Dieta da Placenta

dieta da placenta

A prática é adotada por algumas mulheres que acabaram de ter filhos gera polemica e ao mesmo tempo interesse. Saiba mais sobre a Placentofagia!

O tema ganhou destaque mundial quando a socialite americana Kim Kardashian anunciou que comeria a própria placenta depois de ter o seu segundo filho. Após isso, outras atrizes como Holly Madison, January Jones, Mayim Bialik e a apresentadora Bela Gil fizeram o mesmo. Essas mulheres aderiam, na verdade, à placentofagia, termo dado à pratica de ingerir a placenta, que tem se tornando cada vez mais comum.

A placenta é um agrupamento de casos sanguíneos que une o feto à parede do útero materno, permitindo a passagem de materiais nutritivo e oxigênio para o sangue do feto e a eliminação de resíduos de seu metabolismo. Além disso, ela também desempenha um papel importante na produção de hormônios como progesterona, gonadotrofina coriônica (hCG), hormônio lactogênio placentário e estrogênio.

O habito teria com base a crença de que a placenta concentre, mesmo após o parto, uma grande quantidade de nutrientes e hormônios benéficos para a saúde da mãe. Entre os benefícios estariam: aumento da energia e disposição após o parto, melhora na produção de leite e na aparência da pele, unha e cabelo, e ainda contribuiria para a prevenção da depressão pós parto.

Consumo

O consumo da placenta pode ser feito de diversas formas como em cápsulas, vitaminas, crua, cozida. Porém, empresas especializadas também oferecem em forma de essência, tinturas, cremes e pomadas. As mães  interessadas em fazer esses produtos podem entrar em contato com uma empresa para que suas placentas possam ser manipuladas para poderem ser consumidas ou usadas.

Fonte da Imagem: http://www.birthability.co.uk

Como surgiu

O médico britânico Simeons fez uma pesquisa durante 40 anos descobrindo que o hormônio HCG ajuda na perda de peso com saúde. Porém, recentemente, pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, revisaram 10 estudos publicados entre 1950 e 2014 sobre placentofagia e nenhum deles apresentou evidencias cientificas consistentes sobre os benefícios da prática.

Fonte: Revista Babies – Por Marina Woj

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A chegada do bebê ao mundo

Estar bem informada e conhecer o próprio corpo ajuda a diminuir o medo do parto

Como o próprio nome já diz, o parto é uma condição fisiológica e por mais que você tenha medo, seu corpo está naturalmente preparado para essa experiência. Se a gravidez transcorre normalmente quando a mulher começa a entrar em trabalho de parto, seu útero se contrai e a dilatação é boa, é claro que as chances de acontecer algo errado tanto para a mãe como para a criança é mínima. E, em muito pouco tempo, mãe e filho estão juntos.

Existe uma razão fundamental para que se busque durante toda a gestação essa forma de nascimento que seria o relacionamento entre mãe e filho desde o primeiro momento. No parto espontâneo, a mãe ajuda seu filho a nascer, o dois se esforçam juntos. É gratificante para os dois e principalmente para o bebê que, provavelmente, não guardará nenhuma imagem traumática ou sensações desagradáveis deste momento que possa ficar marcado no seu subconsciente. Por isso é indispensável durante a gestação ter uma assistência médica correta que possa corrigir desde o começo qualquer anomalia que surja na gravidez para evitar que o problema a conduza a um parto perigoso.

Mas a natureza nos prega algumas peças. Nem sempre aquela mãe que se preparou durante uma gestação para o parto normal consegue chegar a ele por motivos que fogem ao seu controle e do seu médico. Alguns problemas podem surgir na hora do nascimento e ai entram em cena as conquistas da medicina. Mas infelizmente, algumas mães consideram a cesárea por medo da dor ou em busca de um processo mais rápido e seguro. E com isso, já alguns anos o Brasil continua sendo o campeão mundial de cesáreas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 52% das futuras mamães optam pela cesariana no país, sendo que 82% são realizados na rede privada e 37% na rede pública – claro que alguns desses casos acontecem por ordem médica. Porém, para a surpresa de muitos, a cesárea não é, nunca foi nem nunca será uma opção mais segura do que o parto normal e quando não há indicação médica pode provocar riscos desnecessários tanto à saúde da mulher como do bebê.

O mais adequado é buscar todos os tipos de informações sobre as opções de parto. Converse com outras mães, com seu médico, pesquise sobre parto normal, cesárea e partos sem intervenções médicas para depois poder escolher o que é melhor para você e para o seu bebê. Enfim, abra a mente para todas as opções, conheça-as e respeite-as!

Fonte: Mariana Woj

Fotos: Banco de Imagem

TENDÊNCIAS DE DECORAÇÃO PARA 2018

Com o passar dos anos surgem muitas novidades para a decoração de interiores. São materiais inovadores, cores e estampas, tudo pensando em ambientes cada vez mais refinados e agradáveis.

A tendência do momento é proporcionar o máximo de conforto e bem-estar, e uma das fortes conexões para projetos são elementos da natureza. Os tons vermelhos mais terrosos, amarelo vibrante do ouro e o verde das folhas.

Aumentar o contato com o natural já vem sendo uma grande aposta de designers e arquitetos. A presença de plantas de todos os tipos e tamanhos estão com forte presença dentro dos ambientes. Lembramos que o Quarto do Bebê está dentro destas padronagens também, atualmente no quarto do bebê usam-se não apenas tons pasteis, rosinhas, azuis, bege… As tendências estão fortemente presentes neste espaço para esperar o baby com muito estilo. 

O papel de parede como tendência para 2018

O papel de parede é um grande aliado na mudança do visual de um ambiente, não é necessário muitos esforços para realizar uma grande transformação. Abaixo algumas dicas e ideias de estampas para 2018:

Elementos da natureza

Elementos da natureza, principalmente folhagens estão fortemente presentes nas decorações modernas. As representações vão dais delicados aos mais abstratos, mas sempre com belos tons de verde.

Detalhes florais

Também elementos naturais, as flores ganham destaque nos ambientes contemporâneos, aparecendo em salas de estar, jantar, quartos, escritórios, lavabos e até mesmo na cozinha.

Geométricos

Detalhes geométricos já fazem parte de decorações incríveis há algum tempo! Porém, a ideia de utilizar um papel de parede com estampas geométricas ganha cada vez mais espaço e, de forma excelente, deixa o ambiente moderno e descolado. São muitas opções de desenhos e cores que agradam dos mais discretos aos mais ousados.

Tons neutros

Estampas delicadas e com cores neutras também têm espaço garantido nas tendências para decoração de ambientes neste ano. Algumas vezes o foco de um espaço não precisa ser a parede, principalmente quando são utilizados móveis coloridos e chamativos. Mas, mesmo neutros, esses papéis de parede permitem combinações bastante interessantes e resultados muito bonitos, então vale a pena investir!

Escolhendo a estampa ideal

É preciso deixar claro que é possível transformar completamente um ambiente com a aplicação de um papel de parede. E esse poder transformador demanda um trabalho muito pequeno quando comparado aos outros tipos de reforma, por isso a escolha de papéis de parede é cada vez mais comum.

O essencial ao decidir qual papel de parede utilizar em um ambiente é conhecer o gosto pessoal de quem mora no local. Para o quarto do bebê, inicialmente se decide um estilo ou tema a seguir, depois disso é só imaginar e com muita criatividade transformar o espaço. 

Fonte do Site: http://blog.housed.com.br/conheca-as-tendencias-de-arquitetura-para-2018/

Elementos que aquecem o quarto do bebê

Na estação mais fria do ano, o ideal é preparar o quarto do bebê para enfrentar as baixas temperaturas para que ele não passe frio.

Pequenos detalhes adotados no quarto do bebê trazem um pouco mais de conforto térmico para o pequeno. E alguns truques para aquecer o quarto são infalíveis, confira:

1 – Priorize tapetes mais felpudos, tramas naturais, que proporcionem conforto térmico vindo do piso. Geralmente pisos como porcelanatos e cerâmicos tendem a serem mais frios, isso é uma vantagem em locais quentes. Já, para locais frios o piso vinílico ou laminado são ótimas opções. Estes pisos são considerados quentes, pois retém mais calor, sendo mais confortável ao toque;

2 – O aquecer portátil ou até mesmo ar condicionado também é um acessório que proporciona o aquecimento do quarto;

3 – Utilize mantas de tricô como efeito decorativo, elas podem ser utilizadas na poltrona de amamentação, assim como esquentar a mamãe e o bebê;

4 – Para as cortinas priorize as cortinas grossas e persianas bem fechadas. Além de completar o visual do ambiente elas evitam um pouco a dissipação do calor através do vidro.

5 – Utilize almofadas decorativas, opte por tecidos quentinhos como tricô, lã ou peles sintéticas que oferecem aconchego e calor.

6 – A iluminação além de ser um elemento essencial para o quarto do bebê, elas também emitem calor. Nas luminárias de mesa e abajures opte por lâmpadas amareladas ou incandescentes.

7 – Invista em papel de parede, ele serve de revestimento interno para as paredes, assim como oferecem conforto térmico e acústico ao ambiente.

Tem problema dar chocolate para crianças bem pequenas?

Barra de chocolate

É realmente difícil resistir àquelas carinhas morrendo de vontade de experimentar uma coisa que você sabe que é verdadeiramente deliciosa, mas é preciso ter cautela. O chocolate é um alimento bem calórico e pode prejudicar o apetite da criançada ainda mais na fase inicial da introdução à alimentação com sólidos, entre 6 meses e 1 ano.

Segundo a nutricionista Ana Lúcia Cunha, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o “ideal” é que uma criança só experimente chocolate depois do primeiro aniversário e, ainda assim, em pequenas quantidades. “Como em geral contém açúcar e leite na sua composição, o chocolate poderá dar gases e um certo desconforto abdominal se for consumido em excesso”, alerta. 

Ana Lúcia lembra também que cafeína e teobromina estão presentes nos chocolates e “são substâncias estimulantes e com poder viciante”. 

É preciso ficar de olho ainda em possíveis reações, já que as crianças podem ser alérgicas a algum dos ingredientes da fórmula de muitos dos chocolates comercializados no Brasil, como leite, amendoim ou castanhas.

Na dúvida, se der chocolate depois do primeiro aniversário, dê apenas um pedacinho inicial junto com alimentos que já fazem parte da dieta da criança. Assim será mais fácil monitorar e identificar a origem daquilo que pode ter provocado alguma reação. 

Como é gorduroso, o chocolate pode provocar diarreia se consumido em excesso. Nunca deixe grande quantidade de chocolate à mão de crianças. Se uma criança comer demais de uma vez, pode mesmo ter dor de barriga. Os especialistas recomendam dar no máximo o equivalente a 1 colher de sopa, só de vez em quando. 

O lado bom e bem conhecido de todos nós é que chocolates provocam uma sensação gostosa de bem-estar, devido à liberação de endorfinas e serotonina; além disso, eles contêm antioxidantes (que ajudam a diminuir o risco de certas doenças), vitaminas e vários minerais (como magnésio, cobre, zinco, potássio, manganês). 

De acordo com a nutricionista, “os chocolates amargos são mais calóricos, porém têm menor quantidade de açúcar e leite, sendo considerados mais saudáveis”. 

Ou seja: você não precisa ser radical. A partir de 1 ano, pode dar chocolate para seu filho experimentar, porém em quantidades pequenas. Mas saiba que, quando ele provar, nunca mais deixará de pedir.

É por isso que alguns pais resolvem esperar até a criança ter 2 anos ou mais enquanto ela não souber o que está “perdendo”, não vai ficar pedindo e não corre o risco de abusar.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x3600016/tem-problema-dar-chocolate-para-crian%C3%A7as-bem-pequenas

16 coisas para fazer na semana do parto

1 – Faça e refaça a mala da maternidade quantas vezes tiver vontade.

2 – Tenha um dia de beleza no salão com tudo o que tem direito.

3 – Saia jantar só você e seu marido.

4 – Tome banhos bem demorados.

5 – Reúna as amigas para um café com direito a muitas risadas

6 – Aproveite para dormir o máximo que conseguir.

7 – Converse muito com sua barriga sobre a nova fase que irá começar.

8 – Termine de ler os livros de maternidade que comprou, depois dificilmente terá tempo para isso.

9 – Abasteça o congelador com comida congelada que são rápidas e você consegue fazer sozinha caso precise.

10 – Organize seu guarda-roupa. Separe as roupas que você pode usar para sair, lembrando que elas devem ser fáceis para amamentar e não devem ser apertadas.

11 – Faça o mesmo com a Cômoda do Bebê. Separe as roupas para sair, as menores e os produtos de higiene. Quanto mais prático e organizado melhor.

12 – Faça o um levantamento do vencimento das suas contas e se puder pague antecipado para evitar que vença enquanto estará na maternidade.

13 – Tente focar em outras coisas que não sejam as dores e incômodos da reta final.

14 – Espalhe potinhos de álcool gel pela casa.

15 – Instale o bebê-conforto no carro.

16 –  E por último, faça uma prece agradecendo tudo que passou durante a gestação e peça que dê tudo certo no parto e neste novo ciclo que se inicia.

Fonte: Revista Babies

Os cuidados da atividade física na gestação gemelar

A notícia de uma gravidez gemelar muda não só a forma como você gerencia o pré-natal, como também muda sua rotina de exercícios

atividade física na gestação gemelar - Foto: yanalya / Freepik

Sabe-se que durante a gravidez, a prática de atividade física é recomendada por gerar diversos benefícios para a mãe e para o bebê, mas será que a mesma recomendação é válida no caso de uma gravidez de gêmeos?

Segundo o obstetra Dr. Wagner Hernandez, especialista em gestação múltipla, em uma gravidez gemelar saudável a prática de atividade física é recomendada, mas sempre com cautela. A gestação gemelar sobrecarrega intensamente o organismo da mulher, tanto pelo peso, como pela maior demanda do sistema cardiovascular. Estar bem condicionada fisicamente, permite que a grávida de gêmeos consiga estar mais disposta, diminui a incidência de dores nas costas, ajuda no controle de peso, repercute em menores casos de incontinência urinária, além de diminuir a chance de desenvolver diabetes gestacional e pré-eclampsia. O obstetra ainda orienta que as atividades tenham baixo impacto, como os exercícios feitos na água, yoga, pilates e caminhada, o que reduz a sobrecarga articular.

Exercícios que envolvam ativação dos músculos abdominais e do assoalho pélvico (períneo) devem ser incentivados, porém é importante que sejam bem orientados por um profissional fisioterapeuta ou educador físico, que tenha conhecimento das alterações fisiológicas e biomecânicas sofridas durante a gestação. Quando realizado de forma incorreta, os exercícios podem trazer graves problemas, tanto para mãe quanto para os bebês. 

Para que a gestante não ameace sua saúde, o Dr. Wagner ressalta que os exercícios devem ser feitos com o consentimento e orientação do obstetra, que checará se não existem riscos adicionais. As complicações mais frequentes como o ganho de peso dos bebês abaixo do esperado, colo uterino curto, placenta baixa podem se agravar com a atividade física e nestes casos estarão contra-indicados a partir de seus diagnósticos. ”

Fonte do Site: http://www.guiadobebe.com.br/os-cuidados-da-atividade-fisica-na-gestacao-gemelar/

Primeiras papinhas

primeiras papinhas

Chegou o momento de apresentar os alimentos ao seu filho. Confira duas receitas nutritivas e que vão facilitar a sua vida nesta fase. 

A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que tanto bebês que fazem amamentação exclusiva quantos os que usam fórmulas infantis inciem a introdução de novos alimentos na dieta a partir do 6º mês de vida. No entanto, é aconselhado conversar com o pediatra sobre isso.

Durante a introdução de novos alimentos no cardápio do bebê, é importante que cada alimento novo seja introduzido sozinho, para facilitar a identificação de alergias ou sensibilidades alimentares, permitindo que a família saiba qual o motivo de problemas como dores de barriga, diarreia ou prisão de ventre. O ideal é que um alimento novo seja introduzido na dieta a cada trê dias, o que também facilita a adaptação do bebê ao sabor e textura dos novos alimentos. 

Assim, o ideal é iniciar com os seguintes alimentos:

1- Purê de Frutas:

Frutas raspadas ou amassadas devem ser dadas ao bebê nos lanches da manhã ou da tarde, podendo-se também oferecer frutas cozidas, mas sempre sem adicionar açúcar. Algumas frutas boas para iniciar a alimentação sólida do bebê são maçã, pera, banana e mamão. 

2- Sopas ou purês de legumes:

São ricos em vitaminas, minerais e fibras que são essenciais para o correto desenvolvimento do bebê. Alguns exemplos de legumes que podem ser dados são abóbora, batata, cenoura, batata-doce, abobrinha, couve-flor, chuchu e cebola. Além disso, a sopa ou purê devem ser feitos sem utilizar sal, podendo-se adicionar 1 colher de chá de azeite após a preparação. 

3- Mingaus:

Os mingaus devem ser feitos de acordo com a orientação do pediatra ou do nutricionista, seguindo a diluição indicada no rótulo. Podem ser dados mingaus de cereais, farinhas e amido, utilizando fontes como milho, arroz, trigo e mandioca. Além disso, não se deve evitar dar glúten ao bebê, pois o contato com o glúten diminui as chances de intolerância alimentar no futuro. 

É natural que nas primeiras refeições o bebê coma muito pouca quantidade, pois ainda está desenvolvendo a capacidade de engolir os alimentos e habituando-se a novos sabores e texturas. Assim, geralmente é necessário complementar a refeição com leite materno ou mamadeira, sendo importante não forçar o bebê a comer mais do que ele deseja. 

Receitas para Alimentação Complementar

Confira três receitas simples que podem ser dadas ao bebê com 6 meses.

 

 

 

 

Essa receita rende 4 refeições, sendo possível congelar para usar nos dias seguinte:

INGREDIENTES

  • 80g de batata doce
  • 100g de abobrinha
  • 100g de cenoura
  • 1 colher de chá de azeite 

MODO DE PREPARO

Descansar, lavar e cortar a batata e a cenoura em cubinhos. Lavar a abobrinha e  cortar em fatias. Colocar a batata, cenoura e abobrinha em uma panela com água e ferver e deixar cozer por 20 minutos. Escorrer a água em excesso e bater os ingredientes usando o liquidificador ou o mix até ter um creme aveludado. Em seguida, deve-se adicionar o azeite e, se necessário para ajudar no ganho de peso, adicionar 2 colheres de chá do leite do bebê. 

 

 

 

 

Este purê é simples e pode ser oferecido como lanche ou como sobremesa após uma refeição com creme de legumes, por exemplo.

INGREDIENTES

  • 120g de banana
  • Meia manga
  • 2 colheres de sobremesa do leite em pó do bebê

MODO DE PREPARO

Lavar e descascar a manga e a banana. Cortar ao pedaços e bater no liquidificador até ficar em purê. Depois adicionar o leite e misturar até ficar homogêneo. 

Rotina Alimentar

Um exemplo da rotina alimentar de um bebê com 6 meses durante um dia pode ser:

  • Café da manhã (7h): Leite materno ou mamadeira;
  • Lanche da manhã (10h): Purê de frutas com banana e maçã;
  • Almoço (13h): Purê de legumes com batata doce, abóbora e couve-flor;
  • Lanche da tarde (16h): Leite materno ou artificial;
  • Jantar (18:30h): Mingau de trigo;
  • Ceia (21h): Leite materno ou leite artificial;

Por: Mariana Woj (Revista Babies)

Fotos: Banco de Imagem

Criança destra ou canhota

Ser destro ou canhoto não faz diferença no desenvolvimento da criança, o que não se pode fazer é forçar a inversão da preferência da criança

Logo que os bebês aprendem a segurar os primeiros objetos, começa o jogo de adivinhação para descobrir se a criança é destra ou canhota. Mas normalmente, ninguém consegue chegar a uma conclusão. Isso porque os bebês são ambidestros, ou seja, têm as mesmas habilidades motoras com a mão esquerda e direita.

Por volta dos dois anos de idade a criança começa a apresentar uma preferência para usar uma das mãos para segurar colheres, desenhar, carregar objetos. Mas isso pode mudar com o tempo. A definição só acontece mesmo perto dos seis anos de idade, quando a criança é alfabetizada e descobre com qual das mãos prefere trabalhar. 

Antigamente, muitas pessoas acreditavam que ser canhoto era um defeito e forçavam as crianças a usarem a mão direita. Hoje, sabe-se que isso é uma bobagem e que ser canhoto é uma característica pessoal absolutamente normal e não há nenhum prejuízo nisso.

criança destra ou canhota - Foto: pressfoto / Freepik

Muitas pesquisas já mostraram que essa mudança forçada da lateralidade pode causar sérios problemas para a criança, tanto no físico como no psíquico, pois a criança vive em permanente incerteza quanto ao uso da mão. Nesses casos, é comum que a criança tenha dislexia, dificuldade na linguagem e na escrita com a inversão de letras. Em alguns casos mais graves, observa-se inclusive distúrbio emocional, gagueira e ansiedade. 

Até hoje, os estudiosos não conseguiram chegar a uma resposta definitiva sobre o fator que leva uma pessoa a ser destra ou canhota. Muitos apostam nas causas genéticas. Porém, sabe-se que uma criança pode ser canhota, mesmo tendo pai e mãe destros.

O importante é não interferir na escolha da criança nem concluir precipitadamente se é destra ou canhota. É ela quem deve descobrir, no seu tempo, com qual das mãos tem mais habilidade.

Fonte do Site: http://www.desenvolvimentodobebe.com.br/crianca-destra-ou-canhota/

Mochila pesada pode provocar dores nas crianças

É preciso ficar atento sobre o volume e peso dos itens no dia a dia das crianças para evitar problemas de coluna e dores musculares

Escoliose, hiperlordose, hipercifose, dores musculares e nas articulações, no pescoço e nos ombros são alguns dos problemas mais comuns observados em crianças que carregam muito peso nas mochilas escolares.

Itens como cadernos, canetinhas, lápis de cor, agendas e dicionários são indispensáveis para o uso na educação tanto na escola como em casa e, de acordo com a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBTO), o peso ideal das mochilas não pode ultrapassar 10% do peso corporal da criança. Por exemplo, se a criança tem 30 quilos, a mochila deve no máximo pesar cerca de três quilos, exceder este volume pode sobrecarregar a coluna, promover má postura, dores musculares, problemas de locomoção e ou até prejudicar a formação óssea do estudante ao longo dos anos.

mochila pesada pode causas problema nas crianças - Foto: pressfoto / Freepik

Estima-se que cerca de 80% dos estudantes em fase escolar (ensino fundamental e médio) já sentem dores nas costas e ou musculares por variados motivos como, por exemplo, erro postural ao sentar e se manter durante o período de aula e, principalmente, a sobrecarga de peso com materiais escolares, assessórios e itens que podem ser deixados em casa e ou na escola. Lembre-se que o mais importante é avaliar o que, de fato, é essencial para a rotina das crianças e, a partir disso, garantir a saúde delas. Para isso, listei algumas dicas abaixo sobre como não errar na escolha da mochila e algumas alternativas que podem ser adotadas para minimizar problemas futuros.

Uso adequado de mochila

Dicas:

– Hoje existem inúmeros tamanhos, modelos e tipos de mochilas à venda no mercado em geral e a escolha pelo modelo é um desafio e tanto para os pais. Quando a criança já tem idade para decidir, às vezes, deixamos de lado o quesito segurança e optamos pela beleza do item que elas tanto desejam.

– Faixa etária da criança – para cada idade existe um tipo de produto indicado para o seu uso. Crianças na pré-escola e até o ensino fundamental I, por exemplo, podem utilizar mochilas com rodinhas para facilitar a locomoção e poupar as costas dos pequenos e pequenas.

– Origem da mochila – algumas são fabricadas em escala de produção em massa e não passam por órgãos de qualificação que atestem sua segurança (risco de toxidade da tinta, perigo de machucar as crianças com rodinhas, zíper e outros itens de baixa qualidade, por exemplo). Lembre-se: o barato sai caro. Compre em locais que você saiba a procedência e possa sentir segurança.

– Evite o sobrepeso das mochilas com itens desnecessários e ou duplique os materiais que são de uso recorrente em casa como, dicionários, canetinhas, lápis de cor e réguas. Veja com a direção da escola se existe a possibilidade de guardar alguns itens em armários para evitar a ida e vinda de materiais que você tenha em casa.

– Para mochilas de alças, procure por produtos que ofereçam resistência e conforto para os ombros como as acolchoadas, reguláveis e com largura mínima de quatro centímetros, pois as de tiras mais estreitas provocam compressão nos ombros e podem causar dor e restringir a circulação na região.

– Oriente a criança e o jovem para usar a mochila com as duas alças adaptadas no ombro e a mochila no centro das costas, dividindo o peso por igual para manter o centro de gravidade da coluna e diminuir o risco de lesões musculares.

 – Organize os materiais mais pesados no fundo da mochila e certifique-se que os cadernos e livros estão alinhados para evitar “desequilíbrio” e promover escoliose (alteração postural).

– Quando a criança apresentar algum incomodo e ou dor muscular, fique atento e certifique-se de levá-la ao médico pediatra ou especialista para saber a origem do desconforto.

Uso adequado de mochila

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/mochila-pesada-pode-provocar-dores-nas-criancas/