É normal que meu filho volte a se comportar como bebê?

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Fonte da Imagem: www.weltderwunder

É normal uma criança mais velha voltar a agir como bebê. De repente, você começa a perceber que seu filho está regredindo. 

Deixa de falar palavras que já sabia dizer bem, pede a mamadeira ou o peito mesmo depois de já ter abandonado esses hábitos, ou chora porque viu a chupeta na boca de uma criança menor (ou do irmãozinho) e quer voltar ao passado.

Essas regressões comportamentais são normais e esperadas. O mundo da criança muda e se expande muito rápido, e às vezes ela precisa voltar alguns passos para se sentir mais segura. 

Isso acontece especialmente quando há criança nova na família. Além de tudo, um bebezinho parece conseguir muito mais a atenção de todos que a criança “grande”.

Muitas crianças mostram alguma regressão no comportamento quando há uma mudança drástica em sua rotina. Não só a chegada de um irmão, mas também o início da escola, planos de mudança ou problemas na família que sejam percebidas por elas podem gerar insegurança. 

Tente aliviar a tensão sentida por seu filho com muito carinho e atenção, além de tempo ao lado dele. 

O tipo de regressão que deve causar preocupação é a física: por exemplo, a criança conseguia subir no sofá sem problemas e agora não consegue mais. Nesse caso, é preciso falar com o pediatra, porque há algumas doenças musculares, chamadas distrofias, que se manifestam assim.

Outro sinal de alerta é uma regressão significativa na linguagem: a criança já usava expressões de duas ou três palavras e agora mal fala. (Mas falar como bebê, coisa que muitas crianças dessa idade gostam de fazer, é absolutamente normal.)

Regressões físicas ou cognitivas podem indicar algum problema sério, por isso leve seu filho ao pediatra e converse com ele se estiver preocupada.

Também procure orientação médica se a criança tiver grande dificuldade de relacionamento e comunicação como se ela tivesse parado de evoluir nesses aspectos. Esta é uma das características de distúrbios como o autismo.

Quando a regressão é emocional, a melhor saída é manter a calma e se mostrar disponível para a criança. Assim que voltar a se sentir segura, ela vai retomar o nível de maturidade que tinha. 

Se seu filho quiser provar o leitinho do irmão mais novo, você pode deixar, porque é muito provável que ele perceba que não é tão gostoso quanto imaginava.

Caso o comportamento do seu filho seja inconveniente ou ele faça algo que você não queira deixar (como quando ele quer entrar no berço de um bebê ou mamar no peito de uma tia), a melhor reação é mostrar que você sabe o que ele quer, mas que pode oferecer uma alternativa. 

“Sei que era gostoso mamar no peito da mamãe, mas agora você toma o seu leite nesse copinho superlegal. Por que você não vem tomar o seu leite aqui, bem gostoso, no meu colo?”

Outras estratégias podem funcionar se o comportamento estiver durando muito tempo. Você pode inventar uma historinha sobre uma criança que queria voltar a ser bebê, e o que aconteceu com ela quando o desejo foi atendido (enfatizando os pontos negativos, claro, sempre com bom humor!).

Ou brincar, dizendo, sem menosprezo na voz: “Nossa, quem é esse bebezinho aqui? Não estou entendendo nada do que ele fala! Tomara que minha filha, que é uma menina grande e sabida, apareça logo para conversar comigo!”

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x3400476/%C3%A9-normal-que-meu-filho-volte-a-se-comportar-como-beb%C3%AA

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Contar histórias colabora no desenvolvimento linguístico da criança

Ler fábulas e histórias para crianças, principalmente antes delas dormirem, colabora para o desenvolvimento linguístico mais rápido e produtivo.

Isto é o que mostra um estudo feito pelo pediatra Barry Zuckerman, da Boston University School of Medicine, publicado no Arquivos de Doenças Infantis. Segundo a pesquisa, ler em voz alta para crianças com a partir dos dois anos de idade, aumenta o desenvolvimento da linguagem e fornece bagagem linguística beneficiando os anos escolares seguintes.  Além de ser um forte meio de troca emotiva.

Isto explica-se pelo fato do ser humano aprender a falar através da imitação dos sons. Neste caso, quando a mamãe ou papai lê uma história para seu filho, ele assimila os sons das palavras e, por serem palavras diferentes daquelas normalmente utilizadas pelos adultos, a criança aumenta a quantidade de combinações linguísticas na mente.

Histórias na educação infantil são bases fundamentais para a formação educacional, em especial no início da escolaridade. Mas para isso, deve ocorrer um planejamento, afinal, é um momento importante em que a criança vivenciará e absorverá coisas que identificam-se com ela.

Algumas ações por parte dos pais, e até mesmo professores, são bem importante para auxiliar este novo desenvolvimento: contar histórias diariamente, que podem ser repetidas dependendo do interesse da criança; procurar livros com poucos textos, linguagens simples, maior número de ilustrações (grandes e sugestivas); buscar histórias que ajudem a resolver um problema, por exemplo, se o filho recusa comer verduras, selecione um tema voltado para a importância dos alimentos de uma forma que a criança se identifique com o assunto. Não esquecer de, ao contar histórias, planejar o momento, inserindo aspectos fundamentais como local e buscar ambientes diferenciados para narrar a história; a posição da criança deve ser confortável; é fundamental que conheça a história para que você conte com suas próprias palavras com uma linguagem simples e tom moderado. E por fim, deixar fluir a motivação no momento que estiver contanto a história para despertar a curiosidade de seu filho.

Se ele ficar disperso, faça-o participar da historinha e questione para que ele possa interagir com você.

Bebê com livro na mão e papai dormindo na cama - Foto: BlueOrange Studio / ShutterStock

Fonte do Site: http://www.desenvolvimentodobebe.com.br/contar-historias-colabora-no-desenvolvimento-linguistico-da-crianca/

Contribuímos com esta fase com diversos contos e historinhas para contar para seu baby! 

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Aprendendo a falar desde cedo

Veja o que fazer e o que evitar para estimular o desenvolvimento da fala de seu filho

“A bola é lalanja”. “Cadê meu binquêdo?”. Qual pai ou mãe não se derrete de alegria ao ouvir a criança pronunciando algumas palavras com pequenos erros. Alguns chegam até a estimular o filho a falar dessa forma, pois soa bonitinho. Lógico que a pronúncia incompleta de algumas palavras é perfeitamente normal para uma criança entre 1,5 a 4 anos de idade, já que ainda não possui o processo de fala em estágio completo. Entretanto, é recomendado que os pais ensinem o filho a falar corretamente desde o início de vida.

A ausência de estímulos à musculatura oral pode acarretar em problemas de fala no futuro. O distúrbio na fala, caso não seja tratado corretamente, pode inclusive afetar mais tarde na alfabetização da criança.

A fonoaudióloga Jamile Elias Canetto explica que algumas atividades simples e aparentemente sem grande importância são essenciais no desenvolvimento oral do bebê. Expressões faciais como mandar beijinho para as crianças ou mostrar a língua funcionam como bons exercícios.

“A criança deve ser estimulada logo após o nascimento. Faça a seguinte atividade: converse de frente para ela e faça gestos e caretas com a boca. É engraçado que o bebê, inconscientemente, tentará reproduzir o gesto. Ao tentar copiar os movimentos labiais, a criança estará indiretamente praticando um excelente exercício de musculatura oral”, informa Jamile Canetto.

Segundo a fonoaudióloga, o processo de aquisição da fala por parte da criança está totalmente ligado à educação exercida pelos pais. Para ela, pai e mãe devem orientar a criança a pronunciar a palavra corretamente, de forma suave, evitando palavras no diminutivo. “Não é interessante que os pais se comuniquem com o filho utilizando diminutivos. Além da criança ter muito mais facilidade em pronunciar ‘boneco’ do que ‘bonequinho’, ela terá mais facilidade de nomear e gravar as palavras por serem mais fáceis de falar”, explica.

Falando com carinho – A correção da pronuncia não significa reprimir cada erro cometido pelo filho. Ao contrário, os pais devem ser carinhosos e explicativos, ensina a fonoaudióloga. “Se o filho diz que quer beber ‘acá’ (água), a mãe deve responder: – Você quer água? Vou pegar água pra você”. “Com isso, a criança aprende a palavra certa, além de unir figura e palavra”.

Mamadeira e chupeta – Personagens famosos do mundo infantil, a mamadeira e a chupeta não são indicadas na aquisição da fala, pois a língua não é estimulada a buscar o alimento, como acontece quando o nenê é amamentado. “No que se refere ao desenvolvimento da fala, o trabalho de sucção é prejudicado pela presença do bico desses acessórios”, define Jamile Canetto.

Audição – Problemas auditivos também influem no desenvolvimento da fala. A criança com algum tipo de inflamação no ouvido, como a otite, por exemplo, costumam apresentar desatenção por não ouvir direito, o que dificulta no processo de aprendizagem das palavras.

Dicas

Leia para seu filho e estimule-o a contar a história que acabou de ouvir;

Procure manter seu filho sempre em contato com outras crianças.

Bebê sentado no colo da mãe que está lendo uma história para ele - foto: Oksana Kuzmina/ShutterStock.com

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/aprendendo-a-falar-desde-cedo/

A Importância da Leitura para a Criança

Todos nós sabemos a importância da leitura, tanto para o adulto quanto para a criança. A leitura aprimora o conhecimento.

No universo infantil, a leitura, além de agregar conhecimento fornece a criança um mundo imaginário de contos e fantasias.

Muitas histórias como Chapeuzinho Vermelho, Os Três Porquinhos, Bela Adormecida, entre outras, fazem parte deste universo. Histórias como estas lendárias, são contadas desde o tempo de nossos antepassados e por incrível que pareça são as preferidas das crianças.

Livros

Hoje temos livros sonoros, com músicas, sons de animais, e até mesmo a história a ser lida, o que ajuda a criança a ir conhecendo as palavras e incentivando a leitura.

Muito importante a mãe iniciar a leitura ainda quando o bebê está no ventre materno. Histórias de ninar acalmam o bebê, e proporcionam um sono mais tranquilo. Essas questões ajudam e incentivam a leitura. Crianças que tem o habito da leitura aprendem com facilidade a escrita e pronuncia corretas. Nas escolas é reservado um espaço para a leitura, muitas deixam a criança escolher o livro que gosta. Em algumas escolas a criança tem como levar o livro para casa no período de uma semana, assim os pais podem participar deste momento.

A Tulipa Baby sempre procurando o melhor proporciona um espaço de livros infantis. São diversos modelos com as mais belas historias e contos.

Aqui separei alguns modelos que a Tulipa Baby oferece:

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Fonte : Thalita Kwitschal

O cérebro do bebê!

O que se passa dentro do cérebro do bebê? 

Nas profundezas do cérebro, sob o córtex cerebral (a massa cinzenta enrugada do cérebro), há duas estruturas importantes que atuam no desenvolvimento do seu bebê: o hipocampo, que auxilia no controle da memória, e o hipotálamo, que controla o sono profundo.

Os especialistas estimam que 40 por cento do hipocampo esteja maduro no momento do nascimento; com 6 semanas, o amadurecimento é de 50 por cento, chegando à maturidade total quando a criança tem 1 ano e 6 meses. Essa é uma das razões para alguns especialistas acreditarem que recém-nascidos têm a capacidade de se lembrar das coisas. Alguns argumentam que, no décimo dia, seu bebê consegue se lembrar do seu cheiro. Com 1 mês, ele pode se lembrar de quando você em geral o alimenta (e passa a esperar a alimentação naquela hora). Com 4 meses, seu bebê pode reconhecê-la em meio a um grupo de pessoas e, aos 7 meses, consegue lembrar que um palhacinho salta da caixa de brinquedo quando a música termina.

O hipotálamo controla o sono profundo do seu bebê o período de descanso sem sonhos que ajuda o cérebro do bebê a recarregar as baterias após um dia movimentado de explorações e desenvolvimento. Durante o sono profundo, o cérebro permanece razoavelmente inativo, embora o corpo do bebê possa continuar a se mover.

Dentro do cérebro do seu filho: Um guia visual

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Pesquisas recentes mostram que os primeiros três anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento do cérebro da criança. Nesse período, o cérebro triplica de peso e cria bilhões de conexões entre neurônios o dobro do número de conexões de um adulto.

Nas profundezas do cérebro, sob o córtex cerebral (a massa cinzenta enrugada do cérebro), há duas estruturas importantes que atuam no desenvolvimento do seu bebê: o hipocampo, que auxilia no controle da memória, e o hipotálamo, que controla o sono profundo.

Cerebelo

  • Equilíbrio, coordenação muscular;
  • Atividades, cardiovasculares e respiração;

Lobo Occipital

  • Visão;
  • Reconhecimento visual;

Lobo Parietal

  • Paladar e Tato;
  • Reconhecimento visual;
  • Coordenação visuomutora ;

 Lobo Frontal

  • Pensamento;
  • Andar;
  • Fala;
  • Resolução de Problema;
  • Emoções (algumas);

Lobo Temporal

  • Memória e Emoção;
  • Olfato e Audição;

Tronco Cerebral

  • Ritmo Cardíaco;
  • Respiração;
  • Sono REM;
  • Choro;

Fonte do Site: http://brasil.babycenter.com/a2100014/dentro-do-c%C3%A9rebro-do-seu-filho-um-guia-visual#ixzz3QDxT6JbU

Como os 5 sentidos do bebê podem influenciar o desenvolvimento!

O que são os sentidos?

Os cinco sentidos do bebê: paladar, tato, olfato, visão e audição são as primeiras ferramentas que ele usa para entender o ambiente a seu redor. Tudo o que ele experimenta através desses sentidos vira um fluxo constante de informações que são armazenadas no cérebro e, à medida que a criança cresce, usadas para construir uma imagem do mundo.

Até as atividades mais corriqueiras contribuem para essa compreensão. Pense só em quantos sentidos estão envolvidos em um simples carinho. O bebê vê o seu rosto e ouve a sua voz. Ele sente seu toque e os movimentos suaves da sua mão, e ele pode sentir seu cheiro também. Todas essas sensações ajudam o bebê a aprender.

Como os sentidos do bebê se desenvolvem?

Os sentidos do bebê começam a se desenvolver logo no início da gravidez. Receptores táteis são formados ao redor da boca e das bochechas com cerca de 8 semanas de gravidez e rapidamente se espalham para o resto do corpo.

As papilas gustativas iniciam o desenvolvimento com cerca de 8 semanas também, e os receptores de cheiro, por volta da 10a semana. Quando o bebê nasce, ele consegue ouvir, cheirar e sentir gosto, e é muito sensível ao toque. Ele também enxerga, embora a visão ainda seja bastante embaçada.

Como qualquer recém-nascido, seu bebê não entenderá imediatamente todas essas novas experiências sensoriais. Assim, quanto mais ele for exposto a novas experiências e repetições de rotina, mais o cérebro dele se tornará capaz de fazer conexões. Com o tempo, ele passará a usar o aprendizado para orientar a maneira como pensa e age.

Qual é papel dos 5 sentidos no vínculo entre vocês?

Desde o nascimento, o bebê vai se valer dos sentidos para continuar o processo de conexões que começou ainda no útero. Já familiarizado com a sua vozdesde a vida uterina, ele se derreterá de ouvir você conversando e balbuciando para ele. Os sentidos da criança também estão condicionados a reconhecer o cheiro único da mãe, algo aprendido ainda dentro da barriga.

O tato é outro dos sentidos que ajuda a estabelecer vínculos logo nos primeiros dias de vida. E é por isso que os especialistas recomendam o contato pele a pele entre mãe e bebê na primeira hora depois do parto. Segurar o bebê pele a pele, com ele deitado diretamente sobre o seu peito, irá acalmá-lo e até estabilizar o ritmo cardíaco dele.

Esse contato fará vocês dois se sentirem mais felizes e relaxados. Momentos assim ajudam a liberar ocitocina, também conhecida como “hormônio do amor”, por auxiliar a reforçar a sensação de proximidade entre vocês.

Massagear o bebê é outra forma de estreitar elos. A massagem estimula muito os sentidos do bebê, já que ele vê seu rosto, ouve sua voz e sente seu cheiro. São experiências sensoriais fundamentais.

Como os 5 sentidos podem ajudar no crescimento do bebê?

Assim que nasce, seu filho utiliza os sentidos para ajudá-lo a encontrar o alimento que precisa para crescer. O que ocorre é que, minutos depois do parto, bebês já demonstram atração pelo cheiro do leite materno. Recém-nascidos costumam até virar a cabeça e se mover em direção ao peito, em uma tentativa de se alimentar por conta própria.

Bebês também são sensíveis ao sabor. Por incrível que pareça, eles muitas vezes têm uma distribuição mais ampla de papilas gustativas pela boca do que os adultos. Nos primeiros três meses de vida, seu filho já será capaz de distinguir entre sabores doces e amargos, com uma clara preferência pelos doces. Não é de surpreender, portanto, que o leite materno seja naturalmente adocicado.

Quando ele começar a ingerir alimentos sólidos, as preferências por certos sabores terão influência pelo que você comia durante a gravidez e enquanto amamentava. O bebê continuará usando todos os sentidos conforme for descobrindo novos sabores, aparências, sons e texturas que acompanham uma alimentação variada.

Durante as refeições, ele vai aprender sobre comidas e bebidas examinando tudo bem de pertinho, à maneira dele. Ou seja, rolar ervilhas, sacudir um copo de suco, esmagar macarrão e, de vez em quando, colocar algo na boca. Pode até parecer uma grande bagunça, mas, para o seu bebê, será como um parque de diversões dos sentidos.

Qual a relação dos sentidos com o desenvolvimento físico?

O mundo dos recém-nascidos é uma mistura de sensações sobrepostas toques, luzes, cheiros e sons. Mas, em semanas, conforme as vias neurais se desenvolvem, pessoas, objetos e acontecimentos tomam forma na cabeça deles.

O bebê usa, por exemplo, o tato para aprender sobre a forma e a textura das coisas. Até os cerca de 7 meses, dedos e mãos não são suficientes para “decodificar” tudo, então ele se valer também da boca. A boca de um bebê tem mais terminações nervosas por milímetro quadrado do que qualquer outra parte do corpo, daí a necessidade de chupar e morder brinquedos para conseguir decifrá-los. Quem nunca reparou como as crianças pequenas colocam quase tudo na boca?

À medida que a visão melhora, o bebê começa a desenvolver coordenação entre mãos e olhos. Quando tem entre 6 e 8 semanas, ele passa a movimentar a cabeça e os olhos para seguir um objeto. Com 3 meses, é capaz de olhar um objeto que está segurando nas mãos. Aos 4 para 5 meses, a visão já está desenvolvida para que ele entenda quão distante as coisas podem estar, permitindo que ele se estique para pegar objetos que estejam mais longe. Essa nova habilidade abre um mundo de possibilidades para seu curioso bebê.

Bebês sempre procuram novas experiências sensoriais, impulsionando continuamente o seu desenvolvimento. Muitos brinquedos infantis incentivam o aprendizado, mas as atividades do dia a dia são alimento essencial para o cérebro.

Tome a hora do banho como exemplo. A brincadeira de encher e esvaziar um copinho durante o banho não só aprimora a capacidade motora fina como também ensina conceitos mais complexos como o comportamento dos líquidos e a força da gravidade.

Veja informações se você achar que seu filho possa estar com algum atraso no desenvolvimento.

Sentidos e comunicação

Os sentidos do bebê têm papel crucial em ajudá-lo a entender a comunicação. Mesmo antes de nascer, seu filho conhece o som da sua voz e pode reconhecer a voz do pai e dos irmãos, se tiver algum.

Após o nascimento, ele começa a aprimorar as habilidades auditivas, virando-se na direção de um som familiar. Aos 3 meses, o bebê já consegue olhar diretamente para você ao ouvir a sua voz. E pode até começar a balbuciar ou a tentar falar de volta. Nem toda a comunicação é verbal, então a visão desempenha um papel importantíssimo também.

Bebês aprendem a ler o rosto dos adultos e a conectá-lo ao tom da voz desde bem cedo. Com apenas 4 meses, já têm expectativa de que os sons da fala de uma pessoa correspondam à alguma expressão facial, e podem ficar confusos e chateados se as duas coisas não combinarem.

As experiências sensoriais são fundamentais na construção do vocabulário. Liso, áspero, melado ou macio são quase impossíveis para uma criança entender sem que tenha experimentado por conta própria através do tato, da visão ou do paladar.

À procura de ideias para estimular os sentidos do seu bebê? Descubra como você pode ajudar a impulsionar o desenvolvimento através de brincadeiras.

Fonte: http://brasil.babycenter.com/a25011221/como-os-5-sentidos-do-beb%C3%AApodem-influenciar-o-desenvolvimento#ixzz3PZDitoq1

A importância da música para o desenvolvimento do seu bebê!

Sabe a música clássica “nana, neném” que sua mãe costumava cantar para você antes de dormir? Ela é mais relevante do que parece. Muitas vezes esse ritual já acontece no período de gestação: a mãe canta para o filho com intuito de que ele reconheça a sua voz. Parece só um ritual gostoso, mas faz com que o bebê tenha mais conexão ao mundo e, no futuro, aprenda a transmitir emoções.
Por que é tão importante? Porque o seu filho, a partir da canção, começa a entender quais são os elementos para se comunicar com o outro e reinventar o som que escuta. A primeira coisa que a criança reconhece é a voz da mãe e a música que ela canta, que está ligada ao afeto e sensação de carinho. É por isso que a criança procura o som da sua voz: a origem do som contribui para que ele comece a compreender o mundo.
 
 “É importante adaptar a voz à situação”. Ao acordar o bebê, é importante utilizar uma voz mais suave. Já para chamar a atenção, a voz firme é mais adequada. Isso faz com que ele entenda melhor e reconheça a música como um sentimento: o fato de a mãe cantar para o filho faz com que seja criado um vínculo, uma aproximação. “É interessante conversar com a criança e cantar, porque estará ensinando música. O importante é ter a comunicação oral”.
 
E o entendimento da música depende do quanto que a família conversa e canta para o filho. Tendo a música como um ritual cantar na hora do banho, de comer proporciona uma sensibilidade maior.  “Através das músicas você consegue envolver o bebê em sensações”.
 
Além dos pais poderem incentivar esse desempenho cantando e escutando músicas, pode também chamar a atenção do filho para que ele esteja atento ao som, estimulando para que preste atenção em uma música ou na voz grave de uma cantora, por exemplo. Ensinar a criança a escutar fará com que aprenda a exercitar os diferentes timbres e ajude no desenvolvimento da fala, já que o ímpeto será de tentar imitar a voz da pessoa ou o som dos aparelhos musicais que escuta. O importante é que esse incentivo continue; dessa maneira, o seu bebê se tornará uma criança que conseguirá desenvolver a criatividade e aprender a partilhar as sensações e emoções que recebe.
 
Fonte: Revista Pais e Filhos

Gagueira!

Minha filha tem 3 anos e, às vezes, sofre com gagueira. Tem dias em que ela fala direitinho, noutros gagueja. O que posso fazer para resolver isso?

A fonoaudióloga Djamília Durão, de São Paulo, explica que é comum na fase de aquisição da fala (principalmente entre 2 e 3 anos), aparecer a gagueira. “Até os 5 anos de idade, a gagueira é chamada fisiológica, após os 5 anos ela pode se tornar patológica. Por isso, é importante saber lidar com ela na fase fisiológica para que ela não se instale”. Algumas dicas:

– Preste atenção no que a criança está tentando falar (mesmo que demore bastante), sem interrompê-la, sem completar a frase ou dar risada;

– Não fale frases do tipo: “respire”, “calma”, “fale devagar”, simplesmente, preste atenção, aguardando;

– Mostre que você está tentando entendê-la (somente prestando atenção) e que é importante para você;

– Oriente da mesma forma as pessoas que cuidam da criança (inclusive a escola);

“Caso a gagueira persista e seja muito acentuada, vale a pena procurar a ajuda de uma fonoaudióloga para avaliar e orientar, ou até mesmo, iniciar um acompanhamento”, finaliza.

Fonte: http://bebe.abril.com.br/materia/gagueira