10 remédios que você não deve dar para crianças

Todo cuidado é pouco com remédios para crianças!

Consulte sempre o médico antes de dar um remédio pela primeira vez para o seu filho. Os bebês, em especial, são bem mais suscetíveis do que os adultos a reações adversas a medicamentos. Se o bebê vomitar ou ficar com marcas, manchas ou bolinhas avermelhadas na pele após tomar algum remédio, avise o médico o quanto antes.

Aspirina

Nunca dê aspirina ou qualquer outro remédio que seja combinado com aspirina, mesmo que seja chamado de infantil (sempre leia as bulas para verificar a fórmula; aspirina aparece com o nome de ácido acetilsalicílico).

Aspirinas podem levar à Síndrome de Reye, uma doença rara, porém bastante grave, que atinge o cérebro e o fígado.

Além da aspirina, outros remédios conhecidos que contêm ácido acetilsalicílico na fórmula são AAS, Bufferin e Melhoral.

Antirresfriado, antigripal e descongestionante

Diferentes órgãos de saúde nacionais e internacionais alertam os pais para não darem remédios para gripe ou resfriado a seus filhos. Só use descongestionantes e xaropes sob orientação médica, já que, em vez de fazerem bem, eles podem acabar fazendo mal.

Entre os efeitos colaterais de remédios errados para crianças estão apatia, falta total de sono, problemas intestinais, bolinhas avermelhadas na pele, aumento do ritmo cardíaco e até convulsões.

Tente soluções caseiras para tentar aliviar os sintomas, como elevar o colchão do bebê para ele respirar melhor, colocar um umidificador/vaporizador no quartinho, além de dar bastante líquido ao longo de todo o dia.

Remédio para diarreia

Medicamentos para conter diarreia não são indicados para crianças de qualquer idade, não só pela toxicidade que podem apresentar, mas também pela possibilidade de piorar gravemente uma infecção bacteriana, podendo levar até a infecções generalizadas.

Em casos de diarreia aguda, o mais urgente é manter a hidratação (o médico pode prescrever algum remédio para conter vômitos se também estiverem presentes) e tratar a febre para evitar maior perda de líquido pelo corpo.

Remédio de adulto

É um perigo dar remédio de adulto para crianças, mesmo que em doses muito menores. Se a embalagem e a bula não indicarem que o medicamento é infantil e deve ser administrado de acordo com o peso e a idade do seu filho, não dê de jeito nenhum.

Medicamento de outra criança ou para outro problema

Remédios receitados para outra criança (mesmo que seja um irmãozinho) ou para tratar outro problema podem não funcionar ou até ser perigosos para o bebê. Por mais caro que seja, se tiver que comprar outro, compre. 

Só dê para o seu filho aquilo que foi recomendado pelo médico para ele e para o atual problema dele.

Qualquer coisa fora da validade

Quando perceber que um remédio perdeu a validade, jogue fora, mesmo que seja um simples analgésico. 

Depois que passam do prazo de validade, os medicamentos podem não surtir mais o efeito desejado ou até se tornarem perigosos.

Dose a mais analgésico ou antitérmico

Alguns remédios contêm combinações de substâncias para ajudar a aliviar dor ou baixar a febre, então tenha muito cuidado se for dar uma dose a mais de algum medicamento ou um medicamento diferente em horário próximo, achando que não está dando a mesma coisa. Isso é especialmente comum e perigoso no caso de substâncias como o paracetamol (nome genérico do Tylenol), muitas vezes acrescentado à fórmula de outros remédios.

Doses elevadas de paracetamol são tóxicas ao fígado e podem levar até à morte, por isso todo cuidado é pouco.

Na dúvida sobre a formulação de diferentes remédios, antes de dar para o seu filho, converse primeiro com o médico ou com um farmacêutico.

Fórmula, chá ou remédio natural

Embora produzidos a partir de substâncias naturais, esses medicamentos não deixam de ter elementos químicos que interagem com o organismo do bebê. Podem ter inclusive álcool na formulação, e não são controlados pelos órgãos de vigilância da mesma forma que os remédios comuns.

Lembre de que até chá de ervas pode conter substâncias prejudiciais ao corpo de uma criança, portanto não deve ser dado a menos que indicado pelo médico.

Pastilhas ou comprimidos mastigáveis

Comprimidos mastigáveis ou remédios em pastilha podem acabar presos na garganta de uma criança, então, se for recomendado que você use algum medicamento neste formato, pergunte ao médico se pode dissolvê-lo antes em um pouco de papinha doce (caso seu filho já coma alimentos sólidos) ou fruta amassadinha.

Pomada, creme ou gel com cânfora

Só podem ser utilizados, ainda assim com todo o cuidado e monitoramento para que não sejam ingeridos ou lambidos, em crianças acima de 2 anos. 

Remédios com cânfora na fórmula, como Caladryl ou Vick Vaporoub, podem ser tóxicos para o bebê e levar até a morte em caso de serem engolidos por acidente, mesmo em quantidades minúsculas.

Fonte do Site: brasil.babycenter.com

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Devo parar de usar lencinhos se a assadura do bebê piorar?

mãe trocando o bebê

Por mais convenientes que sejam, muitos lencinhos umedecidos contêm substâncias químicas que podem irritar a pele do bebê. Isso, porém, não quer dizer que com certeza causarão problemas de pele. Tudo depende da sensibilidade de cada criança. Além disso, lencinhos em si não provocam assaduras.

As assaduras comuns costumam aparecer em função de muita umidade na região do bumbum (junto com a exposição às fezes e urina) ou quando a pele é muito esfregada na hora da limpeza, seja com lencinhos, fralda de pano ou algodão molhado em água, e acaba se esfolando um pouco. 

Se seu filho tiver alguma reação ou vermelhidão na pele, ou ainda uma assadura que não passa, é melhor sim parar de usar os lencinhos e só limpar o bumbum com algodão levemente molhado na água morna ou direto no chuveiro/chuveirinho. Às vezes você pode também tentar mudar de marca de lencinho para testar se é isso que está causando alguma reação

Só não exagere na limpeza com lencinhos (depois de toda troca de fralda de xixi, por exemplo), porque aí a região do bumbum pode acabar ficando sempre úmida e, consequentemente, mais suscetível a assaduras. Algumas mães secam a pele do bebê com uma fraldinha de pano ou algodão seco depois de passar o lenço umedecido, para tirar o excesso de umidade.

Muita gente também prefere só usar os lencinhos fora de casa e algodão com água no dia a dia.

Febre na criança pequena

Febre sempre deixa os pais preocupados, mas é importante lembrar que ela é um processo comum, que vai se repetir muitas vezes na vida da criança. A febre faz parte da defesa natural do organismo do bebê contra uma infecção.

Criança chorando com mão na boca

Meu filho está com febre. O que fazer?

Tradicionalmente, considera-se febre uma temperatura acima dos 37 graus Celsius ou centígrados, observada num termômetro colocado embaixo do braço. Mas algumas crianças podem ter a temperatura mais alta, de até 37,5 graus, mesmo que não haja nada errado.  Por isso, os médicos consideram febre mesmo temperaturas acima de 37,5 graus (para alguns médicos, pode ser acima de 37,8).  Entre 37 e 37,5 graus, a criança está subfebril, ou com uma febrícula. Veja nossas orientações sobre como tirar a temperatura da criança e que tipo de termômetro usar.

Por que a febre aparece?

A febre, em geral, é uma indicação de que o organismo está combatendo algum tipo de infecção. Os macrófagos, células que patrulham o corpo, estão sempre em alerta. Quando encontram algo estranho como vírus, bactérias ou fungos, eliminam o maior número que conseguem. 

Ao mesmo tempo, pedem ajuda, mandando sinais para o cérebro elevar a temperatura do corpo. Só essa elevação já é capaz de matar alguns tipos de bactéria. O processo também parece acelerar a produção de glóbulos brancos e de substâncias que matam os intrusos. 

Por isso, antes de se apavorar, é preciso lembrar que a elevação da temperatura faz parte do processo natural de combate à infecção. A febre em si não é necessariamente prejudicial. 

Algumas vezes pode não ser tão claro por que seu filho está com febre, mas há alguns motivos mais comuns: 

  • Gripe;
  • Resfriado;
  • Inflamação na garganta;
  • Infecção no ouvido;
  • Infecção urinária;
  • Doenças respiratórias, como pneumonia ou bronquiolite;
  • Vírus que causam “pintinhas” pelo corpo, como catapora;

Como faço para distinguir uma febre sem gravidade de uma mais grave?

Mais importante que a temperatura em si é o comportamento da criança. 

Se ela estiver com febre de até 38,5 graus, mas estiver comendo bem, brincando e tranquila, há menos razão de preocupação que no caso de uma criança com febre de 37,8 graus junto com choro inconsolável ou prostração.

Procure o médico se a febre estiver acima de 39,5 graus, ou se a criança estiver agindo estranho, muito abatida. Não deixe de mencionar qualquer outro sintoma para o pediatra, para que ele tenha mais dados para fazer um diagnóstico. 

Fique de olho nos seguintes sintomas, que podem indicar algo mais grave:

  • A criança apresenta manchinhas vermelhas na pele, que não clareiam quando você as aperta, ou se tem¬ manchas vermelhas grandes. Esses são sinais de uma infecção bacteriana grave.
  • A criança tem dificuldade para respirar, ou está ofegante. Pode ser pneumonia.

Lembre-se: A temperatura do corpo costuma aumentar no início da noite, em geral. Por isso é esperado que a febre piore um pouco nesses horários.

Para bebês de menos de 3 meses, as orientações são diferentes.

Caso você consiga baixar a temperatura de seu filho de 1 a 3 anos com antitérmicos (como paracetamol, ibuprofeno ou dipirona), e ele não esteja muito abatido, você pode esperar pelo menos 24 horas para levá-lo ao médico. 

Antes disso, é provável que o especialista não consiga fazer nenhum diagnóstico, e peça para você apenas observar o seu filho.

Evite levar a criança sem necessidade ao pronto-socorro, para não expô-la a outros vírus e bactérias num momento em que o organismo dela já está um pouco fragilizado.

Mas confie nos seus instintos e procure atendimento imediato se sentir que se trata de alguma doença mais grave.

Preciso baixar a febre a qualquer custo?

Você só precisa baixar a febre do seu filho se ele estiver se sentindo desconfortável demais (chorando o tempo todo, reclamando, vomitando). Ou se ele já tiver tido uma convulsão febril alguma vez (leia abaixo sobre as convulsões).

Por um lado, o aumento da temperatura ajuda a combater os microorganismos que possam estar causando a infecção. Por outro, se a criança estiver se sentindo muito mal por causa da febre, vai ter dificuldade para beber e comer, e isso pode atrapalhar sua recuperação. 

Nunca dê aspirina a crianças de menos de 16 anos, porque o ácido acetilsalicílico já foi ligado a uma síndrome rara, que pode ser fatal, a síndrome de Reye. Além disso, esse tipo de medicamento pode causar problemas estomacais e hemorragias, porque afeta a coagulação do sangue. 

Durante a febre, mantenha seu filho vestido com as roupas adequadas para a temperatura ambiente, nem agasalhado demais nem de menos. Capriche na ingestão de líquidos. Uma criança com febre pode ficar desidratada só pela transpiração, mesmo que não esteja com diarreia ou vômitos. Quando a criança está desidratada, o uso de antitérmicos é menos eficaz e pode ser até mais tóxico. 

Além disso, bem hidratada, ela reage melhor às doenças. Portanto abuse dos líquidos. Você também pode dar um banho morno. Se tiver dado um antitérmico, pode dar o banho cerca de 40 minutos depois. Mas o banho não é imprescindível só dê se você achar que seu filho vai se sentir melhor. 

É melhor baixar a temperatura aos poucos que muito rápido. O banho precisa ser confortável para a criança, e nunca use álcool, nem no banho nem em compressas (como se fazia antigamente). 

O que é a convulsão febril?

Quando a temperatura da criança sobe muito rápido, pode acontecer de ela ter uma convulsão. Fica pálida, os músculos ficam rígidos ou ela faz movimentos estranhos, e às vezes perde a consciência. A convulsão febril assusta muito, mas não costuma deixar nenhuma sequela. 

Se por acaso seu filho tiver uma convulsão, você não precisa segurar a língua dele. Ele não vai engoli-la. 

Apenas tire alguma coisa que esteja em sua boca, como chupeta ou alimentos. Não o segure, mas tente mantê-lo com a cabeça de lado, para evitar o risco de ele engasgar com a saliva ou com um possível vômito. 

Um dado que ajuda bastante o médico é saber quanto tempo a convulsão durou. Portanto, se conseguir, olhe no relógio. 

Normalmente essas crises só duram 20 segundos, e é raro passarem de dois minutos. Se quatro minutos passarem e a convulsão não acabar, a criança deve ser levada para o pronto-socorro. 

Se a convulsão tiver passado e a criança estiver agindo normalmente, não é preciso correr para o hospital. 

Caso tenha acesso ao médico por telefone, fale com ele imediatamente e procure orientações. Se não, marque uma consulta ou leve seu filho com calma ao hospital. Podem ser pedidos exames complementares. 

Os episódios de convulsão normalmente acontecem entre os 6 meses e os 6 anos de idade, mas são mais comuns antes dos 2 anos. 

A criança tende a ter convulsão uma vez só (felizmente!), e há indícios de componente familiar: se o pai ou a mãe tiveram convulsão febril quando crianças, a probabilidade de o filho ter é maior. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a3400353/febre-na-crian%C3%A7a-pequena

Estimulando o paladar do bebê

Paladar deve ser estimulado livre dos preconceitos dos pais, se os pais não gostam de determinado alimento o bebê poderá gostar, desde que tenha a chance de conhecer o sabor

Bebê comendo brócolis - foto: Red pepper/ShutterStock.com

ATENÇÃO!
Até o sexto mês de vida o bebê deverá ser alimentado exclusivamente com o leite materno. Ele não precisará de água ou chás. Qualquer mudança nessa regra deverá ser feita com orientação do seu pediatra.

Estimulando o paladar

A boca é importantíssima para o bebê porque é por ela que a criança satisfaz sua necessidade básica mais forte: a fome. Também é com a boca que ele estabelece o melhor contato com a mãe, mamando. A boca é a sua primeira e principal fonte de prazer. E é por onde ele procura tomar conhecimento das coisas, tanto assim que ele leva à boca tudo o que pode pegar. Além disso, é com a boca que ele se comunica, fazendo barulho ao chorar.

O bebê, no começo, só distingue quatro sabores: doce, salgado, amargo e azedo. O paladar é o menos desenvolvido dos sentidos da criança ao nascer, até porque ela não precisa dele, uma vez que a natureza preparou-a para apenas um tipo de alimentação: o leite materno.

Isto quer dizer que o bebê tem muito a aprender pela boca, se você permitir que ele a use. Há mães que vivem tentando impedir o bebê de levar os dedos à boca, ou os objetos que ele consegue segurar. É um erro, primeiro porque estão limitando muitos as experiências da criança e, depois, porque o bebê tem uma fase oral, em que o uso da boca tem muita importância para o seu desenvolvimento psicológico e intelectual. Se sua filha ou filho passa por essa fase reprimido e não usa a boca suficientemente, a fase vai demorar a passar e ele poderá ficar por muito tempo chupando o dedo, preso à chupeta ou com problemas psicológicos.

Bebês precisam de liberdade para usar a boca: faz parte do seu aprendizado, do seu desenvolvimento. O cuidado a tomar é evitar que ele tenha acesso a coisas que não deve mesmo colocar na boca, por serem perigosas de engolir ou porque estejam sujas. Mas não reprima o bebê além da conta, porque a boca é seu primeiro contato com o mundo, sua primeira comunicação, sua primeira escola de vida.

O que é o gosto?
É uma sensação bem mais complexa que um simples sabor na boca, da qual participam todos os sentidos. O odor, a aparência, a consistência, o volume e a temperatura de um alimento são também elementos que contribuem para a formação de uma percepção gustativa global. O gosto de uma laranja não se resume aquela sensação doce-azeda na língua. O que dá água na boca é também o perfume característico, a textura da polpa e até a cor tão apetitosa.

Não use mamadeira. A má higiene da mamadeira é a principal responsável pela maior parte das doenças diarreicas em crianças pequenas. Além disso, a criança precisa começar a desenvolver o paladar, e misturar alimentos, oferecendo-os na mamadeira, não dá essa oportunidade. Permita que ele reconheça os sabores de diferentes alimentos, salgados e doces, e que use a boca. Observe e anote para conhecer suas preferências e para respeitar as suas rejeições.

Ao estimular seu paladar, leve-o a reconhecer os alimentos sem vê-los, pelo sabor e pelo cheiro. Isso ajuda muito o desenvolvimento intelectual da criança. E procure não transmitir preconceitos pessoais ou culturais ligados ao paladar. Na educação do paladar, como em todas as outras, o melhor estímulo é a riqueza de experiências sem preconceito: deixe o bebê experimentar de tudo, mesmo do azedo e do amargo, porque ele pode gostar e ter mais possibilidades de satisfação alimentar.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/estimulando-o-paladar/ 

Transtorno Bipolar em crianças: sete fatores que ajudam a identificar

Médico neuropediatra e psicopedagoga ensinam que o Transtorno Bipolar ocorre em crianças e contam como os pais podem identificar sintomas

Diferente do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), que pode atingir de 6 a 10 por cento da população infanto-juvenil, o Transtorno Bipolar atinge 0,8 a 1 por cento das crianças, e já pode ser identificado desde cedo, ao contrário do que muitos acreditam.

O neuropediatara Clay Brites, um dos fundadores do Instituto NeuroSaber, explica que de 5 a 15 por cento das crianças com um transtorno tendem a apresentar o outro associado, mas mesmo assim existe uma importante diferença entre os dois. Esse transtorno leva a imensos prejuízos no relacionamento social e na evolução afetiva na infância, e seus sintomas já podem ser identificados antes dos 5 anos de idade.  

Os especialistas alertam que quanto mais cedo o transtorno for identificado, melhor será o desenvolvimento na adolescência. Segundo um estudo publicado pela Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente (AACAP), crianças pré-adolescentes com Transtorno Bipolar apresentam uma maior dificuldade de atenção, concentração, memória e aprendizagem. “Isso mostra que os indivíduos que não são diagnosticados na infância apresentarão problemas de oscilação de humor e prejuízos na capacidade de aprendizagem mais tarde durante a vida”.

criança com Transtorno Bipolar - Foto: isakarakus / pixabay.com

A psicopedagoga Luciana Brites, especialista em Educação Especial e também fundadora do NeuroSaber, conta que existem pelo menos sete fatores que podem ser analisados pelos pais como primeiro passo para o diagnóstico. “É conhecendo mais sobre o assunto que nós conseguimos gerar consciência nas famílias”, resume Luciana. 

  1. Oscilação de humor

O primeiro ponto a ser analisado, segundo o Dr. Clay Brites, é o sintoma chave do Transtorno Bipolar: a mudança repentina de humor. A criança com Transtorno Bipolar muda de semblante de uma hora para a outra, e deixa de ser carinhosa para ficar repentinamente isolada do convívio de um dia para o outro, por exemplo”, explica. 

  1. Histórico familiar

Luciana Brites conta que o histórico familiar pode ser um fator em 80% dos casos de Transtorno Bipolar. “Muitos pais fazem pouco caso e acabam repetindo que a criança puxou o avô ou o tio, por exemplo, como se isso não fosse importante”, alerta a especialista. “Muitas vezes, pode ser que o tio ou o avô tivessem mesmo o transtorno e nunca foram diagnosticados”. 

  1. Ambiente difícil

Segundo Dr. Clay Brites, uma predisposição genética pode ser agravada por um ambiente familiar muito rígido, difícil ou de pouca afetividade. “O ambiente menos acolhedor pode atrapalhar ainda mais o problema e promover crises ainda mais intensas”, resume. 

  1. Hiperatividade cíclica

Ao contrário da criança com TDAH, que está sempre agitada, a hiperatividade em uma criança com Transtorno Bipolar é cíclica e se alterna com um comportamento mais calmo em momentos alternados. “É preciso estar atento a essa alteração de comportamento, especialmente se ela for abrupta”, alerta a psicopedagoga Luciana Brites. 

  1. Hiperssexualidade precoce

Segundo o neuropediatra, crianças bipolares costumam apresentar uma sexualidade precoce. “Geralmente, meninos e meninas com esse distúrbio podem ter insinuações, o desejo de se vestir como adulto com roupas curtas e maquiagem, por exemplo, e até mesmo um desejo sexual diante dos colegas da escola”, exemplifica. 

  1. Comportamento controlador e ciumento

Enquanto que as crianças com TDAH apresentam maior dificuldade de aprendizado em matemática e linguagens desde idades mais jovens, em vez de desenvolverem apenas na pré-adolescência, o Bipolar via de regra não apresenta este problema de início. “É um transtorno mais comportamental, que costuma deixar a criança extremamente ciumenta e controladora em relação às atitudes do dia a dia”, explica Luciana. “E eles apresentam uma irritabilidade independentemente de qualquer tipo de frustração”, explica. 

  1. Falta de sono

Por fim, os especialistas alertam para um detalhe importante e comum nesta fase da vida: a falta de sono. “Muitas pessoas confundem esse comportamento com o TDAH”, conta o médico. No entanto, a psicopedagoga completa que, ao contrário da Hiperatividade, a insônia no Transtorno Bipolar não faz com que a criança apresente sonolência pela manhã. Ela continua sem sono durante o dia. 

Por fim, Luciana e Clay completam que é importante que os pais identifiquem esse comportamento nos filhos e busquem ajuda do profissional correto: um neuropediatra ou psiquiatra infantil. “O tratamento será melhor quanto mais interdisciplinar for a equipe de profissionais”, concluem.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/transtorno-bipolar-em-criancas-sete-fatores-que-ajudam-a-identificar/

Fissuras nos mamilos e dores na amamentação

Laserterapia ajuda mães que sofrem com o problema a não abandonarem o peito

Os problemas de amamentação são frequentes e podem ser um grande desafio para novas mães. De fato, a dor nas mamas, as fissuras (rachaduras) nos mamilos e a mastite são algumas das principais razões pelas quais as mães abandonam a amamentação prematuramente.

Existe um número limitado de tratamentos efetivos para essas condições, e a terapia com laser de baixa potência tem se mostrado muito eficaz para acelerar a cicatrização dos mamilos e aliviar a dor.

Problemas no mamilo são comuns e podem afetar mais da metade das mulheres que amamentam, e apresentam características tipicamente associadas, incluindo, mamilos doloridos, rachados, sangrando e com bolhas.

A cicatrização desses mamilos danificados pode ser difícil por causa do trauma continuamente repetido da sucção do bebê. Além disso, o mamilo danificado é propenso a infecção bacteriana e fúngica, resultando em problemas como ductos mamários obstruídos e mastite.

amamentando com problemas nos seios - Foto: grisguerra / pixabay.com

Um tratamento que está provando ser de grande benefício para a melhora de mamilos dolorosos é a terapia com laser de baixa potência. O laser acelera a cicatrização de feridas e a maioria das mães relatam alívio da dor e melhora na cicatrização após apenas uma sessão. O tratamento também é benéfico na desobstrução dos ductos mamários e no processo de cicatrização de mamas com mastite.

A laserterapia é um tratamento suave e indolor, geralmente aplicado por fisioterapeutas, que usa o laser no reparo tecidual, reduz a inflamação e a dor. Os tratamentos duram apenas alguns minutos e são inteiramente indolores e sem efeitos colaterais conhecidos.

Em um estudo recente, publicado nos Estados Unidos, as mulheres tratadas com o laser de baixa potência apresentaram uma diminuição significativa na intensidade da dor 24 horas após o tratamento e a terapia demonstrou ser eficaz na melhora de lesões em mulheres que amamentam, proporcionando alívio e prolongando a amamentação exclusiva.

Thalita Freitas é fisioterapeuta especialista em Saúde da Mulher pela Faculdade de Medicina da USP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na área de reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/fissuras-nos-mamilos-e-dores-na-amamentacao/

Quando posso levar meu filho para cortar o cabelo pela primeira vez?

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Caso você tenha um bebê com bastante cabelo, a recomendação para o primeiro corte, em geral, é de esperar que ele tenha no mínimo três ou quatro meses e possa manter a cabeça mais erguida sozinho enquanto você o segura no colo. 

Se você puder, porém, adiar até cinco ou seis meses, o pescoço dele já estará bem mais firme e facilitará bastante o trabalho, além de ser mais confortável para ele.

“Independentemente do tônus do pescoço do bebê, antes de um ano sempre será necessária uma leve e delicada contenção da cabeça, para evitar movimentos bruscos e eventuais acidentes”, observa o pediatra Fábio Picchi, integrante do Conselho Médico do BabyCenter.

Se o seu bebê é bem cabeludinho e você acha que ele vai precisar de uma aparada no cabelo antes do primeiro “corte oficial”, você mesma pode cortar em casa se tiver jeito e confiança. Mas prepare-se para que o resultado fique longe de ser perfeito. 

Lembre também que o cabelo dos bebês costuma cair nos primeiros meses de vida (um processo absolutamente normal) e formar buracos estranhos na cabeça devido à posição repetida de dormir no mesmo lado.

Uma boa tesoura ajuda a dar um corte mais rápido e bem feito. As tesouras mais velhas podem puxar o cabelo, machucando e deixando o corte desigual. Se você pretende cortar o cabelo de seu filho regularmente, invista em uma boa tesoura de cabeleireiro. E, se seu filho resistir ao corte ou se mexer muito, tente novamente outro dia, ou espere até ele adormecer (este é um truque que muitos pais usam, não só para cortar o cabelo, mas também para cortar as unhas das mãos e pés do bebê).

Por outro lado, há muitos bebês carequinhas que levam até mais de um ano para enfrentar uma sessão de corte de cabelo.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x25008037/quando-posso-levar-meu-filho-para-cortar-o-cabelo-pela-primeira-vez

A barriga da mulher depois do bebê

É provável que você esteja surpresa com a aparência da sua barriga depois do nascimento do bebê.  Ele não está mais lá, mas mesmo assim, em volta do umbigo, a barriga está estufada. E você parece estar grávida de 6 meses!  As pessoas até perguntam na rua para quando é o bebê, e você tem de dizer, superconstrangida, que já nasceu…

Mulher se pesando

Por que minha barriga ainda parece de grávida?

Além do tamanho, muitas mulheres ficam com uma linha escura atravessando a barriga na vertical, a chamada linea nigra, e com um monte de estrias espalhadas pela pele.  Quem fez cesariana fica ainda com a cicatriz da operação, normalmente na “linha do biquíni”. O formato da barriga pode mudar um pouco também no caso de cesariana, já que os músculos são cortados e recosturados. Respire fundo. Demora um pouco para o corpo principalmente a barriga  se recuperar totalmente após a gravidez.  Imagine que sua barriga era um balão, que foi enchendo conforme o bebê crescia. Quando ele nasceu, o balão não estourou de uma vez o “ar” vai saindo de mansinho. 

Assim que o bebê nasce, hormônios começam a atuar sobre o útero para que ele volte ao tamanho que era antes. Isso demora mais ou menos um mês para acontecer.  Além disso, todas as células do corpo que tinham inchado devido à gestação começam a liberar líquido, que vai saindo em forma de urina, suor e secreções vaginais.  A gordura extra que você acumulou na gravidez, para nutrir o bebê, vai começar a ser gasta (em especial se você estiver amamentando ou fazendo exercícios físicos, após a liberação do médico). De qualquer jeito, você vai precisar de no mínimo algumas semanas para ver algum resultado. 

As estrias e a linha escura na barriga infelizmente duram mais. Pelo menos as estrias vão clareando e, entre 6 meses e 1 ano depois do parto, assumem aquela cor mais clara que o tom da pele, ficando menos visíveis. A linea nigra vai clareando aos poucos ao longo de 1 ano, mas pode não desaparecer por completo.

Quanto vai demorar para minha barriga voltar ao tamanho normal após o parto?

Todas nós já vimos com nossos próprios olhos aquelas mulheres maravilhosas que aparecem magérrimas, de calça jeans e miniblusa, um mês depois do parto. Sim, isso pode acontecer, mas é raro. 
Para a maioria das mulheres, leva meses para se livrar da incômoda barriguinha de grávida — e, às vezes, ela simplesmente não vai embora. 

Em primeiro lugar, tenha paciência. Se levou 9 meses para a barriga esticar, é justo que leve outros 9 meses ou um pouco mais para ela voltar ao tamanho normal. 

A rapidez da transição para mais perto do “normal” depende de como era seu corpo antes de engravidar, de quantos quilos você engordou na gravidez, do nível de atividade física e de algo que você não tem como mudar: seus genes. 

Mulheres que engordaram menos de 14 kg na gravidez, que fizeram exercícios físicos durante a gestação, que amamentam e que estão no primeiro filho tendem a emagrecer mais rápido. 

Se você não estiver amamentando, vai precisar prestar atenção na alimentação. Agora que não está mais grávida não precisa de tantas calorias.

O que posso fazer para minha barriga ficar mais bonita depois da gravidez?

A amamentação ajuda bastante, principalmente nos primeiros meses. Mulheres que amamentam queimam mais calorias para produzir o leite, portanto costumam emagrecer mais rápido que as que não amamentam. 

Dar de mamar no peito também estimula a produção de hormônios que fazem o útero se contrair e voltar ao tamanho normal. 

Mas muitas mães que amamentam reclamam dizendo que têm dificuldade de perder os últimos 2 a 5 quilos. Há quem afirme que o organismo guarda uma reserva de gordura para produzir o leite, mas não há provas definitivas disso. 

Exercícios também são eficazes. Mas converse com o medico: dependendo do tipo de parto, você pode ter de esperar algumas semanas. 

Dá para começar aos poucos, com caminhadas, por exemplo. Depois da consulta de 6 semanas após o parto, se o obstetra liberar, você pode começar a fazer exercícios mais vigorosos, como pilates, por exemplo, que ajuda a tonificar o abdome. 

Boa postura é outro fator que influencia. “Muitas mulheres ficam com uma postura relaxada após o fim da gestação, o que é natural, uma vez que passaram nove meses sem encolher a barriga. Obrigar-se a encolher a barriga após o parto faz muita diferença na recuperação da musculatura abdominal”, diz a obstetra Eleonora F. Stocchero Fonseca, do Conselho Médico do BabyCenter. 

Cuidado para não fazer regime enquanto estiver amamentando. O aleitamento é seu maior aliado na perda de peso.  E você vai precisar de bastante energia para lidar com um bebê pequenininho que ainda não dorme a noite toda.

Adianta usar cinta pós-parto ou modeladores?

O assunto é polêmico. As cintas pós-parto eram praticamente obrigatórias em caso de cesárea há alguns anos, mas agora os especialistas divergem. 

Por um lado, elas melhoram o aspecto externo da silhueta e dão mais segurança à mulher logo depois de uma cesariana. Isso porque é possível ter aflição dos pontos e da sensação de que os órgãos estão meio soltos dentro da barriga (pois estão um pouco mesmo). 

Por outro, há especialistas que acreditam que o uso constante da cinta impeça os músculos de se movimentar e atrapalhem o fluxo sanguíneo o que, em vez de ajudar, pioraria a recuperação dos tecidos. 

Além disso, em caso de parto normal, recomendam que só se use a cinta depois do primeiro mês, quando o útero já estiver no lugar, para não correr o risco de ele pressionar a musculatura pélvica, o que poderia levar a problemas como o de “bexiga caída”. 

Portanto, converse com o médico para saber qual é a orientação dele quanto ao uso de cinta ou faixa pós-parto. 

Se você já tiver dado à luz há mais de dois meses, pode experimentar cintas e modeladores, mas saiba que não há garantia de resultado. E certifique-se de que eles estão confortáveis, pois nunca devem ser apertados. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a4300004/a-barriga-da-mulher-depois-do-beb%C3%AA

15 formas divertidas de anunciar a gravidez

Anunciar a gravidez de forma divertida é uma maneira legal de envolver os amigos nesse momento emocionante. Hoje em dia, com as redes sociais, muitos pais acabam aproveitando para divulgar online com fotos.

Quando a Fê engravidou do Bento o anúncio foi feito aqui no blog pela Luisa, lembram? Foi um post super fofo e criativo! Selecionamos 22 formas divertidas de anunciar a gravidez para vocês se inspirarem. Confiram!

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Fonte do Site: http://chegueiaomundo.com.br/categoria/mamaes-e-papais/page/3/

Você já testou? “Pote da calma” promete tranquilizar as crianças

OS EFEITOS E O BRILHO DO POTE CHAMARIAM A ATENÇÃO ENQUANTO AS CRIANÇAS SE ACALMAM

Calming Jar, em livre tradução, o vidro ou o pote da calma, um instrumento inspirado no método Montessori, usado para acalmar as crianças depois de um choro ou de uma briga.

Em especial o instrumento ajudaria as crianças a ficarem tranquilas para conseguirem escutar o que os pais ou os professores têm a dizer. O pote da calma é utilizado nos momentos em que as crianças precisam de alguns minutos para se acalmarem. Assim, eles se concentram no vidro, voltam a atenção para o efeito e têm tempo de respirar e se acalmar. Além disso, cria um momento propício para que as crianças se expressem e tentem explicar os motivos de raiva ou tristeza.

Há muitas variações para a preparação do Calming Jar: 

Você vai precisar de:

  • 1 pote de vidro com tampa ou garrafa;
  • 1-2 colheres de sopa de cola glitter;
  • 3-4 colheres de chá de purpurina;
  • 1 gota de corante alimentar;
  • Água quente;

Como fazer:

A quantidade de água a ser utilizada varia de acordo com a capacidade do pote. Leve em consideração que você deve deixar um espaço vazio na parte superior do vidro, para poder agitar o seu conteúdo.

Despeje no vidro a água quente e a cola glitter. Mexa com muita paciência para que o glitter da cola se desmanche na água. Adicione a purpurina e misture novamente. Adicione uma gota de corante alimentar e feche bem a tampa do pote.

Dica: Azul é a cor que mais inspira a calma. Se você já testou, conte para a gente como foi a experiência!

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Pote da calma

Fonte do Site: https://www.paisefilhos.com.br/crianca/voce-ja-testou-pote-da-calma-promete-tranquilizar-as-criancas/?offset=3122