Como e por que incentivar os filhos a ajudar nas tarefas domésticas

Saiba que você pode ganhar um animado e excelente ajudante! 

Fonte da Imagem: www.lolamagazin.com.br

Já pensou em ter uma mãozinha a mais nas tarefas domésticas do dia a dia? Já imaginou a criançada lavando a louça, arrumando a cama ou tirando o pós dos móveis? Criança pode ajudar na casa, sim! A infância é a fase na qual mais aprendemos, além de ser onde mais desenvolvemos noções de responsabilidade. Portanto, esse é o melhor momento para que os pais façam a criança entender que precisa colaborar com as tarefas domésticas, como arrumar a cama e regar as plantas. É fundamental compreender a importância para o crescimento do seu filho ao ajudar nos afazeres de casa. Atribuir tais atividades a sua rotina mostra que ela é capaz de fazer sozinho as mesmas coisas que os pais fazem, despertando sua autoconfiança e sendo de colaboração.

Mas, claro, tudo tem seu tempo certo. Por isso, se você quer ter a companhia do seu filho para algumas tarefas, saiba que é preciso respeitar o desenvolvimento dele e também ter muita paciência com as crianças nesse momento, afinal, elas estão aprendendo a lidar com esse tipo de tarefa. Ajuda-as, ensine e sempre elogie, para incentivar que continuem. Além disso, é importante que esse momento seja gostoso para a criança (e para você, que acabou de ganhar um parceiro para ajudá-la um pouquinho). Confira a lista que preparamos sobre a melhor época para seu filho começar a desempenhar cada atividade. Inspire-se!

Os mais novos adoram “ajuda”, embora muitas vezes “atrapalham” mais do que outro coisa. Mas, como o que conta é a intenção e mantê-los envolvidos nos afazeres de casa para que aprendam desde cedo, saiba que ajuda-los, passo a passo, a completar grande parte das atividades. Mesmo assim, viva a diversão… e a paciência!

– Guardar os brinquedos e livros;

– Guardar sapatos;

– Colocar a roupa suja no cesto;

– Pegar frutas e legumes da fruteira;

– Tirar a própria roupa;

–  Jogar a fralda no lixo;As crianças desta idade querem estar constantemente aprendendo e experimentando novas tarefas domésticas, em grande parte porque algumas destas atividades já podem ser feitas sem supervisão já podem ser feitas sem supervisão adulta embora seja uma boa ideia sempre observar de vez em quando.

 Arrumar a cama;

– Guardar roupa;

– Guardar a louça;

– Ajudar a pôr a mesa;

– Tirar pó;

– Regar plantas;

– Separar o lixo;Quando chegarem a esta idade as crianças tanto podem manter o entusiasmo em relação às tarefas domésticas, como já terem percebido que talvez não sejam tão divertidas como pareciam. Esta é também uma fase em que os pequenos valorizam a sua independência de lhes conferir atividades domésticas que possam iniciar e terminar sozinhos; e porque não atribuir uma semanada ou mesada para “compensar” o fato de assegurarem as suas responsabilidades. Desde modo, aproveita para ensinar-lhes o valor do dinheiro e da poupança.

– Por e tirar a mesa;

– Tirar o lixo da casa;

– Varrer;

– Passar aspirador;

– Guardar comprar;

– Prender roupas no varal de chão;

– Ajudar a lavar o carro;A partir desta idade, as crianças são perfeitamente capazes de aumentar as suas responsabilidades e cumprir as suas obrigações, desde que o façam de forma contínua. Pode ser útil estabelecer uma rotina em que é sempre ela que lava a louça do almoço ou aspira o seu quarto. É fundamental que eles percebam quais as consequências de não executar as tarefas domésticas a si destinadas e, claro, quais as recompensas para um trabalho bem feito.

– Preparar lanches rápidos;

– Limpar móveis;

– Limpar espelhos;

– Trocar roupa de cama;

– Cuidar dos animais de estimação;

– Ajudar no preparo do jantar;

– Lavar e secar a louça;

– Fazer lista de mercado;

Fonte: Revista Babies – Por Marina Woj

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Dieta da Placenta

dieta da placenta

A prática é adotada por algumas mulheres que acabaram de ter filhos gera polemica e ao mesmo tempo interesse. Saiba mais sobre a Placentofagia!

O tema ganhou destaque mundial quando a socialite americana Kim Kardashian anunciou que comeria a própria placenta depois de ter o seu segundo filho. Após isso, outras atrizes como Holly Madison, January Jones, Mayim Bialik e a apresentadora Bela Gil fizeram o mesmo. Essas mulheres aderiam, na verdade, à placentofagia, termo dado à pratica de ingerir a placenta, que tem se tornando cada vez mais comum.

A placenta é um agrupamento de casos sanguíneos que une o feto à parede do útero materno, permitindo a passagem de materiais nutritivo e oxigênio para o sangue do feto e a eliminação de resíduos de seu metabolismo. Além disso, ela também desempenha um papel importante na produção de hormônios como progesterona, gonadotrofina coriônica (hCG), hormônio lactogênio placentário e estrogênio.

O habito teria com base a crença de que a placenta concentre, mesmo após o parto, uma grande quantidade de nutrientes e hormônios benéficos para a saúde da mãe. Entre os benefícios estariam: aumento da energia e disposição após o parto, melhora na produção de leite e na aparência da pele, unha e cabelo, e ainda contribuiria para a prevenção da depressão pós parto.

Consumo

O consumo da placenta pode ser feito de diversas formas como em cápsulas, vitaminas, crua, cozida. Porém, empresas especializadas também oferecem em forma de essência, tinturas, cremes e pomadas. As mães  interessadas em fazer esses produtos podem entrar em contato com uma empresa para que suas placentas possam ser manipuladas para poderem ser consumidas ou usadas.

Fonte da Imagem: http://www.birthability.co.uk

Como surgiu

O médico britânico Simeons fez uma pesquisa durante 40 anos descobrindo que o hormônio HCG ajuda na perda de peso com saúde. Porém, recentemente, pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, revisaram 10 estudos publicados entre 1950 e 2014 sobre placentofagia e nenhum deles apresentou evidencias cientificas consistentes sobre os benefícios da prática.

Fonte: Revista Babies – Por Marina Woj

10 mandamentos da maternidade

Enfim seu filhote chegou! Bem vinda ao clube! O início da jornada não será fácil, vocês estão se conhecendo. Apresentamos os 10 mandamentos das mães com a humilde e pretensão de, quem sabe, ajudar a encarar aqueles dias mais difíceis com bom humor.

1. Renunciaras a uma casa limpa;
2. Possivelmente, nunca mais terás uma conversa sem ser interrompida;
3. Aprenderás a fazer compras às pressas;
4. Não cobiçaras a vida social da próxima;
5. Agora deverás realmente honrar tua mãe e teu pai;
6. Não mais terás todas as respostas;
7. Não mais precisarás de um relógio com alarme;
8. Deverás fazer cinco tentativas frustradas até conseguir sair de casa;
9. Perguntaras a ti mesma o que fazias com teu tempo;
10. Saberás que tudo isso vale a pena!

Fonte: Revista Babies/Mariana Woj

A chegada do bebê ao mundo

Estar bem informada e conhecer o próprio corpo ajuda a diminuir o medo do parto

Como o próprio nome já diz, o parto é uma condição fisiológica e por mais que você tenha medo, seu corpo está naturalmente preparado para essa experiência. Se a gravidez transcorre normalmente quando a mulher começa a entrar em trabalho de parto, seu útero se contrai e a dilatação é boa, é claro que as chances de acontecer algo errado tanto para a mãe como para a criança é mínima. E, em muito pouco tempo, mãe e filho estão juntos.

Existe uma razão fundamental para que se busque durante toda a gestação essa forma de nascimento que seria o relacionamento entre mãe e filho desde o primeiro momento. No parto espontâneo, a mãe ajuda seu filho a nascer, o dois se esforçam juntos. É gratificante para os dois e principalmente para o bebê que, provavelmente, não guardará nenhuma imagem traumática ou sensações desagradáveis deste momento que possa ficar marcado no seu subconsciente. Por isso é indispensável durante a gestação ter uma assistência médica correta que possa corrigir desde o começo qualquer anomalia que surja na gravidez para evitar que o problema a conduza a um parto perigoso.

Mas a natureza nos prega algumas peças. Nem sempre aquela mãe que se preparou durante uma gestação para o parto normal consegue chegar a ele por motivos que fogem ao seu controle e do seu médico. Alguns problemas podem surgir na hora do nascimento e ai entram em cena as conquistas da medicina. Mas infelizmente, algumas mães consideram a cesárea por medo da dor ou em busca de um processo mais rápido e seguro. E com isso, já alguns anos o Brasil continua sendo o campeão mundial de cesáreas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 52% das futuras mamães optam pela cesariana no país, sendo que 82% são realizados na rede privada e 37% na rede pública – claro que alguns desses casos acontecem por ordem médica. Porém, para a surpresa de muitos, a cesárea não é, nunca foi nem nunca será uma opção mais segura do que o parto normal e quando não há indicação médica pode provocar riscos desnecessários tanto à saúde da mulher como do bebê.

O mais adequado é buscar todos os tipos de informações sobre as opções de parto. Converse com outras mães, com seu médico, pesquise sobre parto normal, cesárea e partos sem intervenções médicas para depois poder escolher o que é melhor para você e para o seu bebê. Enfim, abra a mente para todas as opções, conheça-as e respeite-as!

Fonte: Mariana Woj

Fotos: Banco de Imagem

TENDÊNCIAS DE DECORAÇÃO PARA 2018

Com o passar dos anos surgem muitas novidades para a decoração de interiores. São materiais inovadores, cores e estampas, tudo pensando em ambientes cada vez mais refinados e agradáveis.

A tendência do momento é proporcionar o máximo de conforto e bem-estar, e uma das fortes conexões para projetos são elementos da natureza. Os tons vermelhos mais terrosos, amarelo vibrante do ouro e o verde das folhas.

Aumentar o contato com o natural já vem sendo uma grande aposta de designers e arquitetos. A presença de plantas de todos os tipos e tamanhos estão com forte presença dentro dos ambientes. Lembramos que o Quarto do Bebê está dentro destas padronagens também, atualmente no quarto do bebê usam-se não apenas tons pasteis, rosinhas, azuis, bege… As tendências estão fortemente presentes neste espaço para esperar o baby com muito estilo. 

O papel de parede como tendência para 2018

O papel de parede é um grande aliado na mudança do visual de um ambiente, não é necessário muitos esforços para realizar uma grande transformação. Abaixo algumas dicas e ideias de estampas para 2018:

Elementos da natureza

Elementos da natureza, principalmente folhagens estão fortemente presentes nas decorações modernas. As representações vão dais delicados aos mais abstratos, mas sempre com belos tons de verde.

Detalhes florais

Também elementos naturais, as flores ganham destaque nos ambientes contemporâneos, aparecendo em salas de estar, jantar, quartos, escritórios, lavabos e até mesmo na cozinha.

Geométricos

Detalhes geométricos já fazem parte de decorações incríveis há algum tempo! Porém, a ideia de utilizar um papel de parede com estampas geométricas ganha cada vez mais espaço e, de forma excelente, deixa o ambiente moderno e descolado. São muitas opções de desenhos e cores que agradam dos mais discretos aos mais ousados.

Tons neutros

Estampas delicadas e com cores neutras também têm espaço garantido nas tendências para decoração de ambientes neste ano. Algumas vezes o foco de um espaço não precisa ser a parede, principalmente quando são utilizados móveis coloridos e chamativos. Mas, mesmo neutros, esses papéis de parede permitem combinações bastante interessantes e resultados muito bonitos, então vale a pena investir!

Escolhendo a estampa ideal

É preciso deixar claro que é possível transformar completamente um ambiente com a aplicação de um papel de parede. E esse poder transformador demanda um trabalho muito pequeno quando comparado aos outros tipos de reforma, por isso a escolha de papéis de parede é cada vez mais comum.

O essencial ao decidir qual papel de parede utilizar em um ambiente é conhecer o gosto pessoal de quem mora no local. Para o quarto do bebê, inicialmente se decide um estilo ou tema a seguir, depois disso é só imaginar e com muita criatividade transformar o espaço. 

Fonte do Site: http://blog.housed.com.br/conheca-as-tendencias-de-arquitetura-para-2018/

Elementos que aquecem o quarto do bebê

Na estação mais fria do ano, o ideal é preparar o quarto do bebê para enfrentar as baixas temperaturas para que ele não passe frio.

Pequenos detalhes adotados no quarto do bebê trazem um pouco mais de conforto térmico para o pequeno. E alguns truques para aquecer o quarto são infalíveis, confira:

1 – Priorize tapetes mais felpudos, tramas naturais, que proporcionem conforto térmico vindo do piso. Geralmente pisos como porcelanatos e cerâmicos tendem a serem mais frios, isso é uma vantagem em locais quentes. Já, para locais frios o piso vinílico ou laminado são ótimas opções. Estes pisos são considerados quentes, pois retém mais calor, sendo mais confortável ao toque;

2 – O aquecer portátil ou até mesmo ar condicionado também é um acessório que proporciona o aquecimento do quarto;

3 – Utilize mantas de tricô como efeito decorativo, elas podem ser utilizadas na poltrona de amamentação, assim como esquentar a mamãe e o bebê;

4 – Para as cortinas priorize as cortinas grossas e persianas bem fechadas. Além de completar o visual do ambiente elas evitam um pouco a dissipação do calor através do vidro.

5 – Utilize almofadas decorativas, opte por tecidos quentinhos como tricô, lã ou peles sintéticas que oferecem aconchego e calor.

6 – A iluminação além de ser um elemento essencial para o quarto do bebê, elas também emitem calor. Nas luminárias de mesa e abajures opte por lâmpadas amareladas ou incandescentes.

7 – Invista em papel de parede, ele serve de revestimento interno para as paredes, assim como oferecem conforto térmico e acústico ao ambiente.

Bebês finlandeses dormem no frio ao ar livre para ficarem mais saudáveis

A tradição é repassada de geração para geração

Existe uma tradição em países nórdicos que pode ser considerada errada e até irresponsável por pessoas de outros lugares. Pais colocam os bebês para dormir durante o dia ao ar livre, mesmo com frio de graus negativos. A motivação para isso é que, de acordo com eles, o ar natural faz as crianças ficarem mais saudáveis, pegarem menos viroses e terem a imunidade mais forte. 

Seja no verão ou no inverno, os bebês podem ser vistos dormindo em seus carrinhos do lado de fora de cafeterias e padarias enquanto os pais estão do lado de dentro. Até creches mantêm essa tradição. Os finlandeses, por exemplo, acreditam que as crianças dormem melhor e por mais tempo ao ar livre. Além disso, pais afirmam que hábitos desse tipo beneficiam toda a família, já que todos aumentam o contato com a natureza. 

Segundo informações do portal News Now Finland, médicos indicam que as crianças podem ficar do lado de fora, mas só até temperaturas de -10°C. Frios mais intensos podem fazer mal aos bebês. Eles ressaltam também que é importante manter as crianças bem aquecidas, com sacos de dormir e casacos. Os dias deste inverno na Finlândia já chegaram a -27°C, e a sensação da temperatura pode ser bem menor devido aos ventos. 

(Reprodução/ Fatherly)

 De onde surgiu a tradição?

Antigamente, as condições de moradia dos nórdicos não eram muito boas. Lugares mofados, com muita gente e sem circulação de ar eram comuns nas comunidades desses países. Isso culminou em uma epidemia de tuberculose no começo do século 20. Portanto, pais achavam melhor colocar os bebês para dormir do lado de fora, para pegar mais ar puro possível. Um livro de pedagogia chegou a ser publicado por David Thorsteinsson, em 1926, falando sobre os benefícios da prática.  

Fonte do Site: https://www.opovo.com.br/noticias/curiosidades/2018/03/bebes-finlandeses-dormem-no-frio-ao-ar-livre-para-ficarem-mais-saudave.html

Por que usar a cinta Pós Parto

A cinta pós-parto é recomendada pois ajuda a reorganizar os órgãos da mulher em seu devido lugar, a diminuir o inchaço, dando mais segurança para a mulher se mexer, tossir ou dirigir, principalmente depois de uma cesárea, conferindo uma melhor silhueta do corpo.

É muito importante a mulher conversar com o médico antes de usar qualquer cinta ou faixa pós-parto e, decidir a sua necessidade.

No entanto, não é recomendado o uso constante, nem prolongado da cinta porque ela pode dificultar os movimentos dos músculos abdominais e perturbar o fluxo sanguíneo, como acontece durante a prática de exercício físico.

Modelos de cinta pós-parto

Antes de escolher qual cinta comprar é aconselhado vestir modelos diferentes para saber qual a mais confortável para cada caso. Geralmente as mais confortáveis são aquelas que permitem ir soltando a cinta por partes, para não precisar tirar tudo sempre, o que facilita muito nas idas ao banheiro.

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Cinta sem pernas de cintura altacinta-modeladora-de-borracha-bege-0001787-2Cinta Modeladora Emborrachada

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Cinta com Busto para Amamentação

Quando usar a cinta pós-parto

É aconselhado usar a cinta pós-parto logo depois do nascimento do bebê, ainda no hospital. Normalmente quando a mulher se sente estabilizada e tem condições de ficar de pé sozinha, já pode tomar banho e logo depois vestir a cinta. 

A cinta deve ser usada durante todo o dia e durante toda a noite, sendo retirada somente para tomar banho e para praticar exercício físico, por exemplo. 

Benefícios de usar cinta pós-parto

Não é obrigatório o uso da cinta, mas ela pode ajudar a segurar a barriga e ainda:

  • Contribui para o retorno do útero para sua posição fisiológica, já que ele ainda encontra-se muito grande mesmo depois do parto;
  • Ajuda a evitar a dor na coluna que geralmente acontece porque os músculos abdominais estão muito enfraquecidos;
  • Deixa a silhueta da mulher mais bonita, contribuindo para sua auto-estima e bem-estar;
  • Evita a formação do seroma, que pode acontecer nas mulheres que fizeram cesariana, mas em todo caso ela também é recomendada para quem teve um parto normal.

Que tamanho usar 

O tamanho a usar a cinta varia de acordo com a estrutura física da mulher. No entanto, é importante que ela seja confortável e que não aperte muito a barriga.

Fonte do Site: https://www.tuasaude.com/cinta-modeladora-pos-parto/

3 Sinais de trabalho de parto

Os principais sinais de trabalho de parto normal acontecem após as 37 semanas de gestação e incluem as contrações uterinas que aumentam de intensidade e frequência e o rompimento da “bolsa da água”.

Os sinais de trabalho de parto prematuro, que podem ocorrer entre as 20 e 37 semanas de gestação começam normalmente com as contrações ritmadas e dolorosas e, neste caso, a mulher deve informar o seu médico e ir imediatamente ao hospital.

3 Sinais de trabalho de parto

As contrações uterinas ritmadas são o sinal mais importante de que o trabalho realmente começou, enquanto o rompimento da bolsa, a perda do rolhão mucoso e a dilatação do colo do útero são sinais de que a gravidez está chegando ao fim, indicando que o trabalho de parto pode começar dentro de algumas horas ou poucos dias.

1. Cólica forte – contrações

Estas contrações são ritmadas e surgem acompanhadas de dor. Inicialmente, surgem em tempos espaçados e vão diminuindo seu intervalo com o passar do tempo, tornando-se cada vez mais dolorosas e intensas. 

Algumas plantas medicinais como a Erva-de-são-cristóvão quando tomadas sob orientação médica podem ajudar a facilitar o trabalho de parto.

2. Rompimento da bolsa

A gestante poderá observar que a bolsa rompeu quando vai ao banheiro e nota a saída de um líquido semelhante a urina, porém mais claro e turvo, que pode conter alguns traços esbranquiçados e que ela não consegue controlar.

3. Perda do rolhão mucoso

Após ir ao banheiro e limpar-se, a grávida poderá observar a presença de uma secreção amarronzada com vestígios de sangue que servia para proteger o colo do útero. A sua perda pode indicar que o trabalho de parto está iniciando nesse exato momento, no entanto ele ainda poderá demorar mais alguns dias para acontecer; 

Além disso, outro indicador de que o bebê vai nascer logo é a dilatação do colo do útero, que aumenta à medida que o trabalho de parto se desenvolve, mas que só pode ser observada pelo obstetra ou parteira através do exame de “toque”.

No caso de primeiro filho, o tempo de trabalho de parto normal varia entre 8 a 24 horas, mas este tempo diminui a cada gravidez.

Estou em trabalho de parto! E agora?

Ao identificar que está em trabalho de parto, deve-se levar em consideração alguns fatores como:

  • Se está marcada a cesária:

Quando a grávida deseja fazer uma cesária, mas entrou em trabalho de parto antes da data prevista para a cirurgia, deverá informar o médico imediatamente enquanto se desloca para o hospital.

  • Se deseja um parto normal:

​​Quando a grávida deseja um parto normal e descobre que entrou em trabalho de parto, deverá ficar calma e ver no relógio de quanto em quanto tempo vêm as contrações.

No início do trabalho de parto a grávida pode continuar fazendo suas atividades diárias. Especialmente quando é o nascimento do primeiro filho, porque neste caso o trabalho de parto leva muitas horas. 

Durante o trabalho de parto a dor deverá ir aumentando aos poucos, mas quanto mais calma e relaxada a mulher estiver, melhor será o andamento do trabalho de parto. Não há necessidade de ir para o hospital logo que sinta a primeira contração porque o trabalho de parto ocorre em 3 fases, que incluem a dilatação, que é a fase mais demorada, fase ativa, que é o nascimento do bebê e a fase da saída da placenta. Saiba mais detalhes sobre cada fase em: Fases do Trabalho de Parto.

Se a bolsa ainda não estiver rompido, o que se pode fazer para aliviar a dor das contrações é tomar um banho morno, entrar numa banheira devidamente limpa ou numa pequena piscina porque a água quente relaxa, favorecendo a dilatação. 

Deve-se ir para o hospital quando as contrações ficam muito fortes e vêm a cada 5 minutos, no entanto é importante ter em conta o trânsito e a distância para o hospital, podendo ser necessário se preparar para sair enquanto as contrações estiverem a cada 15 minutos.

Fonte do Site: https://www.tuasaude.com/sinais-do-trabalho-de-parto/

Tem problema dar chocolate para crianças bem pequenas?

Barra de chocolate

É realmente difícil resistir àquelas carinhas morrendo de vontade de experimentar uma coisa que você sabe que é verdadeiramente deliciosa, mas é preciso ter cautela. O chocolate é um alimento bem calórico e pode prejudicar o apetite da criançada ainda mais na fase inicial da introdução à alimentação com sólidos, entre 6 meses e 1 ano.

Segundo a nutricionista Ana Lúcia Cunha, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o “ideal” é que uma criança só experimente chocolate depois do primeiro aniversário e, ainda assim, em pequenas quantidades. “Como em geral contém açúcar e leite na sua composição, o chocolate poderá dar gases e um certo desconforto abdominal se for consumido em excesso”, alerta. 

Ana Lúcia lembra também que cafeína e teobromina estão presentes nos chocolates e “são substâncias estimulantes e com poder viciante”. 

É preciso ficar de olho ainda em possíveis reações, já que as crianças podem ser alérgicas a algum dos ingredientes da fórmula de muitos dos chocolates comercializados no Brasil, como leite, amendoim ou castanhas.

Na dúvida, se der chocolate depois do primeiro aniversário, dê apenas um pedacinho inicial junto com alimentos que já fazem parte da dieta da criança. Assim será mais fácil monitorar e identificar a origem daquilo que pode ter provocado alguma reação. 

Como é gorduroso, o chocolate pode provocar diarreia se consumido em excesso. Nunca deixe grande quantidade de chocolate à mão de crianças. Se uma criança comer demais de uma vez, pode mesmo ter dor de barriga. Os especialistas recomendam dar no máximo o equivalente a 1 colher de sopa, só de vez em quando. 

O lado bom e bem conhecido de todos nós é que chocolates provocam uma sensação gostosa de bem-estar, devido à liberação de endorfinas e serotonina; além disso, eles contêm antioxidantes (que ajudam a diminuir o risco de certas doenças), vitaminas e vários minerais (como magnésio, cobre, zinco, potássio, manganês). 

De acordo com a nutricionista, “os chocolates amargos são mais calóricos, porém têm menor quantidade de açúcar e leite, sendo considerados mais saudáveis”. 

Ou seja: você não precisa ser radical. A partir de 1 ano, pode dar chocolate para seu filho experimentar, porém em quantidades pequenas. Mas saiba que, quando ele provar, nunca mais deixará de pedir.

É por isso que alguns pais resolvem esperar até a criança ter 2 anos ou mais enquanto ela não souber o que está “perdendo”, não vai ficar pedindo e não corre o risco de abusar.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x3600016/tem-problema-dar-chocolate-para-crian%C3%A7as-bem-pequenas