Dieta da Placenta

dieta da placenta

A prática é adotada por algumas mulheres que acabaram de ter filhos gera polemica e ao mesmo tempo interesse. Saiba mais sobre a Placentofagia!

O tema ganhou destaque mundial quando a socialite americana Kim Kardashian anunciou que comeria a própria placenta depois de ter o seu segundo filho. Após isso, outras atrizes como Holly Madison, January Jones, Mayim Bialik e a apresentadora Bela Gil fizeram o mesmo. Essas mulheres aderiam, na verdade, à placentofagia, termo dado à pratica de ingerir a placenta, que tem se tornando cada vez mais comum.

A placenta é um agrupamento de casos sanguíneos que une o feto à parede do útero materno, permitindo a passagem de materiais nutritivo e oxigênio para o sangue do feto e a eliminação de resíduos de seu metabolismo. Além disso, ela também desempenha um papel importante na produção de hormônios como progesterona, gonadotrofina coriônica (hCG), hormônio lactogênio placentário e estrogênio.

O habito teria com base a crença de que a placenta concentre, mesmo após o parto, uma grande quantidade de nutrientes e hormônios benéficos para a saúde da mãe. Entre os benefícios estariam: aumento da energia e disposição após o parto, melhora na produção de leite e na aparência da pele, unha e cabelo, e ainda contribuiria para a prevenção da depressão pós parto.

Consumo

O consumo da placenta pode ser feito de diversas formas como em cápsulas, vitaminas, crua, cozida. Porém, empresas especializadas também oferecem em forma de essência, tinturas, cremes e pomadas. As mães  interessadas em fazer esses produtos podem entrar em contato com uma empresa para que suas placentas possam ser manipuladas para poderem ser consumidas ou usadas.

Fonte da Imagem: http://www.birthability.co.uk

Como surgiu

O médico britânico Simeons fez uma pesquisa durante 40 anos descobrindo que o hormônio HCG ajuda na perda de peso com saúde. Porém, recentemente, pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, revisaram 10 estudos publicados entre 1950 e 2014 sobre placentofagia e nenhum deles apresentou evidencias cientificas consistentes sobre os benefícios da prática.

Fonte: Revista Babies – Por Marina Woj

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A chegada do bebê ao mundo

Estar bem informada e conhecer o próprio corpo ajuda a diminuir o medo do parto

Como o próprio nome já diz, o parto é uma condição fisiológica e por mais que você tenha medo, seu corpo está naturalmente preparado para essa experiência. Se a gravidez transcorre normalmente quando a mulher começa a entrar em trabalho de parto, seu útero se contrai e a dilatação é boa, é claro que as chances de acontecer algo errado tanto para a mãe como para a criança é mínima. E, em muito pouco tempo, mãe e filho estão juntos.

Existe uma razão fundamental para que se busque durante toda a gestação essa forma de nascimento que seria o relacionamento entre mãe e filho desde o primeiro momento. No parto espontâneo, a mãe ajuda seu filho a nascer, o dois se esforçam juntos. É gratificante para os dois e principalmente para o bebê que, provavelmente, não guardará nenhuma imagem traumática ou sensações desagradáveis deste momento que possa ficar marcado no seu subconsciente. Por isso é indispensável durante a gestação ter uma assistência médica correta que possa corrigir desde o começo qualquer anomalia que surja na gravidez para evitar que o problema a conduza a um parto perigoso.

Mas a natureza nos prega algumas peças. Nem sempre aquela mãe que se preparou durante uma gestação para o parto normal consegue chegar a ele por motivos que fogem ao seu controle e do seu médico. Alguns problemas podem surgir na hora do nascimento e ai entram em cena as conquistas da medicina. Mas infelizmente, algumas mães consideram a cesárea por medo da dor ou em busca de um processo mais rápido e seguro. E com isso, já alguns anos o Brasil continua sendo o campeão mundial de cesáreas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 52% das futuras mamães optam pela cesariana no país, sendo que 82% são realizados na rede privada e 37% na rede pública – claro que alguns desses casos acontecem por ordem médica. Porém, para a surpresa de muitos, a cesárea não é, nunca foi nem nunca será uma opção mais segura do que o parto normal e quando não há indicação médica pode provocar riscos desnecessários tanto à saúde da mulher como do bebê.

O mais adequado é buscar todos os tipos de informações sobre as opções de parto. Converse com outras mães, com seu médico, pesquise sobre parto normal, cesárea e partos sem intervenções médicas para depois poder escolher o que é melhor para você e para o seu bebê. Enfim, abra a mente para todas as opções, conheça-as e respeite-as!

Fonte: Mariana Woj

Fotos: Banco de Imagem

Por que usar a cinta Pós Parto

A cinta pós-parto é recomendada pois ajuda a reorganizar os órgãos da mulher em seu devido lugar, a diminuir o inchaço, dando mais segurança para a mulher se mexer, tossir ou dirigir, principalmente depois de uma cesárea, conferindo uma melhor silhueta do corpo.

É muito importante a mulher conversar com o médico antes de usar qualquer cinta ou faixa pós-parto e, decidir a sua necessidade.

No entanto, não é recomendado o uso constante, nem prolongado da cinta porque ela pode dificultar os movimentos dos músculos abdominais e perturbar o fluxo sanguíneo, como acontece durante a prática de exercício físico.

Modelos de cinta pós-parto

Antes de escolher qual cinta comprar é aconselhado vestir modelos diferentes para saber qual a mais confortável para cada caso. Geralmente as mais confortáveis são aquelas que permitem ir soltando a cinta por partes, para não precisar tirar tudo sempre, o que facilita muito nas idas ao banheiro.

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Cinta sem pernas de cintura altacinta-modeladora-de-borracha-bege-0001787-2Cinta Modeladora Emborrachada

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Cinta com Busto para Amamentação

Quando usar a cinta pós-parto

É aconselhado usar a cinta pós-parto logo depois do nascimento do bebê, ainda no hospital. Normalmente quando a mulher se sente estabilizada e tem condições de ficar de pé sozinha, já pode tomar banho e logo depois vestir a cinta. 

A cinta deve ser usada durante todo o dia e durante toda a noite, sendo retirada somente para tomar banho e para praticar exercício físico, por exemplo. 

Benefícios de usar cinta pós-parto

Não é obrigatório o uso da cinta, mas ela pode ajudar a segurar a barriga e ainda:

  • Contribui para o retorno do útero para sua posição fisiológica, já que ele ainda encontra-se muito grande mesmo depois do parto;
  • Ajuda a evitar a dor na coluna que geralmente acontece porque os músculos abdominais estão muito enfraquecidos;
  • Deixa a silhueta da mulher mais bonita, contribuindo para sua auto-estima e bem-estar;
  • Evita a formação do seroma, que pode acontecer nas mulheres que fizeram cesariana, mas em todo caso ela também é recomendada para quem teve um parto normal.

Que tamanho usar 

O tamanho a usar a cinta varia de acordo com a estrutura física da mulher. No entanto, é importante que ela seja confortável e que não aperte muito a barriga.

Fonte do Site: https://www.tuasaude.com/cinta-modeladora-pos-parto/

3 Sinais de trabalho de parto

Os principais sinais de trabalho de parto normal acontecem após as 37 semanas de gestação e incluem as contrações uterinas que aumentam de intensidade e frequência e o rompimento da “bolsa da água”.

Os sinais de trabalho de parto prematuro, que podem ocorrer entre as 20 e 37 semanas de gestação começam normalmente com as contrações ritmadas e dolorosas e, neste caso, a mulher deve informar o seu médico e ir imediatamente ao hospital.

3 Sinais de trabalho de parto

As contrações uterinas ritmadas são o sinal mais importante de que o trabalho realmente começou, enquanto o rompimento da bolsa, a perda do rolhão mucoso e a dilatação do colo do útero são sinais de que a gravidez está chegando ao fim, indicando que o trabalho de parto pode começar dentro de algumas horas ou poucos dias.

1. Cólica forte – contrações

Estas contrações são ritmadas e surgem acompanhadas de dor. Inicialmente, surgem em tempos espaçados e vão diminuindo seu intervalo com o passar do tempo, tornando-se cada vez mais dolorosas e intensas. 

Algumas plantas medicinais como a Erva-de-são-cristóvão quando tomadas sob orientação médica podem ajudar a facilitar o trabalho de parto.

2. Rompimento da bolsa

A gestante poderá observar que a bolsa rompeu quando vai ao banheiro e nota a saída de um líquido semelhante a urina, porém mais claro e turvo, que pode conter alguns traços esbranquiçados e que ela não consegue controlar.

3. Perda do rolhão mucoso

Após ir ao banheiro e limpar-se, a grávida poderá observar a presença de uma secreção amarronzada com vestígios de sangue que servia para proteger o colo do útero. A sua perda pode indicar que o trabalho de parto está iniciando nesse exato momento, no entanto ele ainda poderá demorar mais alguns dias para acontecer; 

Além disso, outro indicador de que o bebê vai nascer logo é a dilatação do colo do útero, que aumenta à medida que o trabalho de parto se desenvolve, mas que só pode ser observada pelo obstetra ou parteira através do exame de “toque”.

No caso de primeiro filho, o tempo de trabalho de parto normal varia entre 8 a 24 horas, mas este tempo diminui a cada gravidez.

Estou em trabalho de parto! E agora?

Ao identificar que está em trabalho de parto, deve-se levar em consideração alguns fatores como:

  • Se está marcada a cesária:

Quando a grávida deseja fazer uma cesária, mas entrou em trabalho de parto antes da data prevista para a cirurgia, deverá informar o médico imediatamente enquanto se desloca para o hospital.

  • Se deseja um parto normal:

​​Quando a grávida deseja um parto normal e descobre que entrou em trabalho de parto, deverá ficar calma e ver no relógio de quanto em quanto tempo vêm as contrações.

No início do trabalho de parto a grávida pode continuar fazendo suas atividades diárias. Especialmente quando é o nascimento do primeiro filho, porque neste caso o trabalho de parto leva muitas horas. 

Durante o trabalho de parto a dor deverá ir aumentando aos poucos, mas quanto mais calma e relaxada a mulher estiver, melhor será o andamento do trabalho de parto. Não há necessidade de ir para o hospital logo que sinta a primeira contração porque o trabalho de parto ocorre em 3 fases, que incluem a dilatação, que é a fase mais demorada, fase ativa, que é o nascimento do bebê e a fase da saída da placenta. Saiba mais detalhes sobre cada fase em: Fases do Trabalho de Parto.

Se a bolsa ainda não estiver rompido, o que se pode fazer para aliviar a dor das contrações é tomar um banho morno, entrar numa banheira devidamente limpa ou numa pequena piscina porque a água quente relaxa, favorecendo a dilatação. 

Deve-se ir para o hospital quando as contrações ficam muito fortes e vêm a cada 5 minutos, no entanto é importante ter em conta o trânsito e a distância para o hospital, podendo ser necessário se preparar para sair enquanto as contrações estiverem a cada 15 minutos.

Fonte do Site: https://www.tuasaude.com/sinais-do-trabalho-de-parto/

Os cuidados da atividade física na gestação gemelar

A notícia de uma gravidez gemelar muda não só a forma como você gerencia o pré-natal, como também muda sua rotina de exercícios

atividade física na gestação gemelar - Foto: yanalya / Freepik

Sabe-se que durante a gravidez, a prática de atividade física é recomendada por gerar diversos benefícios para a mãe e para o bebê, mas será que a mesma recomendação é válida no caso de uma gravidez de gêmeos?

Segundo o obstetra Dr. Wagner Hernandez, especialista em gestação múltipla, em uma gravidez gemelar saudável a prática de atividade física é recomendada, mas sempre com cautela. A gestação gemelar sobrecarrega intensamente o organismo da mulher, tanto pelo peso, como pela maior demanda do sistema cardiovascular. Estar bem condicionada fisicamente, permite que a grávida de gêmeos consiga estar mais disposta, diminui a incidência de dores nas costas, ajuda no controle de peso, repercute em menores casos de incontinência urinária, além de diminuir a chance de desenvolver diabetes gestacional e pré-eclampsia. O obstetra ainda orienta que as atividades tenham baixo impacto, como os exercícios feitos na água, yoga, pilates e caminhada, o que reduz a sobrecarga articular.

Exercícios que envolvam ativação dos músculos abdominais e do assoalho pélvico (períneo) devem ser incentivados, porém é importante que sejam bem orientados por um profissional fisioterapeuta ou educador físico, que tenha conhecimento das alterações fisiológicas e biomecânicas sofridas durante a gestação. Quando realizado de forma incorreta, os exercícios podem trazer graves problemas, tanto para mãe quanto para os bebês. 

Para que a gestante não ameace sua saúde, o Dr. Wagner ressalta que os exercícios devem ser feitos com o consentimento e orientação do obstetra, que checará se não existem riscos adicionais. As complicações mais frequentes como o ganho de peso dos bebês abaixo do esperado, colo uterino curto, placenta baixa podem se agravar com a atividade física e nestes casos estarão contra-indicados a partir de seus diagnósticos. ”

Fonte do Site: http://www.guiadobebe.com.br/os-cuidados-da-atividade-fisica-na-gestacao-gemelar/

As mudanças do seu corpo da gestante

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Conforme a gestação progride, você passa por mudanças físicas, incluindo dores nas costas, ganho de peso e retenção de líquidos. Sintomas como esses, apesar de desconfortáveis, são normais, e muitas vezes vão embora depois do parto ou com a evolução da gravidez.

Enquanto isso, existem algumas formas de lidar com esses sintomas para que você se sinta melhor durante e depois da gestação.

Ganho de peso

Tente ter em mente que o peso extra é importante para uma gestação saudável e que, eventualmente, será perdido depois de o bebê nascer. Concentre-se em:

  • Fazer refeições saudáveis.
  • Cortar as besteiras e guloseimas.
  • Exercitar-se regularmente (depois de consultar seu médico).

Dor nas costas

Caso tenha dor nas costas, experimente os métodos abaixo para reduzir o desconforto e conseguir dormir bem (com a supervisão do seu médico):

  • Alongamento simples ou ioga para reforçar e alongar os músculos das costas e pernas.
  • Dar a si mesma o luxo de uma massagem para relaxar e soltar os músculos tensos.
  • Tentar dormir de lado, com um travesseiro entre os joelhos dobrados, para dar apoio à lombar.

Tornozelos e pés inchados

Pelo fato de o seu corpo reter mais líquidos durante a gestação, você pode ficar com as pernas, tornozelos e/ou pés inchados (edema), principalmente durante o terceiro trimestre. Para aliviar essa condição:

  • Fique com os pés para cima o máximo que conseguir.
  • Use sapatos confortáveis.
  • Evite se sentar ou ficar de pé por longos períodos.

OBS.: Ligue para o seu médico caso note inchaço repentino nas mãos e rosto. Isso pode sinalizar uma condição perigosa da gestação, chamada pré-eclâmpsia.

Coceira na pele

Não é incomum sentir coceira quando a pele da sua barriga e seios começar a se expandir. Algumas mulheres também reparam que as palmas das mãos e solas dos pés ficam avermelhadas. Além disso, você pode perceber que algumas situações que fazem a pele coçar (como ressecamento, eczema e alergias a alimentos) podem se agravar ainda mais quando você está grávida.

Para reduzir o desconforto, evite tomar banhos muito quentes, utilize sabonete suave e hidratante, sempre que precisar.

Coceira intensa

Coceiras severas durante o segundo ou, mais comumente, terceiro trimestre podem ser um sinal de colestase intra-hepática da gestação, um problema de fígado que afeta até 2% das gestantes e pode significar um perigo ao seu bebê. Entre em contato com seu médico imediatamente, caso acredite ter colestase. Se tiver, ele recomendará os exames indicados para você e o bebê.

Quando consultar o médico: ligue para seu obstetra quando sentir coceira intensa e persistente.

Estrias

Nem todas as mulheres têm estrias. Pelo fato de aparecerem em áreas onde a pele se esticou rapidamente por você ter engordado, o risco pode ser reduzido ao ganhar peso gradualmente, não excedendo a recomendação para o seu biotipo físico.

Caso ganhe estrias, há algumas opções para minimizar a aparência. Algumas pesquisas demonstram que loções tópicas, como o creme de tretinoína, podem ajudar. Entretanto, devem ser aplicadas logo depois do parto (observação: alguns tratamentos tópicos não são seguros para serem utilizados enquanto você está grávida e/ou amamentando. Por isso, consulte o seu médico).

Unhas crescendo mais rápido

Em algum momento, em torno do quarto mês, suas unhas começarão a crescer mais rápido do que o normal. Elas também podem começar a ficar mais amolecidas ou frágeis e desenvolver pequenas ranhuras. Mas devem voltar ao normal dentro de alguns meses.

Mudanças animadoras no corpo

Enquanto a gestação traz muitos desafios fisicamente, há algumas mudanças no seu corpo que você desejaria que durassem mais:

  • Um cabelo mais bonito.
  • Como dizem, você ficará “radiante”.
  • Seios mais fartos.

Fonte do Site: https://www.johnsonsbaby.com.br/preparando-se-para-o-bebe/mudancas-no-corpo-durante-gravidez

Azia na gravidez

Mulher na cama elevada para evitar azia

A azia é uma sensação de queimação que, às vezes, parte da garganta e vai até a boca do estômago. 

Ela aparece na gravidez por causa das mudanças físicas e hormonais que estão acontecendo no seu corpo.

Você pode sentir um gosto amargo ou ácido na boca ou na garganta, e dor na boca do estômago. A azia em geral não faz mal para você nem para o bebê, mas é muito desconfortável.

Por que posso ter mais azia durante a gravidez?

Durante a gravidez, a placenta produz o hormônio progesterona, que relaxa os músculos do útero. 

Esse mesmo hormônio também relaxa a válvula que separa o esôfago do estômago, e os ácidos gástricos que participam da digestão acabam subindo pelo esôfago, causando a sensação desconfortável de azia. É o famoso refluxo gastro-esofágico.

A progesterona também diminui o ritmo das contrações naturais do estômago, deixando a digestão em geral mais lenta.

Mais para o fim da gravidez, a cavidade abdominal fica apertada porque o bebê está crescendo, e falta espaço para os órgãos. Seu estômago e intestino são empurrados, o que reduz o ritmo da digestão. Os ácidos gástricos acabam sendo levados para o esôfago.

Em que momento da gestação a azia vai melhorar?

Boa parte das mulheres começa a sentir azia e a sofrer de má digestão na segunda metade da gravidez, embora ela possa aparecer antes. Infelizmente, a azia é um mal que costuma ir e vir ao longo da gestação, e que só vai embora de vez depois que o bebê nasce.

Há alguma coisa que eu possa fazer contra a azia na gravidez?

Sim. Talvez você não consiga acabar de vez com a azia, mas pode ajudar a reduzi-la bastante, com as seguintes medidas:

  • Evite pratos pesados ou gordurosos: frituras, chocolate, frutas cítricas, sucos, bebidas alcoólicas e café e alimentos processados, especialmente à noite, perto da hora de dormir. Observe seu corpo: às vezes o que dá azia para uma pessoa não dá para outra.
  • Faça refeições pequenas e frequentes, para evitar o acúmulo de acidez no estômago. Ponha pouca comida de cada vez na boca e mastigue bem.
  • Não beba muito líquido durante as refeições, para tentar evitar que seu estômago fique muito distendido. (Mas não esqueça que é importante beber bastante água durante a gravidez — faça isso no intervalo entre as refeições.)
  • Experimente mascar chiclete depois de comer. O chiclete estimula as glândulas salivares, e a saliva pode ajudar a neutralizar o ácido.
  • Se você fuma, tente parar.O fumo favorece a azia, além de fazer mal ao bebê.
  • Depois de comer, fique sem se deitar por pelo menos uma hora. Caso sua azia piore à noite, experimente não comer nem nada três horas antes de ir para a cama — claro que sem descuidar da sua nutrição.
  • Durma numa posição semi-sentada. Monte um encosto na cama com vários travesseiros, ou use travesseiros anti-refluxo, que formam uma “rampa” na cama, mantendo sua cabeça elevada. A gravidade ajuda a manter os ácidos no estômago que é o lugar deles, o que colabora para uma boa digestão.
  • Não use roupas apertadas na área da barriga ou do estômago.
  • Fale com o médico. Um antiácido pode aliviar o desconforto, mas alguns tipos não são recomendados para grávidas. Se você estiver tomando suplemento de ferro, não tome no mesmo horário do antiácido, porque a absorção de ferro pode ser prejudicada. Em casos mais intensos de azia e refluxo, o médico pode receitar medicamentos específicos.

Há risco de a azia ser alguma outra coisa durante a gravidez?

A azia é muito comum na gravidez, mas, se vier acompanhada de dor e outros sintomas, pode indicar outro problema. 

  • A azia normalmente dá uma dor no centro do peito que vai até a garganta. Se sua dor for abaixo das costelas, pode ser sinal de pré-eclâmpsia. Em caso de dúvida, sempre fale com o médico.
  • Se a dor for do lado direito, no alto da sua barriga, e você estiver com enjoo, pode ser indicação de um problema no fígado que acontece na gravidez. Procure o médico.
  • Você pode ter um problema digestivo, como gastrite ou úlcera ou pedra na vesícula, independentemente da gravidez.

Se você estiver com dificuldade de se alimentar, perdendo peso, com uma tosse persistente ou muito preocupada com seus sintomas, não deixe de buscar atendimento médico. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a1500486/azia-na-gravidez

As posições para a gestante dormir

No geral, não há perigo em nenhuma posição. O importante é a gestante buscar a sua preferida e procurar, apesar do desconforto natural do final da gestação, ter uma boa noite de sono

Normalmente, até o quinto mês de gestação, as mulheres não têm dificuldade em achar uma posição confortável para dormir. Com a barriga ainda pequena, até mesmo a posição de bruços é possível, sem nenhum risco de apertar o bebê ou causar desconforto.

O problema começa a aparecer depois do sexto mês de gestação, quando a barriga já está bem grandinha. Nessa fase, o mais indicado é dormir virada para o lado esquerdo, o lado do coração. Isso porque essa posição favorece a circulação sanguínea e, consequentemente, o sangue flui melhor pelo cordão umbilical, enviando mais oxigênio e nutrientes para o bebê.

Conforme a gravidez avança e o bebê cresce, a posição de barriga para cima pode ser muito desconfortável para a gestante. Com o peso do útero, a veia cava fica comprimida causando mal estar e falta de ar. Mas basta mudar de posição e esses sintomas desaparecem.

Resultado de imagem para posição para dormir na gravidez

Dormir virada para o lado direito pode dificultar um pouco a circulação do sangue deixando o bebê mais agitado, mas não oferece nenhum risco, além do desconforto momentâneo. Se a gestante acordar no meio da noite e perceber que está de bruços (de barriga para baixo), apesar do tamanho da barriga, também não há com que se preocupar, pois o bebê está bem protegido dentro do útero.

Uma posição para dormir no final da gravidez

O final da gestação é marcado pelas constantes azias, falta de ar e congestão nasal. Para aliviar esses sintomas e ter uma noite de sono com mais conforto, uma boa dica é dormir ligeiramente sentada, usando muitos travesseiros para elevar a cabeça. Os travesseiros também podem ser um bom aliado para evitar dores nas costas. A dica é colocar um no meio das pernas ao deitar de lado, o que deixa a coluna mais reta. Também vale colocar um no meio da barriga, outro para abraçar. Teste diversos tamanhos e formatos e veja o que melhor se encaixa no seu corpo.

O importante é a gestante buscar a sua posição preferida e tentar, apesar do desconforto natural do final da gestação, ter uma boa noite de sono.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/as-posicoes-para-a-gestante-dormir/

Acupuntura sem agulhas ajuda o bebê a se posicionar de forma correta no útero materno

Moxabustão ou apenas Moxa é uma técnica que utiliza apenas calor com os mesmos benefícios das agulhadas

O bebê costuma se posicionar de cabeça para baixo posição cefálica entre as 32ª e 34ª semanas da gestação. Porém, existem casos em que ele não se posiciona corretamente, mantendo-se sentado  posição pélvica, dificultando ou impossibilitando o parto normal, uma preocupação para a gestante e equipe médica. Nesse caso, o que fazer?

Durante muito tempo, se temeu fazer acupuntura em mulheres grávidas por conta das agulhas. Existia um tabu em relação à técnica, gerado pela falta de informação. Hoje a realidade é bem diferente, este tipo de terapia e seus efeitos positivos estão cada vez mais acessíveis ao público, com comprovação científica e clínica em todo o mundo.

Segundo Alessandra Sônego, fisioterapeuta e acupunturista especializada em Saúde da Mulher pelo HC-FMUSP, para ajudar o bebê a virar, a acupuntura dispõe de uma técnica chamada Moxabustão ou apenas Moxa, que segue os mesmos princípios das agulhas, mas não as utiliza.

“Essa técnica não faz uso de agulhas e, sim, de um bastão da erva Artemisia vulgaris, compactada, que é queimada e transfere o calor acima de um ponto específico de acupuntura. A combustão da Artemísia tem a propriedade de aquecer profundamente, estimulando, removendo e desobstruindo os bloqueios e restabelecendo o fluxo saudável, segura para a gestante e para o bebê. Com essa estimulação, ele é encaminhando para a posição cefálica e para um parto normal”, explica.

O tratamento visa resultados rápidos, se realizado de duas a três vezes por semana, em pontos específicos, localizados principalmente nos pés (B67), pernas e na região da cabeça, para potencializar o resultado.

Ainda, segundo a especialista, o bastão da Moxabustão pode ser encontrado facilmente na internet, e infelizmente se for usado de forma incorreta, a terapia pode ter efeitos negativos. “Por exemplo, o bebê pode se mover ainda que o esperado na região pélvica e se manter em uma posição inadequada para o parto normal. Por isso, procure sempre um profissional capacitado para a realização de qualquer técnica ou tratamento de saúde”, defende Alessandra.

Alessandra Sônego é fisioterapeuta e acupunturista da clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, atuante na área de reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia. Especialista em acupuntura e Medicina Tradicional Chinesa pela FACEI (2011).

Site: www.athalifisioterapia.com

Som do útero materno para acalmar o bebê

Entenda como o som do útero materno pode contribuir com o sono do recém-nascido

Sabia que o som do útero materno pode ajudar o bebê a dormir? A alegria que o nascimento de um bebê traz para a família é imensurável, mas os primeiros dias do recém-nascido em casa também são para que os pais se adaptem a nova vida, conheçam o bebê e aprendam a integrar as necessidades do filho à rotina da casa.

Além da amamentação e troca de fraldas, uma das questões que mais preocupam os pais é com relação ao sono do bebê. É importante lembrar que, para o recém-nascido, o ambiente externo é um habitat totalmente novo, no qual ele ainda se adaptando e conhecendo aos poucos; por isso, é comum que os bebês sintam dificuldades para adormecer, além de outros fatores que também influenciam essa dificuldade, como as cólicas.

O ideal é fazer com que o bebê fique o mais calmo e relaxado possível e, para isso, os pais geralmente tentam a todo custo manter o silencio na casa, para criar um ambiente acolhedor.

som utero materno

Acontece que o bebê, durante toda a sua gestação, se desenvolveu em meio ao som do útero, ou seja, o silêncio para ele também é uma novidade. (Healthline)

Som do útero usado para acalmar o bebê

O corpo da gestante está em constante movimento, e os sons das batidas do coração da mãe, do fluxo sanguíneo e do estômago chegam ao útero, o que faz com que o bebê se acostume a ficar nesse meio e, mais importante que isso, sinta-se protegido e tranquilo junto de sua mãe.

Esses sons produzidos pelo corpo são chamados de white noise (barulho branco). Por isso, muitos pais têm utilizado aplicativos e aparelhos que reproduzem o som do útero, barulho que se assemelha ao som de um aspirador de pó ou liquidificador, porém mais baixo e constante.

Ao ouvir esse som, o bebê se recorda do útero da mãe e, muitas vezes, se acalma e adormece. 

Aparelho que reproduz som do útero

É possível encontrar para compra aparelhos que reproduzem o som do útero materno, como se fossem rádios para bebês. Além desses, algumas empresas já integram o som a outros produtos para bebês, como cadeiras, ninhos e até bonecas e bichinhos de pelúcia, que podem ficar com a criança dentro do berço.  Além desses aparelhos exclusivos, são facilmente encontrados na internet aplicativos e vídeos que reproduzem o som, muitos gratuitos, para que sejam baixados em celulares, tablets e computadores.

Som do útero da mãe pode fazer mal?

Apesar da criança estar habituada aos sons do útero, é importante que os pais não coloquem os aparelhos muito próximos a criança e nem deixem o volume alto, pois, nesse caso, o som pode ser prejudicial para a audição do bebê, o que pode se tornar um problema irreversível no futuro. Esse recurso deve ser utilizado pontualmente, na hora de dormir ou quando o bebê estiver chorando ou agitado, mas desligado após ele se acalmar e adormecer.

Som do útero materno- vídeos

Existem uma série de vídeos onde pode ser encontrada a simulação do som do útero materno, alguns para baixar, outros que podem ser reproduzidos online. 

Fonte do Site: https://www.gestacaobebe.com.br/som-do-utero-materno/