Pediatras dizem NÃO ao suco de frutas no primeiro ano da criança

As novas recomendações podem surpreender os pais que pensavam que o suco de fruta é 100 por cento saudável para bebês ou nutricionalmente equivalente ao próprio fruto

Não há uma ligação convincente entre a obesidade e as crianças que bebem quantidades modestas de suco de frutas. Ainda assim, as novas diretrizes defendem que o suco não tem papel essencial em dietas saudáveis ​​e equilibradas de crianças. 

Há algum tempo, os pediatras estão aconselhando os pais a deixarem de oferecer suco de frutas para as crianças no primeiro ano de vida, dizendo que a bebida não é tão saudável, quanto muitos pais pensam.

“Antes, a Academia Americana de Pediatria recomendava que os pais evitassem 100 por cento o suco de frutas para bebês menores de 6 meses. Mas neste ano, a entidade endureceu sua posição contra o suco, recomendando que a bebida seja banida inteiramente da dieta de um bebê durante o primeiro ano. A preocupação é que o suco não oferece benefícios nutricionais no início da vida e pode tomar o lugar de alimentos que os bebês realmente precisam: leite materno (ou fórmula) e suas proteínas, gorduras e minerais, como o cálcio, defendem os pediatras americanos”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski.

Esta é a primeira vez que a entidade atualiza suas diretrizes sobre o suco de frutas desde 2001.

Pais pensam que seus bebês precisam de sucos de frutas

As novas recomendações podem surpreender os pais que pensavam que o suco de fruta é 100 por cento saudável para bebês ou nutricionalmente equivalente ao próprio fruto. Mas a fruta inteira tipicamente tem mais fibra do que o suco de frutas e é menos provável que cause deterioração dentária. A fruta, in natura, promove a ingestão de menos açúcar puro. Queremos que as crianças aprendam a comer alimentos frescos. Então, se considerarmos que o suco de frutas é igual à fruta, não estamos tendo uma compreensão correta das informações nutricionais.

Na verdade, há quem defenda que o suco de fruta deva ser oferecido apenas em ocasiões especiais, especialmente para crianças com alto risco de cárie dentária. Em termos de açúcar e calorias, o suco comprado nas lojas é semelhante ao refrigerante.

“As novas diretrizes, publicadas online na revista Pediatrics, também recomendou restringir o suco de frutas a 120 ml diariamente para crianças de 1 a 3 anos e 180 ml por dia para crianças de 4 a 6 anos. As diretrizes de 2001 deram aos pais mais espaço para decidir se 120 ou 180 ml  diários eram apropriados para crianças em idade pré-escolar. Em contrapartida, o conselho para crianças de 4 a 6 anos permaneceu o mesmo”, destaca o pediatra. O último relatório limitou a ingestão diária máxima para crianças mais velhas, de 6 a 18 anos. A recomendação antiga era de 354 ml; agora apenas 240 ml são aconselhados.

Não há uma ligação convincente entre a obesidade e as crianças que bebem quantidades modestas de suco de frutas. Ainda assim, as novas diretrizes defendem que o suco não tem papel essencial em dietas saudáveis ​​e equilibradas de crianças. Outra preocupação, apontada no documento, é que o suco pode ser um tipo de porta de entrada para o consumo de outras bebidas açucaradas. Há estudos que mostram que os bebês que bebem mais suco são mais propensos a beber refrigerantes e bebidas contendo açúcar.

“Assim, a recomendação é para o consumo de frutas frescas, in natura e o consumo de água para hidratação, criando um hábito saudável desde cedo”, destaca o pediatra.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/pediatras-dizem-nao-ao-suco-de-frutas-no-primeiro-ano-da-crianca/

A criança de dois anos

A partir dos dois anos, tem início uma grande transformação no comportamento da criança. É uma fase cujo pico ocorre entre 3 e 4 anos, declinando gradualmente

Em primeiro lugar, os pais devem saber que seu “bebê” deixou de sê-lo e se tornou uma criança. Não se trata apenas de nova nomenclatura. Há de se mudar o jeito de tratar o filho, pois ele já está pronto para algumas novidades na relação familiar.

Nessa idade, a criança começa a distinguir o “certo” do “errado”, não só pelas atitudes em si, mas também pelo olhar crítico dos pais ou mudança de postura deles. Assim, pode-se dizer que ela tem percepção que certas ações terão determinadas consequências, tanto para as aceitáveis como não aceitáveis.

Por este motivo, é muito importante elogiá-la quando fizer algo esperado, construtivo e orientá-la quando for o contrário. São estas medidas que a ajudam a manter ou deixar certos comportamentos e atitudes.

Interessante ressaltar que apesar de adquirir essa consciência, é justamente quando estiver mais próxima dos três anos que começa a tentar violar as regras sociais e familiares. Muitas vezes o faz apenas por diversão, esperando arrancar risos dos adultos e irmãos. Assim, pode jogar o prato de comida no chão ou os talheres utilizados quando estiver satisfeita, rir dos erros de outras pessoas, desobedecer ordens.

Nessa fase, é capaz de formar frases curtas como: eu subo, eu faço. Tem noção que pode influenciar outras pessoas e também de que adquiriu novas capacidades, dentre elas, saber nomear objetos corretamente, bem como, o tipo de roupa que se usa para dormir, brincar ou passear.

Adora dirigir o comportamento dos outros, determinando, numa brincadeira, quem faz qual personagem ou quem usa qual brinquedo, justamente por ter o senso de influência.

Se vê uma pessoa ou criança em sofrimento, fica preocupada e pode se aproximar para lhe oferecer carinho e conforto. É uma busca dentre suas próprias vivências emocionais, quando também foi amparada e protegida.

Criança de 2 anos com fone de ouvido - foto: Iakov Filimonov/ShutterStock.com

Pode se tornar mais possessiva em relação aos seus brinquedos, exercendo controle sobre eles, ou seja, ela decide se outra criança pode ou não mexer em suas coisas.

Tem início a fase do “não”, o que não significa que não queira de fato, apenas diz não para quase tudo, numa tentativa de autonomia e desprendimento, rumo à independência. É o desejo crescente de controlar seu próprio mundo e de se sentir poderosa. Aos poucos, vai abandonando esse comportamento, principalmente ao perceber que não é necessário para se autoafirmar.

Os pais se assustam com tanta mudança, afinal até recentemente seu filho era um bebê tão fácil de lidar, obediente e dócil.

É comum a criança dessa idade querer escolher o que vestir. Para evitar estresse desnecessário, separe duas ou três peças de roupas adequadas ao clima e passeio, coloque-as sobre a cama e peça para decidir dentre elas. A criança se sentirá fortalecida, respeitada e aceita.

O maior desgaste emocional entre pais e filho se dá fundamentalmente pelo fato de alguns não aceitarem que ele cresceu, tem vontade própria e desejam continuar a tratá-lo como bebê completamente dependente, não permitindo que exerçam sua individualidade e autonomia. Ou seja, ao invés de oferecer opções adequadas, decidem por ele o que deverá usar ou fazer.

Apesar de crítica, é uma fase de desenvolvimento saudável e normal e que necessita de muita compreensão e paciência.

Para não tolher a luta incessante pela independência, os pais devem ser mais flexíveis, negociando com a criança o que pode ser alterado, porém as regras e limites básicos terão que ser mantidos e respeitados sempre, com consistência e de comum acordo entre os responsáveis.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/a-crianca-de-dois-anos/

Tem problema dar mel para o bebê?

Resultado de imagem para mel

O problema de dar mel ao bebê é que pode haver esporos da bactéria Clostridium botulinum, que provoca o botulismo. Não importa a marca ou a procedência do mel, o perigo sempre existe. 

Como o sistema imunológico dos bebês ainda não está maduro, eles podem pegar uma forma da doença chamada botulismo infantil. Bebês de até 6 meses são especialmente vulneráveis, mas os médicos recomendam que se espere até a criança ter pelo menos 1 ano para dar mel.

Por isso, mesmo que o bebê esteja resfriado, com tosse ou com prisão de ventre e você tenha ouvido falar que mel faz bem, não dê nem um pouquinho à criança se ela tiver menos que 1 ano.

Os esporos do botulismo são muito resistentes e podem sobreviver até à pasteurização e a altas temperaturas. O xarope de milho também pode conter o esporo.

Os sintomas do botulismo surgem entre 8 e 36 horas depois da ingestão do alimento contaminado. Entre os sintomas estão prisão de ventre, falta de apetite e falta de energia. A doença é muito rara, mas, se você desconfiar que algo está errado com seu filho, procure atendimento médico na hora.

Depois de 1 ano, você pode dar mel, mas cuidado para não abusar. Por ser um alimento extremamente doce, ele pode acostumar mal o bebê, e pode prejudicar os dentes. Prefira oferecer alimentos naturalmente doces como sobremesa (frutas, abóbora, cenoura, por exemplo), e depois limpe bem a gengiva e os dentinhos do bebê. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x3300025/tem-problema-dar-mel-para-o-beb%C3%AA

Seis mitos sobre o envelhecimento

Gerontóloga fala sobre as principais crenças populares sobre a terceira idade e alerta para os cuidados com a saúde nessa faixa etária

Não adianta negar: todo mundo vai envelhecer. E inevitavelmente, com o passar do tempo, nosso organismo sofre alterações que mudam o ciclo de vida e fazem com que sejam necessárias algumas adaptações. Mas antes de tomar qualquer providência, é importante saber o que é crendice popular e o que é verdade acerca do envelhecimento.

A especialista no assunto, Eva Bettine, que é gerontóloga da Universidade de São Paulo (USP) e consultora do Método SUPERA Ginástica para o Cérebro conta que existem algumas frases sobre idosos que vão sendo repetidas ao longo do tempo e são “naturalizadas”, fazendo com que as pessoas não se questionem a respeito. “Mas não é bem assim”, diz ela.

mitos sobre o envelhecimento - Foto: pressfoto / Freepik

Confira abaixo as frases apontadas como mais comuns pela especialista e os motivos pelos quais não se deve levá-las adiante:

1. A velhice começa aos 60 anos

Este é um equívoco muito comum e a explicação é muito simples: na gerontologia (especialidade médica que estuda os processos de envelhecimento), se acredita que nós começamos a envelhecer a partir do momento da concepção. Ou seja: uma criança que nasceu é mais velha que um feto dentro da barriga da mãe, por exemplo. “Senão aconteceria assim: você dorme aos 59, novinho em folha, faz 60 anos e acorda velho. Isso não é verdade, tudo se trata de um processo”, explica Eva.

Segundo a especialista, houve uma época em que as pessoas não falavam em idade. Depois, foi necessário separar dessa forma por questões sociais, como maioridade. Mais tarde, categorizaram as gerações por motivos legais. Mas a idade depende de diversos fatores, afinal, nem todas as pessoas de 60 anos são iguais umas às outras, certo?

2. Velhice = doenças

Este mito está tão enraizado no pensamento da sociedade atualmente que se você tiver qualquer doença depois dos 60 anos, vai pensar: é porque estou ficando velho e, na verdade, não é bem assim.

A especialista exemplifica: se uma pessoa é hipertensa e toma os medicamentos prescritos para isso, sua pressão arterial vai estar dentro de uma faixa considerada saudável. Logo, podemos afirmar que ela tem uma doença controlada. Então, do ponto de vista da gerontologia, é uma pessoa com saúde. Muitas pesquisas apontam que existem milhares de idosos com até 85 anos perfeitamente saudáveis.

Segundo a especialista, para evitar o aparecimento de sintomas das doenças neurodegenerativas do cérebro, como o Alzheimer, é muito importante manter a mente ativa ao longo da vida, praticando exercícios para o cérebro. Eles ajudam a fortalecer as ligações entre os neurônios, criando uma reserva cognitiva.

3. A pessoa idosa volta a ser criança

É comum que algumas pessoas mais velhas precisem de ajuda para se locomover, se alimentar, realizar algumas atividades diárias. Mas isso não nos autoriza a afirmar que tratam-se de crianças. Termos no diminutivo como “vovozinha, queridinha, fragilzinho, idosinho” podem representar uma fala carinhosa (tudo depende da intenção do locutor), mas muitas vezes denotam um grande preconceito em função da idade.

A especialista conta que já presenciou pessoas apertando bochechas de idosos como se fossem crianças, acompanhadas de falas como “senta aqui nessa cadeirinha”. Em uma situação como essa, a pessoa mais velha se sente diminuída assim como o termo que está sendo usado. Então, é melhor evitar.

4. A velhice é a melhor idade

Não necessariamente. Na gerontologia, acredita-se que a melhor idade pode ser qualquer uma da vida em que estejamos nos sentindo muito bem. Ao afirmarmos que “a velhice é a melhor idade” para um idoso com problemas, como dificuldade para ouvir, enxergar ou andar, podemos ofender.

Este mito ainda enfraquece o que a sociedade precisa entender sobre a idade mais avançada. Pensamentos do tipo “que ótimo, já que estão na melhor idade, não precisamos fazer nada” precisam ser extintos.

5. Toda pessoa mais velha tem problema de memória

Ao reproduzir este mito, nós diminuímos a capacidade da pessoa idosa e ela, ao acreditar, se sente incapaz também. Segundo Eva, hoje existem evidências científicas de que nós aprendemos até o fim da vida. Logo, a velhice “não é desculpa” para afirmar que não se aprende mais. Atividades como aprender um novo idioma ou praticar exercícios para o cérebro são as melhores formas de manter a cognição preservada.

6. Velhice = sabedoria

Segundo Eva, pessoas sábias são aquelas que acumularam sabedoria, compreenderam fatos sobre a vida e conseguem passar isso adiante como ensinamento sem diminuir ninguém. E nós não podemos afirmar que uma pessoa se tornou mais sábia ao longo do tempo porque tudo depende do curso de vida quanto ela se dedicou a aprender, ajudou e conheceu pessoas… Ou seja: é importante não generalizar. Ainda que seja um mito “positivo”, a idade não pode ser vista cegamente como um sinônimo para sabedoria.

Acesse: http://guiadobebe.uol.com.br/seis-mitos-sobre-o-envelhecimento/

Teste do Pezinho: por que é importante fazer?

Diagnóstico precoce e tratamento adequado de doenças, como a fenilcetonúria, trazem mais qualidade de vida ao paciente

O teste do pezinho, chamado também de triagem neonatal, detecta bem precocemente doenças metabólicas, genéticas e infecciosas nos bebês, como é o caso da fenilcetonúria, também conhecida como PKU. É uma doença genética rara, que atinge, em média, um entre 15 a 25 mil brasileiros.

A fenilcetonúria é caracterizada pelo excesso do aminoácido fenilalanina (Phe) no sangue, que em altas concentrações é tóxico ao sistema nervoso central. O paciente nasce com uma deficiência em produzir a enzima fenilalanina hidroxilase, necessária para quebrar o aminoácido Phe. Sem a quebra, os níveis de Phe se acumulam no organismo, podendo causar diversas complicações como problemas comportamentais, neurológicos e físicos.

teste do pezinho

“Os sintomas variam de leve a grave. Caso não tratado na infância, o aumento da fenilalanina no sangue pode causar deficiência intelectual grave. Infelizmente em algumas crianças tratadas precoce e continuamente, é possível observar sintomas como irritação, depressão, falta de concentração e ansiedade. É importante ressaltar que os sintomas aparecem de forma isolada ou em múltiplas manifestações”, afirma a Dra. Paula Vargas, coordenadora do Serviço de Referência em Triagem Neonatal do Estado do Rio Grande do Sul.

A enfermidade é causada por uma alteração genética. Para ser portador da doença, tanto a mãe quanto o pai da criança devem ter uma cópia do gene mutante causador. Em relação aos pais, é possível ter esta cópia, mas não apresentar a doença. Por exemplo: se a mãe e o pai tiverem uma cópia do gene mutante, cada um de seus filhos tem 25% de chances de apresentar a doença

Apesar de não ter cura, a fenilcetonúria pode ser tratada e ter seus sintomas controlados. Os pacientes devem seguir uma dieta restritiva durante toda a vida, que limita a ingestão de fenilalanina. O aminoácido é encontrado em alimentos ricos em proteínas como frango, carne, ovos, laticínios, nozes, grãos e leguminosas  inclusive os seus derivados.

“As diretrizes médicas recomendam iniciar o tratamento o mais cedo possível, com a dieta já nas primeiras semanas de vida. Por este motivo, o teste do pezinho é fundamental para o diagnóstico e tratamento precoces. É importante manter os níveis de fenilalanina baixos no sangue ao longo de toda a vida para obter melhores resultados de saúde física e mental”, completa a Dra. Paula Vargas.

teste do pezinho

O que são doenças raras?

Doença rara é aquela que afeta 65 pessoas em um grupo de 100 mil (pouco mais de 1 indivíduo a cada 2 mil). São cerca de 6 a 8 mil tipos de doenças raras, 80 por cento são genéticas – 20 por cento por fatores imunológicos, infecciosos, reumatológicos, defeitos congênitos e cânceres raros. Doenças progressivas com complicações severas. Setenta e cinco por cento dos diagnosticados são crianças e 30 por cento não vive mais que 5 anos. São em cerca de meio bilhão de pacientes raros no mundo e 13 milhões no Brasil.

fenilcetonúria ou PKU

Fonte d0 Site: http://guiadobebe.uol.com.br/teste-do-pezinho-por-que-e-importante-fazer/ 

Pilates no pós-parto

Durante o curso da gravidez, os músculos abdominais se distenderão mais de 50 por cento do seu comprimento original

O período pós-parto é muito emocionante para a maioria das mulheres, mas também pode ser muito estressante, pois elas estão passando pelo processo de cura de seus corpos após o nascimento e, além disso, tem que lidar com drásticas alterações hormonais e ajustar a sua vida com um recém-nascido. A maioria das novas mamães está fisicamente exausta e pode ter oscilações emocionais extremas.

Para trabalhar com pacientes no pós-parto, os instrutores de Pilates devem entender sobre as transformações físicas e hormonais que ocorrem durante o ciclo gravídico-puerperal e como elas afetam o sistema musculoesquelético.

É de conhecimento comum que os músculos abdominais esticam muito ao longo da gravidez, e é um desafio ajudar as mulheres a restabelecerem o comprimento e a força apropriados desses músculos extremamente importantes. Durante o curso da gravidez, os músculos abdominais se distenderão mais de 50 por cento do seu comprimento original.

Aproximadamente no quinto mês de gravidez, a maioria das mulheres começará a notar que seu músculo abdominal se moveu lateralmente, isso é chamado de diástase do músculo reto abdominal. A diástase é uma ocorrência normal, e é realmente uma resposta protetora do organismo devido a ação hormonal que atinge estruturas articulares e ligamentares do corpo. Depois de algum tempo após o nascimento, os músculos abdominais encurtarão devido às demandas das atividades normais da vida diária, mas sem exercícios específicos, dificilmente retornarão ao seu estado pré-gravídico.

As mudanças posturais da gravidez devem ser vistas como um estado ortopédico em mutação. Médicos ortopedistas e fisioterapeutas sabem que quanto mais cedo tratar a fraqueza muscular após um evento traumático, mais cedo o corpo se recupera. Da mesma forma, após o nascimento, quanto mais cedo as mulheres começam a fazer exercícios suaves de apoio, mais rápido elas vão recuperar seu tônus ​​muscular, força e postura.

Além disso, pessoas que fortalecem seus músculos antes e imediatamente após uma cirurgia têm um melhor resultado de reabilitação. Portanto, essa mesma lógica deve ser aplicada às mulheres após uma cirurgia de cesariana. As mulheres que começam a fortalecer os músculos abdominais e abordar o tecido cicatricial no início terá um melhor resultado.

pilates no pós-parto - Foto: UptownFitness / pixabay.com

Os exercícios mais importantes que as mulheres devem se concentrar nas primeiras seis semanas após o nascimento são para os músculos da camada profunda do abdome (músculo transverso abdominal) e fortalecimento do assoalho pélvico (responsáveis pela continência urinária e fecal). As primeiras seis semanas costumam ser exaustivas para as mulheres, e geralmente é difícil elas se organizarem para fazer o exercício. No entanto, é importante separar alguns minutos por dia para ativar esses dois grupos musculares.

Outros exercícios úteis são aqueles que se concentram na respiração, visando reeducar o diafragma. Após as primeiras seis semanas, muitas mulheres, embora ainda esgotadas, tendem a ter uma maior motivação para começar a se exercitar. Neste momento, o foco deve ser no avanço do programa de estabilidade central, mas com ênfase no fechamento da diástase.

Em média, a maioria das mulheres leva cerca de seis meses a um ano para recuperar totalmente a integridade dos abdominais. Portanto, este é um processo lento e que não deve ser apressado. Avançar rapidamente com o fortalecimento pode comprometer a união dos músculos abdominais.

Uma vez que a diástase é fechada completamente, é possível começar um trabalho abdominal mais avançado. É preferível que a mulher tenha adquirido consciência suficiente para ser capaz de sentir que ela está “atraindo” e “unindo” os músculos quando realiza os movimentos.

Outro foco importante no pós-parto é a restauração da posição da caixa torácica. Durante a gravidez, as costelas se abrem consideravelmente. A caixa torácica muda de diâmetro em até 2 cm. Por esse motivo, é necessário restaurar a posição da caixa torácica, pois isso também afeta o comprimento de todos os músculos que se prendem à ela.

A postura também deve ser restabelecida após o parto, pois a gravidez provoca grandes alterações.Todas as curvas da coluna se tornam mais exageradas, o que muitas vezes persiste no pós-parto. Ficar mais consciente dos hábitos posturais errados é o primeiro passo para corrigi-los.

O método pilates, quando bem instruído, é ideal para auxiliar a recuperação do corpo após o parto, pois seus exercícios promovem aumento da resistência e força muscular, além de melhorar a consciência corporal. Outra vantagem, é que como os movimentos são controlados, é possível inserir a participação do bebê nas aulas. Assim não tem desculpa para retomar a forma e cuidar da saúde.

Thalita Freitas é fisioterapeuta especialista em Saúde da Mulher pela Faculdade de Medicina da USP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na área de reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/pilates-no-pos-parto/

A festa de 1 ano do bebê

Depois do nascimento, esse talvez seja o momento mais esperado pelos pais

Planejar a festa de aniversário do seu bebê está diretamente ligado a quanto você quer gastar. Muitos pais gostam de fazer uma festa do tipo inesquecível, mas outros querem realizar uma festa simples e que não comprometa as finanças. Seja qual for o seu perfil faça com um bom planejamento e organização e tudo dará certo.

Mamãe ao lado de seu bebê com seu bolo de aniversário de 1 ano - Foto: Alliance/Shutterstock.com

Uma festa mais simples e com orçamento menor

A melhor maneira de manter a simplicidade é fazer a festa na sua casa ou, se tiver, no seu jardim ou quintal. Alguns condomínios possuem espaços para festas, verifique com muita antecedência se a data que você deseja está disponível e quais as condições para o uso do espaço, pois embora seja dentro do condomínio, alguns possuem regras tão rígidas quanto as de um buffet.

A comida não precisa ser sofisticada – pizza, cachorro-quente e pipoca são de fácil preparo e sempre são certo. Docinhos tradicionais são certeiros, mas o brigadeiro não pode faltar. Salgadinhos fritos também são sempre devorados com gosto, principalmente se for uma coxinha, mas se você não gosta de frituras, não haverá problema em oferecer salgados assados ou até mesmo sanduíches do tipo “natural”.

Considere convidar apenas a família e amigos próximos, até porque com um ano, seu filho ficará cansado de toda a agitação. Muitas pessoas, muita atenção e muito barulho podem assustá-lo.  

A decoração também é fácil. Balões são uma opção barata e divertida. Lembre-se de posicioná-los numa altura que seu bebê não possa estourá-los. Com o barulho, ele pode se assustar e chorar, e pedaços do balão são um perigo para engasgar. Lembre-se de apanhá-los, caso algum estoure. Também existem centenas de kits prontos em lojas especializadas, de personagens famosos a kits personalizados.

Faça seu bebê cochilar antes da festa. Outra dica é fazer uma festa curta. A última coisa que você quer é um bebê cansado.

Se houver outras crianças, programe brincadeiras e atividades. É muito mais fácil controlá-los quando estão entretidos.

Como você estará muita ocupada, escolha uma pessoa que não se importe de tirar fotos durante toda a festa. Elas serão a principal recordação, então quanto mais fotos, melhor.

Uma festa no buffet com um orçamento maior

Caso você opte por uma festa em buffet, a conta pode sair um pouco mais alta mas, certamente, você terá muito menos trabalho. Na hora de determinar o buffet, escolha um que tenha brinquedos apropriados para as crianças maiores mas também para o aniversariante e seus amiguinhos da mesma idade. O bebê também deve se divertir.

Verifique com muita antecedência se há a data que você deseja, normalmente os buffets mais famosos possuem uma agenda lotada e ocupada com mais de 1 ano de antecedência. Veja o que está incluindo no pacote e certifique-se que tudo esteja detalhado no contrato. Veja a forma de pagamento, pois alguns aceitam um parcelamento antecipado, ou seja, você começa a pagar a festa meses antes do aniversário, e em alguns casos poderá ser útil. Verifique no Procon ou até mesmo na Internet se não há reclamação contra esse buffet. Consulte amigos e conhecidos que já realizaram festas no buffet que você escolheu.

Ao escolher a roupa do bebê, leve em conta o conforto para brincar. É claro que o bebê tem que estar lindo mas também a roupa não deve deixá-lo sem movimentos. Você pode vesti-lo com uma roupa (incluindo o tênis) para brincar (que poderá sujar sem problema) e uma outra para o momento do parabéns e das fotos com os pais e os avós babões.

O primeiro aniversário é um momento para se recordar. Lembre-se de tirar fotos (muitas fotos) e divirta-se.

Atenção com a alimentação de seu bebê

Embora seja festa, não será o momento ideal para que seu bebê seja apresentado às inúmeras guloseimas que serão servidas na festa, pois o resultado poderá ser devastador já na mesma noite. Cólicas, desarranjos intestinais, reações alérgicas, etc.

Se desejar oferecer algo como um salgado ou um doce, escolha um salgado e um doce e ofereça um pequeno pedaço de cada e só. Nada de deixá-lo “experimentar” um pedacinho de tudo que há na festa. E preste muita atenção, pois se o seu bebê ficará passando de mão em mão na festa, há um grande risco de que cada uma dessas pessoas que o pegar no colo ofereça um pedaço de algo à ele.

Tanto se a festa for em casa ou no buffet, ofereça a comida que ele está acostumado no dia a dia e no horário que ele costuma comer.

Acesse: http://guiadobebe.uol.com.br/a-festa-de-1-ano-do-bebe/ 

Engatinhar: uma conquista do bebê

Engatinhar é um marco importante no desenvolvimento da criança que não deve ser coibido

Perigos de acidente, chão “sujo” com possibilidade de contágio de doenças, somado à maior demanda de atenção dos pais, vovós ou babás. Isso tudo está fazendo com que o engatinhar fique para trás. As crianças de hoje estão engatinhando menos do que as crianças de antigamente. O que é um retrocesso.

E para aumentar essa estatística nada boa, existem hoje no mercado várias cadeirinhas, cadeirões, chiqueirinhos, bebê conforto e carrinhos que deixam as crianças sentadas, enquanto os pais podem fazer o que quiser, pois o pimpolho estará lá, sempre sentadinho.

Agora o problema: Sally Blythe, especialista em desenvolvimento infantil, coordenou um estudo em que relacionou a falta de engatinhar com dificuldades em aprender a ler e escrever.

A especialista estudou 70 crianças de 8 a 10 anos divididas em dois grupos, um com crianças apresentando dificuldades na leitura e escrita, e o outro sem queixas no aprendizado.

Ao fim do estudo, percebeu uma diferença significativa: as crianças que não engatinharam ou engatinharam menos também andaram mais tarde e eram as crianças do grupo que apresentavam dificuldades no aprendizado.

Bebê engatinhando em direção a mamãe

Mas qual relação entre engatinhar e aprender outras questões necessárias? De uma maneira sucinta, o engatinhar representa um marco no desenvolvimento da criança e é um exercício motor importante.

A tentativa de “balançar o esqueleto”, mesmo que desordenadamente, estimula a coordenação visual para os movimentos que mais tarde a criança vai usar para ler e escrever, explica Sally.

Deixe o bebê “se virar” – Engatinhando a criança desloca os olhos similarmente ao momento de leitura e escrita. Dessa forma, o bebê é estimulado a construir novas ligações neurológicas envolvidas nessas funções, ajudando mais tarde na escola.

O uso excessivo dos artigos modernos que auxiliam os pais a tomar conta dos bebês são um dos vilões do engatinhar. Eles deixam a criança sentadinha impedindo que se movimentem e brinquem livremente com o corpo.

No chão, a criança aumenta o seu campo de visão e o seu equilíbrio, sendo mais fácil descobrir o mundo. Aprende a ter noção de espaço e distância. É uma ação ativa e não passiva como as crianças que ficam nas cadeirinhas. Além de tudo, ajuda alinhar a coluna, preparando a criança para ficar em pé e andar.

Precisamos saber também que o não engatinhar não é fator determinante para que a criança tenha dificuldades na escola. “Alguns bebês que não engatinharam acabam não tendo problemas, enquanto alguns que engatinharam poderão apresentar dificuldades”, afirma a especialista.

Dicas

  • Pense na seguinte situação: seu bebê está em uma cadeirinha de rodinha e deixa cair um brinquedo no chão. Ele não terá a mínima chance de pegar o objeto, pois está preso. Ficará totalmente dependente, à espera de alguém para pegar o brinquedo. Péssimo para quem está na fase de descobrimento da vida e aprendizado.
  • Deixe brinquedos de diferentes cores, texturas e materiais no chão ao lado do seu bebê para que descubra as diferenças.
  • Não se preocupe se seu bebê não engatinhar. Cada bebê se desenvolve de maneiras diferentes e muitos não passam pela fase do engatinhar, mas precisamos estimulá-los.

Os cuidados com o bumbum do bebê

Antiassadura da Bayer protege, hidrata e ajuda na recuperação da pele dos pequenos

A rotina de cuidados com o bebê exige atenção e dedicação, além, é claro, de carinho e amor. Por isso, os pais, que querem sempre o melhor para seus filhos, devem estar atentos para prevenir problemas que podem afetar a saúde e o bem-estar dos pequenos.

A assadura inflamação causada pelo contato prolongado da pele com as substâncias presentes nas fezes e na urina que ficam na fralda e que podem agredir a pele delicada do bebê  é um dos problemas que mais acometem os pequenos nos primeiro anos de vida, justamente pelo fato de a pele ser muito sensível nesta fase.

Se não houver o tratamento adequado, a assadura pode piorar, gerando um desconforto mais prolongado para o bebê. No entanto, para os pais e responsáveis, o ideal é prevenir para que as crianças não sofram com assaduras.

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Para evitar esse tipo de problema, o ideal é fazer a higiene completa com água morna e algodão, removendo delicadamente eventuais resquícios de fezes, urina, pomadas e outras secreções.

Trocar a fralda sempre que parecer cheia também ajuda. Isso porque, quando úmida e abafada, a região fica mais favorável ao aparecimento das assaduras. Portanto, é importante manter a pele do bumbum do bebê sempre limpa e seca.

Além disso, na hora de prevenir assaduras, os pais devem sempre optar por produtos que oferecem um cuidado a mais aos bebês, como Bepantol® Baby, creme antiassadura da Bayer que possui tripla proteção. Com uma camada fina, o produto protege, hidrata e ajuda na recuperação da pele sensível dos pequenos.

Espalhando adequadamente, Bepantol® Baby cria uma camada protetora sobre a pele, deixando-a respirar e sem abafar a região. E, como a pele do bebê se renova de maneira mais rápida que nas crianças maiores ou nos adultos, o produto ainda age nessa renovação, ajudando na recuperação natural.            

O antiassadura da Bayer também exerce uma hidratação compatível com as necessidades do bebê. Fácil de aplicar e de tirar, não agride o bumbum dos pequenos na hora de passar ou de tirar, e sua fórmula hipoalergênica não contém agentes potencialmente irritantes, como fragrâncias, corantes e conservantes. O produto pode ser encontrado nas versões de 30, 60 e 100 gramas.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/os-cuidados-com-o-bumbum-do-bebe/

Gestação saudável: nada de comer por dois, nada de fazer regime

Esqueça a crença popular de que a gestante deve comer por dois. Por outro lado, se você já engravidou acima do peso, essa não é a hora de fazer regimes e tentar perder peso

A gravidez é um estado de graça. Deixa a mulher encantada, sentindo-se fecunda. Em breve, ela dará a luz a um pequenino ser, que muito rapidamente crescerá e estará sempre sedento de afeto e nutrientes. Sabiamente, essa simbiose entre a mãe e o feto sempre priorizará e protegerá o mais fraco, mesmo antes que ele nasça. O bebê sempre será alimentado, independentemente, de a mãe ter se alimentado ou não. Muitas vezes, neste processo, o bebê é contemplado com as reservas de glicose da mãe, o que origina um grande mal estar a ela, com tonturas, escurecimento visual, tremores, sudorese e perda de consciência. As crises de hipoglicemia são muito frequentes durante a gestação.

Do ponto de vista nutricional, a principal orientação pré-natal é que a futura mamãe consiga alcançar seu peso ideal antes de engravidar, seguindo um plano nutricional que lhe permita levar uma gestação saudável. Nada de restrições severas, de perdas abruptas, de jejum prolongado. Na literatura médica, há diversos estudos científicos que confirmam o risco duas vezes maior de má formação cerebral e medular em fetos de mães que iniciaram a gravidez com IMC (Índice de Massa Corpórea = peso em kg dividido pela altura em metros ao quadrado) de 28 ou mais.

Ao longo dos anos, a medicina também constatou que a suplementação de ácido fólico e vitamina B12, antes da concepção, pode reduzir a incidência da má formação cerebral e medular – Doenças do Tubo Neural em até 90 por cento. Atualmente, a suplementação vem sendo realizada de maneira profilática em mulheres que pretendem engravidar no mundo todo. A gestação é uma fase da vida onde a suplementação vitamínica é menos polêmica e mais uniformemente aceita. A ingestão de um suplemento vitamínico/mineral diário fornece um aporte nutricional muito bem-vindo nessa fase tão importante da vida.gestante não deve comer por dois - Foto: kzenon / shutterstock.com

Necessidades calóricas x peso na gestação

Nos primeiros três meses de gestação, as necessidades calóricas da gestante não diferem daquelas indicadas antes da concepção, ou seja, de 1800-2300 kcal/dia. Nos dois trimestres subsequentes e no período de lactação, suas necessidades aumentam de 300 a 500 kcal/dia, ou seja, alcançando um total de 2100 a 2800 kcal/dia.
A lactação isoladamente poderá ou não auxiliar a mãe a ter novamente o peso anterior à gestação. Aparentemente, as mães que têm gestações com duração de tempo normal e que amamentam perdem, consideravelmente, mais peso no pós-parto do que aquelas que não amamentam ou das que o fazem por um curto período de tempo.

Espera-se que no primeiro trimestre da gravidez, a gestante não ganhe peso ou o faça de maneira muito discreta. O incremento no peso corporal, a partir do quarto mês de gestação, deverá ser programado de acordo com o peso da futura mamãe no início da gestação.
Assim, quando a mulher inicia a gestação acima do peso ideal deverá ser orientada a seguir uma dieta que propicie um acréscimo em seu peso de cerca de 300 g/semana e 7/8 kg ao fim da gestação. Caso ela esteja dentro do peso ideal, esse incremento deverá ocorrer na ordem de 350-400 g por semana e entre 10/14 kg ao final da gestação. E se a gestante estiver abaixo do peso ideal, seu objetivo quanto ao ganho de peso deverá ser algo na ordem de 500 g/semana e 14-15 kg ao término da gestação.

Macro e micronutrientes

Geralmente, não deve haver diferenças significativas nas porções dos macronutrientes (carboidratos, gordura e proteínas) na alimentação das gestantes em relação às não gestantes. A proporção ideal continua sendo 50% de carboidratos, 30% de gorduras e 20% de proteínas. Mais especificamente, os carboidratos devem ser preferencialmente complexos a partir de frutas, verduras, cereais e grãos integrais.

As gorduras devem compor menos de 10% na forma saturada, com os restantes 20% na forma de poli e monoinsaturadas. Isso quer dizer: menos manteiga, maionese, carnes gordas e mais leite e derivados desnatados e magros. As proteínas devem ser escolhidas com o objetivo de reduzir as gorduras saturadas e colesterol. Devem ser evitados picanha, contra-filé, queijos amarelos, linguiças e embutidos gordurosos.

Não há restrições na ingestão de doces, se a gestante estiver dentro do seu peso ideal. Deverão ser priorizados os menos gordurosos, como os doces de frutas e compotas.

Com relação aos micronutrientes, chama atenção as necessidade de iodo, ferro, cálcio e vitaminas durante a gestação. A suplementação adequada do sal industrializado tem resolvido os problemas da carência crônica de iodo, muito comum nas chamadas áreas endêmicas, onde a concentração da substância no solo e na água é insuficiente.

As necessidades de ferro são verdadeiramente aumentadas durante a gestação, principalmente no segundo e terceiro trimestres. A suficiência de ferro deve ser auferida no início e no decorrer da gestação para nortear a necessidade de aumentar o ferro da dieta (por meio da ingestão de carnes vermelhas e fígado) ou indicar a suplementação medicamentosa do mineral.

As necessidades de cálcio aumentam de 800 para 1200 mg na gestação e a simples elevação do consumo de leite e derivados para três porções diárias já atende a esta exigência do organismo.

A gravidez é um período no qual a mulher deve cuidar bem da alimentação, dada a importância desta medida para o bom desenvolvimento do feto e para a prevenção de complicações durante a gravidez e o parto. Não se deve apenas aumentar a quantidade dos alimentos, mas observar a sua qualidade. Portanto, esqueça a crença popular de que a gestante deve comer por dois. Por outro lado, se você já engravidou acima do peso, essa não é a hora de fazer regimes e tentar perder peso.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/gestacao-saudavel-nada-de-comer-por-dois-nada-de-fazer-regime/