5 dicas simples para desenvolver o espírito de gratidão no seu filho

Como ensinar nossos filhos a terem gratidão?  Vivemos numa sociedade marcada pelo consumismo e pelo individualismo. Estamos sempre sendo convidadas a ter o celular mais novo, os modelos de roupa que estão em alta e por aí vai.

E nossas crianças acabam sendo influenciadas por tudo isso também. Por isso, é importante ajudá-las a desenvolver o atributo da gratidão.

Vejam no texto de hoje 5 dicas simples da psicoterapeuta infantil e parceira do blog, Monica Pessanha, sobre como desenvolver a gratidão nos pequenos.

Entregar-se a esse estilo de vida o de ter aquilo que é mais recente, e pior, o que muitas vezes nem precisamos pode gerar um sentimento de frustração e, por sua vez, faz com que deixemos de ser gratos pelo que já temos. Quem acha que isso faz parte apenas do universo adulto está completamente enganado.

Atributos não são necessariamente um dom natural. Eles precisam ser desenvolvidos e como músculos precisam de exercícios. Com certeza, ensinar gratidão para as crianças é um desafio. Até porque as crianças têm uma fase de seu desenvolvimento em que elas são bem egocêntricas. Pensando em te ajudar nesse desafio, preparei 5 dicas para você usar com seu  (a) pequeno(a):

  1. Deixe seu filho ajudar com tarefas simples em casa –  Por mais que seja difícil vê-los levar muito tempo para realizar uma tarefa, precisamos deixá-los participar um pouco das tarefas de casa adequadas para idade de seu filho ou sua filha. A tentação é sempre a de interferir, mas quanto mais você faz por eles, menos eles apreciam seus esforços. Ao participar de tarefas simples como alimentar o cão ou levar os pratos sujos da mesa para a pia , a criança percebe que todas essas tarefas exigem esforço.
  2. Incentive a generosidade – O caixa de brinquedo já não fecha e tem os que ele(a) nem mais usa para brincar? Diga que irão fazer uma limpeza e verificar quais são os brinquedos que podem ir para a doação. Deixe que ele(a) participe do processo.
  3. Incentive-os a escrever notas de agradecimento – Essa é uma boa maneira de exercitar a gratidão. Os mais novos que ainda não sabem escrever, podem expressar sua gratidão por meio de desenhos.
  4. Pratique dizendo Não – É claro que as crianças estão constantemente nos pedido brinquedo, jogos, videogame e doces. Conceder todos os seus pedidos é impedi-las de poder desenvolver o espírito de gratidão. Se temos tudo e a todo momento, como ser gratos pelo que já temos? Dizer não é uma maneira de ajudar a criança a ser grata.
  5. POTE da gratidão – Isso é algo que toda a família pode participar. Todos os dias durante 30 dias, cada membro terá que escrever em filetes de papel uma coisa pela qual é grato. Quando completarem a tarefa,  vocês podem se reunir e ler juntos as coisas pelas quais a família é grata.

Ensinar gratidão não é fácil, seja persistente e paciente e lembre-se de sempre ajustar suas expectativas!

Fonte do Site: http://chegueiaomundo.com.br/ 

Pediatras dizem NÃO ao suco de frutas no primeiro ano da criança

As novas recomendações podem surpreender os pais que pensavam que o suco de fruta é 100 por cento saudável para bebês ou nutricionalmente equivalente ao próprio fruto

Não há uma ligação convincente entre a obesidade e as crianças que bebem quantidades modestas de suco de frutas. Ainda assim, as novas diretrizes defendem que o suco não tem papel essencial em dietas saudáveis ​​e equilibradas de crianças. 

Há algum tempo, os pediatras estão aconselhando os pais a deixarem de oferecer suco de frutas para as crianças no primeiro ano de vida, dizendo que a bebida não é tão saudável, quanto muitos pais pensam.

“Antes, a Academia Americana de Pediatria recomendava que os pais evitassem 100 por cento o suco de frutas para bebês menores de 6 meses. Mas neste ano, a entidade endureceu sua posição contra o suco, recomendando que a bebida seja banida inteiramente da dieta de um bebê durante o primeiro ano. A preocupação é que o suco não oferece benefícios nutricionais no início da vida e pode tomar o lugar de alimentos que os bebês realmente precisam: leite materno (ou fórmula) e suas proteínas, gorduras e minerais, como o cálcio, defendem os pediatras americanos”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski.

Esta é a primeira vez que a entidade atualiza suas diretrizes sobre o suco de frutas desde 2001.

Pais pensam que seus bebês precisam de sucos de frutas

As novas recomendações podem surpreender os pais que pensavam que o suco de fruta é 100 por cento saudável para bebês ou nutricionalmente equivalente ao próprio fruto. Mas a fruta inteira tipicamente tem mais fibra do que o suco de frutas e é menos provável que cause deterioração dentária. A fruta, in natura, promove a ingestão de menos açúcar puro. Queremos que as crianças aprendam a comer alimentos frescos. Então, se considerarmos que o suco de frutas é igual à fruta, não estamos tendo uma compreensão correta das informações nutricionais.

Na verdade, há quem defenda que o suco de fruta deva ser oferecido apenas em ocasiões especiais, especialmente para crianças com alto risco de cárie dentária. Em termos de açúcar e calorias, o suco comprado nas lojas é semelhante ao refrigerante.

“As novas diretrizes, publicadas online na revista Pediatrics, também recomendou restringir o suco de frutas a 120 ml diariamente para crianças de 1 a 3 anos e 180 ml por dia para crianças de 4 a 6 anos. As diretrizes de 2001 deram aos pais mais espaço para decidir se 120 ou 180 ml  diários eram apropriados para crianças em idade pré-escolar. Em contrapartida, o conselho para crianças de 4 a 6 anos permaneceu o mesmo”, destaca o pediatra. O último relatório limitou a ingestão diária máxima para crianças mais velhas, de 6 a 18 anos. A recomendação antiga era de 354 ml; agora apenas 240 ml são aconselhados.

Não há uma ligação convincente entre a obesidade e as crianças que bebem quantidades modestas de suco de frutas. Ainda assim, as novas diretrizes defendem que o suco não tem papel essencial em dietas saudáveis ​​e equilibradas de crianças. Outra preocupação, apontada no documento, é que o suco pode ser um tipo de porta de entrada para o consumo de outras bebidas açucaradas. Há estudos que mostram que os bebês que bebem mais suco são mais propensos a beber refrigerantes e bebidas contendo açúcar.

“Assim, a recomendação é para o consumo de frutas frescas, in natura e o consumo de água para hidratação, criando um hábito saudável desde cedo”, destaca o pediatra.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/pediatras-dizem-nao-ao-suco-de-frutas-no-primeiro-ano-da-crianca/

A criança de dois anos

A partir dos dois anos, tem início uma grande transformação no comportamento da criança. É uma fase cujo pico ocorre entre 3 e 4 anos, declinando gradualmente

Em primeiro lugar, os pais devem saber que seu “bebê” deixou de sê-lo e se tornou uma criança. Não se trata apenas de nova nomenclatura. Há de se mudar o jeito de tratar o filho, pois ele já está pronto para algumas novidades na relação familiar.

Nessa idade, a criança começa a distinguir o “certo” do “errado”, não só pelas atitudes em si, mas também pelo olhar crítico dos pais ou mudança de postura deles. Assim, pode-se dizer que ela tem percepção que certas ações terão determinadas consequências, tanto para as aceitáveis como não aceitáveis.

Por este motivo, é muito importante elogiá-la quando fizer algo esperado, construtivo e orientá-la quando for o contrário. São estas medidas que a ajudam a manter ou deixar certos comportamentos e atitudes.

Interessante ressaltar que apesar de adquirir essa consciência, é justamente quando estiver mais próxima dos três anos que começa a tentar violar as regras sociais e familiares. Muitas vezes o faz apenas por diversão, esperando arrancar risos dos adultos e irmãos. Assim, pode jogar o prato de comida no chão ou os talheres utilizados quando estiver satisfeita, rir dos erros de outras pessoas, desobedecer ordens.

Nessa fase, é capaz de formar frases curtas como: eu subo, eu faço. Tem noção que pode influenciar outras pessoas e também de que adquiriu novas capacidades, dentre elas, saber nomear objetos corretamente, bem como, o tipo de roupa que se usa para dormir, brincar ou passear.

Adora dirigir o comportamento dos outros, determinando, numa brincadeira, quem faz qual personagem ou quem usa qual brinquedo, justamente por ter o senso de influência.

Se vê uma pessoa ou criança em sofrimento, fica preocupada e pode se aproximar para lhe oferecer carinho e conforto. É uma busca dentre suas próprias vivências emocionais, quando também foi amparada e protegida.

Criança de 2 anos com fone de ouvido - foto: Iakov Filimonov/ShutterStock.com

Pode se tornar mais possessiva em relação aos seus brinquedos, exercendo controle sobre eles, ou seja, ela decide se outra criança pode ou não mexer em suas coisas.

Tem início a fase do “não”, o que não significa que não queira de fato, apenas diz não para quase tudo, numa tentativa de autonomia e desprendimento, rumo à independência. É o desejo crescente de controlar seu próprio mundo e de se sentir poderosa. Aos poucos, vai abandonando esse comportamento, principalmente ao perceber que não é necessário para se autoafirmar.

Os pais se assustam com tanta mudança, afinal até recentemente seu filho era um bebê tão fácil de lidar, obediente e dócil.

É comum a criança dessa idade querer escolher o que vestir. Para evitar estresse desnecessário, separe duas ou três peças de roupas adequadas ao clima e passeio, coloque-as sobre a cama e peça para decidir dentre elas. A criança se sentirá fortalecida, respeitada e aceita.

O maior desgaste emocional entre pais e filho se dá fundamentalmente pelo fato de alguns não aceitarem que ele cresceu, tem vontade própria e desejam continuar a tratá-lo como bebê completamente dependente, não permitindo que exerçam sua individualidade e autonomia. Ou seja, ao invés de oferecer opções adequadas, decidem por ele o que deverá usar ou fazer.

Apesar de crítica, é uma fase de desenvolvimento saudável e normal e que necessita de muita compreensão e paciência.

Para não tolher a luta incessante pela independência, os pais devem ser mais flexíveis, negociando com a criança o que pode ser alterado, porém as regras e limites básicos terão que ser mantidos e respeitados sempre, com consistência e de comum acordo entre os responsáveis.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/a-crianca-de-dois-anos/

Tem problema dar mel para o bebê?

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O problema de dar mel ao bebê é que pode haver esporos da bactéria Clostridium botulinum, que provoca o botulismo. Não importa a marca ou a procedência do mel, o perigo sempre existe. 

Como o sistema imunológico dos bebês ainda não está maduro, eles podem pegar uma forma da doença chamada botulismo infantil. Bebês de até 6 meses são especialmente vulneráveis, mas os médicos recomendam que se espere até a criança ter pelo menos 1 ano para dar mel.

Por isso, mesmo que o bebê esteja resfriado, com tosse ou com prisão de ventre e você tenha ouvido falar que mel faz bem, não dê nem um pouquinho à criança se ela tiver menos que 1 ano.

Os esporos do botulismo são muito resistentes e podem sobreviver até à pasteurização e a altas temperaturas. O xarope de milho também pode conter o esporo.

Os sintomas do botulismo surgem entre 8 e 36 horas depois da ingestão do alimento contaminado. Entre os sintomas estão prisão de ventre, falta de apetite e falta de energia. A doença é muito rara, mas, se você desconfiar que algo está errado com seu filho, procure atendimento médico na hora.

Depois de 1 ano, você pode dar mel, mas cuidado para não abusar. Por ser um alimento extremamente doce, ele pode acostumar mal o bebê, e pode prejudicar os dentes. Prefira oferecer alimentos naturalmente doces como sobremesa (frutas, abóbora, cenoura, por exemplo), e depois limpe bem a gengiva e os dentinhos do bebê. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x3300025/tem-problema-dar-mel-para-o-beb%C3%AA

Nomes de Bebê 2017: Ideias para meninos e meninas

Escolher o nome para o bebê é uma decisão difícil e muito importante, pois esse nome fará parte de toda a vida do seu filho. Alguns pais escolhem os nomes que colocarão em seus filhos muitos anos antes deles nascerem, outros já definem que vão homenagear alguém da família ou uma pessoa querida pelo casal.

Existem pais que querem colocar nomes mais comuns e de fácil compreensão. Assim como existem aqueles que optam por nomes diferentes, exclusivos e únicos para o seu bebê. Se vocês estão “grávidos” e com dúvidas em qual nome colocar no bebê, separamos várias ideias e de todos os tipos.

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Nomes de bebês para 2017

  • Alice, Helena, Isabela, Júlia, Laura, Lívia, Luiza, Manuela, Sofia, Valentina.
  • Arthur, Bernardo, Davi, Gabriel, Heitor, Lucca, Lorenzo, Miguel, Matheus, Pedro.

Nomes de bebês masculinos

Alexandre Eduardo Henrique Murilo Theo
André Enrico Henry Nathan Thiago
Antônio Enzo Ian Otávio Thomas
Augusto Erick Isaac Pietro Vicente
Breno Felipe João Rafael Vinícius
Bruno Fernando Kaique Raul Vitor
Caio Francisco Leonardo Rian Yago
Cauã Frederico Luan Ricardo Ygor
Daniel Guilherme Lucas Rodrigo Yuri
Danilo Gustavo Mathias Samuel  

Nomes compostos masculinos

Arthur Gabriel   João Vitor
Arthur Miguel   Luiz Felipe
Carlos Eduardo   Luiz Gustavo
Davi Luiz   Luiz Henrique
Davi Miguel   Luiz Miguel
Enzo Gabriel   Luiz Otávio
Enzo Miguel   Lucas Gabriel
João Gabriel   Pedro Henrique
João Guilherme   Pedro Lucas
João Lucas   Pedro Miguel
João Miguel   Vitor Hugo
João Pedro    

Nomes de bebês femininos

Agatha Camila Esther Isis Maitê Natália
Alícia Carolina Fernanda Joana Malu Nicole
Amanda Catarina Gabriela Laís Maria Olívia
Ana Cecília Gabrielle Lara Mariah Pietra
Antonela Clara Giovanna Larissa Mariana Rafaela
Aurora Clarice Giulia Lavínia Marina Rebeca
Bárbara Eduarda Heloísa Letícia Maya Sara
Beatriz Elisa Isabel Liz Melissa Sophie
Bianca Emanuelly Isabelly Lorena Milena Stella
Bruna Emilly Isadora Luana Mirella Vitória
          Yasmin

Nomes compostos femininos

Ana Beatriz   Maria Eduarda
Ana Cecília   Maria Fernanda
Ana Clara   Maria Flor
Ana Júlia   Maria Helena
Ana Laura   Maria Isis
Ana Lívia   Maria Júlia
Ana Luiza   Maria Laura
Ana Sofia   Maria Luiza
Ana Vitória   Maria Sophia
Maria Alice   Maria Valentina
Maria Cecília   Maria Vitória
Maria Clara    

Nomes de bebê diferentes para meninos

Álvaro Cícero Gael Lino Salomão
Amado Ciro Gaspar Lourenço Santiago
Antony Conrado Gonçalo Martim Serafim
Bartolomeu Cristovão Gregório Nicolas Tadeu
Benedito Dante Guilhermo Noah Tomé
Benício Dimitri Hermano Nuno Valentino
Benito Dom Ícaro Oliver Vince
Benjamin Emanuel Inácio Oscar Zion
Bento Ernesto Levi Romeu  
Calebe Franco Lince Ruan  

Nomes de bebê diferentes para meninas

Açucena Augusta Coralina Hortênsia Martina Pilar
Adele Ayla Dora Iolanda Matilda Ramona
Agnes Benedita Eleonara Julieta Melina Serena
Alegra Betina Esperança Lia Mia Tarsila
Allana Branca Estrela Linda Micaela Teodora
Amélia Caetana Felipa Lolita Naomi Úrsula
Amora Carlota Flora Louise Olga Vida
Anabel Celina Florença Luna Pandora Violeta
Analu Charlote Frederica Mabel Penélope Zoé
Anastácia Constança Gaia Maia Pérola  
Angelina Cora Guadalupe Margarida Petra  

São muitas opções de nomes de bebê, porém, depois de escolher o seu preferido, o seu companheiro (a) também tem que gostar do mesmo nome.

No caso de estarem com dificuldades para chegarem a um consenso sobre o nome do bebê, aqui vai uma dica:

Cada um faz a sua lista com os nomes preferidos, depois trocam-se as listas e cada um pode cortar 3 nomes da lista do parceiro e depois, se necessário mais 3 (depende da quantidade de nomes que tiver na lista) e assim, vocês devem deixar apenas 3 nomes em cada lista. Fica mais fácil de trocar ideias e escolher!

Ainda está em dúvida mesmo depois de todas essas dicas? Não se preocupe! Para te ajudar nessa missão de qual nome escolher para o seu bebê, separamos 6 dicas valiosas!

1- Significado especial do nome do bebê

Se estiver com dúvidas em qual nome escolher, que tal dar uma olhada no significado do nome, isso pode te ajudar a decidir.

2- Nome familiar

Algumas famílias tem a tradição de passar o nome do pai para o filho, mas se a sua não tem, pode ser uma ótima ideia para homenagear uma pessoa querida. Olhe para trás e veja o nome da vovó (ô), da bisavó (ô) ou da madrinha do bebê. Antigamente, era muito comum homenagear a madrinha, passando o nome dela para a afilhada. Nesses casos, você pode buscar variações do nome, por exemplo, um nome muito usado era Maria Alice, você pode colocar na sua filha o nome Alice que está super em alta ou Umbelina que pode ser (ou ter sido) a bisa, e usar o nome Lina que é lindo e super delicado.

3- Opinião dos irmãos

Quando se tem um filho mais velho, muitas vezes ele quer dar opinião no nome do irmãozinho (a) que está chegando. Isso acaba virando uma história linda de família, já que sempre será lembrado que quem escolheu o nome foi o irmão mais velho, muito fofo!!

4- Decisão conjunta

Escolher já é difícil, com dois opinando é mais complicado. Mas é isso mesmo, o nome do filho deve ser escolhido a dois, um nome que seja lindo e especial para o casal. Isso fará toda a diferença.

5- Repita o nome escolhido

Depois de escolher o nome, repita várias vezes. Repita o nome e suas variações e analise se gosta mesmo!

6- Emoção do nascimento

Alguns casais preferem esperar o nascimento para tomar a decisão final, às vezes estão com dúvida entre dois nomes, por exemplo, Ana e Marina, e preferem ver a carinha do bebê quando nascer. E quando nasce, olham para o bebê e falam: você vai se chamar Marina! É a emoção do momento abençoado!

Com estas dicas ficará mais fácil escolher o nome do seu bebê que está a caminho.

Acesse: https://eunenem.com/blog/nomes-de-bebe-ideias-para-meninos-e-meninas/ 

Teste do Pezinho: por que é importante fazer?

Diagnóstico precoce e tratamento adequado de doenças, como a fenilcetonúria, trazem mais qualidade de vida ao paciente

O teste do pezinho, chamado também de triagem neonatal, detecta bem precocemente doenças metabólicas, genéticas e infecciosas nos bebês, como é o caso da fenilcetonúria, também conhecida como PKU. É uma doença genética rara, que atinge, em média, um entre 15 a 25 mil brasileiros.

A fenilcetonúria é caracterizada pelo excesso do aminoácido fenilalanina (Phe) no sangue, que em altas concentrações é tóxico ao sistema nervoso central. O paciente nasce com uma deficiência em produzir a enzima fenilalanina hidroxilase, necessária para quebrar o aminoácido Phe. Sem a quebra, os níveis de Phe se acumulam no organismo, podendo causar diversas complicações como problemas comportamentais, neurológicos e físicos.

teste do pezinho

“Os sintomas variam de leve a grave. Caso não tratado na infância, o aumento da fenilalanina no sangue pode causar deficiência intelectual grave. Infelizmente em algumas crianças tratadas precoce e continuamente, é possível observar sintomas como irritação, depressão, falta de concentração e ansiedade. É importante ressaltar que os sintomas aparecem de forma isolada ou em múltiplas manifestações”, afirma a Dra. Paula Vargas, coordenadora do Serviço de Referência em Triagem Neonatal do Estado do Rio Grande do Sul.

A enfermidade é causada por uma alteração genética. Para ser portador da doença, tanto a mãe quanto o pai da criança devem ter uma cópia do gene mutante causador. Em relação aos pais, é possível ter esta cópia, mas não apresentar a doença. Por exemplo: se a mãe e o pai tiverem uma cópia do gene mutante, cada um de seus filhos tem 25% de chances de apresentar a doença

Apesar de não ter cura, a fenilcetonúria pode ser tratada e ter seus sintomas controlados. Os pacientes devem seguir uma dieta restritiva durante toda a vida, que limita a ingestão de fenilalanina. O aminoácido é encontrado em alimentos ricos em proteínas como frango, carne, ovos, laticínios, nozes, grãos e leguminosas  inclusive os seus derivados.

“As diretrizes médicas recomendam iniciar o tratamento o mais cedo possível, com a dieta já nas primeiras semanas de vida. Por este motivo, o teste do pezinho é fundamental para o diagnóstico e tratamento precoces. É importante manter os níveis de fenilalanina baixos no sangue ao longo de toda a vida para obter melhores resultados de saúde física e mental”, completa a Dra. Paula Vargas.

teste do pezinho

O que são doenças raras?

Doença rara é aquela que afeta 65 pessoas em um grupo de 100 mil (pouco mais de 1 indivíduo a cada 2 mil). São cerca de 6 a 8 mil tipos de doenças raras, 80 por cento são genéticas – 20 por cento por fatores imunológicos, infecciosos, reumatológicos, defeitos congênitos e cânceres raros. Doenças progressivas com complicações severas. Setenta e cinco por cento dos diagnosticados são crianças e 30 por cento não vive mais que 5 anos. São em cerca de meio bilhão de pacientes raros no mundo e 13 milhões no Brasil.

fenilcetonúria ou PKU

Fonte d0 Site: http://guiadobebe.uol.com.br/teste-do-pezinho-por-que-e-importante-fazer/ 

Quarto de Bebê em cinza, rosa e branco

Cinza, rosa e branco foram os pontos de partida para este quartinho de bebê projetado pela arquiteta e designer Greisse Panazzolo. A paleta de cores aparece nos móveis personalizados, como a cômoda, e nos acessórios decorativos. Destaque para os passarinhos de feltro escolhidos por Greisse para tornar o espaço lúdico para a pequena moradora.

O Berço escolhido foi o modelo Retrô Avelã da TulipaBaby, fabricado inteiramente em madeira maciça o berço vira mini cama e mini sofá,  seu acabamento possui toque aveludado, uma tecnologia inovadora trazida da Itália que permite também visualizar os veios da Madeira, assim deixando o Berço Cama ainda mais moderno. As prateleiras de casinhas nas cores azul e rosa também ganharam espaço neste ambiente, que além de muito bonitos são extremamente funcionais. Como a área do quarto era estreita, a arquiteta apostou em portas de espelhos para o armário, tudo para trazer maior sensação de amplitude. O tapete felpudo garante aconchego e arremata o decor em cinza, rosa e branco.  Outro detalhe que deixou o espaço ainda mais charmoso foi o dossel de coroa sobre o berço. Dá uma olhada nas fotos:

Fonte do Site:  http://babies.constancezahn.com/quarto-de-bebe-em-cinza-rosa-e-branco/

Engatinhar: uma conquista do bebê

Engatinhar é um marco importante no desenvolvimento da criança que não deve ser coibido

Perigos de acidente, chão “sujo” com possibilidade de contágio de doenças, somado à maior demanda de atenção dos pais, vovós ou babás. Isso tudo está fazendo com que o engatinhar fique para trás. As crianças de hoje estão engatinhando menos do que as crianças de antigamente. O que é um retrocesso.

E para aumentar essa estatística nada boa, existem hoje no mercado várias cadeirinhas, cadeirões, chiqueirinhos, bebê conforto e carrinhos que deixam as crianças sentadas, enquanto os pais podem fazer o que quiser, pois o pimpolho estará lá, sempre sentadinho.

Agora o problema: Sally Blythe, especialista em desenvolvimento infantil, coordenou um estudo em que relacionou a falta de engatinhar com dificuldades em aprender a ler e escrever.

A especialista estudou 70 crianças de 8 a 10 anos divididas em dois grupos, um com crianças apresentando dificuldades na leitura e escrita, e o outro sem queixas no aprendizado.

Ao fim do estudo, percebeu uma diferença significativa: as crianças que não engatinharam ou engatinharam menos também andaram mais tarde e eram as crianças do grupo que apresentavam dificuldades no aprendizado.

Bebê engatinhando em direção a mamãe

Mas qual relação entre engatinhar e aprender outras questões necessárias? De uma maneira sucinta, o engatinhar representa um marco no desenvolvimento da criança e é um exercício motor importante.

A tentativa de “balançar o esqueleto”, mesmo que desordenadamente, estimula a coordenação visual para os movimentos que mais tarde a criança vai usar para ler e escrever, explica Sally.

Deixe o bebê “se virar” – Engatinhando a criança desloca os olhos similarmente ao momento de leitura e escrita. Dessa forma, o bebê é estimulado a construir novas ligações neurológicas envolvidas nessas funções, ajudando mais tarde na escola.

O uso excessivo dos artigos modernos que auxiliam os pais a tomar conta dos bebês são um dos vilões do engatinhar. Eles deixam a criança sentadinha impedindo que se movimentem e brinquem livremente com o corpo.

No chão, a criança aumenta o seu campo de visão e o seu equilíbrio, sendo mais fácil descobrir o mundo. Aprende a ter noção de espaço e distância. É uma ação ativa e não passiva como as crianças que ficam nas cadeirinhas. Além de tudo, ajuda alinhar a coluna, preparando a criança para ficar em pé e andar.

Precisamos saber também que o não engatinhar não é fator determinante para que a criança tenha dificuldades na escola. “Alguns bebês que não engatinharam acabam não tendo problemas, enquanto alguns que engatinharam poderão apresentar dificuldades”, afirma a especialista.

Dicas

  • Pense na seguinte situação: seu bebê está em uma cadeirinha de rodinha e deixa cair um brinquedo no chão. Ele não terá a mínima chance de pegar o objeto, pois está preso. Ficará totalmente dependente, à espera de alguém para pegar o brinquedo. Péssimo para quem está na fase de descobrimento da vida e aprendizado.
  • Deixe brinquedos de diferentes cores, texturas e materiais no chão ao lado do seu bebê para que descubra as diferenças.
  • Não se preocupe se seu bebê não engatinhar. Cada bebê se desenvolve de maneiras diferentes e muitos não passam pela fase do engatinhar, mas precisamos estimulá-los.

Os primeiros amiguinhos

As primeiras vivências sociais da criança com os amiguinhos são tão importantes, que mesmo que haja mudança de endereço ou de escola, serão levadas pela vida afora

Antes dos três anos, o interesse da criança é mais voltado para os brinquedos e objetos do que propriamente outra criança. Pode se aproximar, mexer com ela, imitá-la, porém logo retorna para o que estava fazendo, sozinha.

Mesmo que esteja em um ambiente onde haja muitas crianças, como é o caso de creches e berçários, e estando todas próximas, uma não participa da atividade da outra. É a conhecida ¨brincadeira solitária¨. Não há troca, colaboração e uma não presta atenção na outra, nem que estejam com o mesmo tipo de brinquedo e fazendo as mesmas coisas.

É a partir dessa idade que começam a surgir os primeiros amigos e colegas verdadeiros. Geralmente possuem a mesma idade, sexo, interesses, moram perto ou estão na mesma classe pré-escolar. Quando juntas, as crianças estão felizes e não se separam; quando distantes, sentem falta da companhia da outra.

Como o maior meio de aprendizagem infantil se dá pela imitação, a criança tenta reproduzir todos os comportamentos sociais dos seus pais frente a seus próprios amigos e familiares ou de outras crianças e pessoas mais velhas e próximas. Certamente seus amiguinhos também influenciarão o modo de atuarem juntos.

Por meio da amizade, a criança aprende o que é ter amigo e, mais fundamentalmente, a ser amigo. Importante lembrar que, para ela, raça, credo, cor, nada disso influencia suas escolhas. Não há preconceito de forma alguma.

os primeiros amigos das crianças - Foto: kstudio / Freepik

Vale ressaltar ainda, que os pais devem estimular seus filhos a fazerem amigos, promover encontros entre as crianças, oferecer espaços seguros para que possam brincar e interagir, sem perigo.

O convívio social mais amplo vai proporcionar um desenvolvimento saudável, pois a criança aprende a compartilhar suas vivências, emoções e brinquedos. Aprende, ainda, a respeitar e aceitar as diferenças de opiniões, pontos de vista, inclusive as diferenças sociais, morais e culturais.

Interessante perceber como mudam rapidamente de estado de humor. Uma hora ¨estão de mal¨ do amiguinho, no minuto seguinte brincam juntos novamente. Basta que um adulto responsável fique por perto observando, sem interferência, para que tentem lidar sozinhas com a questão. Se não derem conta, poderão pedir-lhe ajuda.

Mesmo que não seja filha única, a criança necessita de amigos. O modo como brincam com os irmãos também será transferido para eles, porém nem sempre com o mesmo padrão. Por exemplo, se em casa ela assume a função de ser a filhinha, com os amiguinhos poderá querer ser a mamãe ou o papai, ou seja, vai aprendendo outros jeitos de brincar, aumentando o repertório de possibilidades.

A criança, cujos pais são extrovertidos, brincalhões, possuem vida social mais ativa, e que teve vínculos afetivos seguros com eles, baseados na confiança, tenderá a ter mais amigos e relacionamentos mais positivos, duradouros e afetuosos. Por exemplo, ao ver uma criança triste ou chorando, mesmo não sabendo como reverter a situação, tentará confortá-la, abraçando-a.

As primeiras vivências sociais da criança com os amiguinhos são tão importantes, que mesmo que haja mudança de endereço ou de escola, serão levadas pela vida afora e, muitas vezes, com o mesmo carinho e ternura quando lembrados.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/os-primeiros-amiguinhos/

Os cuidados com o bumbum do bebê

Antiassadura da Bayer protege, hidrata e ajuda na recuperação da pele dos pequenos

A rotina de cuidados com o bebê exige atenção e dedicação, além, é claro, de carinho e amor. Por isso, os pais, que querem sempre o melhor para seus filhos, devem estar atentos para prevenir problemas que podem afetar a saúde e o bem-estar dos pequenos.

A assadura inflamação causada pelo contato prolongado da pele com as substâncias presentes nas fezes e na urina que ficam na fralda e que podem agredir a pele delicada do bebê  é um dos problemas que mais acometem os pequenos nos primeiro anos de vida, justamente pelo fato de a pele ser muito sensível nesta fase.

Se não houver o tratamento adequado, a assadura pode piorar, gerando um desconforto mais prolongado para o bebê. No entanto, para os pais e responsáveis, o ideal é prevenir para que as crianças não sofram com assaduras.

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Para evitar esse tipo de problema, o ideal é fazer a higiene completa com água morna e algodão, removendo delicadamente eventuais resquícios de fezes, urina, pomadas e outras secreções.

Trocar a fralda sempre que parecer cheia também ajuda. Isso porque, quando úmida e abafada, a região fica mais favorável ao aparecimento das assaduras. Portanto, é importante manter a pele do bumbum do bebê sempre limpa e seca.

Além disso, na hora de prevenir assaduras, os pais devem sempre optar por produtos que oferecem um cuidado a mais aos bebês, como Bepantol® Baby, creme antiassadura da Bayer que possui tripla proteção. Com uma camada fina, o produto protege, hidrata e ajuda na recuperação da pele sensível dos pequenos.

Espalhando adequadamente, Bepantol® Baby cria uma camada protetora sobre a pele, deixando-a respirar e sem abafar a região. E, como a pele do bebê se renova de maneira mais rápida que nas crianças maiores ou nos adultos, o produto ainda age nessa renovação, ajudando na recuperação natural.            

O antiassadura da Bayer também exerce uma hidratação compatível com as necessidades do bebê. Fácil de aplicar e de tirar, não agride o bumbum dos pequenos na hora de passar ou de tirar, e sua fórmula hipoalergênica não contém agentes potencialmente irritantes, como fragrâncias, corantes e conservantes. O produto pode ser encontrado nas versões de 30, 60 e 100 gramas.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/os-cuidados-com-o-bumbum-do-bebe/