Dieta da Placenta

dieta da placenta

A prática é adotada por algumas mulheres que acabaram de ter filhos gera polemica e ao mesmo tempo interesse. Saiba mais sobre a Placentofagia!

O tema ganhou destaque mundial quando a socialite americana Kim Kardashian anunciou que comeria a própria placenta depois de ter o seu segundo filho. Após isso, outras atrizes como Holly Madison, January Jones, Mayim Bialik e a apresentadora Bela Gil fizeram o mesmo. Essas mulheres aderiam, na verdade, à placentofagia, termo dado à pratica de ingerir a placenta, que tem se tornando cada vez mais comum.

A placenta é um agrupamento de casos sanguíneos que une o feto à parede do útero materno, permitindo a passagem de materiais nutritivo e oxigênio para o sangue do feto e a eliminação de resíduos de seu metabolismo. Além disso, ela também desempenha um papel importante na produção de hormônios como progesterona, gonadotrofina coriônica (hCG), hormônio lactogênio placentário e estrogênio.

O habito teria com base a crença de que a placenta concentre, mesmo após o parto, uma grande quantidade de nutrientes e hormônios benéficos para a saúde da mãe. Entre os benefícios estariam: aumento da energia e disposição após o parto, melhora na produção de leite e na aparência da pele, unha e cabelo, e ainda contribuiria para a prevenção da depressão pós parto.

Consumo

O consumo da placenta pode ser feito de diversas formas como em cápsulas, vitaminas, crua, cozida. Porém, empresas especializadas também oferecem em forma de essência, tinturas, cremes e pomadas. As mães  interessadas em fazer esses produtos podem entrar em contato com uma empresa para que suas placentas possam ser manipuladas para poderem ser consumidas ou usadas.

Fonte da Imagem: http://www.birthability.co.uk

Como surgiu

O médico britânico Simeons fez uma pesquisa durante 40 anos descobrindo que o hormônio HCG ajuda na perda de peso com saúde. Porém, recentemente, pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, revisaram 10 estudos publicados entre 1950 e 2014 sobre placentofagia e nenhum deles apresentou evidencias cientificas consistentes sobre os benefícios da prática.

Fonte: Revista Babies – Por Marina Woj

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A chegada do bebê ao mundo

Estar bem informada e conhecer o próprio corpo ajuda a diminuir o medo do parto

Como o próprio nome já diz, o parto é uma condição fisiológica e por mais que você tenha medo, seu corpo está naturalmente preparado para essa experiência. Se a gravidez transcorre normalmente quando a mulher começa a entrar em trabalho de parto, seu útero se contrai e a dilatação é boa, é claro que as chances de acontecer algo errado tanto para a mãe como para a criança é mínima. E, em muito pouco tempo, mãe e filho estão juntos.

Existe uma razão fundamental para que se busque durante toda a gestação essa forma de nascimento que seria o relacionamento entre mãe e filho desde o primeiro momento. No parto espontâneo, a mãe ajuda seu filho a nascer, o dois se esforçam juntos. É gratificante para os dois e principalmente para o bebê que, provavelmente, não guardará nenhuma imagem traumática ou sensações desagradáveis deste momento que possa ficar marcado no seu subconsciente. Por isso é indispensável durante a gestação ter uma assistência médica correta que possa corrigir desde o começo qualquer anomalia que surja na gravidez para evitar que o problema a conduza a um parto perigoso.

Mas a natureza nos prega algumas peças. Nem sempre aquela mãe que se preparou durante uma gestação para o parto normal consegue chegar a ele por motivos que fogem ao seu controle e do seu médico. Alguns problemas podem surgir na hora do nascimento e ai entram em cena as conquistas da medicina. Mas infelizmente, algumas mães consideram a cesárea por medo da dor ou em busca de um processo mais rápido e seguro. E com isso, já alguns anos o Brasil continua sendo o campeão mundial de cesáreas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 52% das futuras mamães optam pela cesariana no país, sendo que 82% são realizados na rede privada e 37% na rede pública – claro que alguns desses casos acontecem por ordem médica. Porém, para a surpresa de muitos, a cesárea não é, nunca foi nem nunca será uma opção mais segura do que o parto normal e quando não há indicação médica pode provocar riscos desnecessários tanto à saúde da mulher como do bebê.

O mais adequado é buscar todos os tipos de informações sobre as opções de parto. Converse com outras mães, com seu médico, pesquise sobre parto normal, cesárea e partos sem intervenções médicas para depois poder escolher o que é melhor para você e para o seu bebê. Enfim, abra a mente para todas as opções, conheça-as e respeite-as!

Fonte: Mariana Woj

Fotos: Banco de Imagem

Bebês finlandeses dormem no frio ao ar livre para ficarem mais saudáveis

A tradição é repassada de geração para geração

Existe uma tradição em países nórdicos que pode ser considerada errada e até irresponsável por pessoas de outros lugares. Pais colocam os bebês para dormir durante o dia ao ar livre, mesmo com frio de graus negativos. A motivação para isso é que, de acordo com eles, o ar natural faz as crianças ficarem mais saudáveis, pegarem menos viroses e terem a imunidade mais forte. 

Seja no verão ou no inverno, os bebês podem ser vistos dormindo em seus carrinhos do lado de fora de cafeterias e padarias enquanto os pais estão do lado de dentro. Até creches mantêm essa tradição. Os finlandeses, por exemplo, acreditam que as crianças dormem melhor e por mais tempo ao ar livre. Além disso, pais afirmam que hábitos desse tipo beneficiam toda a família, já que todos aumentam o contato com a natureza. 

Segundo informações do portal News Now Finland, médicos indicam que as crianças podem ficar do lado de fora, mas só até temperaturas de -10°C. Frios mais intensos podem fazer mal aos bebês. Eles ressaltam também que é importante manter as crianças bem aquecidas, com sacos de dormir e casacos. Os dias deste inverno na Finlândia já chegaram a -27°C, e a sensação da temperatura pode ser bem menor devido aos ventos. 

(Reprodução/ Fatherly)

 De onde surgiu a tradição?

Antigamente, as condições de moradia dos nórdicos não eram muito boas. Lugares mofados, com muita gente e sem circulação de ar eram comuns nas comunidades desses países. Isso culminou em uma epidemia de tuberculose no começo do século 20. Portanto, pais achavam melhor colocar os bebês para dormir do lado de fora, para pegar mais ar puro possível. Um livro de pedagogia chegou a ser publicado por David Thorsteinsson, em 1926, falando sobre os benefícios da prática.  

Fonte do Site: https://www.opovo.com.br/noticias/curiosidades/2018/03/bebes-finlandeses-dormem-no-frio-ao-ar-livre-para-ficarem-mais-saudave.html

Por que usar a cinta Pós Parto

A cinta pós-parto é recomendada pois ajuda a reorganizar os órgãos da mulher em seu devido lugar, a diminuir o inchaço, dando mais segurança para a mulher se mexer, tossir ou dirigir, principalmente depois de uma cesárea, conferindo uma melhor silhueta do corpo.

É muito importante a mulher conversar com o médico antes de usar qualquer cinta ou faixa pós-parto e, decidir a sua necessidade.

No entanto, não é recomendado o uso constante, nem prolongado da cinta porque ela pode dificultar os movimentos dos músculos abdominais e perturbar o fluxo sanguíneo, como acontece durante a prática de exercício físico.

Modelos de cinta pós-parto

Antes de escolher qual cinta comprar é aconselhado vestir modelos diferentes para saber qual a mais confortável para cada caso. Geralmente as mais confortáveis são aquelas que permitem ir soltando a cinta por partes, para não precisar tirar tudo sempre, o que facilita muito nas idas ao banheiro.

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Cinta sem pernas de cintura altacinta-modeladora-de-borracha-bege-0001787-2Cinta Modeladora Emborrachada

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Cinta com Busto para Amamentação

Quando usar a cinta pós-parto

É aconselhado usar a cinta pós-parto logo depois do nascimento do bebê, ainda no hospital. Normalmente quando a mulher se sente estabilizada e tem condições de ficar de pé sozinha, já pode tomar banho e logo depois vestir a cinta. 

A cinta deve ser usada durante todo o dia e durante toda a noite, sendo retirada somente para tomar banho e para praticar exercício físico, por exemplo. 

Benefícios de usar cinta pós-parto

Não é obrigatório o uso da cinta, mas ela pode ajudar a segurar a barriga e ainda:

  • Contribui para o retorno do útero para sua posição fisiológica, já que ele ainda encontra-se muito grande mesmo depois do parto;
  • Ajuda a evitar a dor na coluna que geralmente acontece porque os músculos abdominais estão muito enfraquecidos;
  • Deixa a silhueta da mulher mais bonita, contribuindo para sua auto-estima e bem-estar;
  • Evita a formação do seroma, que pode acontecer nas mulheres que fizeram cesariana, mas em todo caso ela também é recomendada para quem teve um parto normal.

Que tamanho usar 

O tamanho a usar a cinta varia de acordo com a estrutura física da mulher. No entanto, é importante que ela seja confortável e que não aperte muito a barriga.

Fonte do Site: https://www.tuasaude.com/cinta-modeladora-pos-parto/

3 Sinais de trabalho de parto

Os principais sinais de trabalho de parto normal acontecem após as 37 semanas de gestação e incluem as contrações uterinas que aumentam de intensidade e frequência e o rompimento da “bolsa da água”.

Os sinais de trabalho de parto prematuro, que podem ocorrer entre as 20 e 37 semanas de gestação começam normalmente com as contrações ritmadas e dolorosas e, neste caso, a mulher deve informar o seu médico e ir imediatamente ao hospital.

3 Sinais de trabalho de parto

As contrações uterinas ritmadas são o sinal mais importante de que o trabalho realmente começou, enquanto o rompimento da bolsa, a perda do rolhão mucoso e a dilatação do colo do útero são sinais de que a gravidez está chegando ao fim, indicando que o trabalho de parto pode começar dentro de algumas horas ou poucos dias.

1. Cólica forte – contrações

Estas contrações são ritmadas e surgem acompanhadas de dor. Inicialmente, surgem em tempos espaçados e vão diminuindo seu intervalo com o passar do tempo, tornando-se cada vez mais dolorosas e intensas. 

Algumas plantas medicinais como a Erva-de-são-cristóvão quando tomadas sob orientação médica podem ajudar a facilitar o trabalho de parto.

2. Rompimento da bolsa

A gestante poderá observar que a bolsa rompeu quando vai ao banheiro e nota a saída de um líquido semelhante a urina, porém mais claro e turvo, que pode conter alguns traços esbranquiçados e que ela não consegue controlar.

3. Perda do rolhão mucoso

Após ir ao banheiro e limpar-se, a grávida poderá observar a presença de uma secreção amarronzada com vestígios de sangue que servia para proteger o colo do útero. A sua perda pode indicar que o trabalho de parto está iniciando nesse exato momento, no entanto ele ainda poderá demorar mais alguns dias para acontecer; 

Além disso, outro indicador de que o bebê vai nascer logo é a dilatação do colo do útero, que aumenta à medida que o trabalho de parto se desenvolve, mas que só pode ser observada pelo obstetra ou parteira através do exame de “toque”.

No caso de primeiro filho, o tempo de trabalho de parto normal varia entre 8 a 24 horas, mas este tempo diminui a cada gravidez.

Estou em trabalho de parto! E agora?

Ao identificar que está em trabalho de parto, deve-se levar em consideração alguns fatores como:

  • Se está marcada a cesária:

Quando a grávida deseja fazer uma cesária, mas entrou em trabalho de parto antes da data prevista para a cirurgia, deverá informar o médico imediatamente enquanto se desloca para o hospital.

  • Se deseja um parto normal:

​​Quando a grávida deseja um parto normal e descobre que entrou em trabalho de parto, deverá ficar calma e ver no relógio de quanto em quanto tempo vêm as contrações.

No início do trabalho de parto a grávida pode continuar fazendo suas atividades diárias. Especialmente quando é o nascimento do primeiro filho, porque neste caso o trabalho de parto leva muitas horas. 

Durante o trabalho de parto a dor deverá ir aumentando aos poucos, mas quanto mais calma e relaxada a mulher estiver, melhor será o andamento do trabalho de parto. Não há necessidade de ir para o hospital logo que sinta a primeira contração porque o trabalho de parto ocorre em 3 fases, que incluem a dilatação, que é a fase mais demorada, fase ativa, que é o nascimento do bebê e a fase da saída da placenta. Saiba mais detalhes sobre cada fase em: Fases do Trabalho de Parto.

Se a bolsa ainda não estiver rompido, o que se pode fazer para aliviar a dor das contrações é tomar um banho morno, entrar numa banheira devidamente limpa ou numa pequena piscina porque a água quente relaxa, favorecendo a dilatação. 

Deve-se ir para o hospital quando as contrações ficam muito fortes e vêm a cada 5 minutos, no entanto é importante ter em conta o trânsito e a distância para o hospital, podendo ser necessário se preparar para sair enquanto as contrações estiverem a cada 15 minutos.

Fonte do Site: https://www.tuasaude.com/sinais-do-trabalho-de-parto/

Tem problema dar chocolate para crianças bem pequenas?

Barra de chocolate

É realmente difícil resistir àquelas carinhas morrendo de vontade de experimentar uma coisa que você sabe que é verdadeiramente deliciosa, mas é preciso ter cautela. O chocolate é um alimento bem calórico e pode prejudicar o apetite da criançada ainda mais na fase inicial da introdução à alimentação com sólidos, entre 6 meses e 1 ano.

Segundo a nutricionista Ana Lúcia Cunha, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o “ideal” é que uma criança só experimente chocolate depois do primeiro aniversário e, ainda assim, em pequenas quantidades. “Como em geral contém açúcar e leite na sua composição, o chocolate poderá dar gases e um certo desconforto abdominal se for consumido em excesso”, alerta. 

Ana Lúcia lembra também que cafeína e teobromina estão presentes nos chocolates e “são substâncias estimulantes e com poder viciante”. 

É preciso ficar de olho ainda em possíveis reações, já que as crianças podem ser alérgicas a algum dos ingredientes da fórmula de muitos dos chocolates comercializados no Brasil, como leite, amendoim ou castanhas.

Na dúvida, se der chocolate depois do primeiro aniversário, dê apenas um pedacinho inicial junto com alimentos que já fazem parte da dieta da criança. Assim será mais fácil monitorar e identificar a origem daquilo que pode ter provocado alguma reação. 

Como é gorduroso, o chocolate pode provocar diarreia se consumido em excesso. Nunca deixe grande quantidade de chocolate à mão de crianças. Se uma criança comer demais de uma vez, pode mesmo ter dor de barriga. Os especialistas recomendam dar no máximo o equivalente a 1 colher de sopa, só de vez em quando. 

O lado bom e bem conhecido de todos nós é que chocolates provocam uma sensação gostosa de bem-estar, devido à liberação de endorfinas e serotonina; além disso, eles contêm antioxidantes (que ajudam a diminuir o risco de certas doenças), vitaminas e vários minerais (como magnésio, cobre, zinco, potássio, manganês). 

De acordo com a nutricionista, “os chocolates amargos são mais calóricos, porém têm menor quantidade de açúcar e leite, sendo considerados mais saudáveis”. 

Ou seja: você não precisa ser radical. A partir de 1 ano, pode dar chocolate para seu filho experimentar, porém em quantidades pequenas. Mas saiba que, quando ele provar, nunca mais deixará de pedir.

É por isso que alguns pais resolvem esperar até a criança ter 2 anos ou mais enquanto ela não souber o que está “perdendo”, não vai ficar pedindo e não corre o risco de abusar.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x3600016/tem-problema-dar-chocolate-para-crian%C3%A7as-bem-pequenas

16 coisas para fazer na semana do parto

1 – Faça e refaça a mala da maternidade quantas vezes tiver vontade.

2 – Tenha um dia de beleza no salão com tudo o que tem direito.

3 – Saia jantar só você e seu marido.

4 – Tome banhos bem demorados.

5 – Reúna as amigas para um café com direito a muitas risadas

6 – Aproveite para dormir o máximo que conseguir.

7 – Converse muito com sua barriga sobre a nova fase que irá começar.

8 – Termine de ler os livros de maternidade que comprou, depois dificilmente terá tempo para isso.

9 – Abasteça o congelador com comida congelada que são rápidas e você consegue fazer sozinha caso precise.

10 – Organize seu guarda-roupa. Separe as roupas que você pode usar para sair, lembrando que elas devem ser fáceis para amamentar e não devem ser apertadas.

11 – Faça o mesmo com a Cômoda do Bebê. Separe as roupas para sair, as menores e os produtos de higiene. Quanto mais prático e organizado melhor.

12 – Faça o um levantamento do vencimento das suas contas e se puder pague antecipado para evitar que vença enquanto estará na maternidade.

13 – Tente focar em outras coisas que não sejam as dores e incômodos da reta final.

14 – Espalhe potinhos de álcool gel pela casa.

15 – Instale o bebê-conforto no carro.

16 –  E por último, faça uma prece agradecendo tudo que passou durante a gestação e peça que dê tudo certo no parto e neste novo ciclo que se inicia.

Fonte: Revista Babies

Os cuidados da atividade física na gestação gemelar

A notícia de uma gravidez gemelar muda não só a forma como você gerencia o pré-natal, como também muda sua rotina de exercícios

atividade física na gestação gemelar - Foto: yanalya / Freepik

Sabe-se que durante a gravidez, a prática de atividade física é recomendada por gerar diversos benefícios para a mãe e para o bebê, mas será que a mesma recomendação é válida no caso de uma gravidez de gêmeos?

Segundo o obstetra Dr. Wagner Hernandez, especialista em gestação múltipla, em uma gravidez gemelar saudável a prática de atividade física é recomendada, mas sempre com cautela. A gestação gemelar sobrecarrega intensamente o organismo da mulher, tanto pelo peso, como pela maior demanda do sistema cardiovascular. Estar bem condicionada fisicamente, permite que a grávida de gêmeos consiga estar mais disposta, diminui a incidência de dores nas costas, ajuda no controle de peso, repercute em menores casos de incontinência urinária, além de diminuir a chance de desenvolver diabetes gestacional e pré-eclampsia. O obstetra ainda orienta que as atividades tenham baixo impacto, como os exercícios feitos na água, yoga, pilates e caminhada, o que reduz a sobrecarga articular.

Exercícios que envolvam ativação dos músculos abdominais e do assoalho pélvico (períneo) devem ser incentivados, porém é importante que sejam bem orientados por um profissional fisioterapeuta ou educador físico, que tenha conhecimento das alterações fisiológicas e biomecânicas sofridas durante a gestação. Quando realizado de forma incorreta, os exercícios podem trazer graves problemas, tanto para mãe quanto para os bebês. 

Para que a gestante não ameace sua saúde, o Dr. Wagner ressalta que os exercícios devem ser feitos com o consentimento e orientação do obstetra, que checará se não existem riscos adicionais. As complicações mais frequentes como o ganho de peso dos bebês abaixo do esperado, colo uterino curto, placenta baixa podem se agravar com a atividade física e nestes casos estarão contra-indicados a partir de seus diagnósticos. ”

Fonte do Site: http://www.guiadobebe.com.br/os-cuidados-da-atividade-fisica-na-gestacao-gemelar/

10 dicas para cuidados do bebê do tempo da vovó

Em pleno século 21, com produtos e novidades cada vez mais eficazes, práticos e funcionais, as mães modernas, muitas vezes deixam de lado aqueles conselhos e dicas da vovó, né? Mas algumas dicas funcionam de verdade, vamos dar uma olhada?

1 – Própolis para combater gripes, resfriados e aumentar as defesas do organismo 

O Própolis é um antigo e conhecido antibiótico natural, composto principalmente de resinas vegetais produzidas pelas abelhas, ele é um poderoso cicatrizante, anti-fúngico, antimicótico, anti-oxidante e mais uma porção de coisas!

2 – Bacia de água no quarto para melhorar a umidade do ar

Colocar uma bacia de água no quarto na época de clima seco, aumenta a umidade e melhora as condições para dormir! A dica é usar uma bacia rasa e grande, tipo uma fôrma de bolo ou bandeja.

3 – Charutinho de bebê para acalmar

Ao nascer, os recém-nascidos saem de um local apertadinho, quentinho e embalado pelos movimentos da mamãe para um mundão, enorme, frio, cheio de barulhos, cheiros, cores… Deve causar certo desespero mesmo!!

Com certeza você já viu ou ouviu a vovó dizer que precisa fazer um “charutinho” com a mantinha para deixá-lo aquecido e protegido, e é verdade! Deixar o bebê assim, preso, traz de volta pra ele a sensação de estar protegido no útero da mamãe, pode perceber como ele se desespera com os bracinhos soltos “pelo mundo” e ao serem aconchegados assim, já ficam mais calmos.

4 – Amido de milho (Maizena) para assaduras

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Ele captura a umidade da pele que está causando a assadura e dá uma sensação de alívio. A dica é, após de um banho morno secar o bumbum do bebê e “polvilhar” com maisena, pode até deixar sem fralda um tempo para “arejar” e depois na hora de fechar a fralda, usar uma pomada de tratamento.

O amido de milho sozinho não resolve as assaduras, ele sai ao primeiro xixi e seu uso constante pode causar um outro problema: o ressecamento da pele e a formação de rachaduras e mais machucados por isso, eu recomendo o uso apenas como PARTE do tratamento da assadura, sem esquecer que é fundamental limpar muito bem a área machucada e usar uma pomada de tratamento adequada.

Para os bebês mais gordinhos e com muitas dobrinhas, acrescentar 2 colheres de amido de milho na água do banho também tem efeito calmante nas assaduras, mas use com moderação para não causar o ressecamento!

5 – Cortar a unha durante a soneca

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É muito comum ter medo só de pensar em cortar a unha do bebê, ainda mais com aqueles dedinhos tão pequenos!! E a dica é colocar uma toalhinha embaixo das mãozinhas dele, e usando o cortador de unhas infantil cortar cuidadosamente.

6 – Fraldinha quente para cólicas ou bolsinha de grãos

Existe a técnica de aquecer a fraldinha no micro-ondas por 20s e colocar sobre a barriguinha. Mas, também existe no mercado uma bolsinha com grãos naturais, são bolsinhas de tecido, dentro delas há grãos e ervas. Também pode ser aquecida no forno ou no micro-ondas, é um santo remédio.

7 – Água de ameixa para intestino preso

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Esta é clássica e super funciona! A receita é: 5 ameixas pretas secas em 500ml de água, deixa na geladeira de um dia para o outro. No dia seguinte, jogue fora as ameixas e use esta água para misturar a fórmula do bebê. Tiro e queda!

Se o seu bebê não toma fórmula, você pode misturar está “água de ameixa” em sucos, mingaus e etc…

8 – Fraldinha molhada para baixar a febre

Toda mãe fica desesperada quando o filho começa a ter febre! Talvez você já tenha ouvido o seu pediatra dizer que, você só deve ir ao Pronto Socorro se perceber que a febre é persistente por pelo menos 3 dias ou, se estiver associada a outros sintomas como vômitos, diarréia e dores.

Molhe uma fraldinha em água morna ou fria e coloque sob a testa, embaixo do braço e pulsos da criança. Funciona!

9 – Compressa de chá de camomila para peles irritadas

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Ás vezes acontece de a criança tomar sol além da conta, de o bloqueador solar não funcionar como deveria, ou mesmo de você vestir a criança com uma roupinha e descobrir que ela tem alergia aquele tecido ou, que alguma coisa na peça (etiqueta, bordado, costura) irritou a pele. Nestes casos, compressas de chá de camomila ajudam a acalmar a pele e são um bálsamo para a ardência e irritação.

É só ferver saquinhos de chá de camomila por cerca de 5 minutinhos, tiro os saquinhos, deixo esfriar na geladeira e coloco nas áreas doloridas.

10 – Meias e luvas para soluços

Tem coisa para deixar a gente mais aflita do que soluço de bebê? É até engraçadinho, mas, quando ele não passa começa a dar desespero! Com certeza você já ouviu alguém dizer que colocar uma linha vermelha “babada” na testa do bebê funciona, mas, não! Não funciona!

A verdade é que o soluço normalmente está associado a movimentos involuntários do sistema digestivo, quase nunca tem a ver com o bebê estar com frio, mas, como muitos dos mistérios da sabedoria da vovó, toda vez que eu coloquei luvas e meias nos meus bebês com soluço, ele parou!

Se você já usou alguma dica da vovó, ou conheça alguma super bacana deixe seu comentário abaixo! 

Fonte do Site: www.bagagemdemae.com.br

Fonte da Imagem: www.vix.com

As mudanças do seu corpo da gestante

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Conforme a gestação progride, você passa por mudanças físicas, incluindo dores nas costas, ganho de peso e retenção de líquidos. Sintomas como esses, apesar de desconfortáveis, são normais, e muitas vezes vão embora depois do parto ou com a evolução da gravidez.

Enquanto isso, existem algumas formas de lidar com esses sintomas para que você se sinta melhor durante e depois da gestação.

Ganho de peso

Tente ter em mente que o peso extra é importante para uma gestação saudável e que, eventualmente, será perdido depois de o bebê nascer. Concentre-se em:

  • Fazer refeições saudáveis.
  • Cortar as besteiras e guloseimas.
  • Exercitar-se regularmente (depois de consultar seu médico).

Dor nas costas

Caso tenha dor nas costas, experimente os métodos abaixo para reduzir o desconforto e conseguir dormir bem (com a supervisão do seu médico):

  • Alongamento simples ou ioga para reforçar e alongar os músculos das costas e pernas.
  • Dar a si mesma o luxo de uma massagem para relaxar e soltar os músculos tensos.
  • Tentar dormir de lado, com um travesseiro entre os joelhos dobrados, para dar apoio à lombar.

Tornozelos e pés inchados

Pelo fato de o seu corpo reter mais líquidos durante a gestação, você pode ficar com as pernas, tornozelos e/ou pés inchados (edema), principalmente durante o terceiro trimestre. Para aliviar essa condição:

  • Fique com os pés para cima o máximo que conseguir.
  • Use sapatos confortáveis.
  • Evite se sentar ou ficar de pé por longos períodos.

OBS.: Ligue para o seu médico caso note inchaço repentino nas mãos e rosto. Isso pode sinalizar uma condição perigosa da gestação, chamada pré-eclâmpsia.

Coceira na pele

Não é incomum sentir coceira quando a pele da sua barriga e seios começar a se expandir. Algumas mulheres também reparam que as palmas das mãos e solas dos pés ficam avermelhadas. Além disso, você pode perceber que algumas situações que fazem a pele coçar (como ressecamento, eczema e alergias a alimentos) podem se agravar ainda mais quando você está grávida.

Para reduzir o desconforto, evite tomar banhos muito quentes, utilize sabonete suave e hidratante, sempre que precisar.

Coceira intensa

Coceiras severas durante o segundo ou, mais comumente, terceiro trimestre podem ser um sinal de colestase intra-hepática da gestação, um problema de fígado que afeta até 2% das gestantes e pode significar um perigo ao seu bebê. Entre em contato com seu médico imediatamente, caso acredite ter colestase. Se tiver, ele recomendará os exames indicados para você e o bebê.

Quando consultar o médico: ligue para seu obstetra quando sentir coceira intensa e persistente.

Estrias

Nem todas as mulheres têm estrias. Pelo fato de aparecerem em áreas onde a pele se esticou rapidamente por você ter engordado, o risco pode ser reduzido ao ganhar peso gradualmente, não excedendo a recomendação para o seu biotipo físico.

Caso ganhe estrias, há algumas opções para minimizar a aparência. Algumas pesquisas demonstram que loções tópicas, como o creme de tretinoína, podem ajudar. Entretanto, devem ser aplicadas logo depois do parto (observação: alguns tratamentos tópicos não são seguros para serem utilizados enquanto você está grávida e/ou amamentando. Por isso, consulte o seu médico).

Unhas crescendo mais rápido

Em algum momento, em torno do quarto mês, suas unhas começarão a crescer mais rápido do que o normal. Elas também podem começar a ficar mais amolecidas ou frágeis e desenvolver pequenas ranhuras. Mas devem voltar ao normal dentro de alguns meses.

Mudanças animadoras no corpo

Enquanto a gestação traz muitos desafios fisicamente, há algumas mudanças no seu corpo que você desejaria que durassem mais:

  • Um cabelo mais bonito.
  • Como dizem, você ficará “radiante”.
  • Seios mais fartos.

Fonte do Site: https://www.johnsonsbaby.com.br/preparando-se-para-o-bebe/mudancas-no-corpo-durante-gravidez