A loja TulipaBaby é confiável?

A loja TulipaBaby atua no mercado desde 2011 como loja virtual no segmento móveis em madeira maciça para o Quarto do Bebê. No ano de 2013 inaugurou sua loja física na cidade de Rio Negrinho-SC onde conta com 19 ambientes totalmente decorados.

A empresa possui reflorestamento, serraria, estufas e fábrica própria o que possibilita gerenciar todo o ciclo produtivo, valorizando o consumo sustentável.

Trabalhamos com sonhos, a gestação e nascimento de um bebê são momentos mágicos. Assim, precisamos nos dedicar ao máximo para que os pais confiem em nosso serviço para realizar a compra e principalmente, que nossos produtos e serviços atendam suas expectativas.

  • Além da venda pela internet, trabalhamos com 59 lojistas pelo Brasil todo.

A TulipaBaby segue rigorosamente as normas e regulamentos do INMETRO, todos nossos berços possuem certificação – NORMA ABNT 15860.

Nosso objetivo é transmitir seriedade, confiabilidade, responsabilidade agindo de forma justa e honesta, numa constante busca para a satisfação dos nossos clientes em serviços prestados.

A loja TulipaBaby é confiável? Confira alguns depoimentos de nossos clientes:

Acesse nosso site e confira: http://www.tulipababy.com.br 

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A magia das cores no mundo infantil

Estímulos decorrentes da presença de figuras coloridas contribuem para o aprimoramento da capacidade motora e cognitiva, raciocínio, fala, audição, entre outras funções

O uso das cores tem uma ligação direta no desenvolvimento da criança. Estímulos decorrentes da presença de figuras coloridas contribuem para o aprimoramento da capacidade motora e cognitiva, raciocínio, fala, audição, entre outras funções.

Isso acontece porque a criança é completamente influenciada pelas cores desde a fase inicial de vida, se estendendo por muitos anos. As cores alegres e vibrantes comprovadamente chamam a atenção do pequeno. Por esse fato, os pais devem usar e abusar do “mundo colorido” como peça importante também na educação dos filhos.

Você quer um exemplo do poder das cores na mente do bebê? A colocação de argolas ou chocalhos coloridos fixados sobre o berço, carrinho de bebê ou mesmo na cadeirinha de refeição é um excelente estímulo para um nenê de cinco a doze meses de vida, afirma a terapeuta ocupacional Vilma Colmenero, do Hospital Guilherme Álvaro, de Santos/SP.

a magia das cores na infância - Foto: asier_relampagoestudio / Freepik

“As cores das peças atraem o olhar do bebê. Coloque os objetos de modo que ele consiga alcançá-los com as mãos. Esse processo de mexer no brinquedo é um estímulo importantíssimo, pois, inconscientemente, ele estará exercitando a percepção ao tocar na peça, assim como a auto-estima, pois percebe que é capaz de movimentar o objeto. Se isso não bastasse, ele desenvolve a audição, ao ouvir o barulho provocado no contato com o chocalho, e também a coordenação motora”, explica Vilma Colmenero. “Perceba que essa série de exercícios vitais foi possível após a visualização dos objetos coloridos que despertaram sua atenção”, completa.

Educação colorida 

As cores facilitam no processo de assimilação dos ensinamentos por parte dos pais, entretanto, é preciso que eles estejam preparados para utilizar essa importante ferramenta de aprendizado. “Não basta encher a casa de figuras coloridas e não estimular a criança. É fundamental que os pais associem a cor ao objeto. Uma dica é convidar o filho a comer uma deliciosa maçã de cor vermelha. A criança se sentirá estimulada por ser uma fruta de coloração vibrante”, avalia Vilma Colmenero.

Com uma dose de criatividade, os pais podem criar pratos ricos em nutrientes, decorados com cores e formas distintas, que podem ser o atrativo que faltava para que o filho passe a comer alimentos saudáveis. Quanto à higiene pessoal, a utilização de escova de dente ou esponja de banho colorida motiva indiretamente a criança a manter-se limpa.

Fonte do site: http://guiadobebe.uol.com.br/a-magia-das-cores-no-mundo-infantil/

O uso da cinta no pós-parto é realmente efetivo?

Conheça exercícios para auxiliar o trabalho da musculatura abdominal e pélvica

Durante a gravidez, o foco das futuras mamães é garantir a saúde e o bem-estar do seu bebê, mas, cada vez mais, a preocupação com o seu corpo tem tomado significativa importância. Depois do nascimento do bebê, muitas mulheres sofrem com problemas de autoestima por conta das mudanças que ocorrem no corpo, principalmente na região abdominal, que após o parto, fica com aspecto flácido e inchado.

Na busca da solução desse problema, muitas mulheres acreditam que o uso da cinta é importante, pois irá colocar novamente a “musculatura no lugar”, ou seja, ajudar a recuperar a forma. Mas será que é assim que funciona? Ou melhor, será que funciona?

É inegável que o uso da cinta traz alguns benefícios imediatos, como melhorar e uniformizar a silhueta (apenas enquanto está com a cinta), o que melhora o caimento das roupas e aumenta a autoestima. A cinta também costuma dar uma sensação de conforto e segurança para as mulheres no pós-parto e reduzir a ocorrência de hematomas no local da cirurgia (em caso de cesárea). Porém, é importante salientar que não é a cinta que reduzirá medidas ou tonificará a musculatura distendida na gravidez.

A cinta não estimulará os músculos do abdômen, pelo contrário, vai desestimular o uso. Ela faz o papel que os músculos dessa região fariam, e o cérebro é muito esperto quando se tem algo fazendo o serviço por ele. Dessa forma o cérebro vai poupar energia e parar de enviar comandos para esse trabalho. O grande problema é que os músculos dessa região não possuem apenas a função estética. Vai bem mais além, são grandes responsáveis por estabilizar a região central do nosso corpo e a falha da ativação dessa região está associada com a dor lombar, que também está ligada com a incontinência urinária. 

Exercícios fisioterapêuticos para o pós-parto - Foto: nikitabuida / Freepik

Bom, então se a cinta não fará a musculatura “voltar para o lugar” e nem te ajudará a reduzir medidas, o que fazer? Ativar os músculos! Como? Por meio de exercícios! E não se preocupe, você não precisará ir à academia para isto. Alguns exercícios simples podem ser feitos rapidamente em casa para ativar esta região. 

Vamos te informar alguns, mas antes disso, se você ainda não se convenceu de que ativar a musculatura é melhor do que usar a cinta e ainda pensa em usá-la, saiba que o seu uso sempre deve ser discutido com o médico, pois não são todas as mulheres que podem usá-la. Segundo o Dr. Gustavo Ventura, obstetra, mulheres que fizeram cesárea e apresentam inflamação e/ou sangramento excessivo no local do corte, além de mulheres com distensão abdominal por gases (o que é muito comum no pós-parto), devem evitar o uso da cinta. Isso porque ela, por apertar muito, dificulta a eliminação de gases, atrapalhando a circulação e, em caso de cesárea, abafa o corte, o que dificulta o processo de cicatrização, podendo até aumentar o risco de infecção e abertura dos pontos.

Exercícios:

1- Respiração: Ajuda na ativação da musculatura do abdômen: Deitada de barriga para cima e pernas dobradas, você irá puxar o ar pelo nariz, e soltar pela boca como se estivesse apagando uma vela, sentindo as costelas descerem e fecharem e a barriga ir ficando “durinha” até o fim da expiração.

Na sequência, mantenha a mesma postura, puxe o ar pelo nariz, e enquanto solta o ar (abaixando as costelas e ativando o abdome), você irá contrair o períneo (como se quisesse segurar a urina). Sim, na vagina existem músculos e precisamos trabalhar essa musculatura também.

Você usará essa respiração em todos os exercícios seguintes.

2- Ponte: deitada, de barriga para cima, apoie os pés no chão, mantendo os joelhos dobrados e o ombro e pescoço apoiados no chão durante este exercício. 

Puxe o ar pelo nariz, e enquanto solta o ar pela boca e ativando o abdômen, você irá levantar o quadril do chão até altura dos joelhos, contraindo junto o períneo. 

Manter essa posição por cinco segundos e voltar lentamente até apoiar novamente o quadril no chão.

Realizar 2×10 repetições.

3- Posição de Gato: fique na posição de gato (mãos e joelhos apoiados no chão), puxe o ar pelo nariz, olhando para frente e empinando o bumbum. Solte o ar ativando o abdome, e contraia o períneo, fazendo um arco com as costas, guardando o bumbum.

Realizar 2×10 repetições.

4- Estabilizadores de trono: sentada na cadeira, com os pés apoiados no chão e as costas bem apoiadas na cadeira, puxe o ar pelo nariz e cresça sua coluna como se você estivesse tentando ficar maior. Solte o ar pela boca e continue crescendo a coluna. Ao mesmo tempo contraia o períneo, mantendo o apoio das costas e pés colados no chão.

Realizar 2×10 repetições.

5- Estabilizadores de trono: em pé, com as pernas semiflexionadas e afastadas na largura do quadril, coloque as mãos nos joelhos e olhe para frente. Mantenha a postura e puxe o ar pelo nariz, e enquanto solta o ar, contraia o períneo. Preste atenção na postura.

Realizar 2×10 repetições.

Está provado que o uso da cinta pós-parto deve ser moderado e consciente, nunca utiliza como única garantia para obter um abdome sarado após a gravidez, ao contrário do que as pessoas pensam, quanto mais tempo usarem a cinta, mais tempo demoram a recuperar a forma do corpo pré-gravídico.

Alessandra Sônego é fisioterapeuta especializada em Saúde da Mulher pelo HC-FMUSP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia. Especialista em acupuntura e Medicina Tradicional Chinesa pela FACEI (2011).

Dr. Gustavo Ventura é médico ginecologista e obstetra com Subespecialidade em Mastologia, especialista em Ginecologia e Obstetricia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e membro da Sociedade Brasileira de Mastologia.

Juliana Thomé é fisioterapeuta especialista em Reeducação Funcional da Postura e do Movimento pelo HC-FMUSP, Mestranda em Neurociências e Comportamento pela Universidade de São Paulo e colaboradora da clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional e criadora do Postura e Movimento.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/o-uso-da-cinta-no-pos-parto-e-realmente-efetivo/

Maquiagem na hora do parto: polêmica ou necessária?

Conheça três dicas para as mães que desejam usar maquiagem no parto

Na era digital, ninguém quer perder nenhum registro dos filhos, inclusive o nascimento, certo? Por isso, a fotografia de parto se tornou uma tendência. Mas um detalhe vem chamando a atenção de quem acompanha esse tipo de ensaio: a maquiagem.

Há quem acredite que a sessão de fotos criou a necessidade do uso de make durante o parto. A fotógrafa Thalita Castanha não concorda. “O que mudou é que, agora, o acesso às fotos do parto é mais amplo e acontece bem mais rapidamente, o que dá a impressão de que mamães arrumadas no hospital é uma moda. Mas não, sempre foi assim”, defende a profissional.

O uso da maquiagem fica a critério da mãe, esclarece Thalita. O mais importante é que ela esteja confortável para o nascimento. “A mãe quer se sentir bonita para receber seu filho e não só para sair bem na foto”, conta.

maquiagem no parto - Foto: Thalita Castanha

Há mais de cinco anos no mercado de fotografia, Thalita é referência em fotografia de parto, newborne ensaio de gestante, chegando a atender até 60 famílias por mês. Para as mães que desejam usar maquiagem no parto, a expert dá dicas:  

  • Quanto mais à vontade você estiver, melhor! As fotos refletem o estado de espírito dos personagens.
  • Prefira os cosméticos que você está acostumada a usar no dia a dia para evitar alergias.
  • Por recomendações médicas, prefira unha curta e use esmalte claro.

Recentemente, Thalita clicou o nascimento dos filhos de Thais Fersoza, Deborah Secco, Juliana Alves e Eliana.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/maquiagem-na-hora-do-parto-polemica-ou-necessaria/

Berço: branco ou madeira?

Acabamentos curingas são os mais procurados por combinarem com diversos estilos de quartinhos

A gravidez é um dos momentos mágicos na vida da mulher. A ansiedade de ter o quartinho para receber a princesinha ou o príncipe encantado é o ponto que deve ser pensado com pelo menos quatro meses de antecedência, assim os papais terão tempo suficiente para receber o bebê com tranquilidade. Além de móveis coloridos, a Tulipababy apresenta várias linhas de móveis disponíveis nas cores branca e madeira, muito procuradas pelos papais.

As cores claras como o branco trazem tranquilidade, calma e introspecção ao ambiente. Os móveis nesta cor são neutros e oferecem liberdade para os papais escolherem a decoração, seja para meninos ou meninas, podendo formar combinações harmoniosas e delicadas.

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Móveis de madeira, ou tingidos que aparentam veios da madeira, são peças marcantes e originais que fogem do convencional e criam um ambiente único. São indicados para ambos os sexos, remeterem aconchego ao ambiente. Também proporcionam um diferencial na decoração, pois combinam com todos os estilos tais como, colonial, rústico, eclético, vintage, moderno e contemporâneo.

Gostou das dicas? Acesse nosso site e confira todas as linhas disponíveis para montar o quarto do seu bebê!!

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Qual é o melhor jeito de saber se o bebê está com frio ou calor?

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Os bebês não sentem muito mais frio ou calor do que as crianças maiores ou os adultos. Como dica prática, procure vestir seu filho com uma camada de roupa a mais em relação àquela que estiver usando. Por exemplo, se você estiver de camiseta de manga curta, coloque nele uma de manga comprida; se estiver de manga comprida, acrescente então um casaco.

Sentir a temperatura no tronco (barriga, peito e costas) e na cabeça da criança é o jeito mais adequado de perceber se ela está com frio, e não através do toque nas mãos e pezinhos. As extremidades são quase sempre mais frias que o resto do corpo.

É muito mais comum bebês serem superagasalhados e ficarem irritados com o calor, do que se mostrarem incomodados por estarem passando frio. Dá para perceber se uma criança está acalorada porque ela vai suar e até ter aumento da temperatura corporal (você pode medir com um termômetro). Se a pele do seu filho estiver úmida, ele está suando, portanto está com calor.

Se você mora numa região quente, saiba que o calor pode atrapalhar o sono do seu filho.

Por outro lado, bebês com frio podem apresentar tremor, certa palidez e até apatia. Ao contrário do que diz a sabedoria popular, soluços não são um bom parâmetro para medir frio, porque são comuns de ocorrer nesta fase em que o diafragma ainda é imaturo.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x5000028/qual-%C3%A9-o-melhor-jeito-de-saber-se-o-beb%C3%AA-est%C3%A1-com-frio-ou-calor

Quando é que meu filho estará pronto para tomar banho de pé?

Criança tomando banho de pé

A transição da banheira portátil ou bacia para o banho em pé na verdade depende muito da habilidade de cada criança em conseguir se equilibrar relativamente bem, mesmo com a presença de um adulto por perto para ajudar. Considere que seu filho vai precisar ficar firme de pé por alguns minutos, além de ser ligeiramente balançado enquanto você lava e enxágua.

Outros fatores novos são a pressão da água do chuveiro caindo na pele do seu filho e o barulho que às vezes parece alto e incomoda.

Lembre também que as crianças pequenas tendem a gostar mais de ficar sentadas e brincando na banheira do que sendo simplesmente lavadas enquanto estão de pé. Ou seja, a transição pode não ser muito bem-vinda. Por outro lado, dependendo do temperamento, pode ser difícil evitar que uma criança agitada fique brincando de “patinação” no banho, o que aumenta muito o risco de uma queda.

Para quem tem box de chuveiro, um jeito intermediário de dar um bom banho e, ao mesmo tempo, não acabar de vez com o prazer do seu filho é deixar a banheira portátil (ou uma bacia) de lado dentro do box, já com a água do chuveiro ligada. Aí você primeiro dá o banho com seu filho de pé e depois enche a banheira ou bacia para ele passar uns minutinhos se divertindo com alguns brinquedos.

Você vai precisar comprar um tapetinho de banho para que ele não escorregue, ou então usar adesivos antiderrapantes colados no chão do box. Mesmo assim, escorregões podem acontecer mesmo que você esteja segurando com toda a atenção do mundo.

Você pode até se perguntar: por que então não dar o banho com a criança de pé já dentro da bacia, ou da banheirinha? É que o piso de plástico costuma ser ainda mais escorregadio.

Uma terceira opção é usar uma piscininha inflável, daquelas redondinhas, dentro do box. Esse tipo de piscininha costuma ter o piso um pouco menos liso.

Quanto à parte prática, para dar o banho em pé, ligue o chuveiro e deixe a água chegar à temperatura certa sem a criança lá dentro. Quando a água estiver boa (use seu antebraço para avaliar), ponha seu filho dentro do chuveiro (sem você, se puder) e segure-o pelos bracinhos, para que ele sinta segurança. Uma vez que ele esteja confortável, você pode segurá-lo com uma mão e começar a lavá-lo com a outra.

Para quem tem banheira grande, dá para deixar a criança tomar banho direto lá, mas é preciso tomar muito cuidado para não deixar a água ficar muito alta. A água nunca deve ficar acima da altura da cintura da criança sentada, pelo menos até por volta dos 5 anos.

Se houver chuveiro em cima da banheira, use os mesmos procedimentos acima, colocando a banheirinha, bacia ou piscininha dentro da banheira grande.

Existem à venda assentos que “seguram” crianças pequenas em banheiras grandes, mas é preciso tomar cuidado porque eles podem dar uma falsa sensação de segurança. Mesmo se seu filho estiver aparentemente preso por um desses anéis, não o deixe sozinho no banho.

Faça tudo sem pressa e não desanime se, nas primeiras vezes, não der para lavar muito bem. Neste momento, o que importa é acostumar seu filho a ficar em pé durante o banho e a gostar da água caindo no corpo, e do barulho do chuveiro ligado. Não exagere na pressão da água e procure evitar que caia diretamente no rosto.

Muitas mães acabam preferindo tomar banho junto com a criança, mas a operação pode ser meio complicada, já que na hora de sair você tem de se enxugar e enxugar seu filho. Vá testando o método que funciona melhor para sua família.

Se ele não gostar do novo jeito de tomar banho, também não tem problema voltar à banheira de bebê por um tempo, até que ele esteja pronto para uma nova tentativa.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x25009193/quando-%C3%A9-que-meu-filho-estar%C3%A1-pronto-para-tomar-banho-de-p%C3%A9 

Transtorno Bipolar em crianças: sete fatores que ajudam a identificar

Médico neuropediatra e psicopedagoga ensinam que o Transtorno Bipolar ocorre em crianças e contam como os pais podem identificar sintomas

Diferente do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), que pode atingir de 6 a 10 por cento da população infanto-juvenil, o Transtorno Bipolar atinge 0,8 a 1 por cento das crianças, e já pode ser identificado desde cedo, ao contrário do que muitos acreditam.

O neuropediatara Clay Brites, um dos fundadores do Instituto NeuroSaber, explica que de 5 a 15 por cento das crianças com um transtorno tendem a apresentar o outro associado, mas mesmo assim existe uma importante diferença entre os dois. Esse transtorno leva a imensos prejuízos no relacionamento social e na evolução afetiva na infância, e seus sintomas já podem ser identificados antes dos 5 anos de idade.  

Os especialistas alertam que quanto mais cedo o transtorno for identificado, melhor será o desenvolvimento na adolescência. Segundo um estudo publicado pela Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente (AACAP), crianças pré-adolescentes com Transtorno Bipolar apresentam uma maior dificuldade de atenção, concentração, memória e aprendizagem. “Isso mostra que os indivíduos que não são diagnosticados na infância apresentarão problemas de oscilação de humor e prejuízos na capacidade de aprendizagem mais tarde durante a vida”.

criança com Transtorno Bipolar - Foto: isakarakus / pixabay.com

A psicopedagoga Luciana Brites, especialista em Educação Especial e também fundadora do NeuroSaber, conta que existem pelo menos sete fatores que podem ser analisados pelos pais como primeiro passo para o diagnóstico. “É conhecendo mais sobre o assunto que nós conseguimos gerar consciência nas famílias”, resume Luciana. 

  1. Oscilação de humor

O primeiro ponto a ser analisado, segundo o Dr. Clay Brites, é o sintoma chave do Transtorno Bipolar: a mudança repentina de humor. A criança com Transtorno Bipolar muda de semblante de uma hora para a outra, e deixa de ser carinhosa para ficar repentinamente isolada do convívio de um dia para o outro, por exemplo”, explica. 

  1. Histórico familiar

Luciana Brites conta que o histórico familiar pode ser um fator em 80% dos casos de Transtorno Bipolar. “Muitos pais fazem pouco caso e acabam repetindo que a criança puxou o avô ou o tio, por exemplo, como se isso não fosse importante”, alerta a especialista. “Muitas vezes, pode ser que o tio ou o avô tivessem mesmo o transtorno e nunca foram diagnosticados”. 

  1. Ambiente difícil

Segundo Dr. Clay Brites, uma predisposição genética pode ser agravada por um ambiente familiar muito rígido, difícil ou de pouca afetividade. “O ambiente menos acolhedor pode atrapalhar ainda mais o problema e promover crises ainda mais intensas”, resume. 

  1. Hiperatividade cíclica

Ao contrário da criança com TDAH, que está sempre agitada, a hiperatividade em uma criança com Transtorno Bipolar é cíclica e se alterna com um comportamento mais calmo em momentos alternados. “É preciso estar atento a essa alteração de comportamento, especialmente se ela for abrupta”, alerta a psicopedagoga Luciana Brites. 

  1. Hiperssexualidade precoce

Segundo o neuropediatra, crianças bipolares costumam apresentar uma sexualidade precoce. “Geralmente, meninos e meninas com esse distúrbio podem ter insinuações, o desejo de se vestir como adulto com roupas curtas e maquiagem, por exemplo, e até mesmo um desejo sexual diante dos colegas da escola”, exemplifica. 

  1. Comportamento controlador e ciumento

Enquanto que as crianças com TDAH apresentam maior dificuldade de aprendizado em matemática e linguagens desde idades mais jovens, em vez de desenvolverem apenas na pré-adolescência, o Bipolar via de regra não apresenta este problema de início. “É um transtorno mais comportamental, que costuma deixar a criança extremamente ciumenta e controladora em relação às atitudes do dia a dia”, explica Luciana. “E eles apresentam uma irritabilidade independentemente de qualquer tipo de frustração”, explica. 

  1. Falta de sono

Por fim, os especialistas alertam para um detalhe importante e comum nesta fase da vida: a falta de sono. “Muitas pessoas confundem esse comportamento com o TDAH”, conta o médico. No entanto, a psicopedagoga completa que, ao contrário da Hiperatividade, a insônia no Transtorno Bipolar não faz com que a criança apresente sonolência pela manhã. Ela continua sem sono durante o dia. 

Por fim, Luciana e Clay completam que é importante que os pais identifiquem esse comportamento nos filhos e busquem ajuda do profissional correto: um neuropediatra ou psiquiatra infantil. “O tratamento será melhor quanto mais interdisciplinar for a equipe de profissionais”, concluem.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/transtorno-bipolar-em-criancas-sete-fatores-que-ajudam-a-identificar/

Quando posso levar meu filho para cortar o cabelo pela primeira vez?

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Caso você tenha um bebê com bastante cabelo, a recomendação para o primeiro corte, em geral, é de esperar que ele tenha no mínimo três ou quatro meses e possa manter a cabeça mais erguida sozinho enquanto você o segura no colo. 

Se você puder, porém, adiar até cinco ou seis meses, o pescoço dele já estará bem mais firme e facilitará bastante o trabalho, além de ser mais confortável para ele.

“Independentemente do tônus do pescoço do bebê, antes de um ano sempre será necessária uma leve e delicada contenção da cabeça, para evitar movimentos bruscos e eventuais acidentes”, observa o pediatra Fábio Picchi, integrante do Conselho Médico do BabyCenter.

Se o seu bebê é bem cabeludinho e você acha que ele vai precisar de uma aparada no cabelo antes do primeiro “corte oficial”, você mesma pode cortar em casa se tiver jeito e confiança. Mas prepare-se para que o resultado fique longe de ser perfeito. 

Lembre também que o cabelo dos bebês costuma cair nos primeiros meses de vida (um processo absolutamente normal) e formar buracos estranhos na cabeça devido à posição repetida de dormir no mesmo lado.

Uma boa tesoura ajuda a dar um corte mais rápido e bem feito. As tesouras mais velhas podem puxar o cabelo, machucando e deixando o corte desigual. Se você pretende cortar o cabelo de seu filho regularmente, invista em uma boa tesoura de cabeleireiro. E, se seu filho resistir ao corte ou se mexer muito, tente novamente outro dia, ou espere até ele adormecer (este é um truque que muitos pais usam, não só para cortar o cabelo, mas também para cortar as unhas das mãos e pés do bebê).

Por outro lado, há muitos bebês carequinhas que levam até mais de um ano para enfrentar uma sessão de corte de cabelo.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x25008037/quando-posso-levar-meu-filho-para-cortar-o-cabelo-pela-primeira-vez

15 formas divertidas de anunciar a gravidez

Anunciar a gravidez de forma divertida é uma maneira legal de envolver os amigos nesse momento emocionante. Hoje em dia, com as redes sociais, muitos pais acabam aproveitando para divulgar online com fotos.

Quando a Fê engravidou do Bento o anúncio foi feito aqui no blog pela Luisa, lembram? Foi um post super fofo e criativo! Selecionamos 22 formas divertidas de anunciar a gravidez para vocês se inspirarem. Confiram!

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Fonte do Site: http://chegueiaomundo.com.br/categoria/mamaes-e-papais/page/3/