8 armadilhas para evitar na hora de escolher o nome do bebê

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Iniciais que causam vergonha, significados comprometedores, popularidade além da conta, sons que ninguém entende.

Esses são alguns dos possíveis problemas que envolvem a escolha de um nome, mas que podem ser evitados pelos pais antes de ir parar de vez nas certidões de nascimento das crianças. 

Nossa intenção aqui não é dificultar ainda mais a já delicada tarefa de decidir o nome do bebê, e sim de ajudar você a descobrir armadilhas que possam provocar constrangimento para seu filho no futuro.

Quer saber como? Veja então como os nomes de sua preferência se encaixam na lista de ciladas. Se os escolhidos não se enquadrarem nos perfis citados, sinal verde para seguir adiante!

Por Evonne Lack

  1. Apelido infeliz

Você provavelmente já viu como fica a combinação do primeiro nome com o sobrenome. Mas não esqueça também de pensar como todos os possíveis apelidos soam ao juntar com o sobrenome.

“O nome que mais gostávamos era Benjamin, só que, o apelido Ben combinado com nosso sobrenome Ito virava Benito, e aí já não gostamos tanto”, conta um futuro papai.

  1. Iniciais que fazem rir

Cecília Carvalho é um nome perfeitamente normal até que você pare para vê-lo abreviado por escrito: C.C. — que faz lembrar algo bem distante da imagem cheirosa e feminina que você tinha na cabeça. O para Sofia Urbano Jatobá Amado, S.U.J.A.

Cuidado com descuidos que possam virar motivo de piada.

  1. Uma vida de correções

“Tenho que admitir…Minha filha Juliah (que se pronuncia Juliá) vai passar a vida toda tendo que corrigir a grafia e o som do próprio nome”, conta uma mamãe.

Se você está pensando em dar um nome que não é muito comum ou que tem uma grafia bem diferente, talvez um bom teste seja postá-lo em nosso grupo de discussão de nomes de bebê e ver como outras pessoas o pronunciam.

Caso várias delas entendam de um jeito completamente diferente do que você planeja, pense bem em como você, seu filho e a família vão lidar com o fato de ter que corrigir meio mundo pelo resto da vida. Se isso não afetar vocês, vá em frente! Agora, se achar meio chato, parta para alternativas mais simples.

  1. Todo mundo igual

Será que justo o nome que você mais ama é amado também por outras milhares de pessoas? Graças à Internet, a resposta para esta dúvida está na ponta dos dedos. Basta colocar o nome em uma ferramenta de buscas qualquer e avaliar os resultados. Outra possibilidade é conferir nosso artigo de nomes da moda no Brasil e ver se aquele do seu coração está entre os mais populares com outros pais e mães.

“Nossa primeira escolha apareceu como o primeiro nome do ranking mais recente”, diz uma mãe. Outra lembra que o nome que pretendia dar à filha foi dado ao bebê de uma atriz famosa, o que geralmente costuma alavancar a popularidade de um nome.

Há pessoas que não se importam com isso, já que estão bem decididas sobre o que gostam. Outras, no entanto, acabam reconsiderando, por temer que o sobrenome dos filhos vire a maneira mais típica de eles serem chamados.

É bom ficar especialmente atento se o sobrenome que você pretende dar for também comum. O fato de existirem várias pessoas chamadas “Gabriel Carvalho” pode causar confusões futuras, até judiciais. Pense na possibilidade de acrescentar um segundo nome ou um segundo sobrenome, para evitar que haja homônimos.

  1. Pares de nomes que dão errado

Se o bebê que ainda não nasceu tem um ou dois irmãozinhos mais velhos, tente o seguinte exercício: diga em voz alta o possível nome do bebê junto com os das outras crianças da casa, como em “Miguel, Felipe, Aline, hora de dormir!”. Se a combinação soar bem, ótimo. Se não, pense um pouquinho mais. Você certamente vai falar os nomes dos seus filhos em conjunto o tempo todo, então é melhor que a dupla ou o trio caia bem aos ouvidos.

Uma mãe que tenha um filho chamado Ciro, por exemplo, pode querer evitar dar o lindo nome Rose para a segunda filha, para fugir de uma combinação que lembre “cirrose”.

  1. Email é coisa séria

Não é muito fácil imaginar agora, mas, um dia, o seu bebezinho será um adulto em um ambiente de trabalho, com um endereço de email. Como é de praxe em muitas empresas, o nome dele poderá ser encurtado ou combinado com o sobrenome para virar o email, algo que pode acabar resultando em uma palavra completamente nova e nada agradável.

Duvida? Então que tal sua princesa Joana Neteli virar joananete@xxx.com.br? Pode acontecer. Tenha em mente que uma regra muito comum para criação de emails e identidades é juntar a primeira letra do nome às seis primeiras letras do sobrenome.

  1. Nomes de má reputação

Já imaginou descobrir que o nome do seu filhinho de 5 anos é o mesmo que o do maior ator pornô da atualidade? Para evitar esse tipo de surpresa, use ferramentas de busca na Internet para explorar o que mais aparece com as opções de nome que você gosta. Digite o nome todo, incluindo variações com apelidos, e veja o que resulta.

Você também não vai querer saber que o nome é o mesmo de um ditador sanguinolento do passado ou de um assassino em série que aterroriza algum país.

  1. Som X significado

Nem todos os nomes têm significados bonitos e simbólicos de tudo aquilo que desejamos para o destino de nossos filhos, por isso esse é um outro assunto que vale a pena ser pesquisado.

“Adorava o nome Arani e achei que teria uma filha chamada assim, mas, quando pesquisei, descobri que em tupi essa palavra quer dizer tempo ruim. Tive que tirar da cabeça na hora”, relata uma mãe.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a7000122/8-armadilhas-para-evitar-na-hora-de-escolher-o-nome-do-beb%C3%AA

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Atividade ao ar livre: passeio no parque

Tempo necessário: 20 minutos
Idade: Recém-nascido
Objetivo: introduzir o bebê ao mundo fora de casa em um ambiente aberto, sem aglomeração de pessoas e excesso de barulho, estimular a audição e a visão
Material: carrinho, parque ou praça, tempo bom

Como fazer

Escolha um lugar bem tranquilo e arborizado para levar o bebê e não correr risco de ele acabar estimulado demais e só chorar. O ideal é que ele esteja acordado, mesmo que deitadinho, para desfrutar da sensação do vento no rosto, do barulho das folhas nas árvores, de outras crianças brincando ao longe. Se seu carrinho permitir, varie a posição da criança, ora virada para você, ora virada para fora, para que ela possa ver a paisagem.

De tempos em tempos, dê uma parada, aproxime ligeiramente seu rosto e converse com ele para lembrá-lo da sua presença e exercitá-lo em levantar um pouquinho a cabeça. Você pode também levar uma canga ou uma manta, estender no chão e deitar o bebê de barriga para cima.

Chegue perto para que ele a veja. Bebês de até 1 mês só enxergam nitidamente pessoas e objetos a uma distância curta (20 a 30 centímetros).

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a25005159/atividade-ao-ar-livre-passeio-no-parque

É normal que meu filho volte a se comportar como bebê?

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Fonte da Imagem: www.weltderwunder

É normal uma criança mais velha voltar a agir como bebê. De repente, você começa a perceber que seu filho está regredindo. 

Deixa de falar palavras que já sabia dizer bem, pede a mamadeira ou o peito mesmo depois de já ter abandonado esses hábitos, ou chora porque viu a chupeta na boca de uma criança menor (ou do irmãozinho) e quer voltar ao passado.

Essas regressões comportamentais são normais e esperadas. O mundo da criança muda e se expande muito rápido, e às vezes ela precisa voltar alguns passos para se sentir mais segura. 

Isso acontece especialmente quando há criança nova na família. Além de tudo, um bebezinho parece conseguir muito mais a atenção de todos que a criança “grande”.

Muitas crianças mostram alguma regressão no comportamento quando há uma mudança drástica em sua rotina. Não só a chegada de um irmão, mas também o início da escola, planos de mudança ou problemas na família que sejam percebidas por elas podem gerar insegurança. 

Tente aliviar a tensão sentida por seu filho com muito carinho e atenção, além de tempo ao lado dele. 

O tipo de regressão que deve causar preocupação é a física: por exemplo, a criança conseguia subir no sofá sem problemas e agora não consegue mais. Nesse caso, é preciso falar com o pediatra, porque há algumas doenças musculares, chamadas distrofias, que se manifestam assim.

Outro sinal de alerta é uma regressão significativa na linguagem: a criança já usava expressões de duas ou três palavras e agora mal fala. (Mas falar como bebê, coisa que muitas crianças dessa idade gostam de fazer, é absolutamente normal.)

Regressões físicas ou cognitivas podem indicar algum problema sério, por isso leve seu filho ao pediatra e converse com ele se estiver preocupada.

Também procure orientação médica se a criança tiver grande dificuldade de relacionamento e comunicação como se ela tivesse parado de evoluir nesses aspectos. Esta é uma das características de distúrbios como o autismo.

Quando a regressão é emocional, a melhor saída é manter a calma e se mostrar disponível para a criança. Assim que voltar a se sentir segura, ela vai retomar o nível de maturidade que tinha. 

Se seu filho quiser provar o leitinho do irmão mais novo, você pode deixar, porque é muito provável que ele perceba que não é tão gostoso quanto imaginava.

Caso o comportamento do seu filho seja inconveniente ou ele faça algo que você não queira deixar (como quando ele quer entrar no berço de um bebê ou mamar no peito de uma tia), a melhor reação é mostrar que você sabe o que ele quer, mas que pode oferecer uma alternativa. 

“Sei que era gostoso mamar no peito da mamãe, mas agora você toma o seu leite nesse copinho superlegal. Por que você não vem tomar o seu leite aqui, bem gostoso, no meu colo?”

Outras estratégias podem funcionar se o comportamento estiver durando muito tempo. Você pode inventar uma historinha sobre uma criança que queria voltar a ser bebê, e o que aconteceu com ela quando o desejo foi atendido (enfatizando os pontos negativos, claro, sempre com bom humor!).

Ou brincar, dizendo, sem menosprezo na voz: “Nossa, quem é esse bebezinho aqui? Não estou entendendo nada do que ele fala! Tomara que minha filha, que é uma menina grande e sabida, apareça logo para conversar comigo!”

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x3400476/%C3%A9-normal-que-meu-filho-volte-a-se-comportar-como-beb%C3%AA

A magia das cores no mundo infantil

Estímulos decorrentes da presença de figuras coloridas contribuem para o aprimoramento da capacidade motora e cognitiva, raciocínio, fala, audição, entre outras funções

O uso das cores tem uma ligação direta no desenvolvimento da criança. Estímulos decorrentes da presença de figuras coloridas contribuem para o aprimoramento da capacidade motora e cognitiva, raciocínio, fala, audição, entre outras funções.

Isso acontece porque a criança é completamente influenciada pelas cores desde a fase inicial de vida, se estendendo por muitos anos. As cores alegres e vibrantes comprovadamente chamam a atenção do pequeno. Por esse fato, os pais devem usar e abusar do “mundo colorido” como peça importante também na educação dos filhos.

Você quer um exemplo do poder das cores na mente do bebê? A colocação de argolas ou chocalhos coloridos fixados sobre o berço, carrinho de bebê ou mesmo na cadeirinha de refeição é um excelente estímulo para um nenê de cinco a doze meses de vida, afirma a terapeuta ocupacional Vilma Colmenero, do Hospital Guilherme Álvaro, de Santos/SP.

a magia das cores na infância - Foto: asier_relampagoestudio / Freepik

“As cores das peças atraem o olhar do bebê. Coloque os objetos de modo que ele consiga alcançá-los com as mãos. Esse processo de mexer no brinquedo é um estímulo importantíssimo, pois, inconscientemente, ele estará exercitando a percepção ao tocar na peça, assim como a auto-estima, pois percebe que é capaz de movimentar o objeto. Se isso não bastasse, ele desenvolve a audição, ao ouvir o barulho provocado no contato com o chocalho, e também a coordenação motora”, explica Vilma Colmenero. “Perceba que essa série de exercícios vitais foi possível após a visualização dos objetos coloridos que despertaram sua atenção”, completa.

Educação colorida 

As cores facilitam no processo de assimilação dos ensinamentos por parte dos pais, entretanto, é preciso que eles estejam preparados para utilizar essa importante ferramenta de aprendizado. “Não basta encher a casa de figuras coloridas e não estimular a criança. É fundamental que os pais associem a cor ao objeto. Uma dica é convidar o filho a comer uma deliciosa maçã de cor vermelha. A criança se sentirá estimulada por ser uma fruta de coloração vibrante”, avalia Vilma Colmenero.

Com uma dose de criatividade, os pais podem criar pratos ricos em nutrientes, decorados com cores e formas distintas, que podem ser o atrativo que faltava para que o filho passe a comer alimentos saudáveis. Quanto à higiene pessoal, a utilização de escova de dente ou esponja de banho colorida motiva indiretamente a criança a manter-se limpa.

Fonte do site: http://guiadobebe.uol.com.br/a-magia-das-cores-no-mundo-infantil/

O valor da brincadeira

Na infância, brincar é mais importante do que as atividades acadêmicas

Não é incomum vermos crianças brincando de super-heróis combatendo monstros imaginários. Por que será que elas passam tanto tempo no mundo da fantasia? Brincar com os outros é muito importante para o desenvolvimento de uma criança, além de ajudá-la a fazer, e manter, amizades. Quando as crianças brincam elas aprendem a cooperar, a distinguir os momentos de liderar ou de seguir outro líder, além de desenvolver uma capacidade de resolução de problemas.

Brincar é uma das mais importantes maneiras que as crianças que ainda não têm o domínio da linguagem podem expressar seus sentimentos. Isso significa que brincar é a linguagem das crianças, principalmente das pequenas. A partir do momento em que as crianças começam a brincar juntas, passam a aprender sobre relacionamentos. À medida que crescem, o jogo ensina as crianças a aguardarem a vez, a partilharem os brinquedos, a respeitarem as regras. Mas, tenha em mente que o objetivo de brincar deve ser relaxar e se divertir! Brincando, a imaginação do seu filho cria asas! Ao ouvir, olhar, tocar, provar e cheirar, ele começa a aprender sobre o mundo e a realidade que o cerca. Brincar sempre fez parte do aprendizado e crescimento infantil, além de proporcionar prazer e diversão.

Duas crianças brincando com cubos coloridos - Foto: Oksana Kuzmina/Shutterstock.com

Os brinquedos que permitem que as crianças usem a imaginação e criem as próprias brincadeiras são os mais adequados para qualquer idade! Muitos brinquedos que são comprados para as crianças não têm essa flexibilidade e não oferecem a oportunidade delas explorarem e criarem. Alguns “brinquedos” que nunca saem de moda são: papel e tinta, água e areia, argila e massinha de modelar, panelinhas e potes, blocos de madeira, roupas velhas para se fantasiar, caixas de todos os tamanhos e formas. Alguns brinquedos e recursos (como vestir fantasias) ​​que permitem que as crianças sejam criativas são de mais valor do que um monte de brinquedos!

Outro item essencial para as brincadeiras: música! A música é importante para as crianças a partir do momento em que nascem. Canções e ritmos ajudam as crianças a relaxarem e se sentirem confortadas quando estão tristes ou chateadas. Dançar e cantar ajuda o desenvolvimento de consciência corporal, linguagem, compreensão da cultura. A música pode tornar-se uma forma de sentir alegria e prazer, e de lidar com o estresse.

Incentive seu filho a brincar! Na infância, muito mais importante do que as atividades acadêmicas é o tempo livre que as crianças têm para brincar. Não subestime o valor de uma brincadeira! Brincar é tão importante no desenvolvimento infantil que é reconhecido pela ONU como um direito de toda criança. Brincar é saudável, reduz o estresse e o risco de obesidade, desenvolve habilidades cognitivas, físicas e sociais, além de ser muito divertido!

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/o-valor-da-brincadeira/

Mimar não é amar

Crianças mimadas crescem egocêntricas e não respeitam a autoridade dos adultos 

Atualmente, é muito comum ver crianças nos corredores do shopping, supermercados ou em uma loja de brinquedos dando um “show” de berros, choros ou se debatendo no chão, porque querem alguma coisa e seus pais não querem ou não podem dar. Para minimizar essa vergonha em público, os pais ou adultos que acompanham a criança acabam cedendo, e aí o jogo fica 1 x 0 para a criança, que na próxima vez já saberá o que deve fazer para conseguir o que quer.

De acordo com a coach familiar Valéria Ribeiro, existem vários fatores que levam uma criança a ser mimada e todos eles estão relacionados aos comportamentos dos adultos que convivem com essa criança, indo desde a superproteção até uma certa negligência. Entre esses fatores estão: o desacordo dos pais sobre qual método de educação usar (rivalidade entre o casal); sobre algo que é proibido em um dia e permitido em outro; pais muito ocupados que querem compensar o filho pela sua ausência, dando presentes e realizando desejos além do que é normal (aniversário, Natal ou um dia especial); medo de que aconteça algo muito ruim para o filho; pais que tratam seu filho como um bibelô; pensam que os filhos têm que ter tudo aquilo que os pais não tiveram; e medo de não serem amados ao dizer “não”, frustrando os desejos da criança.

crianças mimadas - Foto: Pezibear / pixabay.com

A questão é que os pais só entenderão que têm um filho mimado muitos anos depois, quando os caprichos da criança se tornarem normais e suas demandas aumentarem. “A criança mimada é aquela que não aceita uma frustração e sempre reage querendo se posicionar no centro das atenções.

São vários os sinais que indicam que uma criança é mimada:

  • Quando os pais acreditam que o filho está sempre certo, independentemente da situação, e mesmo que o filho esteja errado
  • Dependência exagerada dos pais para tomada de decisão (superproteção)
  • Dificuldade em dividir
  • Birras frequentes
  • A criança só come a comida favorita dela
  • Nunca ajuda os pais ou outra pessoa
  • Mostra desagrado com frequência
  • Usa de manipulações
  • Sempre precisa ser convencida e persuadida
  • Não aceita não como resposta

Há uma diferença entre mimar e dar afeto. É preciso encontrar o equilíbrio entre dar afeto e situações em que a vontade dos pais deverão prevalecer, não por serem pais autoritários, mas por saberem o que é melhor para a criança naquele momento. Segundo a especialista, o mimo é quando a criança é tratada com carinho excessivo, satisfazendo todas suas vontades. Mimar uma criança é amar do jeito errado.

Criança que é mimada tende a não respeitar regras quando for adolescente ou adulto. Afinal, ela foi criada como a ‘dona do mundo’ e tudo o que ela deseja deve ser satisfeita, destaca. Além de que, na fase da adolescência ela pode passar a ter comportamentos de risco ou desenvolver comportamento delinquentes, tais como praticante de bullying, pois foi tratada como “realeza” a vida toda e não tolera que outra pessoa não concorde com seu jeito de pensar e agir.

Apesar dos pais acreditarem que uma criança mimada não tem mais solução, isso não é verdade, mas é certo que dará bastante trabalho e exigirá persistência, paciência e determinação dos pais para que os comportamentos e atitudes mudem, até o ponto em que a criança reconhecerá e respeitará os limites a ela impostos. Durante o processo de reeducação fale com voz calma, mas firme, diga a criança o quanto a ama, mas que seus comportamentos errados devem ser corrigidos. Converse com toda a família, isso inclui avós, tias e babás, sobre a reeducação e a importância para a criança, para que suas atitudes não caiam por terra por ter algum adulto que está satisfazendo as vontades da criança secretamente.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/mimar-nao-e-amar/

Transtorno Bipolar em crianças: sete fatores que ajudam a identificar

Médico neuropediatra e psicopedagoga ensinam que o Transtorno Bipolar ocorre em crianças e contam como os pais podem identificar sintomas

Diferente do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), que pode atingir de 6 a 10 por cento da população infanto-juvenil, o Transtorno Bipolar atinge 0,8 a 1 por cento das crianças, e já pode ser identificado desde cedo, ao contrário do que muitos acreditam.

O neuropediatara Clay Brites, um dos fundadores do Instituto NeuroSaber, explica que de 5 a 15 por cento das crianças com um transtorno tendem a apresentar o outro associado, mas mesmo assim existe uma importante diferença entre os dois. Esse transtorno leva a imensos prejuízos no relacionamento social e na evolução afetiva na infância, e seus sintomas já podem ser identificados antes dos 5 anos de idade.  

Os especialistas alertam que quanto mais cedo o transtorno for identificado, melhor será o desenvolvimento na adolescência. Segundo um estudo publicado pela Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente (AACAP), crianças pré-adolescentes com Transtorno Bipolar apresentam uma maior dificuldade de atenção, concentração, memória e aprendizagem. “Isso mostra que os indivíduos que não são diagnosticados na infância apresentarão problemas de oscilação de humor e prejuízos na capacidade de aprendizagem mais tarde durante a vida”.

criança com Transtorno Bipolar - Foto: isakarakus / pixabay.com

A psicopedagoga Luciana Brites, especialista em Educação Especial e também fundadora do NeuroSaber, conta que existem pelo menos sete fatores que podem ser analisados pelos pais como primeiro passo para o diagnóstico. “É conhecendo mais sobre o assunto que nós conseguimos gerar consciência nas famílias”, resume Luciana. 

  1. Oscilação de humor

O primeiro ponto a ser analisado, segundo o Dr. Clay Brites, é o sintoma chave do Transtorno Bipolar: a mudança repentina de humor. A criança com Transtorno Bipolar muda de semblante de uma hora para a outra, e deixa de ser carinhosa para ficar repentinamente isolada do convívio de um dia para o outro, por exemplo”, explica. 

  1. Histórico familiar

Luciana Brites conta que o histórico familiar pode ser um fator em 80% dos casos de Transtorno Bipolar. “Muitos pais fazem pouco caso e acabam repetindo que a criança puxou o avô ou o tio, por exemplo, como se isso não fosse importante”, alerta a especialista. “Muitas vezes, pode ser que o tio ou o avô tivessem mesmo o transtorno e nunca foram diagnosticados”. 

  1. Ambiente difícil

Segundo Dr. Clay Brites, uma predisposição genética pode ser agravada por um ambiente familiar muito rígido, difícil ou de pouca afetividade. “O ambiente menos acolhedor pode atrapalhar ainda mais o problema e promover crises ainda mais intensas”, resume. 

  1. Hiperatividade cíclica

Ao contrário da criança com TDAH, que está sempre agitada, a hiperatividade em uma criança com Transtorno Bipolar é cíclica e se alterna com um comportamento mais calmo em momentos alternados. “É preciso estar atento a essa alteração de comportamento, especialmente se ela for abrupta”, alerta a psicopedagoga Luciana Brites. 

  1. Hiperssexualidade precoce

Segundo o neuropediatra, crianças bipolares costumam apresentar uma sexualidade precoce. “Geralmente, meninos e meninas com esse distúrbio podem ter insinuações, o desejo de se vestir como adulto com roupas curtas e maquiagem, por exemplo, e até mesmo um desejo sexual diante dos colegas da escola”, exemplifica. 

  1. Comportamento controlador e ciumento

Enquanto que as crianças com TDAH apresentam maior dificuldade de aprendizado em matemática e linguagens desde idades mais jovens, em vez de desenvolverem apenas na pré-adolescência, o Bipolar via de regra não apresenta este problema de início. “É um transtorno mais comportamental, que costuma deixar a criança extremamente ciumenta e controladora em relação às atitudes do dia a dia”, explica Luciana. “E eles apresentam uma irritabilidade independentemente de qualquer tipo de frustração”, explica. 

  1. Falta de sono

Por fim, os especialistas alertam para um detalhe importante e comum nesta fase da vida: a falta de sono. “Muitas pessoas confundem esse comportamento com o TDAH”, conta o médico. No entanto, a psicopedagoga completa que, ao contrário da Hiperatividade, a insônia no Transtorno Bipolar não faz com que a criança apresente sonolência pela manhã. Ela continua sem sono durante o dia. 

Por fim, Luciana e Clay completam que é importante que os pais identifiquem esse comportamento nos filhos e busquem ajuda do profissional correto: um neuropediatra ou psiquiatra infantil. “O tratamento será melhor quanto mais interdisciplinar for a equipe de profissionais”, concluem.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/transtorno-bipolar-em-criancas-sete-fatores-que-ajudam-a-identificar/

Fissuras nos mamilos e dores na amamentação

Laserterapia ajuda mães que sofrem com o problema a não abandonarem o peito

Os problemas de amamentação são frequentes e podem ser um grande desafio para novas mães. De fato, a dor nas mamas, as fissuras (rachaduras) nos mamilos e a mastite são algumas das principais razões pelas quais as mães abandonam a amamentação prematuramente.

Existe um número limitado de tratamentos efetivos para essas condições, e a terapia com laser de baixa potência tem se mostrado muito eficaz para acelerar a cicatrização dos mamilos e aliviar a dor.

Problemas no mamilo são comuns e podem afetar mais da metade das mulheres que amamentam, e apresentam características tipicamente associadas, incluindo, mamilos doloridos, rachados, sangrando e com bolhas.

A cicatrização desses mamilos danificados pode ser difícil por causa do trauma continuamente repetido da sucção do bebê. Além disso, o mamilo danificado é propenso a infecção bacteriana e fúngica, resultando em problemas como ductos mamários obstruídos e mastite.

amamentando com problemas nos seios - Foto: grisguerra / pixabay.com

Um tratamento que está provando ser de grande benefício para a melhora de mamilos dolorosos é a terapia com laser de baixa potência. O laser acelera a cicatrização de feridas e a maioria das mães relatam alívio da dor e melhora na cicatrização após apenas uma sessão. O tratamento também é benéfico na desobstrução dos ductos mamários e no processo de cicatrização de mamas com mastite.

A laserterapia é um tratamento suave e indolor, geralmente aplicado por fisioterapeutas, que usa o laser no reparo tecidual, reduz a inflamação e a dor. Os tratamentos duram apenas alguns minutos e são inteiramente indolores e sem efeitos colaterais conhecidos.

Em um estudo recente, publicado nos Estados Unidos, as mulheres tratadas com o laser de baixa potência apresentaram uma diminuição significativa na intensidade da dor 24 horas após o tratamento e a terapia demonstrou ser eficaz na melhora de lesões em mulheres que amamentam, proporcionando alívio e prolongando a amamentação exclusiva.

Thalita Freitas é fisioterapeuta especialista em Saúde da Mulher pela Faculdade de Medicina da USP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na área de reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/fissuras-nos-mamilos-e-dores-na-amamentacao/

15 formas divertidas de anunciar a gravidez

Anunciar a gravidez de forma divertida é uma maneira legal de envolver os amigos nesse momento emocionante. Hoje em dia, com as redes sociais, muitos pais acabam aproveitando para divulgar online com fotos.

Quando a Fê engravidou do Bento o anúncio foi feito aqui no blog pela Luisa, lembram? Foi um post super fofo e criativo! Selecionamos 22 formas divertidas de anunciar a gravidez para vocês se inspirarem. Confiram!

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Fonte do Site: http://chegueiaomundo.com.br/categoria/mamaes-e-papais/page/3/

Você já testou? “Pote da calma” promete tranquilizar as crianças

OS EFEITOS E O BRILHO DO POTE CHAMARIAM A ATENÇÃO ENQUANTO AS CRIANÇAS SE ACALMAM

Calming Jar, em livre tradução, o vidro ou o pote da calma, um instrumento inspirado no método Montessori, usado para acalmar as crianças depois de um choro ou de uma briga.

Em especial o instrumento ajudaria as crianças a ficarem tranquilas para conseguirem escutar o que os pais ou os professores têm a dizer. O pote da calma é utilizado nos momentos em que as crianças precisam de alguns minutos para se acalmarem. Assim, eles se concentram no vidro, voltam a atenção para o efeito e têm tempo de respirar e se acalmar. Além disso, cria um momento propício para que as crianças se expressem e tentem explicar os motivos de raiva ou tristeza.

Há muitas variações para a preparação do Calming Jar: 

Você vai precisar de:

  • 1 pote de vidro com tampa ou garrafa;
  • 1-2 colheres de sopa de cola glitter;
  • 3-4 colheres de chá de purpurina;
  • 1 gota de corante alimentar;
  • Água quente;

Como fazer:

A quantidade de água a ser utilizada varia de acordo com a capacidade do pote. Leve em consideração que você deve deixar um espaço vazio na parte superior do vidro, para poder agitar o seu conteúdo.

Despeje no vidro a água quente e a cola glitter. Mexa com muita paciência para que o glitter da cola se desmanche na água. Adicione a purpurina e misture novamente. Adicione uma gota de corante alimentar e feche bem a tampa do pote.

Dica: Azul é a cor que mais inspira a calma. Se você já testou, conte para a gente como foi a experiência!

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Pote da calma

Fonte do Site: https://www.paisefilhos.com.br/crianca/voce-ja-testou-pote-da-calma-promete-tranquilizar-as-criancas/?offset=3122