá um sangramento constante pela vagina.

Conforme o efeito da anestesia vai passando, você poderá sentir dor para tossir, espirrar e dar risada. Nessa hora, colocar um travesseiro sobre o corte pode ajudar.

Os médicos costumam recomendar que a mulher não fale muito logo depois do parto, para não acumular muitos gases, que fazem a barriga inchar (e você vai se sentir grávida de novo!).

Quando vou poder me levantar da cama?

Nas primeiras horas após a cesariana, a sensação que dá é de que você nunca mais vai conseguir andar. Mas mais ou menos umas dez horas depois do parto a enfermeira vai tirar você da cama na marra para tomar um bom banho (com ajuda, pois você vai precisar)!

É duro, chega a dar tontura, mas a movimentação é necessária para a circulação e para ajudar na recuperação de um modo geral, e você vai se sentir bem melhor depois do banho. Há mulheres que não sentem tanta dor nessa hora.

A partir daí, você provavelmente ainda vai precisar de ajuda para se levantar da cama para ir ao banheiro. Nas primeiras horas, pode ser que você sinta dificuldade para fazer xixi. É um efeito colateral da morfina.

Você precisará de ajuda de alguém que entregue o bebê para você. Mas você poderá amamentar normalmente e ficar sentada numa poltrona.

Logo você estará andando pelos corredores da maternidade para admirar os enfeites nas portas dos quartos vizinhos e comparar os outros bebês do berçário com o seu. As caminhadas na maternidade também ajudam a eliminar os gases.

Leve calcinhas grandes e confortáveis para a maternidade, talvez as de grávida mesmo, e saiba de antemão que por algum tempo vai ter de usar absorventes femininos, de preferência do tipo noturno, já que haverá sangramento vaginal (a mesma coisa ocorre após o parto normal).

O anestesista que fez o parto provavelmente vai deixar prescrito no hospital algum analgésico que considere adequado para você. Não se acanhe em perguntar à enfermagem se não há mais algum remédio que você possa tomar, se você estiver sentindo muita dor.

Normalmente os médicos prescrevem uma dose de medicamentos que considerem suficiente, mas já deixam determinado que outro reforço analgésico você pode receber, já que cada pessoa sente quantidades diferentes de dor na mesma situação.

Quanto tempo vou ter de ficar internada?

Normalmente mulheres que passam por uma cesariana ficam internadas por três dias. Os médicos preferem só dar alta à mulher depois que ela tiver conseguido fazer cocô. Se você ainda não tiver conseguido, os médicos vão receitar algum tipo de laxante.

E em casa, o que vou poder fazer? Vou precisar de ajuda?

Quando tiver alta da maternidade, depois da cesariana, você provavelmente conseguirá andar por períodos curtos, e talvez já consiga se levantar sozinha. Você não vai precisar ficar deitada na cama o dia todo.

Mas é preciso descansar o máximo de tempo possível, porque longos períodos de pé podem fazer seu corte arder. Você também não poderá carregar nada mais pesado que o próprio bebê.

O melhor mesmo é ter algum tipo de ajuda em casa nos primeiros dias. Imagine que você está sozinha, dando de mamar para o bebê, sentada na poltrona, e tenha esquecido de trazer o telefone para perto de você. Se o telefone tocar, você vai ter dificuldade para sair da poltrona com o bebê no peito, porque ainda vai precisar do apoio das mãos para se levantar.

Evite sentar-se em sofás e camas muito baixos.

Procure posições diferentes para amamentar, até achar uma que seja confortável para vocês dois. Ter alguém por perto para entregar o bebê para você em uma posição já favorável ajuda bastante.

Também é muito bom ter alguém em casa que cuide da comida e da roupa, para você se concentrar nos primeiros dias da amamentação e na sua recuperação.

A cada dia que passar vai doer menos para você se levantar da cadeira ou para se virar na cama.

Minha barriga está muito esquisita. Posso usar cinta?

O uso da cinta pós-parto depende da orientação do seu médico. Muitas mulheres se sentem melhor com ela, principalmente para aliviar uma sensação estranha, ao se virar na cama, de que os órgãos do corpo estão meio soltos dentro da cavidade abdominal.

A cinta também dá uma sensação de segurança. Mas existem médicos que são contra seu uso. Não existe nenhuma prova científica de que a cinta colabore na aparência da barriga depois do parto.

Como é a cicatriz da cesariana? Como cuidar do corte?

A grande maioria das cesarianas atuais é feita com um corte na região do baixo ventre, o que significa que a cicatriz se estenderá horizontalmente bem na marca do biquíni, ou até um pouco abaixo. Logo depois do parto, ela vai ter uma aparência bem avermelhada, mas, com o passar das semanas e dos meses, vai gradualmente clareando.

A retirada dos pontos costuma acontecer de uma semana a dez dias depois do parto. É um processo que não dói. Antes disso, você vai poder lavar o corte com água e sabão normalmente durante o banho.

Procure o médico se você observar:
– Vermelhidão ou sensação de “quentura” no corte
– Líquido vazando do corte
– Febre (mesmo que o corte pareça estar cicatrizando bem)

É normal que alguma parte da sua barriga fique meio adormecida. O corte da cesariana afeta alguns nervos. A sensibilidade pode demorar alguns meses para voltar. Em caso de dúvida, converse com o médico.

Aproximadamente um ano ou dois após a cesárea, a cicatriz deve ter um aspecto mais parecido com a cor da pele (dependendo da sua tez), até um pouco mais clara, ela praticamente vai sumir. Alguns homeopatas recomendam o uso de arnica nos dias seguintes ao parto para auxiliar na cicatrização, mas não deixe de checar com seu médico antes de passar qualquer coisa.

Quando vou poder voltar à vida normal?

O médico deve recomendar que você evite dirigir por cerca de um mês (embora haja obstetras mais liberais quanto a essa restrição), já que as manobras do corpo provocam dores e uma freada repentina poderia ser bastante dolorida.

Nas primeiras seis semanas após o parto, não levante peso. Se tiver um filho mais velho louco por um colo, procure só segurá-lo quando estiver sentada. Considere o peso do bebê como o máximo permitido para você carregar.

Exercícios físicos mais intensos também devem ser evitados até de seis a oito semanas após o parto, mas logo que se sentir melhor você já pode dar umas voltas a pé.

A vida sexual pode ser retomada quando o médico der o sinal verde, normalmente cerca de 40 dias depois do parto. Mas às vezes a mulher demora para voltar a ter vontade.

Se eu engravidar de novo, vou ter que passar por outra cesariana?

Não necessariamente. Quem teve cesárea consegue ter um parto vaginal na vez seguinte na maioria das vezes. Se a cesariana ocorreu devido a um fator isolado, como, por exemplo, o bebê estar fora da posição ideal ou um estado de pré-eclâmpsia, você tem todas as chances de um parto normal na próxima gestação, se desejar.

Os médicos tendem a ser mais cautelosos no caso de parto normal depois de cesariana por causa de um pequeno risco geralmente estimado em menos de 1 por cento de que a cicatriz do útero se rompa durante as contrações do trabalho de parto. O risco é maior se a mulher tiver passado por várias cesarianas.

Fonte do Site: http://brasil.babycenter.com/a1500721/recupera%C3%A7%C3%A3o-p%C3%B3s-ces%C3%A1rea#ixzz2cogY7Jwr

Você já ouviu falar em Cesária Colada?

É um novo método que está sendo utilizado pelos médicos. Os pontos do corte são feitos internamente que são absorvíveis, por fora apenas “colada”. Além de ser segura a cicatriz fica apenas um risquinho e é quase imperceptível.

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O período pós-parto deve ser cercado de cuidados, assim como o da gestação. Pensando nisso, a My Lady produziu a Cinta Modeladora em Cotton Emborrachado Bege My Lady, uma peça especial que vai levar conforto e comodidade ao dia a dia. Com detalhes em costura, possui tecnologia Emana, que através de um fio inteligente com cristais bioativos, promove a aceleração do metabolismo, reduzindo os sinais das indesejáveis celulites e fadiga muscular. Um modelo especial para as mamães que se preocupam com o seu corpo e bem-estar!


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Lista da maternidade

Chegada a hora do parto é preciso estar com tudo à mão para não esquecer de nada. Veja o que você deve levar para a maternidade no dia do parto

lista da maternidade - Foto:   yanalya / Freepik

Uma lista de itens para você levar para a maternidade e ficar tranquila e confortável.

O que levar para a maternidade?

O que deve ser levado ao Hospital no momento da internação? A sacola da mamãe e do bebê devem ser preparadas desde o 7º mês de gestação.

Sacola da mamãe

  • 01  pacote de absorvente próprio para o pós-parto;
  • 01 chinelo de quarto;
  • 03 jogos de camisolas que sejam de fácil manejo para a amamentação;
  • 06 calcinhas de tamanho maior do que usava antes de engravidar;
  • 01 cinta pós-parto;
  • 01 roupa para o dia de alta;
  • 02 sutiãs de amamentação;
  • 01 pomada pra rachadura de seio;
  • protetores de seios;
  • absorventes para seios;
  • concha para seio;
  • máquina fotográfica (checar baterias e levar carregador);
  • filmadora (checar baterias e levar carregador);
  • produtos de higiene íntima: escova de dentes, escova de cabelos, shampoo, sabonete, creme dental, toalhas e demais itens de banho;

Sacola do bebê

  • 01 creme para prevenção de assaduras;
  • 01 pacote de fralda descartável (tamanho recém-nascido);
  • 03 body;
  • 03 calça/mijão/culote;
  • 02 casaquinhos;
  • 03 macacão de recém-nascido;
  • 02 lençol de bercinho;
  • 01 manta (de acordo com a estação);
  • 06 fraldas de pano (brancas, sem pintura);
  • 02 toalhas com capuz;
  • 01 escovinha macia para cabelos;
  • 02 sapatinhos e luvas de lã (no frio);
  • 03 cueiros;
  • lembrancinhas;
  • enfeite de porta;

Esta é a lista mínima, fica a critério de cada um o que desejar levar a mais.

Carro

  • Bebê-conforto (assento para o bebê) – teste a instalação em seu carro assim que comprar.

Documentos

  • RG da paciente 
  • Carteira de convênio (caso tenha convênio, o Hospital exige na internação);
  • CIC e RG do marido (ou acompanhante);
  • Guia de internação (informe-se junto ao seu convênio se pode ser fornecida antes do parto, pois facilita muito no momento de internar);
  • Cartão da Gestante (utilizado no SUS e em breve nos planos de saúde);

OBS.: Parto é sempre urgência. Caso você se apavore, já saiu de casa e depois viu que esqueceu tudo, relaxe. Vá em frente. Leve sua esposa até o hospital e converse com a recepção. Enquanto ela está sendo atendida e você está assinando uma nota promissória, por exemplo, e um pouco mais tranquilo, você volta e busca o que esqueceu.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/lista-da-maternidade/

Proteína do leite materno reduz infecções hospitalares em prematuros

A maioria das doenças que afetam os recém-nascidos são infecções adquiridas no hospital, como meningite, pneumonia e infecções do trato urinário

Respondendo a uma convocação da Academia Americana de Pediatria, (AAP), para reduzir infecções hospitalares em unidades de cuidados intensivos neonatais, (UTINs), em todo o país, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Missouri encontraram uma proteína no leite materno que pode ser uma solução segura e eficiente.

“A maioria das doenças que afetam os recém-nascidos são infecções adquiridas no hospital, como meningite, pneumonia e infecções do trato urinário. Os pesquisadores não só descobriram que a lactoferrina, uma proteína encontrada no leite materno, pode reduzir as infecções hospitalares entre os prematuros, mas também mediram a segurança alimentar da proteína para os recém-nascidos”, afirma o pediatra Moises Chencinski.

Proteína do leite materno reduz infecções hospitalares em prematuros - Foto: photoduet / Freepik

Os estudiosos conduziram um ensaio de controle randomizado com bebês prematuros. Sessenta dos lactentes foram alimentados com lactoferrina por meio de um tubo de alimentação, duas vezes por dia, durante 28 dias, enquanto 60 lactentes adicionais receberam placebo. Os pesquisadores descobriram que a taxa de infecções hospitalares foi 50% menor entre os lactentes alimentados com lactoferrina.

Além disso, os pesquisadores usaram o MedDRA, um sistema que relata os resultados de segurança para a Food and Drug Administration, dos EUA, para avaliar a lactoferrina durante e após os lactentes receberam a proteína. Os bebês foram examinados quanto aos efeitos adversos da proteína seis e doze meses após o final do ensaio. Todos os efeitos adversos identificados foram associados com complicações do parto prematuro e não da ingestão da lactoferrina.

“Enquanto um grande ensaio clínico é necessário, antes de a lactoferrina tornar-se um protocolo de tratamento padrão nas UTINs, os resultados deste estudo mostram a segurança da lactoferrina e fornecem um relatório inicial de eficiência na redução de infecções hospitalares”, afirma o pediatra.

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Alimentação na gravidez pode prevenir doenças no bebê

A gestante não deve comer por dois, ela precisa escolher melhor aquilo que irá comer para proporcionar mais saúde para ela e para o bebê

A alimentação equilibrada é um hábito que deveríamos ter durante toda a vida. Sabemos que não é uma tarefa fácil, pois a cada dia temos menos tempo para sentar à mesa para um bom almoço, além da invasão de produtos gordurosos. A mulher grávida tem uma responsabilidade ainda maior quanto à sua alimentação, já que em suas mãos (em sua barriga, melhor dizendo) estará o desenvolvimento saudável de toda uma vida que está só começando.

Nesses nove meses ou menos, a mãe precisa pôr na cabeça a seguinte missão: precisarei de alimentos saudáveis para proporcionar a formação de um bebê saudável.

A alimentação da mamãe durante a gravidez influenciará a saúde do bebê por toda a sua vida. O risco que o bebê terá para diversas doenças inicia-se com a alimentação que recebe durante seu desenvolvimento intra-uterino.

A nutrição adequada nas primeiras semanas da gravidez garante um desenvolvimento completo do órgão responsável pela oxigenação e alimentação do feto, chamado placenta e do sistema circulatório do bebê.

Alimentação na gravidez pode prevenir doenças no bebê - Foto: dmitrieva - shutterstock.com

É ainda no início da gestação – no primeiro trimestre – que o sistema nervoso do feto é formado. Por isso a ingestão de certas vitaminas é essencial. Ingerir alimentos ricos em ácido fólico ou mesmo tomar cápsulas de ácido fólico previne a malformação do tubo neural (que deixa a medula óssea parcialmente exposta). Outros alimentos importantes são salmão, trutas e linhaça, ricos em ácidos graxos ômega-3 que permitem o pleno desenvolvimento do cérebro e sistema nervoso.

Para a prevenção o ideal é alimentar-se de gorduras insaturadas e monoinsaturadas, como o azeite de oliva e os óleos de amendoim, canola e girassol, em detrimento das gorduras saturadas ou trans, presentes nos produtos industrializados e margarinas, por exemplo.

Entre a 28ª e 40ª semana de gestação há um crescimento de 350% do bebê. Com esse rápido crescimento, se o nível de glicose na corrente sanguínea da mamãe estiver alto pode fazer com que aumente o crescimento da circunferência abdominal do bebê. Isso pode elevar os riscos de doenças como obesidade, diabetes e problemas cardíacos.

Para o nível de glicose não subir, o ideal é substituir carboidratos simples (refinados) pelos complexos (não refinados). Isto é, ingerir os alimentos integrais. Pães, cereais, massas e bolachas são encontrados na opção integral. O consumo de farinha e arroz brancos é para se feita apenas ocasionalmente. Já os doces devem ser ingeridos em porções pequenas.

Os benefícios irão se estender pelos primeiros anos de vida da criança e até para a vida toda. É importante sempre lembrar que o crescimento do bebê é impulsionado por aquilo que a mãe come. Vamos começar a comer bem, mamãe?

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/alimentacao-na-gravidez-pode-prevenir-doencas-no-bebe/

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Os benefícios da yoga na gestação

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A prática da Yoga durante a gravidez traz inúmeros benefícios para a saúde da nova mamãe, inclusive para a saúde e a mente. Profissionais da área indicam a prática para fortalecer o vínculo e assegurar uma recuperação mais rápida no pós-parto, independente de qual tipo escolhido. Como já falamos vez passada por aqui, a gestante que tem o hábito de praticar exercícios físicos consegue vivenciar uma gravidez com mais tranquilidade e livre dos incômodos causados nesta fase.

Pensando nisso, a ioga é uma ótima oportunidade para as mulheres que buscam relaxar e meditar sobre este momento. Dentre os benefícios mais conhecidos da prática estão o alívio da coluna lombar, uma vez que a barriga da gestante cresce e a coluna se adapta ao aumento do peso. Outro benefício é evitar o inchaço das pernas, também causado pelo volume da barriga da gestante.

Além disso, a ioga favorece a circulação venosa e a circulação linfática, que contribui para diminuir o inchaço dos tornozelos e inchaço geral. Para ajudar você a melhorar a condição de vida durante a gravidez.

Fonte do Site: http://emmafiorezi.com.br/blog/index.php/os-beneficios-da-yoga-na-gestacao/

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