As posições para a gestante dormir

No geral, não há perigo em nenhuma posição. O importante é a gestante buscar a sua preferida e procurar, apesar do desconforto natural do final da gestação, ter uma boa noite de sono

Normalmente, até o quinto mês de gestação, as mulheres não têm dificuldade em achar uma posição confortável para dormir. Com a barriga ainda pequena, até mesmo a posição de bruços é possível, sem nenhum risco de apertar o bebê ou causar desconforto.

O problema começa a aparecer depois do sexto mês de gestação, quando a barriga já está bem grandinha. Nessa fase, o mais indicado é dormir virada para o lado esquerdo, o lado do coração. Isso porque essa posição favorece a circulação sanguínea e, consequentemente, o sangue flui melhor pelo cordão umbilical, enviando mais oxigênio e nutrientes para o bebê.

Conforme a gravidez avança e o bebê cresce, a posição de barriga para cima pode ser muito desconfortável para a gestante. Com o peso do útero, a veia cava fica comprimida causando mal estar e falta de ar. Mas basta mudar de posição e esses sintomas desaparecem.

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Dormir virada para o lado direito pode dificultar um pouco a circulação do sangue deixando o bebê mais agitado, mas não oferece nenhum risco, além do desconforto momentâneo. Se a gestante acordar no meio da noite e perceber que está de bruços (de barriga para baixo), apesar do tamanho da barriga, também não há com que se preocupar, pois o bebê está bem protegido dentro do útero.

Uma posição para dormir no final da gravidez

O final da gestação é marcado pelas constantes azias, falta de ar e congestão nasal. Para aliviar esses sintomas e ter uma noite de sono com mais conforto, uma boa dica é dormir ligeiramente sentada, usando muitos travesseiros para elevar a cabeça. Os travesseiros também podem ser um bom aliado para evitar dores nas costas. A dica é colocar um no meio das pernas ao deitar de lado, o que deixa a coluna mais reta. Também vale colocar um no meio da barriga, outro para abraçar. Teste diversos tamanhos e formatos e veja o que melhor se encaixa no seu corpo.

O importante é a gestante buscar a sua posição preferida e tentar, apesar do desconforto natural do final da gestação, ter uma boa noite de sono.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/as-posicoes-para-a-gestante-dormir/

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Acupuntura sem agulhas ajuda o bebê a se posicionar de forma correta no útero materno

Moxabustão ou apenas Moxa é uma técnica que utiliza apenas calor com os mesmos benefícios das agulhadas

O bebê costuma se posicionar de cabeça para baixo posição cefálica entre as 32ª e 34ª semanas da gestação. Porém, existem casos em que ele não se posiciona corretamente, mantendo-se sentado  posição pélvica, dificultando ou impossibilitando o parto normal, uma preocupação para a gestante e equipe médica. Nesse caso, o que fazer?

Durante muito tempo, se temeu fazer acupuntura em mulheres grávidas por conta das agulhas. Existia um tabu em relação à técnica, gerado pela falta de informação. Hoje a realidade é bem diferente, este tipo de terapia e seus efeitos positivos estão cada vez mais acessíveis ao público, com comprovação científica e clínica em todo o mundo.

Segundo Alessandra Sônego, fisioterapeuta e acupunturista especializada em Saúde da Mulher pelo HC-FMUSP, para ajudar o bebê a virar, a acupuntura dispõe de uma técnica chamada Moxabustão ou apenas Moxa, que segue os mesmos princípios das agulhas, mas não as utiliza.

“Essa técnica não faz uso de agulhas e, sim, de um bastão da erva Artemisia vulgaris, compactada, que é queimada e transfere o calor acima de um ponto específico de acupuntura. A combustão da Artemísia tem a propriedade de aquecer profundamente, estimulando, removendo e desobstruindo os bloqueios e restabelecendo o fluxo saudável, segura para a gestante e para o bebê. Com essa estimulação, ele é encaminhando para a posição cefálica e para um parto normal”, explica.

O tratamento visa resultados rápidos, se realizado de duas a três vezes por semana, em pontos específicos, localizados principalmente nos pés (B67), pernas e na região da cabeça, para potencializar o resultado.

Ainda, segundo a especialista, o bastão da Moxabustão pode ser encontrado facilmente na internet, e infelizmente se for usado de forma incorreta, a terapia pode ter efeitos negativos. “Por exemplo, o bebê pode se mover ainda que o esperado na região pélvica e se manter em uma posição inadequada para o parto normal. Por isso, procure sempre um profissional capacitado para a realização de qualquer técnica ou tratamento de saúde”, defende Alessandra.

Alessandra Sônego é fisioterapeuta e acupunturista da clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, atuante na área de reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia. Especialista em acupuntura e Medicina Tradicional Chinesa pela FACEI (2011).

Site: www.athalifisioterapia.com

Tamanho da barriga mês a mês da gestação

Tem dúvidas sobre o crescimento da barriga mês a mês? Esta matéria é para você gravidinha que não aguenta de ansiedade para ter um “barrigão”

A gravidez é um momento especial para toda mulher. Mesmo quando ela não é planejada, acontece algo mágico e a gente desperta para um mundo que nunca imaginou que conhecia.

Cada dia, cada semana, cada mês, traz consigo um sentimento diferente e uma sensação de que algo bom está por vir. A hora que o bebê nasce é a melhor hora da sua vida.

É impossível se lembrar de um outro amor tão grande quanto esse.

Acompanhe o tamanho da barriga mês a mês:

Primeiro mês de gravidez

tamanho da barriga semana a semana

Tamanho da barriga mês a mês- Mês 1.

Apesar dos sintomas como: atraso da menstruação, dores nos seios, no abdômen e instabilidade do humor, provavelmente você ainda não notará a gravidez. A verdade é que no primeiro mês quase ninguém sabe que está grávida.

Algumas mães tem a sorte de descobrir logo, mas isso é muito raro. A maioria só descobre lá para o segundo mês. Barriga? Não tem.

Segundo mês de gravidez

tamanho da barriga com 8 semanas

Tamanho da barriga com 2 meses.

Bom, é nessa época que a maioria das mamães descobre a gravidez. Porém, pode ser que algumas demorem um pouco mais. Talvez por causa de um ciclo menstrual mais irregular.

Outro sintoma do segundo mês é o sono constante, e junto com as náuseas, a vontade de fazer xixi aumentará, já que a partir deste mês sua bexiga ficará mais comprimida.

Barriga no segundo mês? Ainda não.

Terceiro mês de gravidez

tamanho da barriga com 3 meses

Tamanho da barriga com 3 meses de gravidez.

Os quilinhos a mais já começar a ser notado no terceiro mês de gravidez, também poderá ser observado que as veias do corpo, principalmente nas pernas, barriga e seios, ficarão evidentes. Os enjoos continuam frequentes e a mudança rápida de humor torna-se ainda mas frequente.

Aqui, a barriga começa a endurecer. Nada muito notável, mas a mamãe já começa a sentir modificações no corpo.

Quarto mês de gravidez

tamanho da barriga semana a semana de gestação

Tamanho da barriga com 20 semanas de gravidez.

No quarto mês é quando a barriguinha de grávida provavelmente será notada. Agora os enjoos quase não vão existir, e provavelmente o apetite da gestante aumentará junto com a sua disposição. Em alguns casos, a mulher pode começar a sentir os tímidos movimentos do bebê.

A pontinha da barriga começa a apontar. Já dá para perceber que você está grávida, se a pessoa for observadora. Em compensação, os distraídos podem não perceber ainda.

Quinto mês de gravidez

tamanho da barriga mes a mes de gravidez

Tamanho da barriga com 5 meses de gestação.

No quinto mês de gravidez o bebê não para de mexer, o útero ficará mais largo e poderão vistos mudanças nos cabelos e nas unhas. Geralmente, é neste período que a mulher pode ter sintomas da azia.

Agora não tem mais jeito. Não dá para esconder. A barriga já ganhou forma e está redondinha. Todo mundo já consegue perceber sua gravidez. Aproveite o paparico.

Sexto mês de gravidez

Tamanho da barriga na gravidez 6 meses

Tamanho da barriga de 6 meses de gravidez.

O tamanho e peso na barriga podem incomodar no sexto mês de gestação, essas mudanças poderão provocar  dores nas costas e as estrias nas pernas podem surgir.

A barriga já cresceu mais e está maior do que você poderia imaginar, mas não se iluda. Ela ainda vai crescer e muito.

Sétimo mês de gravidez

Tamanho da barriga 7 meses

Gravidez de 7 meses tamanho da barriga.

É no sétimo mês da gravidez que o corpo dará sinais para preparar o parto. As alterações hormonais estarão em evidência e o cansaço fica cada vez maior.

E o bebê se faz notar. Agora, além da barriga estar bem grande, o bebê se mexe e você consegue perceber os movimentos dele por meio da sua barriga. Ele mexe, sua barriga mexe.

Oitavo mês de gravidez

 Tamanho da barriga com 8 meses de gestacao

Tamanho da barriga aos 8 meses.

No oitavo mês de gravidez as contrações ficarão mais fortes e evidentes. Em algumas situações, a grávida poderá ter dificuldades de respiração, já que o bebê fica hospedado perto dos pulmões.

Parece que a barriga vai estourar? Calma! Ela ainda vai crescer mais um pouquinho. O bebê agora tem menos espaço e os solavancos vão fazer sua barriga se movimentar muito.

Nono mês de gravidez

Tamanho da barriga com 9 meses

Tamanho da barriga de 9 meses de gravidez.

Nos nove meses de gravidez, o bebê já está encaixado na posição do parto. As dores na lombar, na bacia e na púbis serão intensas e a barriga comprometerá ainda mais a bexiga, tornando inevitável as idas constantes ao banheiro. O leite começa e ser produzido, e por isso os seios da gestantes ficarão um pouco mais inchados.

Chegou a hora. A barriga está a ponto de estourar e agora é contar os dias para seu filho estar nos seus braços. Parabéns. Você chegou na reta final.

Crescimento da barriga mês a mês

O útero da mulher cresce pouco a pouco. Na vigésima semana ultrapassa a altura da linha média, indica-se usar o umbigo como parâmetro de medição.  É nessa fase que se começa a perceber o crescimento característica de gestante. Existem casos em que a grávida possa apresentar a barriga a partir das 12 a 15 semanas.

Fonte do Site: https://www.gestacaobebe.com.br/tamanho-da-barriga-mes-a-mes-da-gestacao/

12 Regras de etiqueta para visitar recém-nascido

Veja aqui 12 dicas e descubra o que você deve fazer e o que é preciso evitar antes e durante a visita ao recém nascido

Algumas regras de etiqueta para visitar recém-nascido ou no hospital podem te ajudar a não cometer gafes na visita. No entanto, é sempre aconselhável ter bom senso e se imaginar no lugar da mãe ou pai do bebê.

Quando um bebê nasce, todos que acompanharam a gestação ficam ansiosos para conhecer o bebê e visitar os pais.

Porém, não importa o quanto você for íntimo da família, a visita não pode ser feita de qualquer maneira. Aliás, se você for um parente ou amigo próximo, saberá mais do que ninguém o quanto este é um momento delicado para todos.

12 Regras de etiqueta para visitar recém-nascido

visita recem nascido 7 dias

Na maternidade:

Algumas famílias preferem receber as visitas ao bebê recém-nascido no hospital. Outras, preferem passar esses primeiros dias apenas com os mais íntimos. Para saber o que fazer ao certo, a melhor coisa é perguntar. Se o pai ou a mãe pedirem para que você espere mais algum tempo, não fique chateado. Respeite a decisão e espere por um momento mais adequado.

Ligue antes:

Visitas surpresas com um recém-nascido não são agradáveis. Ligue antes de aparecer e combine com a família o melhor horário.

Não leve crianças:

Não leve crianças para visitar o recém-nascido. Isso porque os pequenos podem fazer muito barulho ou quererem pegar o bebê (e beijá-lo), deixando os pais em desespero e você em uma situação constrangedora.

nao quero receber visitas na maternidade

Não vá se estiver doente:

Como o bebê acaba de nascer, ainda não tem o sistema imunológico completamente desenvolvido, nem tomou todas as vacinas. Por isso, ele fica suscetível à ação de vírus e bactérias. Só vá se estiver muito bem de saúde.

Não fume e não use perfumes:

O olfato do bebê é muito sensível. Sem falar na possibilidade dele ser alérgico. Assim, é recomendável não expor a criança a perfumes em geral. Também não fume antes ou durante a visita.

Reforce a higiene:

Muitas mães de recém-nascidos deixam disponível para as visitas um frasco de álcool gel. Não é frescura e muito menos exagero. Use o produto antes de pegar o bebê; ou, na falta dele, lave bem as mãos.

Seja breve:

Visitar um recém-nascido é sinal de que você se importa com ele e também com seus pais. É um sinal de carinho e amizade. Porém, para demonstrar isso, você não precisa ficar horas. Os pais podem estar querendo um pouco de privacidade para descansar, em vez de ficar fazendo sala e batendo papo. Se eles pedirem para você ficar mais tempo, use sua sensibilidade para perceber se é apenas por educação.

Não peça para a mãe acordar o bebê:

Sono de recém-nascido é sagrado! Por isso, se o bebê estiver dormindo, nem cogite a possibilidade de pedir aos pais que o acordem.

Arregace as mangas:

Se você tem dúvidas sobre o que levar quando for visitar um bebêsaiba que às vezes arregaçar as mangas pode ser o melhor presente. Se você tiver intimidade com a família, se ofereça para ajudar em alguma tarefa doméstica.

Lavar uma louça, passar a vassoura no chão, estender a roupa que está dentro da máquina ou até mesmo cozinhar algo gostoso para a família, fará toda a diferença neste momento tão especial e delicado.

Não dê conselhos ou palpites:

Pais não precisam de palpites, principalmente, nessas primeiras semanas, quando ainda estão se acostumando com a nova situação. Conselhos inconvenientes podem deixar os pais irritados, inseguros e tristes. Assim, evite ao máximo dar sua opinião, a menos que peçam.

Não tire fotos:

Sim, o bebê é lindo e fofo, e você vai ter muita vontade de tirar uma foto para postar nas suas redes sociais. Mas não faça isso! Só tire fotos e publique na internet se os pais deixarem.

Hora de amamentar é hora de ir embora:

Se perceber que o bebê está reclamando de fome, talvez seja a hora de ir embora. Algumas mulheres se sentem constrangidas e gostam de amamentar o bebê sozinhas, de maneira reservada. No começo, quando muitas ainda não têm prática, elas podem ficar inseguras e se atrapalharem ao oferecer os seios na frente de outras pessoas. Na dúvida, é melhor aproveitar para ir embora ou sair do local.

O uso da cinta no pós-parto é realmente efetivo?

Conheça exercícios para auxiliar o trabalho da musculatura abdominal e pélvica

Durante a gravidez, o foco das futuras mamães é garantir a saúde e o bem-estar do seu bebê, mas, cada vez mais, a preocupação com o seu corpo tem tomado significativa importância. Depois do nascimento do bebê, muitas mulheres sofrem com problemas de autoestima por conta das mudanças que ocorrem no corpo, principalmente na região abdominal, que após o parto, fica com aspecto flácido e inchado.

Na busca da solução desse problema, muitas mulheres acreditam que o uso da cinta é importante, pois irá colocar novamente a “musculatura no lugar”, ou seja, ajudar a recuperar a forma. Mas será que é assim que funciona? Ou melhor, será que funciona?

É inegável que o uso da cinta traz alguns benefícios imediatos, como melhorar e uniformizar a silhueta (apenas enquanto está com a cinta), o que melhora o caimento das roupas e aumenta a autoestima. A cinta também costuma dar uma sensação de conforto e segurança para as mulheres no pós-parto e reduzir a ocorrência de hematomas no local da cirurgia (em caso de cesárea). Porém, é importante salientar que não é a cinta que reduzirá medidas ou tonificará a musculatura distendida na gravidez.

A cinta não estimulará os músculos do abdômen, pelo contrário, vai desestimular o uso. Ela faz o papel que os músculos dessa região fariam, e o cérebro é muito esperto quando se tem algo fazendo o serviço por ele. Dessa forma o cérebro vai poupar energia e parar de enviar comandos para esse trabalho. O grande problema é que os músculos dessa região não possuem apenas a função estética. Vai bem mais além, são grandes responsáveis por estabilizar a região central do nosso corpo e a falha da ativação dessa região está associada com a dor lombar, que também está ligada com a incontinência urinária. 

Exercícios fisioterapêuticos para o pós-parto - Foto: nikitabuida / Freepik

Bom, então se a cinta não fará a musculatura “voltar para o lugar” e nem te ajudará a reduzir medidas, o que fazer? Ativar os músculos! Como? Por meio de exercícios! E não se preocupe, você não precisará ir à academia para isto. Alguns exercícios simples podem ser feitos rapidamente em casa para ativar esta região. 

Vamos te informar alguns, mas antes disso, se você ainda não se convenceu de que ativar a musculatura é melhor do que usar a cinta e ainda pensa em usá-la, saiba que o seu uso sempre deve ser discutido com o médico, pois não são todas as mulheres que podem usá-la. Segundo o Dr. Gustavo Ventura, obstetra, mulheres que fizeram cesárea e apresentam inflamação e/ou sangramento excessivo no local do corte, além de mulheres com distensão abdominal por gases (o que é muito comum no pós-parto), devem evitar o uso da cinta. Isso porque ela, por apertar muito, dificulta a eliminação de gases, atrapalhando a circulação e, em caso de cesárea, abafa o corte, o que dificulta o processo de cicatrização, podendo até aumentar o risco de infecção e abertura dos pontos.

Exercícios:

1- Respiração: Ajuda na ativação da musculatura do abdômen: Deitada de barriga para cima e pernas dobradas, você irá puxar o ar pelo nariz, e soltar pela boca como se estivesse apagando uma vela, sentindo as costelas descerem e fecharem e a barriga ir ficando “durinha” até o fim da expiração.

Na sequência, mantenha a mesma postura, puxe o ar pelo nariz, e enquanto solta o ar (abaixando as costelas e ativando o abdome), você irá contrair o períneo (como se quisesse segurar a urina). Sim, na vagina existem músculos e precisamos trabalhar essa musculatura também.

Você usará essa respiração em todos os exercícios seguintes.

2- Ponte: deitada, de barriga para cima, apoie os pés no chão, mantendo os joelhos dobrados e o ombro e pescoço apoiados no chão durante este exercício. 

Puxe o ar pelo nariz, e enquanto solta o ar pela boca e ativando o abdômen, você irá levantar o quadril do chão até altura dos joelhos, contraindo junto o períneo. 

Manter essa posição por cinco segundos e voltar lentamente até apoiar novamente o quadril no chão.

Realizar 2×10 repetições.

3- Posição de Gato: fique na posição de gato (mãos e joelhos apoiados no chão), puxe o ar pelo nariz, olhando para frente e empinando o bumbum. Solte o ar ativando o abdome, e contraia o períneo, fazendo um arco com as costas, guardando o bumbum.

Realizar 2×10 repetições.

4- Estabilizadores de trono: sentada na cadeira, com os pés apoiados no chão e as costas bem apoiadas na cadeira, puxe o ar pelo nariz e cresça sua coluna como se você estivesse tentando ficar maior. Solte o ar pela boca e continue crescendo a coluna. Ao mesmo tempo contraia o períneo, mantendo o apoio das costas e pés colados no chão.

Realizar 2×10 repetições.

5- Estabilizadores de trono: em pé, com as pernas semiflexionadas e afastadas na largura do quadril, coloque as mãos nos joelhos e olhe para frente. Mantenha a postura e puxe o ar pelo nariz, e enquanto solta o ar, contraia o períneo. Preste atenção na postura.

Realizar 2×10 repetições.

Está provado que o uso da cinta pós-parto deve ser moderado e consciente, nunca utiliza como única garantia para obter um abdome sarado após a gravidez, ao contrário do que as pessoas pensam, quanto mais tempo usarem a cinta, mais tempo demoram a recuperar a forma do corpo pré-gravídico.

Alessandra Sônego é fisioterapeuta especializada em Saúde da Mulher pelo HC-FMUSP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia. Especialista em acupuntura e Medicina Tradicional Chinesa pela FACEI (2011).

Dr. Gustavo Ventura é médico ginecologista e obstetra com Subespecialidade em Mastologia, especialista em Ginecologia e Obstetricia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e membro da Sociedade Brasileira de Mastologia.

Juliana Thomé é fisioterapeuta especialista em Reeducação Funcional da Postura e do Movimento pelo HC-FMUSP, Mestranda em Neurociências e Comportamento pela Universidade de São Paulo e colaboradora da clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional e criadora do Postura e Movimento.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/o-uso-da-cinta-no-pos-parto-e-realmente-efetivo/

Maquiagem na hora do parto: polêmica ou necessária?

Conheça três dicas para as mães que desejam usar maquiagem no parto

Na era digital, ninguém quer perder nenhum registro dos filhos, inclusive o nascimento, certo? Por isso, a fotografia de parto se tornou uma tendência. Mas um detalhe vem chamando a atenção de quem acompanha esse tipo de ensaio: a maquiagem.

Há quem acredite que a sessão de fotos criou a necessidade do uso de make durante o parto. A fotógrafa Thalita Castanha não concorda. “O que mudou é que, agora, o acesso às fotos do parto é mais amplo e acontece bem mais rapidamente, o que dá a impressão de que mamães arrumadas no hospital é uma moda. Mas não, sempre foi assim”, defende a profissional.

O uso da maquiagem fica a critério da mãe, esclarece Thalita. O mais importante é que ela esteja confortável para o nascimento. “A mãe quer se sentir bonita para receber seu filho e não só para sair bem na foto”, conta.

maquiagem no parto - Foto: Thalita Castanha

Há mais de cinco anos no mercado de fotografia, Thalita é referência em fotografia de parto, newborne ensaio de gestante, chegando a atender até 60 famílias por mês. Para as mães que desejam usar maquiagem no parto, a expert dá dicas:  

  • Quanto mais à vontade você estiver, melhor! As fotos refletem o estado de espírito dos personagens.
  • Prefira os cosméticos que você está acostumada a usar no dia a dia para evitar alergias.
  • Por recomendações médicas, prefira unha curta e use esmalte claro.

Recentemente, Thalita clicou o nascimento dos filhos de Thais Fersoza, Deborah Secco, Juliana Alves e Eliana.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/maquiagem-na-hora-do-parto-polemica-ou-necessaria/

A barriga da mulher depois do bebê

É provável que você esteja surpresa com a aparência da sua barriga depois do nascimento do bebê.  Ele não está mais lá, mas mesmo assim, em volta do umbigo, a barriga está estufada. E você parece estar grávida de 6 meses!  As pessoas até perguntam na rua para quando é o bebê, e você tem de dizer, superconstrangida, que já nasceu…

Mulher se pesando

Por que minha barriga ainda parece de grávida?

Além do tamanho, muitas mulheres ficam com uma linha escura atravessando a barriga na vertical, a chamada linea nigra, e com um monte de estrias espalhadas pela pele.  Quem fez cesariana fica ainda com a cicatriz da operação, normalmente na “linha do biquíni”. O formato da barriga pode mudar um pouco também no caso de cesariana, já que os músculos são cortados e recosturados. Respire fundo. Demora um pouco para o corpo principalmente a barriga  se recuperar totalmente após a gravidez.  Imagine que sua barriga era um balão, que foi enchendo conforme o bebê crescia. Quando ele nasceu, o balão não estourou de uma vez o “ar” vai saindo de mansinho. 

Assim que o bebê nasce, hormônios começam a atuar sobre o útero para que ele volte ao tamanho que era antes. Isso demora mais ou menos um mês para acontecer.  Além disso, todas as células do corpo que tinham inchado devido à gestação começam a liberar líquido, que vai saindo em forma de urina, suor e secreções vaginais.  A gordura extra que você acumulou na gravidez, para nutrir o bebê, vai começar a ser gasta (em especial se você estiver amamentando ou fazendo exercícios físicos, após a liberação do médico). De qualquer jeito, você vai precisar de no mínimo algumas semanas para ver algum resultado. 

As estrias e a linha escura na barriga infelizmente duram mais. Pelo menos as estrias vão clareando e, entre 6 meses e 1 ano depois do parto, assumem aquela cor mais clara que o tom da pele, ficando menos visíveis. A linea nigra vai clareando aos poucos ao longo de 1 ano, mas pode não desaparecer por completo.

Quanto vai demorar para minha barriga voltar ao tamanho normal após o parto?

Todas nós já vimos com nossos próprios olhos aquelas mulheres maravilhosas que aparecem magérrimas, de calça jeans e miniblusa, um mês depois do parto. Sim, isso pode acontecer, mas é raro. 
Para a maioria das mulheres, leva meses para se livrar da incômoda barriguinha de grávida — e, às vezes, ela simplesmente não vai embora. 

Em primeiro lugar, tenha paciência. Se levou 9 meses para a barriga esticar, é justo que leve outros 9 meses ou um pouco mais para ela voltar ao tamanho normal. 

A rapidez da transição para mais perto do “normal” depende de como era seu corpo antes de engravidar, de quantos quilos você engordou na gravidez, do nível de atividade física e de algo que você não tem como mudar: seus genes. 

Mulheres que engordaram menos de 14 kg na gravidez, que fizeram exercícios físicos durante a gestação, que amamentam e que estão no primeiro filho tendem a emagrecer mais rápido. 

Se você não estiver amamentando, vai precisar prestar atenção na alimentação. Agora que não está mais grávida não precisa de tantas calorias.

O que posso fazer para minha barriga ficar mais bonita depois da gravidez?

A amamentação ajuda bastante, principalmente nos primeiros meses. Mulheres que amamentam queimam mais calorias para produzir o leite, portanto costumam emagrecer mais rápido que as que não amamentam. 

Dar de mamar no peito também estimula a produção de hormônios que fazem o útero se contrair e voltar ao tamanho normal. 

Mas muitas mães que amamentam reclamam dizendo que têm dificuldade de perder os últimos 2 a 5 quilos. Há quem afirme que o organismo guarda uma reserva de gordura para produzir o leite, mas não há provas definitivas disso. 

Exercícios também são eficazes. Mas converse com o medico: dependendo do tipo de parto, você pode ter de esperar algumas semanas. 

Dá para começar aos poucos, com caminhadas, por exemplo. Depois da consulta de 6 semanas após o parto, se o obstetra liberar, você pode começar a fazer exercícios mais vigorosos, como pilates, por exemplo, que ajuda a tonificar o abdome. 

Boa postura é outro fator que influencia. “Muitas mulheres ficam com uma postura relaxada após o fim da gestação, o que é natural, uma vez que passaram nove meses sem encolher a barriga. Obrigar-se a encolher a barriga após o parto faz muita diferença na recuperação da musculatura abdominal”, diz a obstetra Eleonora F. Stocchero Fonseca, do Conselho Médico do BabyCenter. 

Cuidado para não fazer regime enquanto estiver amamentando. O aleitamento é seu maior aliado na perda de peso.  E você vai precisar de bastante energia para lidar com um bebê pequenininho que ainda não dorme a noite toda.

Adianta usar cinta pós-parto ou modeladores?

O assunto é polêmico. As cintas pós-parto eram praticamente obrigatórias em caso de cesárea há alguns anos, mas agora os especialistas divergem. 

Por um lado, elas melhoram o aspecto externo da silhueta e dão mais segurança à mulher logo depois de uma cesariana. Isso porque é possível ter aflição dos pontos e da sensação de que os órgãos estão meio soltos dentro da barriga (pois estão um pouco mesmo). 

Por outro, há especialistas que acreditam que o uso constante da cinta impeça os músculos de se movimentar e atrapalhem o fluxo sanguíneo o que, em vez de ajudar, pioraria a recuperação dos tecidos. 

Além disso, em caso de parto normal, recomendam que só se use a cinta depois do primeiro mês, quando o útero já estiver no lugar, para não correr o risco de ele pressionar a musculatura pélvica, o que poderia levar a problemas como o de “bexiga caída”. 

Portanto, converse com o médico para saber qual é a orientação dele quanto ao uso de cinta ou faixa pós-parto. 

Se você já tiver dado à luz há mais de dois meses, pode experimentar cintas e modeladores, mas saiba que não há garantia de resultado. E certifique-se de que eles estão confortáveis, pois nunca devem ser apertados. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a4300004/a-barriga-da-mulher-depois-do-beb%C3%AA

15 formas divertidas de anunciar a gravidez

Anunciar a gravidez de forma divertida é uma maneira legal de envolver os amigos nesse momento emocionante. Hoje em dia, com as redes sociais, muitos pais acabam aproveitando para divulgar online com fotos.

Quando a Fê engravidou do Bento o anúncio foi feito aqui no blog pela Luisa, lembram? Foi um post super fofo e criativo! Selecionamos 22 formas divertidas de anunciar a gravidez para vocês se inspirarem. Confiram!

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Fonte do Site: http://chegueiaomundo.com.br/categoria/mamaes-e-papais/page/3/

Pilates no pós-parto

Durante o curso da gravidez, os músculos abdominais se distenderão mais de 50 por cento do seu comprimento original

O período pós-parto é muito emocionante para a maioria das mulheres, mas também pode ser muito estressante, pois elas estão passando pelo processo de cura de seus corpos após o nascimento e, além disso, tem que lidar com drásticas alterações hormonais e ajustar a sua vida com um recém-nascido. A maioria das novas mamães está fisicamente exausta e pode ter oscilações emocionais extremas.

Para trabalhar com pacientes no pós-parto, os instrutores de Pilates devem entender sobre as transformações físicas e hormonais que ocorrem durante o ciclo gravídico-puerperal e como elas afetam o sistema musculoesquelético.

É de conhecimento comum que os músculos abdominais esticam muito ao longo da gravidez, e é um desafio ajudar as mulheres a restabelecerem o comprimento e a força apropriados desses músculos extremamente importantes. Durante o curso da gravidez, os músculos abdominais se distenderão mais de 50 por cento do seu comprimento original.

Aproximadamente no quinto mês de gravidez, a maioria das mulheres começará a notar que seu músculo abdominal se moveu lateralmente, isso é chamado de diástase do músculo reto abdominal. A diástase é uma ocorrência normal, e é realmente uma resposta protetora do organismo devido a ação hormonal que atinge estruturas articulares e ligamentares do corpo. Depois de algum tempo após o nascimento, os músculos abdominais encurtarão devido às demandas das atividades normais da vida diária, mas sem exercícios específicos, dificilmente retornarão ao seu estado pré-gravídico.

As mudanças posturais da gravidez devem ser vistas como um estado ortopédico em mutação. Médicos ortopedistas e fisioterapeutas sabem que quanto mais cedo tratar a fraqueza muscular após um evento traumático, mais cedo o corpo se recupera. Da mesma forma, após o nascimento, quanto mais cedo as mulheres começam a fazer exercícios suaves de apoio, mais rápido elas vão recuperar seu tônus ​​muscular, força e postura.

Além disso, pessoas que fortalecem seus músculos antes e imediatamente após uma cirurgia têm um melhor resultado de reabilitação. Portanto, essa mesma lógica deve ser aplicada às mulheres após uma cirurgia de cesariana. As mulheres que começam a fortalecer os músculos abdominais e abordar o tecido cicatricial no início terá um melhor resultado.

pilates no pós-parto - Foto: UptownFitness / pixabay.com

Os exercícios mais importantes que as mulheres devem se concentrar nas primeiras seis semanas após o nascimento são para os músculos da camada profunda do abdome (músculo transverso abdominal) e fortalecimento do assoalho pélvico (responsáveis pela continência urinária e fecal). As primeiras seis semanas costumam ser exaustivas para as mulheres, e geralmente é difícil elas se organizarem para fazer o exercício. No entanto, é importante separar alguns minutos por dia para ativar esses dois grupos musculares.

Outros exercícios úteis são aqueles que se concentram na respiração, visando reeducar o diafragma. Após as primeiras seis semanas, muitas mulheres, embora ainda esgotadas, tendem a ter uma maior motivação para começar a se exercitar. Neste momento, o foco deve ser no avanço do programa de estabilidade central, mas com ênfase no fechamento da diástase.

Em média, a maioria das mulheres leva cerca de seis meses a um ano para recuperar totalmente a integridade dos abdominais. Portanto, este é um processo lento e que não deve ser apressado. Avançar rapidamente com o fortalecimento pode comprometer a união dos músculos abdominais.

Uma vez que a diástase é fechada completamente, é possível começar um trabalho abdominal mais avançado. É preferível que a mulher tenha adquirido consciência suficiente para ser capaz de sentir que ela está “atraindo” e “unindo” os músculos quando realiza os movimentos.

Outro foco importante no pós-parto é a restauração da posição da caixa torácica. Durante a gravidez, as costelas se abrem consideravelmente. A caixa torácica muda de diâmetro em até 2 cm. Por esse motivo, é necessário restaurar a posição da caixa torácica, pois isso também afeta o comprimento de todos os músculos que se prendem à ela.

A postura também deve ser restabelecida após o parto, pois a gravidez provoca grandes alterações.Todas as curvas da coluna se tornam mais exageradas, o que muitas vezes persiste no pós-parto. Ficar mais consciente dos hábitos posturais errados é o primeiro passo para corrigi-los.

O método pilates, quando bem instruído, é ideal para auxiliar a recuperação do corpo após o parto, pois seus exercícios promovem aumento da resistência e força muscular, além de melhorar a consciência corporal. Outra vantagem, é que como os movimentos são controlados, é possível inserir a participação do bebê nas aulas. Assim não tem desculpa para retomar a forma e cuidar da saúde.

Thalita Freitas é fisioterapeuta especialista em Saúde da Mulher pela Faculdade de Medicina da USP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na área de reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/pilates-no-pos-parto/

Gestação saudável: nada de comer por dois, nada de fazer regime

Esqueça a crença popular de que a gestante deve comer por dois. Por outro lado, se você já engravidou acima do peso, essa não é a hora de fazer regimes e tentar perder peso

A gravidez é um estado de graça. Deixa a mulher encantada, sentindo-se fecunda. Em breve, ela dará a luz a um pequenino ser, que muito rapidamente crescerá e estará sempre sedento de afeto e nutrientes. Sabiamente, essa simbiose entre a mãe e o feto sempre priorizará e protegerá o mais fraco, mesmo antes que ele nasça. O bebê sempre será alimentado, independentemente, de a mãe ter se alimentado ou não. Muitas vezes, neste processo, o bebê é contemplado com as reservas de glicose da mãe, o que origina um grande mal estar a ela, com tonturas, escurecimento visual, tremores, sudorese e perda de consciência. As crises de hipoglicemia são muito frequentes durante a gestação.

Do ponto de vista nutricional, a principal orientação pré-natal é que a futura mamãe consiga alcançar seu peso ideal antes de engravidar, seguindo um plano nutricional que lhe permita levar uma gestação saudável. Nada de restrições severas, de perdas abruptas, de jejum prolongado. Na literatura médica, há diversos estudos científicos que confirmam o risco duas vezes maior de má formação cerebral e medular em fetos de mães que iniciaram a gravidez com IMC (Índice de Massa Corpórea = peso em kg dividido pela altura em metros ao quadrado) de 28 ou mais.

Ao longo dos anos, a medicina também constatou que a suplementação de ácido fólico e vitamina B12, antes da concepção, pode reduzir a incidência da má formação cerebral e medular – Doenças do Tubo Neural em até 90 por cento. Atualmente, a suplementação vem sendo realizada de maneira profilática em mulheres que pretendem engravidar no mundo todo. A gestação é uma fase da vida onde a suplementação vitamínica é menos polêmica e mais uniformemente aceita. A ingestão de um suplemento vitamínico/mineral diário fornece um aporte nutricional muito bem-vindo nessa fase tão importante da vida.gestante não deve comer por dois - Foto: kzenon / shutterstock.com

Necessidades calóricas x peso na gestação

Nos primeiros três meses de gestação, as necessidades calóricas da gestante não diferem daquelas indicadas antes da concepção, ou seja, de 1800-2300 kcal/dia. Nos dois trimestres subsequentes e no período de lactação, suas necessidades aumentam de 300 a 500 kcal/dia, ou seja, alcançando um total de 2100 a 2800 kcal/dia.
A lactação isoladamente poderá ou não auxiliar a mãe a ter novamente o peso anterior à gestação. Aparentemente, as mães que têm gestações com duração de tempo normal e que amamentam perdem, consideravelmente, mais peso no pós-parto do que aquelas que não amamentam ou das que o fazem por um curto período de tempo.

Espera-se que no primeiro trimestre da gravidez, a gestante não ganhe peso ou o faça de maneira muito discreta. O incremento no peso corporal, a partir do quarto mês de gestação, deverá ser programado de acordo com o peso da futura mamãe no início da gestação.
Assim, quando a mulher inicia a gestação acima do peso ideal deverá ser orientada a seguir uma dieta que propicie um acréscimo em seu peso de cerca de 300 g/semana e 7/8 kg ao fim da gestação. Caso ela esteja dentro do peso ideal, esse incremento deverá ocorrer na ordem de 350-400 g por semana e entre 10/14 kg ao final da gestação. E se a gestante estiver abaixo do peso ideal, seu objetivo quanto ao ganho de peso deverá ser algo na ordem de 500 g/semana e 14-15 kg ao término da gestação.

Macro e micronutrientes

Geralmente, não deve haver diferenças significativas nas porções dos macronutrientes (carboidratos, gordura e proteínas) na alimentação das gestantes em relação às não gestantes. A proporção ideal continua sendo 50% de carboidratos, 30% de gorduras e 20% de proteínas. Mais especificamente, os carboidratos devem ser preferencialmente complexos a partir de frutas, verduras, cereais e grãos integrais.

As gorduras devem compor menos de 10% na forma saturada, com os restantes 20% na forma de poli e monoinsaturadas. Isso quer dizer: menos manteiga, maionese, carnes gordas e mais leite e derivados desnatados e magros. As proteínas devem ser escolhidas com o objetivo de reduzir as gorduras saturadas e colesterol. Devem ser evitados picanha, contra-filé, queijos amarelos, linguiças e embutidos gordurosos.

Não há restrições na ingestão de doces, se a gestante estiver dentro do seu peso ideal. Deverão ser priorizados os menos gordurosos, como os doces de frutas e compotas.

Com relação aos micronutrientes, chama atenção as necessidade de iodo, ferro, cálcio e vitaminas durante a gestação. A suplementação adequada do sal industrializado tem resolvido os problemas da carência crônica de iodo, muito comum nas chamadas áreas endêmicas, onde a concentração da substância no solo e na água é insuficiente.

As necessidades de ferro são verdadeiramente aumentadas durante a gestação, principalmente no segundo e terceiro trimestres. A suficiência de ferro deve ser auferida no início e no decorrer da gestação para nortear a necessidade de aumentar o ferro da dieta (por meio da ingestão de carnes vermelhas e fígado) ou indicar a suplementação medicamentosa do mineral.

As necessidades de cálcio aumentam de 800 para 1200 mg na gestação e a simples elevação do consumo de leite e derivados para três porções diárias já atende a esta exigência do organismo.

A gravidez é um período no qual a mulher deve cuidar bem da alimentação, dada a importância desta medida para o bom desenvolvimento do feto e para a prevenção de complicações durante a gravidez e o parto. Não se deve apenas aumentar a quantidade dos alimentos, mas observar a sua qualidade. Portanto, esqueça a crença popular de que a gestante deve comer por dois. Por outro lado, se você já engravidou acima do peso, essa não é a hora de fazer regimes e tentar perder peso.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/gestacao-saudavel-nada-de-comer-por-dois-nada-de-fazer-regime/