A barriga da mulher depois do bebê

É provável que você esteja surpresa com a aparência da sua barriga depois do nascimento do bebê.  Ele não está mais lá, mas mesmo assim, em volta do umbigo, a barriga está estufada. E você parece estar grávida de 6 meses!  As pessoas até perguntam na rua para quando é o bebê, e você tem de dizer, superconstrangida, que já nasceu…

Mulher se pesando

Por que minha barriga ainda parece de grávida?

Além do tamanho, muitas mulheres ficam com uma linha escura atravessando a barriga na vertical, a chamada linea nigra, e com um monte de estrias espalhadas pela pele.  Quem fez cesariana fica ainda com a cicatriz da operação, normalmente na “linha do biquíni”. O formato da barriga pode mudar um pouco também no caso de cesariana, já que os músculos são cortados e recosturados. Respire fundo. Demora um pouco para o corpo principalmente a barriga  se recuperar totalmente após a gravidez.  Imagine que sua barriga era um balão, que foi enchendo conforme o bebê crescia. Quando ele nasceu, o balão não estourou de uma vez o “ar” vai saindo de mansinho. 

Assim que o bebê nasce, hormônios começam a atuar sobre o útero para que ele volte ao tamanho que era antes. Isso demora mais ou menos um mês para acontecer.  Além disso, todas as células do corpo que tinham inchado devido à gestação começam a liberar líquido, que vai saindo em forma de urina, suor e secreções vaginais.  A gordura extra que você acumulou na gravidez, para nutrir o bebê, vai começar a ser gasta (em especial se você estiver amamentando ou fazendo exercícios físicos, após a liberação do médico). De qualquer jeito, você vai precisar de no mínimo algumas semanas para ver algum resultado. 

As estrias e a linha escura na barriga infelizmente duram mais. Pelo menos as estrias vão clareando e, entre 6 meses e 1 ano depois do parto, assumem aquela cor mais clara que o tom da pele, ficando menos visíveis. A linea nigra vai clareando aos poucos ao longo de 1 ano, mas pode não desaparecer por completo.

Quanto vai demorar para minha barriga voltar ao tamanho normal após o parto?

Todas nós já vimos com nossos próprios olhos aquelas mulheres maravilhosas que aparecem magérrimas, de calça jeans e miniblusa, um mês depois do parto. Sim, isso pode acontecer, mas é raro. 
Para a maioria das mulheres, leva meses para se livrar da incômoda barriguinha de grávida — e, às vezes, ela simplesmente não vai embora. 

Em primeiro lugar, tenha paciência. Se levou 9 meses para a barriga esticar, é justo que leve outros 9 meses ou um pouco mais para ela voltar ao tamanho normal. 

A rapidez da transição para mais perto do “normal” depende de como era seu corpo antes de engravidar, de quantos quilos você engordou na gravidez, do nível de atividade física e de algo que você não tem como mudar: seus genes. 

Mulheres que engordaram menos de 14 kg na gravidez, que fizeram exercícios físicos durante a gestação, que amamentam e que estão no primeiro filho tendem a emagrecer mais rápido. 

Se você não estiver amamentando, vai precisar prestar atenção na alimentação. Agora que não está mais grávida não precisa de tantas calorias.

O que posso fazer para minha barriga ficar mais bonita depois da gravidez?

A amamentação ajuda bastante, principalmente nos primeiros meses. Mulheres que amamentam queimam mais calorias para produzir o leite, portanto costumam emagrecer mais rápido que as que não amamentam. 

Dar de mamar no peito também estimula a produção de hormônios que fazem o útero se contrair e voltar ao tamanho normal. 

Mas muitas mães que amamentam reclamam dizendo que têm dificuldade de perder os últimos 2 a 5 quilos. Há quem afirme que o organismo guarda uma reserva de gordura para produzir o leite, mas não há provas definitivas disso. 

Exercícios também são eficazes. Mas converse com o medico: dependendo do tipo de parto, você pode ter de esperar algumas semanas. 

Dá para começar aos poucos, com caminhadas, por exemplo. Depois da consulta de 6 semanas após o parto, se o obstetra liberar, você pode começar a fazer exercícios mais vigorosos, como pilates, por exemplo, que ajuda a tonificar o abdome. 

Boa postura é outro fator que influencia. “Muitas mulheres ficam com uma postura relaxada após o fim da gestação, o que é natural, uma vez que passaram nove meses sem encolher a barriga. Obrigar-se a encolher a barriga após o parto faz muita diferença na recuperação da musculatura abdominal”, diz a obstetra Eleonora F. Stocchero Fonseca, do Conselho Médico do BabyCenter. 

Cuidado para não fazer regime enquanto estiver amamentando. O aleitamento é seu maior aliado na perda de peso.  E você vai precisar de bastante energia para lidar com um bebê pequenininho que ainda não dorme a noite toda.

Adianta usar cinta pós-parto ou modeladores?

O assunto é polêmico. As cintas pós-parto eram praticamente obrigatórias em caso de cesárea há alguns anos, mas agora os especialistas divergem. 

Por um lado, elas melhoram o aspecto externo da silhueta e dão mais segurança à mulher logo depois de uma cesariana. Isso porque é possível ter aflição dos pontos e da sensação de que os órgãos estão meio soltos dentro da barriga (pois estão um pouco mesmo). 

Por outro, há especialistas que acreditam que o uso constante da cinta impeça os músculos de se movimentar e atrapalhem o fluxo sanguíneo o que, em vez de ajudar, pioraria a recuperação dos tecidos. 

Além disso, em caso de parto normal, recomendam que só se use a cinta depois do primeiro mês, quando o útero já estiver no lugar, para não correr o risco de ele pressionar a musculatura pélvica, o que poderia levar a problemas como o de “bexiga caída”. 

Portanto, converse com o médico para saber qual é a orientação dele quanto ao uso de cinta ou faixa pós-parto. 

Se você já tiver dado à luz há mais de dois meses, pode experimentar cintas e modeladores, mas saiba que não há garantia de resultado. E certifique-se de que eles estão confortáveis, pois nunca devem ser apertados. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a4300004/a-barriga-da-mulher-depois-do-beb%C3%AA

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15 formas divertidas de anunciar a gravidez

Anunciar a gravidez de forma divertida é uma maneira legal de envolver os amigos nesse momento emocionante. Hoje em dia, com as redes sociais, muitos pais acabam aproveitando para divulgar online com fotos.

Quando a Fê engravidou do Bento o anúncio foi feito aqui no blog pela Luisa, lembram? Foi um post super fofo e criativo! Selecionamos 22 formas divertidas de anunciar a gravidez para vocês se inspirarem. Confiram!

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Fonte do Site: http://chegueiaomundo.com.br/categoria/mamaes-e-papais/page/3/

Pilates no pós-parto

Durante o curso da gravidez, os músculos abdominais se distenderão mais de 50 por cento do seu comprimento original

O período pós-parto é muito emocionante para a maioria das mulheres, mas também pode ser muito estressante, pois elas estão passando pelo processo de cura de seus corpos após o nascimento e, além disso, tem que lidar com drásticas alterações hormonais e ajustar a sua vida com um recém-nascido. A maioria das novas mamães está fisicamente exausta e pode ter oscilações emocionais extremas.

Para trabalhar com pacientes no pós-parto, os instrutores de Pilates devem entender sobre as transformações físicas e hormonais que ocorrem durante o ciclo gravídico-puerperal e como elas afetam o sistema musculoesquelético.

É de conhecimento comum que os músculos abdominais esticam muito ao longo da gravidez, e é um desafio ajudar as mulheres a restabelecerem o comprimento e a força apropriados desses músculos extremamente importantes. Durante o curso da gravidez, os músculos abdominais se distenderão mais de 50 por cento do seu comprimento original.

Aproximadamente no quinto mês de gravidez, a maioria das mulheres começará a notar que seu músculo abdominal se moveu lateralmente, isso é chamado de diástase do músculo reto abdominal. A diástase é uma ocorrência normal, e é realmente uma resposta protetora do organismo devido a ação hormonal que atinge estruturas articulares e ligamentares do corpo. Depois de algum tempo após o nascimento, os músculos abdominais encurtarão devido às demandas das atividades normais da vida diária, mas sem exercícios específicos, dificilmente retornarão ao seu estado pré-gravídico.

As mudanças posturais da gravidez devem ser vistas como um estado ortopédico em mutação. Médicos ortopedistas e fisioterapeutas sabem que quanto mais cedo tratar a fraqueza muscular após um evento traumático, mais cedo o corpo se recupera. Da mesma forma, após o nascimento, quanto mais cedo as mulheres começam a fazer exercícios suaves de apoio, mais rápido elas vão recuperar seu tônus ​​muscular, força e postura.

Além disso, pessoas que fortalecem seus músculos antes e imediatamente após uma cirurgia têm um melhor resultado de reabilitação. Portanto, essa mesma lógica deve ser aplicada às mulheres após uma cirurgia de cesariana. As mulheres que começam a fortalecer os músculos abdominais e abordar o tecido cicatricial no início terá um melhor resultado.

pilates no pós-parto - Foto: UptownFitness / pixabay.com

Os exercícios mais importantes que as mulheres devem se concentrar nas primeiras seis semanas após o nascimento são para os músculos da camada profunda do abdome (músculo transverso abdominal) e fortalecimento do assoalho pélvico (responsáveis pela continência urinária e fecal). As primeiras seis semanas costumam ser exaustivas para as mulheres, e geralmente é difícil elas se organizarem para fazer o exercício. No entanto, é importante separar alguns minutos por dia para ativar esses dois grupos musculares.

Outros exercícios úteis são aqueles que se concentram na respiração, visando reeducar o diafragma. Após as primeiras seis semanas, muitas mulheres, embora ainda esgotadas, tendem a ter uma maior motivação para começar a se exercitar. Neste momento, o foco deve ser no avanço do programa de estabilidade central, mas com ênfase no fechamento da diástase.

Em média, a maioria das mulheres leva cerca de seis meses a um ano para recuperar totalmente a integridade dos abdominais. Portanto, este é um processo lento e que não deve ser apressado. Avançar rapidamente com o fortalecimento pode comprometer a união dos músculos abdominais.

Uma vez que a diástase é fechada completamente, é possível começar um trabalho abdominal mais avançado. É preferível que a mulher tenha adquirido consciência suficiente para ser capaz de sentir que ela está “atraindo” e “unindo” os músculos quando realiza os movimentos.

Outro foco importante no pós-parto é a restauração da posição da caixa torácica. Durante a gravidez, as costelas se abrem consideravelmente. A caixa torácica muda de diâmetro em até 2 cm. Por esse motivo, é necessário restaurar a posição da caixa torácica, pois isso também afeta o comprimento de todos os músculos que se prendem à ela.

A postura também deve ser restabelecida após o parto, pois a gravidez provoca grandes alterações.Todas as curvas da coluna se tornam mais exageradas, o que muitas vezes persiste no pós-parto. Ficar mais consciente dos hábitos posturais errados é o primeiro passo para corrigi-los.

O método pilates, quando bem instruído, é ideal para auxiliar a recuperação do corpo após o parto, pois seus exercícios promovem aumento da resistência e força muscular, além de melhorar a consciência corporal. Outra vantagem, é que como os movimentos são controlados, é possível inserir a participação do bebê nas aulas. Assim não tem desculpa para retomar a forma e cuidar da saúde.

Thalita Freitas é fisioterapeuta especialista em Saúde da Mulher pela Faculdade de Medicina da USP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na área de reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/pilates-no-pos-parto/

Gestação saudável: nada de comer por dois, nada de fazer regime

Esqueça a crença popular de que a gestante deve comer por dois. Por outro lado, se você já engravidou acima do peso, essa não é a hora de fazer regimes e tentar perder peso

A gravidez é um estado de graça. Deixa a mulher encantada, sentindo-se fecunda. Em breve, ela dará a luz a um pequenino ser, que muito rapidamente crescerá e estará sempre sedento de afeto e nutrientes. Sabiamente, essa simbiose entre a mãe e o feto sempre priorizará e protegerá o mais fraco, mesmo antes que ele nasça. O bebê sempre será alimentado, independentemente, de a mãe ter se alimentado ou não. Muitas vezes, neste processo, o bebê é contemplado com as reservas de glicose da mãe, o que origina um grande mal estar a ela, com tonturas, escurecimento visual, tremores, sudorese e perda de consciência. As crises de hipoglicemia são muito frequentes durante a gestação.

Do ponto de vista nutricional, a principal orientação pré-natal é que a futura mamãe consiga alcançar seu peso ideal antes de engravidar, seguindo um plano nutricional que lhe permita levar uma gestação saudável. Nada de restrições severas, de perdas abruptas, de jejum prolongado. Na literatura médica, há diversos estudos científicos que confirmam o risco duas vezes maior de má formação cerebral e medular em fetos de mães que iniciaram a gravidez com IMC (Índice de Massa Corpórea = peso em kg dividido pela altura em metros ao quadrado) de 28 ou mais.

Ao longo dos anos, a medicina também constatou que a suplementação de ácido fólico e vitamina B12, antes da concepção, pode reduzir a incidência da má formação cerebral e medular – Doenças do Tubo Neural em até 90 por cento. Atualmente, a suplementação vem sendo realizada de maneira profilática em mulheres que pretendem engravidar no mundo todo. A gestação é uma fase da vida onde a suplementação vitamínica é menos polêmica e mais uniformemente aceita. A ingestão de um suplemento vitamínico/mineral diário fornece um aporte nutricional muito bem-vindo nessa fase tão importante da vida.gestante não deve comer por dois - Foto: kzenon / shutterstock.com

Necessidades calóricas x peso na gestação

Nos primeiros três meses de gestação, as necessidades calóricas da gestante não diferem daquelas indicadas antes da concepção, ou seja, de 1800-2300 kcal/dia. Nos dois trimestres subsequentes e no período de lactação, suas necessidades aumentam de 300 a 500 kcal/dia, ou seja, alcançando um total de 2100 a 2800 kcal/dia.
A lactação isoladamente poderá ou não auxiliar a mãe a ter novamente o peso anterior à gestação. Aparentemente, as mães que têm gestações com duração de tempo normal e que amamentam perdem, consideravelmente, mais peso no pós-parto do que aquelas que não amamentam ou das que o fazem por um curto período de tempo.

Espera-se que no primeiro trimestre da gravidez, a gestante não ganhe peso ou o faça de maneira muito discreta. O incremento no peso corporal, a partir do quarto mês de gestação, deverá ser programado de acordo com o peso da futura mamãe no início da gestação.
Assim, quando a mulher inicia a gestação acima do peso ideal deverá ser orientada a seguir uma dieta que propicie um acréscimo em seu peso de cerca de 300 g/semana e 7/8 kg ao fim da gestação. Caso ela esteja dentro do peso ideal, esse incremento deverá ocorrer na ordem de 350-400 g por semana e entre 10/14 kg ao final da gestação. E se a gestante estiver abaixo do peso ideal, seu objetivo quanto ao ganho de peso deverá ser algo na ordem de 500 g/semana e 14-15 kg ao término da gestação.

Macro e micronutrientes

Geralmente, não deve haver diferenças significativas nas porções dos macronutrientes (carboidratos, gordura e proteínas) na alimentação das gestantes em relação às não gestantes. A proporção ideal continua sendo 50% de carboidratos, 30% de gorduras e 20% de proteínas. Mais especificamente, os carboidratos devem ser preferencialmente complexos a partir de frutas, verduras, cereais e grãos integrais.

As gorduras devem compor menos de 10% na forma saturada, com os restantes 20% na forma de poli e monoinsaturadas. Isso quer dizer: menos manteiga, maionese, carnes gordas e mais leite e derivados desnatados e magros. As proteínas devem ser escolhidas com o objetivo de reduzir as gorduras saturadas e colesterol. Devem ser evitados picanha, contra-filé, queijos amarelos, linguiças e embutidos gordurosos.

Não há restrições na ingestão de doces, se a gestante estiver dentro do seu peso ideal. Deverão ser priorizados os menos gordurosos, como os doces de frutas e compotas.

Com relação aos micronutrientes, chama atenção as necessidade de iodo, ferro, cálcio e vitaminas durante a gestação. A suplementação adequada do sal industrializado tem resolvido os problemas da carência crônica de iodo, muito comum nas chamadas áreas endêmicas, onde a concentração da substância no solo e na água é insuficiente.

As necessidades de ferro são verdadeiramente aumentadas durante a gestação, principalmente no segundo e terceiro trimestres. A suficiência de ferro deve ser auferida no início e no decorrer da gestação para nortear a necessidade de aumentar o ferro da dieta (por meio da ingestão de carnes vermelhas e fígado) ou indicar a suplementação medicamentosa do mineral.

As necessidades de cálcio aumentam de 800 para 1200 mg na gestação e a simples elevação do consumo de leite e derivados para três porções diárias já atende a esta exigência do organismo.

A gravidez é um período no qual a mulher deve cuidar bem da alimentação, dada a importância desta medida para o bom desenvolvimento do feto e para a prevenção de complicações durante a gravidez e o parto. Não se deve apenas aumentar a quantidade dos alimentos, mas observar a sua qualidade. Portanto, esqueça a crença popular de que a gestante deve comer por dois. Por outro lado, se você já engravidou acima do peso, essa não é a hora de fazer regimes e tentar perder peso.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/gestacao-saudavel-nada-de-comer-por-dois-nada-de-fazer-regime/

Os movimentos do bebê na gravidez

Você mal descobriu que está grávida e já está ansiosa para sentir o bebê se mexendo? Saiba que, para reconhecer esse grande momento, você pode ter que esperar um pouquinho.

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Quando vou sentir meu bebê mexer?

Se esta é sua primeira gravidez, talvez demore um pouco mais para você perceber os movimentos do bebê, porque é uma sensação totalmente nova. Algumas mulheres a descrevem como uma cosquinha bem de leve, por dentro, como uma borboleta batendo asas.

No caso de primeira gravidez, você provavelmente sentirá os primeiros movimentos entre 18 e 20 semanas. Quem não é marinheira de primeira viagem e já conhece a sensação costuma senti-la pela primeira vez entre 15 e 18 semanas.

Para tentar sentir, você pode comer alguma coisa e se deitar de barriga para cima, bem parada, prestando atenção. Talvez a sensação apareça.

A primeira vez que você sentir o bebê será um marco na sua gravidez. E depois aqueles movimentos tão levinhos viram chutes vigorosos, ótimos para mostrar que tudo vai bem dentro da sua barriga.

O que o bebê fica fazendo dentro da minha barriga?

Ultrassons conseguem mostrar o que os bebês fazem em cada fase da gravidez, já que a maioria dos movimentos começa bem antes de você perceber:

  • Entre sete e oito semanas, os movimentos gerais se iniciam, como viradas de lado e aqueles movimentos involuntários que parecem sustos.
  • Com cerca de nove semanas, o bebê já tem soluços, balança uma perna ou um braço por conta própria, consegue chupar e engolir
  • Com 10 semanas, ele flexiona e vira a cabeça, traz as mãos até o rosto, abre a boca e se estica
  • Com 11 semanas, a graça é bocejar
  • Com 14 semanas, o bebê movimenta os olhos.

Depois dos primeiros movimentos, que parecem asinhas de borboleta batendo, o mexe-mexe fica mais intenso e mais frequente. 

Conforme o bebê vai crescendo, a sensação muda, e você começa a sentir trancos e chutes, que vão ficando cada vez mais fortes.

O bebê não se mexe o tempo inteiro porque, como todo mundo, tem horas em que ele só quer mesmo é descansar e dormir.

Mais no finzinho da gravidez, ele passa a dormir por cerca de 45 minutos de cada vez. Pode parecer mais, porque você não necessariamente sente todos os movimentos dele. 

Veja a seguir um esquema do que esperar durante a gravidez em relação aos movimentos.

De 20 a 24 semanas

A atividade do bebê vai aumentando gradualmente. A partir de agora, o bebê terá um período mais agitado durante o dia, com muitos chutes e cambalhotas.

De 24 a 28 semanas

Pode ser que você note agora os soluços, que vão explicar os pulinhos que você vai sentir de vez em quando.

O saco amniótico contém até 750 ml de líquido nessa fase, o que permite ao bebê se movimentar bastante. Ele consegue ouvir, por isso você pode perceber que ele reage a barulhos altos.

29 semanas

Seu bebê vai começar a fazer movimentos mais definidos e menos bruscos, já que está mais contido pelas paredes da sua barriga.

32 semanas

O nível de atividade chega ao auge. Depois desta semana, você vai notar uma diminuição de movimentos, algo bastante normal devido ao menor espaço dentro do útero para ele se mexer.

Cerca de 36 semanas

O bebê pode assumir sua posição definitiva no útero, normalmente de cabeça para baixo. Isso é mais provável de ocorrer se este é seu primeiro filho, já que os músculos do seu útero e do seu abdome vão ajudá-lo a ficar no lugar. 

Se você já ficou grávida antes, seus músculos não serão tão firmes e o bebê pode ficar mudando de posição até a data do parto.

Os principais movimentos que você vai sentir são cotoveladas, chutes e joelhadas  às vezes dolorosos, quando acertam suas costelas.

De 36 a 40 semanas

Seu bebê vai crescendo e as cambalhotas vão ficando menos frequentes. Se ele estiver chupando o dedo e por acaso o dedo escapar da boca dele, você pode sentir movimentos rápidos da cabecinha virando de um lado para o outro em busca do dedo perdido. 

Nas últimas duas semanas da gravidez, os movimentos diminuem um pouco, junto com o ritmo de crescimento do bebê. Isso é absolutamente normal — mas, se algo estiver preocupando você, é sempre bom conversar com o médico.

A esta altura, o bebê já deve estar acomodado na sua bacia, pronto para a jornada de vir ao mundo. A cabeça dele muitas vezes pode parecer como se um melão estivesse fazendo pressão nos músculos pélvicos, o que torna difícil o simples ato de se sentar. 

Talvez fique mais fácil respirar ou comer, já que seus pulmões e seu estômago estarão menos espremidos. Se sua parede abdominal ficar bem fina, às vezes dá até para distinguir o pé do bebê.

Há momentos em que ele está dormindo e outros em que está acordado e ativo, justo quando você está tentando dormir. 

Esse padrão de sono da vida uterina pode acabar se mantendo nas primeiras semanas depois do nascimento, até que o bebê aprende a diferenciar o dia da noite.

Quantos chutes do bebê dentro da barriga devo sentir por dia?

Não existe um número exato de chutes por dia para se ter certeza de que tudo vai bem. 

Mesmo que você resolvesse marcar para contar para o médico, os resultados não seriam precisos e poderiam causar preocupação sem necessidade. 

O melhor a fazer é observar o padrão de movimentos do seu filho durante as horas ativas do dia. À medida que sua gestação progride, fica mais fácil entender o ritmo do bebê. 

Cada criança tem um padrão diferente de sono e atividade, mas você acaba percebendo o que é típico da sua. 

Caso note alguma mudança nesse padrão, converse com seu médico o mais rápido possível.

Ainda não senti meu bebê mexer hoje. Devo ficar preocupada?

Se você estava envolvida com outras coisas, talvez não tenha percebido o movimento. Mas, para se tranquilizar, veja alguns truques para fazer seu bebê se mexer: 

  • Deite de lado (com uma almofada ou travesseiro debaixo da barriga) e fique parada
  • Coloque as pernas para cima e relaxe; os bebês muitas vezes acabam pegando no sono com a sua movimentação e acordam quando você para
  • Toque uma música ou faça um barulho inesperado
  • Tome um pouco de suco ou coma algo doce, como um pedaço de chocolate
  • Tome alguma coisa gelada: a mudança de temperatura pode fazer com que o bebê tente “desviar” da onda fria.

Feito tudo isso, se em duas horas você não sentir absolutamente nenhum movimento, procure o obstetra.

É preferível confiar nos seus instintos: se você acha que há motivo para estar preocupada, tente falar com o médico. Um exame rápido pode tranquilizá-la.

Descubra também se é normal sentir dor no umbigo e veja como saber se você entrou em trabalho de parto 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a1500447/os-movimentos-do-beb%C3%AA-na-gravidez

De volta à forma após o parto

Logo após o nascimento do bebê muitas mães querem recuperar a forma que tinham antes do parto, mas tudo deve ser feito com cautela e preferencialmente com orientação médica

A preocupação com os quilos extras adquiridos durante a gravidez, geralmente, é minimizada em função de uma causa maior: o nascimento do bebê. Mas no pós-parto, o excesso de peso ganha uma nova proporção para a maioria das mulheres.

A ansiedade natural pelo período delicado põe à prova toda a habilidade feminina. É comum que a mulher fique ansiosa neste período. As alterações hormonais pelas quais a mãe passa durante os nove meses de gestação e as bruscas mudanças hormonais que ocorrem durante e após o parto podem torná-la mais melancólica e angustiada.

Essa labilidade emocional parece se dever à brusca queda hormonal pela qual ela passa ao se separar do feto e da placenta, responsável pela secreção de hormônios em doses altíssimas durante toda a gestação. Somando-se a todos estes fatores, a mulher também se sente insegura quanto à possibilidade de voltar ao seu peso e às suas formas corporais de antes. Felizmente, após o parto, o peso corporal voltará gradualmente. Basta para isso que ela se alimente de maneira balanceada, priorizando alimentos ricos em nutrientes, evitando guloseimas e comidas gordurosas e, se possível, amamentando o seu bebê.

O corpo precisa de um período para se adaptar à nova realidade. Primeiro, ele precisa eliminar o excesso de água, originário da ação dos hormônios placentários. Esse ‘verdadeiro inchaço’ tende a ser lentamente eliminado. Além disso, há também ganho de gordura, que pode ser mobilizado progressivamente por meio de uma alimentação adequada e da própria amamentação. Voltar ao peso anterior vai depender de bom senso, orientação nutricional e tempo. Um tempo muito importante para mãe e filho. Sem prejuízo para nenhum dos dois.

de volta à forma após o parto - Foto: pixabay.com

Além de ser fundamental para a saúde do bebê, a amamentação é uma grande aliada da mãe em todos os sentidos. Em primeiro lugar, porque contribui para a contração do útero, que volta aos poucos para o seu tamanho normal. Outro fator positivo é o gasto calórico que proporciona ao organismo. Para que a mulher produza leite, é preciso ter uma atividade celular intensa. Em função da aceleração do metabolismo, o gasto energético pode aumentar em 900 calorias por dia. E como nos primeiros 40 dias, a mulher ainda não está liberada para retomar a ginástica, a amamentação torna-se uma boa aliada em busca do peso ideal, além de firmar o vínculo entre mãe e filho.

Para não prejudicar a própria saúde ou a alimentação do bebê, as mães não devem pensar em seguir dietas hipocalóricas. Um cardápio equilibrado, em torno de 2000 calorias na dependência das proporções corporais da mãe, é fundamental para garantir um bom padrão nutricional para a mãe e para a criança, um bom funcionamento intestinal e uma adequada produção de leite. A mulher que amamenta precisa garantir a ingestão de todos os nutrientes. É importante aumentar a ingestão de líquidos e evitar grandes quantidades de café, chá preto, chocolates, guloseimas e alimentos com corantes.

Passada a quarentena, após liberação médica, a mulher ganha uma nova aliada na luta contra a balança: a atividade física. Inicialmente, os exercícios devem ser leves, com duração de 30 minutos a 1 hora por dia, duas vezes por semana. A frequência e a intensidade poderão progressivamente ser aumentadas para não prejudicar a produção do leite. Durante essa fase de readaptação, as modalidades mais indicadas são a caminhada, a bicicleta ergométrica, a hidroginástica e até a musculação, sempre com a supervisão de um profissional.

Mais do que nunca esse é um tempo onde a perda de peso só deve ocorrer em paralelo a uma boa alimentação, pois a qualidade nutricional do leite depende da qualidade da alimentação materna. O equilíbrio entre nutrientes e calorias consegue alimentar os dois e permitir a volta ao peso ideal da mãe.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/de-volta-a-forma-apos-o-parto/

Os benefícios da yoga na gestação

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A prática da Yoga durante a gravidez traz inúmeros benefícios para a saúde da nova mamãe, inclusive para a saúde e a mente. Profissionais da área indicam a prática para fortalecer o vínculo e assegurar uma recuperação mais rápida no pós-parto, independente de qual tipo escolhido. Como já falamos vez passada por aqui, a gestante que tem o hábito de praticar exercícios físicos consegue vivenciar uma gravidez com mais tranquilidade e livre dos incômodos causados nesta fase.

Pensando nisso, a ioga é uma ótima oportunidade para as mulheres que buscam relaxar e meditar sobre este momento. Dentre os benefícios mais conhecidos da prática estão o alívio da coluna lombar, uma vez que a barriga da gestante cresce e a coluna se adapta ao aumento do peso. Outro benefício é evitar o inchaço das pernas, também causado pelo volume da barriga da gestante.

Além disso, a ioga favorece a circulação venosa e a circulação linfática, que contribui para diminuir o inchaço dos tornozelos e inchaço geral. Para ajudar você a melhorar a condição de vida durante a gravidez.

Fonte do Site: http://emmafiorezi.com.br/blog/index.php/os-beneficios-da-yoga-na-gestacao/

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Teste de Apgar

Um procedimento que avalia o estado geral do recém-nascido ainda na sala de parto

Você sabe o que é o teste de APGAR? É, basicamente, a primeira prova na vida de seu filho. Mas não espere muito do resultado: raramente alguém tira uma nota perfeita nesse teste.

O teste de APGAR foi desenvolvido em 1952, pela anestesista Virginia Apgar e se tornou uma ferramenta de avaliação da saúde dos recém-nascidos.

É uma avaliação feita imediatamente após o parto e repetida após cinco minutos de vida do bebê. É uma verificação rápida sobre a saúde geral da criança.

Recém-nascido na sala de parto sendo examinado pelo médico - Teste de Apgar - foto: Brian McEntire/ShutterStock.com

O primeiro teste, no primeiro minuto de vida, dará informações ao médico para ele decidir se um tratamento imediato ou futuro será necessário.

Já o teste aos cinco minutos de vida avaliará como o bebê respondeu a qualquer medida tomada.

O teste avalia a cor da pele do bebê, a frequência de batimentos cardíacos, reflexos, tônus muscular e respiração e intensidade do choro. 

As notas dadas são entre zero e dois para cada uma das cinco condições, totalizando 10 pontos.

No teste do primeiro minuto, notas entre sete e dez indicam que o bebê só precisará dos cuidados de rotina normais de pós-parto. Notas entre quatro e seis indicam que um cuidado extra pode ser necessário. Já notas abaixo de quatro pode exigir medidas urgentes para salvar vidas.

No teste do quinto minuto, notas entre sete e dez indicam situação de normalidade. Se a nota for menor que sete, o bebê continuará sendo monitorado e retestado a cada cinco minutos até o vigésimo minuto. Notas abaixo do normal não significam que os bebês terão problemas permanentes.

NOTAS DO CORAÇÃO:

0 – ausência de batimento

1 – Menos de 100 batimentos por minutos 

2 – Mais de 100 batimentos por minuto

NOTAS DA RESPIRAÇÃO:

0 – ausência de respiração

1 – Choro fraco, como um grunhido

2 – Choro forte e bom

NOTA DO TÔNUS MUSCULAR:

0 – mole, fraco

1 – um pouco de flexão com as pernas e braços

2 – Movimentação ativa

NOTA DO REFLEXO:

0 – sem resposta a estimulação a vias aéreas

1 – caretas durantes estimulação

2 – caretas e tosse ou espirro durante estimulação

NOTA DA COR:

0 – O corpo todo do bebê está pálido ou cianótico

1 – Boa cor no corpo e cianose nas mãos ou pés

2 –  Completamente rosa ou boa cor

O índice de APGAR não é o mais recomendado para decidir procedimentos de reanimação na sala de parto. As rotinas preconizadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria e pela Academia Americana de Pediatria são taxativas ao declaras que não se deve usar o índice para decidir condutas. Atualmente, a reanimação em sala de parto deve ser feita antes do primeiro minuto de vida baseada em parâmetros do recém- nascido avaliados imediatamente após o nascimento. 

O índice foi de importância fundamental para o desenvolvimento de técnicas de atendimento ao recém-nascido e ainda é bastante utilizado nas salas de parto mas não tem a mesma relevância que tinha antigamente.

Acesse: http://guiadobebe.uol.com.br/teste-de-apgar/

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Música na gestação

Recado às grávidas: som na caixa! Continuem ouvindo música sem achar que isso possa fazer mal ao seu bebê. Música durante a gestação faz bem para mamãe e ao bebê.

Um estudo realizado em Taiwan, uma República a China, indicou que as gestantes que escutaram trinta minutos de música todos os dias durante duas semanas reduziram, e muito, os sintomas de depressão, estresse e ansiedade em comparação às gestantes que somente fizeram o pré-natal sem a intervenção da música.

O estudo selecionou diferentes tipos de músicas às mamães grávidas: música clássica, sons da natureza, canções infantis chinesas e canções de ninar. Todas elas surtiram efeito altamente positivo, aumentando também a atividade cerebral do bebê e fortalecendo o vínculo com a mãe.

Isso não significa que as mamães brasileiras tenham que começar a escutar música chinesa. Ainda bem! As mamães devem escutar música que as deixe bem, harmonizando o contato com o bebê e que a “desligue” por instantes do mundo.

Faça um teste: repita músicas gostosas de ouvir. Quando o bebê nascer, volte a cantarolar as mesmas canções da fase de gravidez. Seu filho vai ter a sensação de que já ouviu esse som “de algum lugar”. O semblante no rosto pode deixar nítida essa impressão.

Espertinho – O bebê já percebe os sons desde a 20ª e 21ª semana de gestação. Ele já ouve a mamãe conversar e cantar. As mamães podem até perceber se o som agradou ou não seu bebê dependendo se o pequeno ficou mais agitado ou tranqüilo na sua barriga. Lógico que rock pesado não seria o mais aconselhado ao pequeno.

Outros estudam indicam que uma música que a mamãe escute durante a gestação com freqüência e seja prazerosa e agradável faz com que o bebê, mesmo após o nascimento, ao ouvi-la a reconheça e se tranquilize com o som que também já o agrada.

Existem profissionais de musicoterapia que podem ajudar ainda mais as mamães que querem fazer da música sua terapia durante a gestação. Em algumas clínicas de São Paulo, músicos são convidados (apenas voz e violão) enquanto a mamãe faz a ultrassonografia. Pelas imagens, a mãe vê seu filho curtindo as musiquinhas tocadas pelo músico. Bem interessante.

Como já vimos, é uma terapia válida e eficiente tanto para as mamães quanto para os bebês.

Dicas

A música deve agradar a mamãe. Não adianta colocar uma música clássica só porque dizem que é bom. Se a gestante não gosta, não será prazeroso nem benéfico. Pode-se aprender a gostar de estilos musicais diferentes.

Não precisa aumentar demais o som da música achando que o bebê não escutará lá dentro da barriga. O líquido amniótico é um bom condutor de som.

O bebê se sente realmente mais tranquilo quando escuta o som da voz da mamãe que é a primeira a ser reconhecida. Por isso, cante e converse muito com o pequeno dentro da sua barriga e fora também.

Pai tocando violão para sua esposa grávida - foto: Creativa Images/ShutterStock.com

Acesse: http://guiadobebe.uol.com.br/musica-na-gestacao/

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A primeira mamada na cesariana e parto normal

A Organização Mundial da Saúde preconiza que a primeira mamada ocorra logo na primeira hora de vida do bebê

Um estudo realizado pela Universidade Federal Fluminense, Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e Secretaria da Saúde de Queimados (RJ) demonstrou em números o que já se via na prática em maternidades: mulheres que realizam cesariana (parto preferido por muitas mulheres) demoram mais tempo para amamentar seus filhos pela primeira vez.

No parto normal, a demora da primeira mamada é em média 4 horas. Já os bebês nascidos de cesariana demoram cerca de 10 horas para se alimentarem pela primeira vez no peito da mamãe.

Pai ao lado da esposa e seu bebê recém-nascido - foto: Halfpoint/ShutterStock.com

A fonoaudióloga Jamile Elias explica porque a amamentação no parto normal é mais rápida. “É mito dizer que as mamães que fazem cesariana ficam mais cansadas e demoram para se recuperar e poder amamentar. O motivo está na diferença da ação hormonal do organismo das mulheres que realizam parto normal e cesariana”, conta a profissional.

No parto normal, a placenta já está pronta e já está tudo pronto para o bebê nascer. Assim que nasce, todos os hormônios estão em perfeita harmonia e há a descida do leite, facilitando a primeira mamada.

O mesmo não ocorre na cesariana; a placenta pode não estar totalmente madura, desorganizando os hormônios, fazendo com que a descida do leite demore mais, prejudicando a primeira mamada do bebê.

O estudo realizado no RJ apontou ainda que das mamães que realizaram o parto normal, 22,4% amamentaram na primeira hora contra 5,8% das mamães que realizaram cesárea.

Faça pré-natal
Um pré-natal bem feito é condição favorável para que médico e mamãe saibam das condições da gestação.

É fundamental amamentar
Todas as mamães e futuras mamães sabem da importância incontestável da amamentação para seu filho e para a saúde da mãe.

Além de suprir todas as necessidades nutricionais do bebê e o imunizar com anticorpos passados pelo leite materno, o ato de amamentar ajuda a mamãe a recuperar o corpo mais rapidamente, prevenindo alguns tipos de câncer e o vínculo mãe-bebê se torna mais forte.

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