5 dicas simples para desenvolver o espírito de gratidão no seu filho

Como ensinar nossos filhos a terem gratidão?  Vivemos numa sociedade marcada pelo consumismo e pelo individualismo. Estamos sempre sendo convidadas a ter o celular mais novo, os modelos de roupa que estão em alta e por aí vai.

E nossas crianças acabam sendo influenciadas por tudo isso também. Por isso, é importante ajudá-las a desenvolver o atributo da gratidão.

Vejam no texto de hoje 5 dicas simples da psicoterapeuta infantil e parceira do blog, Monica Pessanha, sobre como desenvolver a gratidão nos pequenos.

Entregar-se a esse estilo de vida o de ter aquilo que é mais recente, e pior, o que muitas vezes nem precisamos pode gerar um sentimento de frustração e, por sua vez, faz com que deixemos de ser gratos pelo que já temos. Quem acha que isso faz parte apenas do universo adulto está completamente enganado.

Atributos não são necessariamente um dom natural. Eles precisam ser desenvolvidos e como músculos precisam de exercícios. Com certeza, ensinar gratidão para as crianças é um desafio. Até porque as crianças têm uma fase de seu desenvolvimento em que elas são bem egocêntricas. Pensando em te ajudar nesse desafio, preparei 5 dicas para você usar com seu  (a) pequeno(a):

  1. Deixe seu filho ajudar com tarefas simples em casa –  Por mais que seja difícil vê-los levar muito tempo para realizar uma tarefa, precisamos deixá-los participar um pouco das tarefas de casa adequadas para idade de seu filho ou sua filha. A tentação é sempre a de interferir, mas quanto mais você faz por eles, menos eles apreciam seus esforços. Ao participar de tarefas simples como alimentar o cão ou levar os pratos sujos da mesa para a pia , a criança percebe que todas essas tarefas exigem esforço.
  2. Incentive a generosidade – O caixa de brinquedo já não fecha e tem os que ele(a) nem mais usa para brincar? Diga que irão fazer uma limpeza e verificar quais são os brinquedos que podem ir para a doação. Deixe que ele(a) participe do processo.
  3. Incentive-os a escrever notas de agradecimento – Essa é uma boa maneira de exercitar a gratidão. Os mais novos que ainda não sabem escrever, podem expressar sua gratidão por meio de desenhos.
  4. Pratique dizendo Não – É claro que as crianças estão constantemente nos pedido brinquedo, jogos, videogame e doces. Conceder todos os seus pedidos é impedi-las de poder desenvolver o espírito de gratidão. Se temos tudo e a todo momento, como ser gratos pelo que já temos? Dizer não é uma maneira de ajudar a criança a ser grata.
  5. POTE da gratidão – Isso é algo que toda a família pode participar. Todos os dias durante 30 dias, cada membro terá que escrever em filetes de papel uma coisa pela qual é grato. Quando completarem a tarefa,  vocês podem se reunir e ler juntos as coisas pelas quais a família é grata.

Ensinar gratidão não é fácil, seja persistente e paciente e lembre-se de sempre ajustar suas expectativas!

Fonte do Site: http://chegueiaomundo.com.br/ 

Nomes de Bebê 2017: Ideias para meninos e meninas

Escolher o nome para o bebê é uma decisão difícil e muito importante, pois esse nome fará parte de toda a vida do seu filho. Alguns pais escolhem os nomes que colocarão em seus filhos muitos anos antes deles nascerem, outros já definem que vão homenagear alguém da família ou uma pessoa querida pelo casal.

Existem pais que querem colocar nomes mais comuns e de fácil compreensão. Assim como existem aqueles que optam por nomes diferentes, exclusivos e únicos para o seu bebê. Se vocês estão “grávidos” e com dúvidas em qual nome colocar no bebê, separamos várias ideias e de todos os tipos.

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Nomes de bebês para 2017

  • Alice, Helena, Isabela, Júlia, Laura, Lívia, Luiza, Manuela, Sofia, Valentina.
  • Arthur, Bernardo, Davi, Gabriel, Heitor, Lucca, Lorenzo, Miguel, Matheus, Pedro.

Nomes de bebês masculinos

Alexandre Eduardo Henrique Murilo Theo
André Enrico Henry Nathan Thiago
Antônio Enzo Ian Otávio Thomas
Augusto Erick Isaac Pietro Vicente
Breno Felipe João Rafael Vinícius
Bruno Fernando Kaique Raul Vitor
Caio Francisco Leonardo Rian Yago
Cauã Frederico Luan Ricardo Ygor
Daniel Guilherme Lucas Rodrigo Yuri
Danilo Gustavo Mathias Samuel  

Nomes compostos masculinos

Arthur Gabriel   João Vitor
Arthur Miguel   Luiz Felipe
Carlos Eduardo   Luiz Gustavo
Davi Luiz   Luiz Henrique
Davi Miguel   Luiz Miguel
Enzo Gabriel   Luiz Otávio
Enzo Miguel   Lucas Gabriel
João Gabriel   Pedro Henrique
João Guilherme   Pedro Lucas
João Lucas   Pedro Miguel
João Miguel   Vitor Hugo
João Pedro    

Nomes de bebês femininos

Agatha Camila Esther Isis Maitê Natália
Alícia Carolina Fernanda Joana Malu Nicole
Amanda Catarina Gabriela Laís Maria Olívia
Ana Cecília Gabrielle Lara Mariah Pietra
Antonela Clara Giovanna Larissa Mariana Rafaela
Aurora Clarice Giulia Lavínia Marina Rebeca
Bárbara Eduarda Heloísa Letícia Maya Sara
Beatriz Elisa Isabel Liz Melissa Sophie
Bianca Emanuelly Isabelly Lorena Milena Stella
Bruna Emilly Isadora Luana Mirella Vitória
          Yasmin

Nomes compostos femininos

Ana Beatriz   Maria Eduarda
Ana Cecília   Maria Fernanda
Ana Clara   Maria Flor
Ana Júlia   Maria Helena
Ana Laura   Maria Isis
Ana Lívia   Maria Júlia
Ana Luiza   Maria Laura
Ana Sofia   Maria Luiza
Ana Vitória   Maria Sophia
Maria Alice   Maria Valentina
Maria Cecília   Maria Vitória
Maria Clara    

Nomes de bebê diferentes para meninos

Álvaro Cícero Gael Lino Salomão
Amado Ciro Gaspar Lourenço Santiago
Antony Conrado Gonçalo Martim Serafim
Bartolomeu Cristovão Gregório Nicolas Tadeu
Benedito Dante Guilhermo Noah Tomé
Benício Dimitri Hermano Nuno Valentino
Benito Dom Ícaro Oliver Vince
Benjamin Emanuel Inácio Oscar Zion
Bento Ernesto Levi Romeu  
Calebe Franco Lince Ruan  

Nomes de bebê diferentes para meninas

Açucena Augusta Coralina Hortênsia Martina Pilar
Adele Ayla Dora Iolanda Matilda Ramona
Agnes Benedita Eleonara Julieta Melina Serena
Alegra Betina Esperança Lia Mia Tarsila
Allana Branca Estrela Linda Micaela Teodora
Amélia Caetana Felipa Lolita Naomi Úrsula
Amora Carlota Flora Louise Olga Vida
Anabel Celina Florença Luna Pandora Violeta
Analu Charlote Frederica Mabel Penélope Zoé
Anastácia Constança Gaia Maia Pérola  
Angelina Cora Guadalupe Margarida Petra  

São muitas opções de nomes de bebê, porém, depois de escolher o seu preferido, o seu companheiro (a) também tem que gostar do mesmo nome.

No caso de estarem com dificuldades para chegarem a um consenso sobre o nome do bebê, aqui vai uma dica:

Cada um faz a sua lista com os nomes preferidos, depois trocam-se as listas e cada um pode cortar 3 nomes da lista do parceiro e depois, se necessário mais 3 (depende da quantidade de nomes que tiver na lista) e assim, vocês devem deixar apenas 3 nomes em cada lista. Fica mais fácil de trocar ideias e escolher!

Ainda está em dúvida mesmo depois de todas essas dicas? Não se preocupe! Para te ajudar nessa missão de qual nome escolher para o seu bebê, separamos 6 dicas valiosas!

1- Significado especial do nome do bebê

Se estiver com dúvidas em qual nome escolher, que tal dar uma olhada no significado do nome, isso pode te ajudar a decidir.

2- Nome familiar

Algumas famílias tem a tradição de passar o nome do pai para o filho, mas se a sua não tem, pode ser uma ótima ideia para homenagear uma pessoa querida. Olhe para trás e veja o nome da vovó (ô), da bisavó (ô) ou da madrinha do bebê. Antigamente, era muito comum homenagear a madrinha, passando o nome dela para a afilhada. Nesses casos, você pode buscar variações do nome, por exemplo, um nome muito usado era Maria Alice, você pode colocar na sua filha o nome Alice que está super em alta ou Umbelina que pode ser (ou ter sido) a bisa, e usar o nome Lina que é lindo e super delicado.

3- Opinião dos irmãos

Quando se tem um filho mais velho, muitas vezes ele quer dar opinião no nome do irmãozinho (a) que está chegando. Isso acaba virando uma história linda de família, já que sempre será lembrado que quem escolheu o nome foi o irmão mais velho, muito fofo!!

4- Decisão conjunta

Escolher já é difícil, com dois opinando é mais complicado. Mas é isso mesmo, o nome do filho deve ser escolhido a dois, um nome que seja lindo e especial para o casal. Isso fará toda a diferença.

5- Repita o nome escolhido

Depois de escolher o nome, repita várias vezes. Repita o nome e suas variações e analise se gosta mesmo!

6- Emoção do nascimento

Alguns casais preferem esperar o nascimento para tomar a decisão final, às vezes estão com dúvida entre dois nomes, por exemplo, Ana e Marina, e preferem ver a carinha do bebê quando nascer. E quando nasce, olham para o bebê e falam: você vai se chamar Marina! É a emoção do momento abençoado!

Com estas dicas ficará mais fácil escolher o nome do seu bebê que está a caminho.

Acesse: https://eunenem.com/blog/nomes-de-bebe-ideias-para-meninos-e-meninas/ 

Seis mitos sobre o envelhecimento

Gerontóloga fala sobre as principais crenças populares sobre a terceira idade e alerta para os cuidados com a saúde nessa faixa etária

Não adianta negar: todo mundo vai envelhecer. E inevitavelmente, com o passar do tempo, nosso organismo sofre alterações que mudam o ciclo de vida e fazem com que sejam necessárias algumas adaptações. Mas antes de tomar qualquer providência, é importante saber o que é crendice popular e o que é verdade acerca do envelhecimento.

A especialista no assunto, Eva Bettine, que é gerontóloga da Universidade de São Paulo (USP) e consultora do Método SUPERA Ginástica para o Cérebro conta que existem algumas frases sobre idosos que vão sendo repetidas ao longo do tempo e são “naturalizadas”, fazendo com que as pessoas não se questionem a respeito. “Mas não é bem assim”, diz ela.

mitos sobre o envelhecimento - Foto: pressfoto / Freepik

Confira abaixo as frases apontadas como mais comuns pela especialista e os motivos pelos quais não se deve levá-las adiante:

1. A velhice começa aos 60 anos

Este é um equívoco muito comum e a explicação é muito simples: na gerontologia (especialidade médica que estuda os processos de envelhecimento), se acredita que nós começamos a envelhecer a partir do momento da concepção. Ou seja: uma criança que nasceu é mais velha que um feto dentro da barriga da mãe, por exemplo. “Senão aconteceria assim: você dorme aos 59, novinho em folha, faz 60 anos e acorda velho. Isso não é verdade, tudo se trata de um processo”, explica Eva.

Segundo a especialista, houve uma época em que as pessoas não falavam em idade. Depois, foi necessário separar dessa forma por questões sociais, como maioridade. Mais tarde, categorizaram as gerações por motivos legais. Mas a idade depende de diversos fatores, afinal, nem todas as pessoas de 60 anos são iguais umas às outras, certo?

2. Velhice = doenças

Este mito está tão enraizado no pensamento da sociedade atualmente que se você tiver qualquer doença depois dos 60 anos, vai pensar: é porque estou ficando velho e, na verdade, não é bem assim.

A especialista exemplifica: se uma pessoa é hipertensa e toma os medicamentos prescritos para isso, sua pressão arterial vai estar dentro de uma faixa considerada saudável. Logo, podemos afirmar que ela tem uma doença controlada. Então, do ponto de vista da gerontologia, é uma pessoa com saúde. Muitas pesquisas apontam que existem milhares de idosos com até 85 anos perfeitamente saudáveis.

Segundo a especialista, para evitar o aparecimento de sintomas das doenças neurodegenerativas do cérebro, como o Alzheimer, é muito importante manter a mente ativa ao longo da vida, praticando exercícios para o cérebro. Eles ajudam a fortalecer as ligações entre os neurônios, criando uma reserva cognitiva.

3. A pessoa idosa volta a ser criança

É comum que algumas pessoas mais velhas precisem de ajuda para se locomover, se alimentar, realizar algumas atividades diárias. Mas isso não nos autoriza a afirmar que tratam-se de crianças. Termos no diminutivo como “vovozinha, queridinha, fragilzinho, idosinho” podem representar uma fala carinhosa (tudo depende da intenção do locutor), mas muitas vezes denotam um grande preconceito em função da idade.

A especialista conta que já presenciou pessoas apertando bochechas de idosos como se fossem crianças, acompanhadas de falas como “senta aqui nessa cadeirinha”. Em uma situação como essa, a pessoa mais velha se sente diminuída assim como o termo que está sendo usado. Então, é melhor evitar.

4. A velhice é a melhor idade

Não necessariamente. Na gerontologia, acredita-se que a melhor idade pode ser qualquer uma da vida em que estejamos nos sentindo muito bem. Ao afirmarmos que “a velhice é a melhor idade” para um idoso com problemas, como dificuldade para ouvir, enxergar ou andar, podemos ofender.

Este mito ainda enfraquece o que a sociedade precisa entender sobre a idade mais avançada. Pensamentos do tipo “que ótimo, já que estão na melhor idade, não precisamos fazer nada” precisam ser extintos.

5. Toda pessoa mais velha tem problema de memória

Ao reproduzir este mito, nós diminuímos a capacidade da pessoa idosa e ela, ao acreditar, se sente incapaz também. Segundo Eva, hoje existem evidências científicas de que nós aprendemos até o fim da vida. Logo, a velhice “não é desculpa” para afirmar que não se aprende mais. Atividades como aprender um novo idioma ou praticar exercícios para o cérebro são as melhores formas de manter a cognição preservada.

6. Velhice = sabedoria

Segundo Eva, pessoas sábias são aquelas que acumularam sabedoria, compreenderam fatos sobre a vida e conseguem passar isso adiante como ensinamento sem diminuir ninguém. E nós não podemos afirmar que uma pessoa se tornou mais sábia ao longo do tempo porque tudo depende do curso de vida quanto ela se dedicou a aprender, ajudou e conheceu pessoas… Ou seja: é importante não generalizar. Ainda que seja um mito “positivo”, a idade não pode ser vista cegamente como um sinônimo para sabedoria.

Acesse: http://guiadobebe.uol.com.br/seis-mitos-sobre-o-envelhecimento/

Os primeiros amiguinhos

As primeiras vivências sociais da criança com os amiguinhos são tão importantes, que mesmo que haja mudança de endereço ou de escola, serão levadas pela vida afora

Antes dos três anos, o interesse da criança é mais voltado para os brinquedos e objetos do que propriamente outra criança. Pode se aproximar, mexer com ela, imitá-la, porém logo retorna para o que estava fazendo, sozinha.

Mesmo que esteja em um ambiente onde haja muitas crianças, como é o caso de creches e berçários, e estando todas próximas, uma não participa da atividade da outra. É a conhecida ¨brincadeira solitária¨. Não há troca, colaboração e uma não presta atenção na outra, nem que estejam com o mesmo tipo de brinquedo e fazendo as mesmas coisas.

É a partir dessa idade que começam a surgir os primeiros amigos e colegas verdadeiros. Geralmente possuem a mesma idade, sexo, interesses, moram perto ou estão na mesma classe pré-escolar. Quando juntas, as crianças estão felizes e não se separam; quando distantes, sentem falta da companhia da outra.

Como o maior meio de aprendizagem infantil se dá pela imitação, a criança tenta reproduzir todos os comportamentos sociais dos seus pais frente a seus próprios amigos e familiares ou de outras crianças e pessoas mais velhas e próximas. Certamente seus amiguinhos também influenciarão o modo de atuarem juntos.

Por meio da amizade, a criança aprende o que é ter amigo e, mais fundamentalmente, a ser amigo. Importante lembrar que, para ela, raça, credo, cor, nada disso influencia suas escolhas. Não há preconceito de forma alguma.

os primeiros amigos das crianças - Foto: kstudio / Freepik

Vale ressaltar ainda, que os pais devem estimular seus filhos a fazerem amigos, promover encontros entre as crianças, oferecer espaços seguros para que possam brincar e interagir, sem perigo.

O convívio social mais amplo vai proporcionar um desenvolvimento saudável, pois a criança aprende a compartilhar suas vivências, emoções e brinquedos. Aprende, ainda, a respeitar e aceitar as diferenças de opiniões, pontos de vista, inclusive as diferenças sociais, morais e culturais.

Interessante perceber como mudam rapidamente de estado de humor. Uma hora ¨estão de mal¨ do amiguinho, no minuto seguinte brincam juntos novamente. Basta que um adulto responsável fique por perto observando, sem interferência, para que tentem lidar sozinhas com a questão. Se não derem conta, poderão pedir-lhe ajuda.

Mesmo que não seja filha única, a criança necessita de amigos. O modo como brincam com os irmãos também será transferido para eles, porém nem sempre com o mesmo padrão. Por exemplo, se em casa ela assume a função de ser a filhinha, com os amiguinhos poderá querer ser a mamãe ou o papai, ou seja, vai aprendendo outros jeitos de brincar, aumentando o repertório de possibilidades.

A criança, cujos pais são extrovertidos, brincalhões, possuem vida social mais ativa, e que teve vínculos afetivos seguros com eles, baseados na confiança, tenderá a ter mais amigos e relacionamentos mais positivos, duradouros e afetuosos. Por exemplo, ao ver uma criança triste ou chorando, mesmo não sabendo como reverter a situação, tentará confortá-la, abraçando-a.

As primeiras vivências sociais da criança com os amiguinhos são tão importantes, que mesmo que haja mudança de endereço ou de escola, serão levadas pela vida afora e, muitas vezes, com o mesmo carinho e ternura quando lembrados.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/os-primeiros-amiguinhos/

Os movimentos do bebê na gravidez

Você mal descobriu que está grávida e já está ansiosa para sentir o bebê se mexendo? Saiba que, para reconhecer esse grande momento, você pode ter que esperar um pouquinho.

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Quando vou sentir meu bebê mexer?

Se esta é sua primeira gravidez, talvez demore um pouco mais para você perceber os movimentos do bebê, porque é uma sensação totalmente nova. Algumas mulheres a descrevem como uma cosquinha bem de leve, por dentro, como uma borboleta batendo asas.

No caso de primeira gravidez, você provavelmente sentirá os primeiros movimentos entre 18 e 20 semanas. Quem não é marinheira de primeira viagem e já conhece a sensação costuma senti-la pela primeira vez entre 15 e 18 semanas.

Para tentar sentir, você pode comer alguma coisa e se deitar de barriga para cima, bem parada, prestando atenção. Talvez a sensação apareça.

A primeira vez que você sentir o bebê será um marco na sua gravidez. E depois aqueles movimentos tão levinhos viram chutes vigorosos, ótimos para mostrar que tudo vai bem dentro da sua barriga.

O que o bebê fica fazendo dentro da minha barriga?

Ultrassons conseguem mostrar o que os bebês fazem em cada fase da gravidez, já que a maioria dos movimentos começa bem antes de você perceber:

  • Entre sete e oito semanas, os movimentos gerais se iniciam, como viradas de lado e aqueles movimentos involuntários que parecem sustos.
  • Com cerca de nove semanas, o bebê já tem soluços, balança uma perna ou um braço por conta própria, consegue chupar e engolir
  • Com 10 semanas, ele flexiona e vira a cabeça, traz as mãos até o rosto, abre a boca e se estica
  • Com 11 semanas, a graça é bocejar
  • Com 14 semanas, o bebê movimenta os olhos.

Depois dos primeiros movimentos, que parecem asinhas de borboleta batendo, o mexe-mexe fica mais intenso e mais frequente. 

Conforme o bebê vai crescendo, a sensação muda, e você começa a sentir trancos e chutes, que vão ficando cada vez mais fortes.

O bebê não se mexe o tempo inteiro porque, como todo mundo, tem horas em que ele só quer mesmo é descansar e dormir.

Mais no finzinho da gravidez, ele passa a dormir por cerca de 45 minutos de cada vez. Pode parecer mais, porque você não necessariamente sente todos os movimentos dele. 

Veja a seguir um esquema do que esperar durante a gravidez em relação aos movimentos.

De 20 a 24 semanas

A atividade do bebê vai aumentando gradualmente. A partir de agora, o bebê terá um período mais agitado durante o dia, com muitos chutes e cambalhotas.

De 24 a 28 semanas

Pode ser que você note agora os soluços, que vão explicar os pulinhos que você vai sentir de vez em quando.

O saco amniótico contém até 750 ml de líquido nessa fase, o que permite ao bebê se movimentar bastante. Ele consegue ouvir, por isso você pode perceber que ele reage a barulhos altos.

29 semanas

Seu bebê vai começar a fazer movimentos mais definidos e menos bruscos, já que está mais contido pelas paredes da sua barriga.

32 semanas

O nível de atividade chega ao auge. Depois desta semana, você vai notar uma diminuição de movimentos, algo bastante normal devido ao menor espaço dentro do útero para ele se mexer.

Cerca de 36 semanas

O bebê pode assumir sua posição definitiva no útero, normalmente de cabeça para baixo. Isso é mais provável de ocorrer se este é seu primeiro filho, já que os músculos do seu útero e do seu abdome vão ajudá-lo a ficar no lugar. 

Se você já ficou grávida antes, seus músculos não serão tão firmes e o bebê pode ficar mudando de posição até a data do parto.

Os principais movimentos que você vai sentir são cotoveladas, chutes e joelhadas  às vezes dolorosos, quando acertam suas costelas.

De 36 a 40 semanas

Seu bebê vai crescendo e as cambalhotas vão ficando menos frequentes. Se ele estiver chupando o dedo e por acaso o dedo escapar da boca dele, você pode sentir movimentos rápidos da cabecinha virando de um lado para o outro em busca do dedo perdido. 

Nas últimas duas semanas da gravidez, os movimentos diminuem um pouco, junto com o ritmo de crescimento do bebê. Isso é absolutamente normal — mas, se algo estiver preocupando você, é sempre bom conversar com o médico.

A esta altura, o bebê já deve estar acomodado na sua bacia, pronto para a jornada de vir ao mundo. A cabeça dele muitas vezes pode parecer como se um melão estivesse fazendo pressão nos músculos pélvicos, o que torna difícil o simples ato de se sentar. 

Talvez fique mais fácil respirar ou comer, já que seus pulmões e seu estômago estarão menos espremidos. Se sua parede abdominal ficar bem fina, às vezes dá até para distinguir o pé do bebê.

Há momentos em que ele está dormindo e outros em que está acordado e ativo, justo quando você está tentando dormir. 

Esse padrão de sono da vida uterina pode acabar se mantendo nas primeiras semanas depois do nascimento, até que o bebê aprende a diferenciar o dia da noite.

Quantos chutes do bebê dentro da barriga devo sentir por dia?

Não existe um número exato de chutes por dia para se ter certeza de que tudo vai bem. 

Mesmo que você resolvesse marcar para contar para o médico, os resultados não seriam precisos e poderiam causar preocupação sem necessidade. 

O melhor a fazer é observar o padrão de movimentos do seu filho durante as horas ativas do dia. À medida que sua gestação progride, fica mais fácil entender o ritmo do bebê. 

Cada criança tem um padrão diferente de sono e atividade, mas você acaba percebendo o que é típico da sua. 

Caso note alguma mudança nesse padrão, converse com seu médico o mais rápido possível.

Ainda não senti meu bebê mexer hoje. Devo ficar preocupada?

Se você estava envolvida com outras coisas, talvez não tenha percebido o movimento. Mas, para se tranquilizar, veja alguns truques para fazer seu bebê se mexer: 

  • Deite de lado (com uma almofada ou travesseiro debaixo da barriga) e fique parada
  • Coloque as pernas para cima e relaxe; os bebês muitas vezes acabam pegando no sono com a sua movimentação e acordam quando você para
  • Toque uma música ou faça um barulho inesperado
  • Tome um pouco de suco ou coma algo doce, como um pedaço de chocolate
  • Tome alguma coisa gelada: a mudança de temperatura pode fazer com que o bebê tente “desviar” da onda fria.

Feito tudo isso, se em duas horas você não sentir absolutamente nenhum movimento, procure o obstetra.

É preferível confiar nos seus instintos: se você acha que há motivo para estar preocupada, tente falar com o médico. Um exame rápido pode tranquilizá-la.

Descubra também se é normal sentir dor no umbigo e veja como saber se você entrou em trabalho de parto 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a1500447/os-movimentos-do-beb%C3%AA-na-gravidez

Chá de Bebê – Dicas para ser um sucesso

Organizar um evento sempre exige planejamento, criatividade e energia, né? Principalmente para as futuras mamães (ou as de segunda ou terceira viagem)! Confira os principais passos para organizar um chá de bebê dos sonhos!

  1. Convite

Se for uma festa com poucas pessoas, uma festa mais íntima, o ideal é que os convites sejam impressos. Caso contrário, terá muita gente pra convidar e o mais indicado é o convite virtual. Independente do tipo de convite que você escolher, é aconselhável que você o envie entre 15 e 20 dias antes do evento. Também é bacana fazer convites personalizados, cujo visual combine com o tema da festa.

  1. Lista de presentes

Lembre-se que você tem total liberdade para fazer ou não a lista de presentes. Se fizer, garanta que os presentes sejam básicos e acessíveis  já que o objetivo não é fazer logo um enxoval.

  1. Formato e Horário

É importante lembrar que quando o evento acontecer, você já estará com um barrigão e uma festa muito grande, com muitas pessoas pode se tornar cansativa. Prefira as mais íntimas, assim você também consegue dar atenção a todos os convidados.

Um horário bom é entre às 15h e 16h, de um Sábado ou Domingo  para que não fique no meio de outros compromissos. Atente-se também a duração do evento  é aconselhável que não dure mais que 4 horas.

  1. Alimentos e bebidas

Antes de decidir quais serão os comes e bebes, leve em consideração as suas preferências e da maioria das pessoas. Verifique também se algum dos convidados tem intolerância a alguma substância ou alergias etc.

Uma dica são os lanches fáceis, bonitos e saudáveis como os minis sanduíches, cupcakes, naked cakes, potinhos com salada de frutas e outros do tipo.

As bebidas seguem a mesma linha de seleção  prefira uma variedade de sucos naturais, café e achocolatado também, caso haja muitas crianças.

  1. Decoração

Outra categoria que fica a critério da sua preferência, é a decoração do espaço que acontecerá o chá de bebê. A ideia de trabalhar a decoração da mesa principal é incrível, fica maravilhosa e ainda vira cenário para as fotos!

É interessante deixar esta parte com uma equipe profissional, mas se você ainda tiver fôlego e uma família animada, também dá pra chamar o pessoal e organizar tudo em família. Assim, o evento ficará com um visual mais caseiro e aconchegante.

  1. Brincadeiras

Só se a mamãe estiver quiser! Analise bem a sua situação e perceba se estará em condições físicas de participar de brincadeiras, no dia do chá de bebê. Se você optar pelas brincadeiras, maravilha! Aí, é só pensar em algumas ideias como pintura, adivinhações e outras. Ligue para as amigas, mãe e irmãs para compartilhar ideias. Mas se preferir que não tenha brincadeiras, comente isso no convite do evento (mas ressaltando que o evento será muito divertido e tem a mesma importância  para que o pessoal não desanime).

  1. Lembrancinhas

Lembrancinhas são maravilhosas! Ou são cheirosas ou são gostosas. Tem algumas que conseguem ser as duas coisas!

Algumas ideias são: minis sabonetes com cheiro de bebê, brigadeiros, pão de mel com o nome do seu baby, uma chupeta de acrílico ou alguma outra ideia que você já seja apegada por algum motivo. ❤

Capriche na ideia, todo mundo adora um mimo de recordação!

Fonte do Site: http://blog.milon.com.br/post/cha-de-bebe-dicas-para-ser-um-sucesso

Carinho da mamãe cura dodói

Pesquisa americana reforça que o carinho da mamãe em momentos de dor ameniza o sofrimento da criança

Quem é que nunca deu um beijinho no machucado do filho dizendo que a dor já ia passar? E quando a mãe improvisa uma milagreira massagem (mesmo sem nunca ter colocado os pés em um curso especializado) quando o pequeno sofre uma pancada na mesa ou jogando futebol? E os poderes bombásticos de um gostoso cafuné quando a criança está de cama? O mais interessante e gratificante é que todos esses artifícios de fato amenizam e muito a dor.

O bombardeio de carinho na criança nos momentos de dor tem muita força, viu. Isso porque uma área do cérebro é ativada quando se recebe um carinho, liberando descargas elétricas que diminuem a sensação de dor. Demonstrações de afeto geram um efeito de proteção e prazer.

Vamos explicar em uma linguagem mais específica, mas necessária. Crianças consoladas com o carinho ou com a voz da mamãe têm um aumento dos níveis do hormônio ocitocina no organismo. Um artigo americano publicado na Proceedings of the Royal Society B reforçou tal conclusão.

Mamãe e papai dando carinho para sua filha - Foto: suravid/Shutterstock.com

A ocitocina é um hormônio liberado pela hipófise, uma estrutura que fica no cérebro. É um hormônio relacionado, dentre outras coisas, ao contato físico, como um carinho, um abraço ou um beijo.

Quando se recebe um beijinho da mamãe quando se machuca, a hipófise libera a ocitocina. E seus efeitos imediatos são de diminuição da ansiedade e do estresse, que acabam diminuindo a percepção de dor da criança.

Um outro estudo realizado na Universidade de Stanford, nos EUA, também revela que trocas de carinho e de afeto amenizam a dor. As demonstrações de afeto ativam as mesmas áreas do cérebro em que os analgésicos atuam. Para quê um remédio para um simples machucadinho se o beijinho da mamãe sara tudo?

O melhor é que demonstrações de carinho e afeto não são boas só de imediato. As crianças levam isso para a vida toda. O vínculo consistente entre mamãe e bebê não apenas diminui o estresse da criança como também a ajuda a desenvolver recursos que a auxiliarão em suas interações sociais e na vida de maneira geral.

Carinho é gostoso, faz bem e é retribuído de milhões de outras formas. Uma mãe presente na vida de uma criança é a coisa mais valiosa para o pequeno. Quando isso infelizmente não é possível, o pai, os irmãos e avós podem suprir essa importante figura na vida do ser humano.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/carinho-da-mamae-cura-dodoi/

Como cuidar dos cachinhos das crianças

Os cuidados que demandam um cabelo cacheado é o mesmo para adultos e crianças

As crianças não sabem ainda como lidar com os seus cachinhos. É dever dos adultos, portanto, ensiná-las a rotina capilar adequada e tornar a hora de cuidar do cabelo um momento agradável, feliz e divertido. Dessa forma, as crianças aprenderão desde cedo que seus cabelos são lindos e que não são difíceis de lidar coisa nenhuma.

Nada mais traumatizante para uma criança do que ver seus pais se desesperando na hora de lavar o seu cabelinho. Horrorizados com os nós que são inerentes aos nossos cachos. Munidos de pentes e escovas que machucam demais. Tudo isso cria uma experiência ruim com o próprio cabelo desde a infância.

Você, adulto, faça o favor de aprender a cuidar dos lindos cachos dos seus bebês. Leia, procure vídeos na internet, leia artigos e livros a respeito. A sua sorte é que ser mãe ou pai de criança cacheada nunca foi tão fácil. Hoje em dia, informação não falta em lugar nenhum.

como cuidar dos cabelos cacheados nas crianças - Foto: cherylholt / pixabay.com

Lavando os cabelos

As crianças são muito ativas, então precisamos lavar seus cabelos com mais frequência dos que os dos adultos. Os pequenos geralmente não gostam da hora do banho, então é preciso fazer um esforço extra para tornar essa experiência de cuidar do cabelo divertida.

Recomendo lavar o cabelo das crianças com shampoo sem sulfatos, parafinas, óleos minerais etc. O Low Poo pode ser mais adequado que o No Poo neste caso, pois as crianças se sujam muito mais que os adultos. Rolam na areia, na grama, encostam na cabeça dos amigos o tempo todo… você ficaria impressionada com tudo o que é possível de encontrar no cabelo dos seus filhos. Uma diversidade de flora e fauna tão rica quanto a da Floresta Amazônica.

Depois de lavar com produtos adequados, não se esqueça de condicionar. Cabelos cacheados precisam de muita hidratação constantemente. Também jamais esqueça do creme de pentear.

Jamais utilize pentes para desembaraçar, só os dedos. Também não passe jamais um pente ou escova nos cachos secos. Se for desembaraçar, o faça com o cabelo molhado, no banho, ou durante uma revitalização.

Nos dias seguintes à lavagem, você pode fazer diversos penteados para não lavar os cabelos dos pequenos todos os dias, pois isso levaria ao ressecamento, quebra e danos. O ideal é não lavar os cachos mais do que duas vezes por semana.

Existem técnicas para que os cachos não desmanchem no dia seguinte. Sua filha ou seu filho pode dormir de tranças, twists, com coque abacaxi e com fronhas de cetim. Não se esqueça apenas de que os penteados devem ser frouxos. Não prenda forte demais para não causar alopecia e quebra.

Não esqueça de fazer uma hidratação profunda no cabelo dos seus filhos uma vez por semana, em um domingão, por exemplo, dia mais tranquilo da semana.

Emergências

Crianças são extremamente ativas. Pulam, correm, se enroscam em tudo. O resultado é uma grande bagunça nos cabelos. Confira algumas dicas em caso de “SOS” capilar.

  1. O que fazer quando aparece um pedaço de chiclete, pasta de dente ou massinha de modelar no cabelo do seu filho? Esfregue a região com um cubo de gelo até que a parte pegajosa endureça e comece a esfarelar. Depois misture um pouco de vinagre em um quarto de condicionador e aplique na área emaranhada. Deixe absorver e, em seguida, remova o pedaço delicadamente com os dedos.
  2. Rabos de cavalo e coques são penteados práticos para aqueles dias em que você não tem tempo de revitalizar os cachinhos dos seus filhos. Mas não prenda muito forte para não dar alopecia nem quebrar os fios pela tensão.
  3. Para desatar os corriqueiros NÓS nos cabelos, é preciso muito cuidado e paciência. Devem ser removidos apenas com as mãos para não machucar nem traumatizar a criança. Ao desembaraçar os nós, use muito creme de pentear na região. Isole o nó com uma das mãos, segurando entre o indicador e o polegar. Com a outra mão, tire delicadamente cada fio de dentro do nó. JAMAIS USE PENTE OU ESCOVA, principalmente no cabelo seco.
  4. No caso dos bebês, você pode às vezes sentir um ressecamento no couro cabeludo da criança. Faça massagens com azeite de oliva ou óleo de jojoba nessas regiões para evitar dermatite seborreica.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/como-cuidar-dos-cachinhos-das-criancas/

O Cueiro: como acalmar o choro do bebê

Aprenda como utilizar o cueiro e fazer seu bebê se acalmar

O bebê chora sem razão. Já mamou, já trocou fralda, não é um choro de dor, está no colinho, mas o choro não passa. Se você nunca viveu esta situação é porque provavelmente ainda não tem filhos.

Se alguma vovó estiver presente, vai te sugerir o cueiro. E, se eu fosse você, eu aceitava e aprendia a fazer.

O cueiro é um pano grande e macio que serve para enrolar os bebês, mas também pode dar nome à técnica de se embrulhar os bebezinhos num charutinho, como é feito nas maternidades.

Seguindo a mesma linha do sling, o cueiro deixa os movimentos da criança limitados, imitando as condições do útero materno, deixando-a mais segura e, por incrível que pareça, confortável. Isso porque o cueiro evita aqueles espasmos de crise de espaço dos bebês: antes eles estavam num ambiente sem luz, sem cheiro, sem espaço, com poucas texturas, sem variação de temperatura, sem vento… Agora estão livres e abertos a qualquer variação no ambiente, perdidos na imensidão do berço. Por isso os bebês muitas vezes dão uns pulos, como se tomassem um susto. Fazem isso involuntariamente, como acontece com a gente quando sonhamos que estamos caindo e acordamos num tranco.

Embrulhadinhos, os bebês não dão esses pulos, não acordam com movimentos involuntários do corpo e se sentem protegidos. Sem contar que no cueiro eles ficam bem quentinhos, o que alivia as tão chatas cólicas. Pois bem, as vovós estavam certas.

Entretanto, é preciso estar atento aos riscos do uso do cueiro, pois o pano pode se soltar e ir para o rosto da criança, aumentando o risco de sufocamento. Também existe o risco de a criança rolar e não conseguir voltar, já que seus braços estão presos. Outro perigo é a temperatura: a criança pode ficar superaquecido, assim, em lugares quentes é válido até utilizar o cueiro com o bebê só de fralda. Da mesma forma, deve-se ficar atento às pernas do bebê, que, se presas, podem levar à displasia do quadril, já que as pernas do bebê quando relaxadas, ficam como um sapinho. Se o cueiro limitar seus movimentos, elas ficam esticadas, levando ao desenvolvimento anormal das pernas e até ao deslocamento do quadril.

Eu adotei o cueiro com meus filhos, e posso garantir que a técnica funciona, se bem feitinha. Mas também sei de casos em que a criança acaba ficando mais agitada. O segredo é prender bem os bracinhos de forma que a criança não consiga soltá-los. Se num movimento ela perceber que consegue se mover, ela vai tentar sair, e ficar mais agitada.

Outro segredo é o xu. Não conhece o xu? Vou explicar: depois de embrulhadinha, a criança pode ainda continuar chorando. Então você pega aquele charutinho do amor do colo, coloca seu rosto bem perto do do bebê, e faça um xu-xu-xu-xu-xu bem ritmado, como se imitasse o som do seu coração. O choro se acalma, e a criança adormece.

Colocado do berço, eu tento folgar um pouco o cueiro, para que o bebê consiga se mexer, caso ele venha a rolar, mas que um espasmo não consiga acordá-lo. Aliás, quando o bebê começar a rolar, por volta dos 3 meses, é sinal de que ele não precisa mais do cueiro.

Vale lembrar que o cueiro deve apenas ser utilizado pra acalmar a criança na hora de dormir. Quando acordada e durante o dia, o bebê pode e deve ficar livre, recebendo todos os estímulos. Antigamente as crianças ficavam enroladinhas o tempo todo, em ambientes escuros e silenciosos, por isso se diz que as crianças de hoje estão mais espertas. Eu não diria mais espertas, apenas mais estimuladas.

Fonte do Site: http://diiirce.com.br/cueiro/

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O Swaddle é um Cueiro ou Manta, com tecido leve e confortável, que proporciona mais segurança aos pequenos, além de prevenir arranhões e sustos dos movimentos  involuntários dos bebês e pode ser usado dos 0-3 meses! Feito com tecido 100% algodão, pode ser lavado na máquina.

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