5 dicas simples para desenvolver o espírito de gratidão no seu filho

Como ensinar nossos filhos a terem gratidão?  Vivemos numa sociedade marcada pelo consumismo e pelo individualismo. Estamos sempre sendo convidadas a ter o celular mais novo, os modelos de roupa que estão em alta e por aí vai.

E nossas crianças acabam sendo influenciadas por tudo isso também. Por isso, é importante ajudá-las a desenvolver o atributo da gratidão.

Vejam no texto de hoje 5 dicas simples da psicoterapeuta infantil e parceira do blog, Monica Pessanha, sobre como desenvolver a gratidão nos pequenos.

Entregar-se a esse estilo de vida o de ter aquilo que é mais recente, e pior, o que muitas vezes nem precisamos pode gerar um sentimento de frustração e, por sua vez, faz com que deixemos de ser gratos pelo que já temos. Quem acha que isso faz parte apenas do universo adulto está completamente enganado.

Atributos não são necessariamente um dom natural. Eles precisam ser desenvolvidos e como músculos precisam de exercícios. Com certeza, ensinar gratidão para as crianças é um desafio. Até porque as crianças têm uma fase de seu desenvolvimento em que elas são bem egocêntricas. Pensando em te ajudar nesse desafio, preparei 5 dicas para você usar com seu  (a) pequeno(a):

  1. Deixe seu filho ajudar com tarefas simples em casa –  Por mais que seja difícil vê-los levar muito tempo para realizar uma tarefa, precisamos deixá-los participar um pouco das tarefas de casa adequadas para idade de seu filho ou sua filha. A tentação é sempre a de interferir, mas quanto mais você faz por eles, menos eles apreciam seus esforços. Ao participar de tarefas simples como alimentar o cão ou levar os pratos sujos da mesa para a pia , a criança percebe que todas essas tarefas exigem esforço.
  2. Incentive a generosidade – O caixa de brinquedo já não fecha e tem os que ele(a) nem mais usa para brincar? Diga que irão fazer uma limpeza e verificar quais são os brinquedos que podem ir para a doação. Deixe que ele(a) participe do processo.
  3. Incentive-os a escrever notas de agradecimento – Essa é uma boa maneira de exercitar a gratidão. Os mais novos que ainda não sabem escrever, podem expressar sua gratidão por meio de desenhos.
  4. Pratique dizendo Não – É claro que as crianças estão constantemente nos pedido brinquedo, jogos, videogame e doces. Conceder todos os seus pedidos é impedi-las de poder desenvolver o espírito de gratidão. Se temos tudo e a todo momento, como ser gratos pelo que já temos? Dizer não é uma maneira de ajudar a criança a ser grata.
  5. POTE da gratidão – Isso é algo que toda a família pode participar. Todos os dias durante 30 dias, cada membro terá que escrever em filetes de papel uma coisa pela qual é grato. Quando completarem a tarefa,  vocês podem se reunir e ler juntos as coisas pelas quais a família é grata.

Ensinar gratidão não é fácil, seja persistente e paciente e lembre-se de sempre ajustar suas expectativas!

Fonte do Site: http://chegueiaomundo.com.br/ 

Pediatras dizem NÃO ao suco de frutas no primeiro ano da criança

As novas recomendações podem surpreender os pais que pensavam que o suco de fruta é 100 por cento saudável para bebês ou nutricionalmente equivalente ao próprio fruto

Não há uma ligação convincente entre a obesidade e as crianças que bebem quantidades modestas de suco de frutas. Ainda assim, as novas diretrizes defendem que o suco não tem papel essencial em dietas saudáveis ​​e equilibradas de crianças. 

Há algum tempo, os pediatras estão aconselhando os pais a deixarem de oferecer suco de frutas para as crianças no primeiro ano de vida, dizendo que a bebida não é tão saudável, quanto muitos pais pensam.

“Antes, a Academia Americana de Pediatria recomendava que os pais evitassem 100 por cento o suco de frutas para bebês menores de 6 meses. Mas neste ano, a entidade endureceu sua posição contra o suco, recomendando que a bebida seja banida inteiramente da dieta de um bebê durante o primeiro ano. A preocupação é que o suco não oferece benefícios nutricionais no início da vida e pode tomar o lugar de alimentos que os bebês realmente precisam: leite materno (ou fórmula) e suas proteínas, gorduras e minerais, como o cálcio, defendem os pediatras americanos”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski.

Esta é a primeira vez que a entidade atualiza suas diretrizes sobre o suco de frutas desde 2001.

Pais pensam que seus bebês precisam de sucos de frutas

As novas recomendações podem surpreender os pais que pensavam que o suco de fruta é 100 por cento saudável para bebês ou nutricionalmente equivalente ao próprio fruto. Mas a fruta inteira tipicamente tem mais fibra do que o suco de frutas e é menos provável que cause deterioração dentária. A fruta, in natura, promove a ingestão de menos açúcar puro. Queremos que as crianças aprendam a comer alimentos frescos. Então, se considerarmos que o suco de frutas é igual à fruta, não estamos tendo uma compreensão correta das informações nutricionais.

Na verdade, há quem defenda que o suco de fruta deva ser oferecido apenas em ocasiões especiais, especialmente para crianças com alto risco de cárie dentária. Em termos de açúcar e calorias, o suco comprado nas lojas é semelhante ao refrigerante.

“As novas diretrizes, publicadas online na revista Pediatrics, também recomendou restringir o suco de frutas a 120 ml diariamente para crianças de 1 a 3 anos e 180 ml por dia para crianças de 4 a 6 anos. As diretrizes de 2001 deram aos pais mais espaço para decidir se 120 ou 180 ml  diários eram apropriados para crianças em idade pré-escolar. Em contrapartida, o conselho para crianças de 4 a 6 anos permaneceu o mesmo”, destaca o pediatra. O último relatório limitou a ingestão diária máxima para crianças mais velhas, de 6 a 18 anos. A recomendação antiga era de 354 ml; agora apenas 240 ml são aconselhados.

Não há uma ligação convincente entre a obesidade e as crianças que bebem quantidades modestas de suco de frutas. Ainda assim, as novas diretrizes defendem que o suco não tem papel essencial em dietas saudáveis ​​e equilibradas de crianças. Outra preocupação, apontada no documento, é que o suco pode ser um tipo de porta de entrada para o consumo de outras bebidas açucaradas. Há estudos que mostram que os bebês que bebem mais suco são mais propensos a beber refrigerantes e bebidas contendo açúcar.

“Assim, a recomendação é para o consumo de frutas frescas, in natura e o consumo de água para hidratação, criando um hábito saudável desde cedo”, destaca o pediatra.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/pediatras-dizem-nao-ao-suco-de-frutas-no-primeiro-ano-da-crianca/

A criança de dois anos

A partir dos dois anos, tem início uma grande transformação no comportamento da criança. É uma fase cujo pico ocorre entre 3 e 4 anos, declinando gradualmente

Em primeiro lugar, os pais devem saber que seu “bebê” deixou de sê-lo e se tornou uma criança. Não se trata apenas de nova nomenclatura. Há de se mudar o jeito de tratar o filho, pois ele já está pronto para algumas novidades na relação familiar.

Nessa idade, a criança começa a distinguir o “certo” do “errado”, não só pelas atitudes em si, mas também pelo olhar crítico dos pais ou mudança de postura deles. Assim, pode-se dizer que ela tem percepção que certas ações terão determinadas consequências, tanto para as aceitáveis como não aceitáveis.

Por este motivo, é muito importante elogiá-la quando fizer algo esperado, construtivo e orientá-la quando for o contrário. São estas medidas que a ajudam a manter ou deixar certos comportamentos e atitudes.

Interessante ressaltar que apesar de adquirir essa consciência, é justamente quando estiver mais próxima dos três anos que começa a tentar violar as regras sociais e familiares. Muitas vezes o faz apenas por diversão, esperando arrancar risos dos adultos e irmãos. Assim, pode jogar o prato de comida no chão ou os talheres utilizados quando estiver satisfeita, rir dos erros de outras pessoas, desobedecer ordens.

Nessa fase, é capaz de formar frases curtas como: eu subo, eu faço. Tem noção que pode influenciar outras pessoas e também de que adquiriu novas capacidades, dentre elas, saber nomear objetos corretamente, bem como, o tipo de roupa que se usa para dormir, brincar ou passear.

Adora dirigir o comportamento dos outros, determinando, numa brincadeira, quem faz qual personagem ou quem usa qual brinquedo, justamente por ter o senso de influência.

Se vê uma pessoa ou criança em sofrimento, fica preocupada e pode se aproximar para lhe oferecer carinho e conforto. É uma busca dentre suas próprias vivências emocionais, quando também foi amparada e protegida.

Criança de 2 anos com fone de ouvido - foto: Iakov Filimonov/ShutterStock.com

Pode se tornar mais possessiva em relação aos seus brinquedos, exercendo controle sobre eles, ou seja, ela decide se outra criança pode ou não mexer em suas coisas.

Tem início a fase do “não”, o que não significa que não queira de fato, apenas diz não para quase tudo, numa tentativa de autonomia e desprendimento, rumo à independência. É o desejo crescente de controlar seu próprio mundo e de se sentir poderosa. Aos poucos, vai abandonando esse comportamento, principalmente ao perceber que não é necessário para se autoafirmar.

Os pais se assustam com tanta mudança, afinal até recentemente seu filho era um bebê tão fácil de lidar, obediente e dócil.

É comum a criança dessa idade querer escolher o que vestir. Para evitar estresse desnecessário, separe duas ou três peças de roupas adequadas ao clima e passeio, coloque-as sobre a cama e peça para decidir dentre elas. A criança se sentirá fortalecida, respeitada e aceita.

O maior desgaste emocional entre pais e filho se dá fundamentalmente pelo fato de alguns não aceitarem que ele cresceu, tem vontade própria e desejam continuar a tratá-lo como bebê completamente dependente, não permitindo que exerçam sua individualidade e autonomia. Ou seja, ao invés de oferecer opções adequadas, decidem por ele o que deverá usar ou fazer.

Apesar de crítica, é uma fase de desenvolvimento saudável e normal e que necessita de muita compreensão e paciência.

Para não tolher a luta incessante pela independência, os pais devem ser mais flexíveis, negociando com a criança o que pode ser alterado, porém as regras e limites básicos terão que ser mantidos e respeitados sempre, com consistência e de comum acordo entre os responsáveis.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/a-crianca-de-dois-anos/

Tem problema dar mel para o bebê?

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O problema de dar mel ao bebê é que pode haver esporos da bactéria Clostridium botulinum, que provoca o botulismo. Não importa a marca ou a procedência do mel, o perigo sempre existe. 

Como o sistema imunológico dos bebês ainda não está maduro, eles podem pegar uma forma da doença chamada botulismo infantil. Bebês de até 6 meses são especialmente vulneráveis, mas os médicos recomendam que se espere até a criança ter pelo menos 1 ano para dar mel.

Por isso, mesmo que o bebê esteja resfriado, com tosse ou com prisão de ventre e você tenha ouvido falar que mel faz bem, não dê nem um pouquinho à criança se ela tiver menos que 1 ano.

Os esporos do botulismo são muito resistentes e podem sobreviver até à pasteurização e a altas temperaturas. O xarope de milho também pode conter o esporo.

Os sintomas do botulismo surgem entre 8 e 36 horas depois da ingestão do alimento contaminado. Entre os sintomas estão prisão de ventre, falta de apetite e falta de energia. A doença é muito rara, mas, se você desconfiar que algo está errado com seu filho, procure atendimento médico na hora.

Depois de 1 ano, você pode dar mel, mas cuidado para não abusar. Por ser um alimento extremamente doce, ele pode acostumar mal o bebê, e pode prejudicar os dentes. Prefira oferecer alimentos naturalmente doces como sobremesa (frutas, abóbora, cenoura, por exemplo), e depois limpe bem a gengiva e os dentinhos do bebê. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x3300025/tem-problema-dar-mel-para-o-beb%C3%AA

Nomes de Bebê 2017: Ideias para meninos e meninas

Escolher o nome para o bebê é uma decisão difícil e muito importante, pois esse nome fará parte de toda a vida do seu filho. Alguns pais escolhem os nomes que colocarão em seus filhos muitos anos antes deles nascerem, outros já definem que vão homenagear alguém da família ou uma pessoa querida pelo casal.

Existem pais que querem colocar nomes mais comuns e de fácil compreensão. Assim como existem aqueles que optam por nomes diferentes, exclusivos e únicos para o seu bebê. Se vocês estão “grávidos” e com dúvidas em qual nome colocar no bebê, separamos várias ideias e de todos os tipos.

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Nomes de bebês para 2017

  • Alice, Helena, Isabela, Júlia, Laura, Lívia, Luiza, Manuela, Sofia, Valentina.
  • Arthur, Bernardo, Davi, Gabriel, Heitor, Lucca, Lorenzo, Miguel, Matheus, Pedro.

Nomes de bebês masculinos

Alexandre Eduardo Henrique Murilo Theo
André Enrico Henry Nathan Thiago
Antônio Enzo Ian Otávio Thomas
Augusto Erick Isaac Pietro Vicente
Breno Felipe João Rafael Vinícius
Bruno Fernando Kaique Raul Vitor
Caio Francisco Leonardo Rian Yago
Cauã Frederico Luan Ricardo Ygor
Daniel Guilherme Lucas Rodrigo Yuri
Danilo Gustavo Mathias Samuel  

Nomes compostos masculinos

Arthur Gabriel   João Vitor
Arthur Miguel   Luiz Felipe
Carlos Eduardo   Luiz Gustavo
Davi Luiz   Luiz Henrique
Davi Miguel   Luiz Miguel
Enzo Gabriel   Luiz Otávio
Enzo Miguel   Lucas Gabriel
João Gabriel   Pedro Henrique
João Guilherme   Pedro Lucas
João Lucas   Pedro Miguel
João Miguel   Vitor Hugo
João Pedro    

Nomes de bebês femininos

Agatha Camila Esther Isis Maitê Natália
Alícia Carolina Fernanda Joana Malu Nicole
Amanda Catarina Gabriela Laís Maria Olívia
Ana Cecília Gabrielle Lara Mariah Pietra
Antonela Clara Giovanna Larissa Mariana Rafaela
Aurora Clarice Giulia Lavínia Marina Rebeca
Bárbara Eduarda Heloísa Letícia Maya Sara
Beatriz Elisa Isabel Liz Melissa Sophie
Bianca Emanuelly Isabelly Lorena Milena Stella
Bruna Emilly Isadora Luana Mirella Vitória
          Yasmin

Nomes compostos femininos

Ana Beatriz   Maria Eduarda
Ana Cecília   Maria Fernanda
Ana Clara   Maria Flor
Ana Júlia   Maria Helena
Ana Laura   Maria Isis
Ana Lívia   Maria Júlia
Ana Luiza   Maria Laura
Ana Sofia   Maria Luiza
Ana Vitória   Maria Sophia
Maria Alice   Maria Valentina
Maria Cecília   Maria Vitória
Maria Clara    

Nomes de bebê diferentes para meninos

Álvaro Cícero Gael Lino Salomão
Amado Ciro Gaspar Lourenço Santiago
Antony Conrado Gonçalo Martim Serafim
Bartolomeu Cristovão Gregório Nicolas Tadeu
Benedito Dante Guilhermo Noah Tomé
Benício Dimitri Hermano Nuno Valentino
Benito Dom Ícaro Oliver Vince
Benjamin Emanuel Inácio Oscar Zion
Bento Ernesto Levi Romeu  
Calebe Franco Lince Ruan  

Nomes de bebê diferentes para meninas

Açucena Augusta Coralina Hortênsia Martina Pilar
Adele Ayla Dora Iolanda Matilda Ramona
Agnes Benedita Eleonara Julieta Melina Serena
Alegra Betina Esperança Lia Mia Tarsila
Allana Branca Estrela Linda Micaela Teodora
Amélia Caetana Felipa Lolita Naomi Úrsula
Amora Carlota Flora Louise Olga Vida
Anabel Celina Florença Luna Pandora Violeta
Analu Charlote Frederica Mabel Penélope Zoé
Anastácia Constança Gaia Maia Pérola  
Angelina Cora Guadalupe Margarida Petra  

São muitas opções de nomes de bebê, porém, depois de escolher o seu preferido, o seu companheiro (a) também tem que gostar do mesmo nome.

No caso de estarem com dificuldades para chegarem a um consenso sobre o nome do bebê, aqui vai uma dica:

Cada um faz a sua lista com os nomes preferidos, depois trocam-se as listas e cada um pode cortar 3 nomes da lista do parceiro e depois, se necessário mais 3 (depende da quantidade de nomes que tiver na lista) e assim, vocês devem deixar apenas 3 nomes em cada lista. Fica mais fácil de trocar ideias e escolher!

Ainda está em dúvida mesmo depois de todas essas dicas? Não se preocupe! Para te ajudar nessa missão de qual nome escolher para o seu bebê, separamos 6 dicas valiosas!

1- Significado especial do nome do bebê

Se estiver com dúvidas em qual nome escolher, que tal dar uma olhada no significado do nome, isso pode te ajudar a decidir.

2- Nome familiar

Algumas famílias tem a tradição de passar o nome do pai para o filho, mas se a sua não tem, pode ser uma ótima ideia para homenagear uma pessoa querida. Olhe para trás e veja o nome da vovó (ô), da bisavó (ô) ou da madrinha do bebê. Antigamente, era muito comum homenagear a madrinha, passando o nome dela para a afilhada. Nesses casos, você pode buscar variações do nome, por exemplo, um nome muito usado era Maria Alice, você pode colocar na sua filha o nome Alice que está super em alta ou Umbelina que pode ser (ou ter sido) a bisa, e usar o nome Lina que é lindo e super delicado.

3- Opinião dos irmãos

Quando se tem um filho mais velho, muitas vezes ele quer dar opinião no nome do irmãozinho (a) que está chegando. Isso acaba virando uma história linda de família, já que sempre será lembrado que quem escolheu o nome foi o irmão mais velho, muito fofo!!

4- Decisão conjunta

Escolher já é difícil, com dois opinando é mais complicado. Mas é isso mesmo, o nome do filho deve ser escolhido a dois, um nome que seja lindo e especial para o casal. Isso fará toda a diferença.

5- Repita o nome escolhido

Depois de escolher o nome, repita várias vezes. Repita o nome e suas variações e analise se gosta mesmo!

6- Emoção do nascimento

Alguns casais preferem esperar o nascimento para tomar a decisão final, às vezes estão com dúvida entre dois nomes, por exemplo, Ana e Marina, e preferem ver a carinha do bebê quando nascer. E quando nasce, olham para o bebê e falam: você vai se chamar Marina! É a emoção do momento abençoado!

Com estas dicas ficará mais fácil escolher o nome do seu bebê que está a caminho.

Acesse: https://eunenem.com/blog/nomes-de-bebe-ideias-para-meninos-e-meninas/ 

Teste do Pezinho: por que é importante fazer?

Diagnóstico precoce e tratamento adequado de doenças, como a fenilcetonúria, trazem mais qualidade de vida ao paciente

O teste do pezinho, chamado também de triagem neonatal, detecta bem precocemente doenças metabólicas, genéticas e infecciosas nos bebês, como é o caso da fenilcetonúria, também conhecida como PKU. É uma doença genética rara, que atinge, em média, um entre 15 a 25 mil brasileiros.

A fenilcetonúria é caracterizada pelo excesso do aminoácido fenilalanina (Phe) no sangue, que em altas concentrações é tóxico ao sistema nervoso central. O paciente nasce com uma deficiência em produzir a enzima fenilalanina hidroxilase, necessária para quebrar o aminoácido Phe. Sem a quebra, os níveis de Phe se acumulam no organismo, podendo causar diversas complicações como problemas comportamentais, neurológicos e físicos.

teste do pezinho

“Os sintomas variam de leve a grave. Caso não tratado na infância, o aumento da fenilalanina no sangue pode causar deficiência intelectual grave. Infelizmente em algumas crianças tratadas precoce e continuamente, é possível observar sintomas como irritação, depressão, falta de concentração e ansiedade. É importante ressaltar que os sintomas aparecem de forma isolada ou em múltiplas manifestações”, afirma a Dra. Paula Vargas, coordenadora do Serviço de Referência em Triagem Neonatal do Estado do Rio Grande do Sul.

A enfermidade é causada por uma alteração genética. Para ser portador da doença, tanto a mãe quanto o pai da criança devem ter uma cópia do gene mutante causador. Em relação aos pais, é possível ter esta cópia, mas não apresentar a doença. Por exemplo: se a mãe e o pai tiverem uma cópia do gene mutante, cada um de seus filhos tem 25% de chances de apresentar a doença

Apesar de não ter cura, a fenilcetonúria pode ser tratada e ter seus sintomas controlados. Os pacientes devem seguir uma dieta restritiva durante toda a vida, que limita a ingestão de fenilalanina. O aminoácido é encontrado em alimentos ricos em proteínas como frango, carne, ovos, laticínios, nozes, grãos e leguminosas  inclusive os seus derivados.

“As diretrizes médicas recomendam iniciar o tratamento o mais cedo possível, com a dieta já nas primeiras semanas de vida. Por este motivo, o teste do pezinho é fundamental para o diagnóstico e tratamento precoces. É importante manter os níveis de fenilalanina baixos no sangue ao longo de toda a vida para obter melhores resultados de saúde física e mental”, completa a Dra. Paula Vargas.

teste do pezinho

O que são doenças raras?

Doença rara é aquela que afeta 65 pessoas em um grupo de 100 mil (pouco mais de 1 indivíduo a cada 2 mil). São cerca de 6 a 8 mil tipos de doenças raras, 80 por cento são genéticas – 20 por cento por fatores imunológicos, infecciosos, reumatológicos, defeitos congênitos e cânceres raros. Doenças progressivas com complicações severas. Setenta e cinco por cento dos diagnosticados são crianças e 30 por cento não vive mais que 5 anos. São em cerca de meio bilhão de pacientes raros no mundo e 13 milhões no Brasil.

fenilcetonúria ou PKU

Fonte d0 Site: http://guiadobebe.uol.com.br/teste-do-pezinho-por-que-e-importante-fazer/ 

Pilates no pós-parto

Durante o curso da gravidez, os músculos abdominais se distenderão mais de 50 por cento do seu comprimento original

O período pós-parto é muito emocionante para a maioria das mulheres, mas também pode ser muito estressante, pois elas estão passando pelo processo de cura de seus corpos após o nascimento e, além disso, tem que lidar com drásticas alterações hormonais e ajustar a sua vida com um recém-nascido. A maioria das novas mamães está fisicamente exausta e pode ter oscilações emocionais extremas.

Para trabalhar com pacientes no pós-parto, os instrutores de Pilates devem entender sobre as transformações físicas e hormonais que ocorrem durante o ciclo gravídico-puerperal e como elas afetam o sistema musculoesquelético.

É de conhecimento comum que os músculos abdominais esticam muito ao longo da gravidez, e é um desafio ajudar as mulheres a restabelecerem o comprimento e a força apropriados desses músculos extremamente importantes. Durante o curso da gravidez, os músculos abdominais se distenderão mais de 50 por cento do seu comprimento original.

Aproximadamente no quinto mês de gravidez, a maioria das mulheres começará a notar que seu músculo abdominal se moveu lateralmente, isso é chamado de diástase do músculo reto abdominal. A diástase é uma ocorrência normal, e é realmente uma resposta protetora do organismo devido a ação hormonal que atinge estruturas articulares e ligamentares do corpo. Depois de algum tempo após o nascimento, os músculos abdominais encurtarão devido às demandas das atividades normais da vida diária, mas sem exercícios específicos, dificilmente retornarão ao seu estado pré-gravídico.

As mudanças posturais da gravidez devem ser vistas como um estado ortopédico em mutação. Médicos ortopedistas e fisioterapeutas sabem que quanto mais cedo tratar a fraqueza muscular após um evento traumático, mais cedo o corpo se recupera. Da mesma forma, após o nascimento, quanto mais cedo as mulheres começam a fazer exercícios suaves de apoio, mais rápido elas vão recuperar seu tônus ​​muscular, força e postura.

Além disso, pessoas que fortalecem seus músculos antes e imediatamente após uma cirurgia têm um melhor resultado de reabilitação. Portanto, essa mesma lógica deve ser aplicada às mulheres após uma cirurgia de cesariana. As mulheres que começam a fortalecer os músculos abdominais e abordar o tecido cicatricial no início terá um melhor resultado.

pilates no pós-parto - Foto: UptownFitness / pixabay.com

Os exercícios mais importantes que as mulheres devem se concentrar nas primeiras seis semanas após o nascimento são para os músculos da camada profunda do abdome (músculo transverso abdominal) e fortalecimento do assoalho pélvico (responsáveis pela continência urinária e fecal). As primeiras seis semanas costumam ser exaustivas para as mulheres, e geralmente é difícil elas se organizarem para fazer o exercício. No entanto, é importante separar alguns minutos por dia para ativar esses dois grupos musculares.

Outros exercícios úteis são aqueles que se concentram na respiração, visando reeducar o diafragma. Após as primeiras seis semanas, muitas mulheres, embora ainda esgotadas, tendem a ter uma maior motivação para começar a se exercitar. Neste momento, o foco deve ser no avanço do programa de estabilidade central, mas com ênfase no fechamento da diástase.

Em média, a maioria das mulheres leva cerca de seis meses a um ano para recuperar totalmente a integridade dos abdominais. Portanto, este é um processo lento e que não deve ser apressado. Avançar rapidamente com o fortalecimento pode comprometer a união dos músculos abdominais.

Uma vez que a diástase é fechada completamente, é possível começar um trabalho abdominal mais avançado. É preferível que a mulher tenha adquirido consciência suficiente para ser capaz de sentir que ela está “atraindo” e “unindo” os músculos quando realiza os movimentos.

Outro foco importante no pós-parto é a restauração da posição da caixa torácica. Durante a gravidez, as costelas se abrem consideravelmente. A caixa torácica muda de diâmetro em até 2 cm. Por esse motivo, é necessário restaurar a posição da caixa torácica, pois isso também afeta o comprimento de todos os músculos que se prendem à ela.

A postura também deve ser restabelecida após o parto, pois a gravidez provoca grandes alterações.Todas as curvas da coluna se tornam mais exageradas, o que muitas vezes persiste no pós-parto. Ficar mais consciente dos hábitos posturais errados é o primeiro passo para corrigi-los.

O método pilates, quando bem instruído, é ideal para auxiliar a recuperação do corpo após o parto, pois seus exercícios promovem aumento da resistência e força muscular, além de melhorar a consciência corporal. Outra vantagem, é que como os movimentos são controlados, é possível inserir a participação do bebê nas aulas. Assim não tem desculpa para retomar a forma e cuidar da saúde.

Thalita Freitas é fisioterapeuta especialista em Saúde da Mulher pela Faculdade de Medicina da USP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na área de reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/pilates-no-pos-parto/

Flores naturais são tendência em decoração de festas infantis

As decorações das festas infantis estão cada vez mais criativas e diversificadas e as flores naturais acabaram virando tendências

Já era o tempo em que as festas infantis eram restritas a bexigas e réplicas grandes de personagens. Atualmente a decoração das festas de aniversário está cada vez mais refinada e criativa. Neste cenário, quem vem ganhando mais força são as flores naturais. Elas dão um toque muito especial na mesa do bolo, nas auxiliares e ainda em pontos inusitados, como com arranjos aéreos.

Carolina Botto de Lacerda, proprietária da Flor do Dia Design Floral, explica que as flores enriquecem o visual. “Geralmente partimos do tema da festa para definir a cor das flores”, explica. Ainda segundo Carolina, os tons mais fortes são os preferidos para trazer alegria ao ambiente, mas as composições com tons pasteis também fazem sucesso.

aniversário Enrico 1 ano - tema macaquinho

Um dos destaques nessas festas têm sido os arranjos aéreos. Em formatos redondos, eles criam um elemento inusitado e bem charmoso na decoração. “Só precisamos ter o cuidado para a instalação desses arranjos, que devem ser fixados no teto ou em pergolados. Esses últimos podem ser locados”, conta a designer floral.

aniversário Lucas e Marina - tema Terra do Nunca

Outra vitrine para as flores têm sido na hora das lembrancinhas. “Muitas pessoas optam pelas hortinhas ou mudinhas de algumas plantas. É um mimo que agrada tanto adultos, quanto crianças”. As plantas mais utilizadas para as lembranças são alecrim, lavanda, manjericão, hortelã e suculentas.

aniversário Lucas e Marina - tema Terra do Nunca

aniversário Lucas e Marina - tema Terra do Nunca

aniversário Martina 2 anos - tema Jardim

aniversário Martina 2 anos - tema Jardim

aniversário Sofia 2 anos - tema Fundo do Mar

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/flores-naturais-sao-tendencia-em-decoracao-de-festas-infantis/

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A festa de 1 ano do bebê

Depois do nascimento, esse talvez seja o momento mais esperado pelos pais

Planejar a festa de aniversário do seu bebê está diretamente ligado a quanto você quer gastar. Muitos pais gostam de fazer uma festa do tipo inesquecível, mas outros querem realizar uma festa simples e que não comprometa as finanças. Seja qual for o seu perfil faça com um bom planejamento e organização e tudo dará certo.

Mamãe ao lado de seu bebê com seu bolo de aniversário de 1 ano - Foto: Alliance/Shutterstock.com

Uma festa mais simples e com orçamento menor

A melhor maneira de manter a simplicidade é fazer a festa na sua casa ou, se tiver, no seu jardim ou quintal. Alguns condomínios possuem espaços para festas, verifique com muita antecedência se a data que você deseja está disponível e quais as condições para o uso do espaço, pois embora seja dentro do condomínio, alguns possuem regras tão rígidas quanto as de um buffet.

A comida não precisa ser sofisticada – pizza, cachorro-quente e pipoca são de fácil preparo e sempre são certo. Docinhos tradicionais são certeiros, mas o brigadeiro não pode faltar. Salgadinhos fritos também são sempre devorados com gosto, principalmente se for uma coxinha, mas se você não gosta de frituras, não haverá problema em oferecer salgados assados ou até mesmo sanduíches do tipo “natural”.

Considere convidar apenas a família e amigos próximos, até porque com um ano, seu filho ficará cansado de toda a agitação. Muitas pessoas, muita atenção e muito barulho podem assustá-lo.  

A decoração também é fácil. Balões são uma opção barata e divertida. Lembre-se de posicioná-los numa altura que seu bebê não possa estourá-los. Com o barulho, ele pode se assustar e chorar, e pedaços do balão são um perigo para engasgar. Lembre-se de apanhá-los, caso algum estoure. Também existem centenas de kits prontos em lojas especializadas, de personagens famosos a kits personalizados.

Faça seu bebê cochilar antes da festa. Outra dica é fazer uma festa curta. A última coisa que você quer é um bebê cansado.

Se houver outras crianças, programe brincadeiras e atividades. É muito mais fácil controlá-los quando estão entretidos.

Como você estará muita ocupada, escolha uma pessoa que não se importe de tirar fotos durante toda a festa. Elas serão a principal recordação, então quanto mais fotos, melhor.

Uma festa no buffet com um orçamento maior

Caso você opte por uma festa em buffet, a conta pode sair um pouco mais alta mas, certamente, você terá muito menos trabalho. Na hora de determinar o buffet, escolha um que tenha brinquedos apropriados para as crianças maiores mas também para o aniversariante e seus amiguinhos da mesma idade. O bebê também deve se divertir.

Verifique com muita antecedência se há a data que você deseja, normalmente os buffets mais famosos possuem uma agenda lotada e ocupada com mais de 1 ano de antecedência. Veja o que está incluindo no pacote e certifique-se que tudo esteja detalhado no contrato. Veja a forma de pagamento, pois alguns aceitam um parcelamento antecipado, ou seja, você começa a pagar a festa meses antes do aniversário, e em alguns casos poderá ser útil. Verifique no Procon ou até mesmo na Internet se não há reclamação contra esse buffet. Consulte amigos e conhecidos que já realizaram festas no buffet que você escolheu.

Ao escolher a roupa do bebê, leve em conta o conforto para brincar. É claro que o bebê tem que estar lindo mas também a roupa não deve deixá-lo sem movimentos. Você pode vesti-lo com uma roupa (incluindo o tênis) para brincar (que poderá sujar sem problema) e uma outra para o momento do parabéns e das fotos com os pais e os avós babões.

O primeiro aniversário é um momento para se recordar. Lembre-se de tirar fotos (muitas fotos) e divirta-se.

Atenção com a alimentação de seu bebê

Embora seja festa, não será o momento ideal para que seu bebê seja apresentado às inúmeras guloseimas que serão servidas na festa, pois o resultado poderá ser devastador já na mesma noite. Cólicas, desarranjos intestinais, reações alérgicas, etc.

Se desejar oferecer algo como um salgado ou um doce, escolha um salgado e um doce e ofereça um pequeno pedaço de cada e só. Nada de deixá-lo “experimentar” um pedacinho de tudo que há na festa. E preste muita atenção, pois se o seu bebê ficará passando de mão em mão na festa, há um grande risco de que cada uma dessas pessoas que o pegar no colo ofereça um pedaço de algo à ele.

Tanto se a festa for em casa ou no buffet, ofereça a comida que ele está acostumado no dia a dia e no horário que ele costuma comer.

Acesse: http://guiadobebe.uol.com.br/a-festa-de-1-ano-do-bebe/ 

Entendendo os tipos de assentos

Utilizar o assento correto pode significar a diferença entre salvar e não salvar a vida de seu bebê em caso acidentes

No mercado existem, basicamente, 4 tipos de assento para transportar crianças no carro. Esses modelos são desenvolvidos de acordo com a idade ou peso da criança. Apresentamos aqui as principais características de cada modelo.

Independente do modelo, todo assento para criança deve ser instalado no banco traseiro do carro.

No INMETRO os assentos são referenciados como Dispositivo de Retenção para Crianças.

Bebê conforto

São assentos em forma de concha que devem ser utilizados por bebês recém-nascidos até 1 ano de idade, ou com peso até 13 kilos, em média, dependendo do fabricante. Esse assento deve ser instalado de maneira que o bebê fique de costas para os bancos da frente, ou seja, contrário ao movimento do carro. O bebê conforto é fixado com os cintos de segurança do carro e têm os próprios cintos de segurança para prender o bebê.

bebê conforto - Foto: greenland / shutterstock.com

Cadeirinha de Bebê

A Cadeirinha de Bebê é indicada para crianças de 1 a 4 anos, com peso entre 13 e 22 kilos, aproximadamente, que já conseguem sentar sozinhas. Na Cadeirinha de Bebê a criança fica virada de frente para o movimento do carro e a cadeirinha também é fixada através dos cintos de segurança do veículo. Esses modelos, muitas vezes, possuem uma “mesinha”, que além de fazer parte do sistema de retenção da “cadeirinha”, também propicia uma condição de apoio e descanso para os braços do bebê.

Conversível

É um modelo que tem duas possibilidades de instalação e funciona para duas fases distintas da criança. Até completar um ano de idade, ele é usado reclinado e instalado de costas para o banco da frente. Quando a criança cresce um pouco, ele é fixado na posição sentada, virado de frente para o movimento do carro, e pode ser utilizado até os 4 anos de idade.

Assentos elevatórios ou booster seat

Esse assento é utilizado em uma fase transitória, quando a cadeirinha fica pequena para a criança, porém, ela ainda não tem altura suficiente para usar o cinto de segurança. Esse assento têm a função de deixar a criança de 4 a 7 anos, com peso entre 22 e 36 kilos, em uma altura apropriada para usar o próprio cinto de segurança do veículo.

booster seat - Foto: Lars Plougmann / flickr.com

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