Tem problema usar talco na pele do bebê?

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Fonte da Imagem: http://www.esperandobebe.com.br

Apesar do cheirinho gostoso, os médicos não recomendam que se use talco em bebês, porque, por ser formado por partículas minúsculas, ele pode facilmente ser inalado e aspirado pela criança, ficando preso nas vias respiratórias e nos pulmões e provocando dificuldades para respirar. O mesmo vale para polvilho.

Além disso, não há comprovação nenhuma de que talco ajude a prevenir ou melhorar assaduras ou outros problemas de pele, como brotoejas.

No caso das assaduras, o melhor é, a cada troca, limpar bem o bumbum do bebê e secar com uma fralda de pano ou outro tecido bem macio, para não irritar ainda mais o local. Depois de bem seco, aplique uma fina camada de creme antiassadura. 

Se quiser usar alguma coisa para dar uma “secada” a mais na pele do seu filho, prefira maisena ou outros produtos à base de amido de milho, já que eles são compostos por partículas maiores. Ainda assim, todo o cuidado é necessário para não passar nem pulverizar nada próximo ao rosto do bebê. Ponha uma pequena quantidade na sua mão primeiro.

Preste atenção também para deixar o produto longe do alcance da criança. Quando for utilizar, tenha cautela no momento de virar a embalagem e evitar que se crie aquela “nuvem” de pó perto de vocês.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x25008283/tem-problema-usar-talco-na-pele-do-beb%C3%AA

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O uso da cinta no pós-parto é realmente efetivo?

Conheça exercícios para auxiliar o trabalho da musculatura abdominal e pélvica

Durante a gravidez, o foco das futuras mamães é garantir a saúde e o bem-estar do seu bebê, mas, cada vez mais, a preocupação com o seu corpo tem tomado significativa importância. Depois do nascimento do bebê, muitas mulheres sofrem com problemas de autoestima por conta das mudanças que ocorrem no corpo, principalmente na região abdominal, que após o parto, fica com aspecto flácido e inchado.

Na busca da solução desse problema, muitas mulheres acreditam que o uso da cinta é importante, pois irá colocar novamente a “musculatura no lugar”, ou seja, ajudar a recuperar a forma. Mas será que é assim que funciona? Ou melhor, será que funciona?

É inegável que o uso da cinta traz alguns benefícios imediatos, como melhorar e uniformizar a silhueta (apenas enquanto está com a cinta), o que melhora o caimento das roupas e aumenta a autoestima. A cinta também costuma dar uma sensação de conforto e segurança para as mulheres no pós-parto e reduzir a ocorrência de hematomas no local da cirurgia (em caso de cesárea). Porém, é importante salientar que não é a cinta que reduzirá medidas ou tonificará a musculatura distendida na gravidez.

A cinta não estimulará os músculos do abdômen, pelo contrário, vai desestimular o uso. Ela faz o papel que os músculos dessa região fariam, e o cérebro é muito esperto quando se tem algo fazendo o serviço por ele. Dessa forma o cérebro vai poupar energia e parar de enviar comandos para esse trabalho. O grande problema é que os músculos dessa região não possuem apenas a função estética. Vai bem mais além, são grandes responsáveis por estabilizar a região central do nosso corpo e a falha da ativação dessa região está associada com a dor lombar, que também está ligada com a incontinência urinária. 

Exercícios fisioterapêuticos para o pós-parto - Foto: nikitabuida / Freepik

Bom, então se a cinta não fará a musculatura “voltar para o lugar” e nem te ajudará a reduzir medidas, o que fazer? Ativar os músculos! Como? Por meio de exercícios! E não se preocupe, você não precisará ir à academia para isto. Alguns exercícios simples podem ser feitos rapidamente em casa para ativar esta região. 

Vamos te informar alguns, mas antes disso, se você ainda não se convenceu de que ativar a musculatura é melhor do que usar a cinta e ainda pensa em usá-la, saiba que o seu uso sempre deve ser discutido com o médico, pois não são todas as mulheres que podem usá-la. Segundo o Dr. Gustavo Ventura, obstetra, mulheres que fizeram cesárea e apresentam inflamação e/ou sangramento excessivo no local do corte, além de mulheres com distensão abdominal por gases (o que é muito comum no pós-parto), devem evitar o uso da cinta. Isso porque ela, por apertar muito, dificulta a eliminação de gases, atrapalhando a circulação e, em caso de cesárea, abafa o corte, o que dificulta o processo de cicatrização, podendo até aumentar o risco de infecção e abertura dos pontos.

Exercícios:

1- Respiração: Ajuda na ativação da musculatura do abdômen: Deitada de barriga para cima e pernas dobradas, você irá puxar o ar pelo nariz, e soltar pela boca como se estivesse apagando uma vela, sentindo as costelas descerem e fecharem e a barriga ir ficando “durinha” até o fim da expiração.

Na sequência, mantenha a mesma postura, puxe o ar pelo nariz, e enquanto solta o ar (abaixando as costelas e ativando o abdome), você irá contrair o períneo (como se quisesse segurar a urina). Sim, na vagina existem músculos e precisamos trabalhar essa musculatura também.

Você usará essa respiração em todos os exercícios seguintes.

2- Ponte: deitada, de barriga para cima, apoie os pés no chão, mantendo os joelhos dobrados e o ombro e pescoço apoiados no chão durante este exercício. 

Puxe o ar pelo nariz, e enquanto solta o ar pela boca e ativando o abdômen, você irá levantar o quadril do chão até altura dos joelhos, contraindo junto o períneo. 

Manter essa posição por cinco segundos e voltar lentamente até apoiar novamente o quadril no chão.

Realizar 2×10 repetições.

3- Posição de Gato: fique na posição de gato (mãos e joelhos apoiados no chão), puxe o ar pelo nariz, olhando para frente e empinando o bumbum. Solte o ar ativando o abdome, e contraia o períneo, fazendo um arco com as costas, guardando o bumbum.

Realizar 2×10 repetições.

4- Estabilizadores de trono: sentada na cadeira, com os pés apoiados no chão e as costas bem apoiadas na cadeira, puxe o ar pelo nariz e cresça sua coluna como se você estivesse tentando ficar maior. Solte o ar pela boca e continue crescendo a coluna. Ao mesmo tempo contraia o períneo, mantendo o apoio das costas e pés colados no chão.

Realizar 2×10 repetições.

5- Estabilizadores de trono: em pé, com as pernas semiflexionadas e afastadas na largura do quadril, coloque as mãos nos joelhos e olhe para frente. Mantenha a postura e puxe o ar pelo nariz, e enquanto solta o ar, contraia o períneo. Preste atenção na postura.

Realizar 2×10 repetições.

Está provado que o uso da cinta pós-parto deve ser moderado e consciente, nunca utiliza como única garantia para obter um abdome sarado após a gravidez, ao contrário do que as pessoas pensam, quanto mais tempo usarem a cinta, mais tempo demoram a recuperar a forma do corpo pré-gravídico.

Alessandra Sônego é fisioterapeuta especializada em Saúde da Mulher pelo HC-FMUSP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia. Especialista em acupuntura e Medicina Tradicional Chinesa pela FACEI (2011).

Dr. Gustavo Ventura é médico ginecologista e obstetra com Subespecialidade em Mastologia, especialista em Ginecologia e Obstetricia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e membro da Sociedade Brasileira de Mastologia.

Juliana Thomé é fisioterapeuta especialista em Reeducação Funcional da Postura e do Movimento pelo HC-FMUSP, Mestranda em Neurociências e Comportamento pela Universidade de São Paulo e colaboradora da clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional e criadora do Postura e Movimento.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/o-uso-da-cinta-no-pos-parto-e-realmente-efetivo/

Maquiagem na hora do parto: polêmica ou necessária?

Conheça três dicas para as mães que desejam usar maquiagem no parto

Na era digital, ninguém quer perder nenhum registro dos filhos, inclusive o nascimento, certo? Por isso, a fotografia de parto se tornou uma tendência. Mas um detalhe vem chamando a atenção de quem acompanha esse tipo de ensaio: a maquiagem.

Há quem acredite que a sessão de fotos criou a necessidade do uso de make durante o parto. A fotógrafa Thalita Castanha não concorda. “O que mudou é que, agora, o acesso às fotos do parto é mais amplo e acontece bem mais rapidamente, o que dá a impressão de que mamães arrumadas no hospital é uma moda. Mas não, sempre foi assim”, defende a profissional.

O uso da maquiagem fica a critério da mãe, esclarece Thalita. O mais importante é que ela esteja confortável para o nascimento. “A mãe quer se sentir bonita para receber seu filho e não só para sair bem na foto”, conta.

maquiagem no parto - Foto: Thalita Castanha

Há mais de cinco anos no mercado de fotografia, Thalita é referência em fotografia de parto, newborne ensaio de gestante, chegando a atender até 60 famílias por mês. Para as mães que desejam usar maquiagem no parto, a expert dá dicas:  

  • Quanto mais à vontade você estiver, melhor! As fotos refletem o estado de espírito dos personagens.
  • Prefira os cosméticos que você está acostumada a usar no dia a dia para evitar alergias.
  • Por recomendações médicas, prefira unha curta e use esmalte claro.

Recentemente, Thalita clicou o nascimento dos filhos de Thais Fersoza, Deborah Secco, Juliana Alves e Eliana.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/maquiagem-na-hora-do-parto-polemica-ou-necessaria/

É verdade que meninos sofrem mais de cólica que meninas?

bebê chorando

Ao que parece, a cólica, que inferniza tanto os bebês de até 3 meses, atinge da mesma maneira meninos e meninas. Também não há diferença entre outros fatores, como se primeiro ou segundo filho, ou ser bebê que mama no peito ou que toma mamadeira de fórmula. 

Ninguém sabe por que alguns bebês têm mais cólica que outros, embora haja muitas teorias. 

Um fator de risco, no entanto, foi comprovado: se a mulher fuma durante a gravidez, a probabilidade de o bebê sofrer com cólica é maior. Se seu bebê ainda não nasceu e você fuma, a perspectiva de lidar com o choro permanente do bebê pode ser um bom incentivo para largar o cigarro. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x5400055/%C3%A9-verdade-que-meninos-sofrem-mais-de-c%C3%B3lica-que-meninas

10 remédios que você não deve dar para crianças

Todo cuidado é pouco com remédios para crianças!

Consulte sempre o médico antes de dar um remédio pela primeira vez para o seu filho. Os bebês, em especial, são bem mais suscetíveis do que os adultos a reações adversas a medicamentos. Se o bebê vomitar ou ficar com marcas, manchas ou bolinhas avermelhadas na pele após tomar algum remédio, avise o médico o quanto antes.

Aspirina

Nunca dê aspirina ou qualquer outro remédio que seja combinado com aspirina, mesmo que seja chamado de infantil (sempre leia as bulas para verificar a fórmula; aspirina aparece com o nome de ácido acetilsalicílico).

Aspirinas podem levar à Síndrome de Reye, uma doença rara, porém bastante grave, que atinge o cérebro e o fígado.

Além da aspirina, outros remédios conhecidos que contêm ácido acetilsalicílico na fórmula são AAS, Bufferin e Melhoral.

Antirresfriado, antigripal e descongestionante

Diferentes órgãos de saúde nacionais e internacionais alertam os pais para não darem remédios para gripe ou resfriado a seus filhos. Só use descongestionantes e xaropes sob orientação médica, já que, em vez de fazerem bem, eles podem acabar fazendo mal.

Entre os efeitos colaterais de remédios errados para crianças estão apatia, falta total de sono, problemas intestinais, bolinhas avermelhadas na pele, aumento do ritmo cardíaco e até convulsões.

Tente soluções caseiras para tentar aliviar os sintomas, como elevar o colchão do bebê para ele respirar melhor, colocar um umidificador/vaporizador no quartinho, além de dar bastante líquido ao longo de todo o dia.

Remédio para diarreia

Medicamentos para conter diarreia não são indicados para crianças de qualquer idade, não só pela toxicidade que podem apresentar, mas também pela possibilidade de piorar gravemente uma infecção bacteriana, podendo levar até a infecções generalizadas.

Em casos de diarreia aguda, o mais urgente é manter a hidratação (o médico pode prescrever algum remédio para conter vômitos se também estiverem presentes) e tratar a febre para evitar maior perda de líquido pelo corpo.

Remédio de adulto

É um perigo dar remédio de adulto para crianças, mesmo que em doses muito menores. Se a embalagem e a bula não indicarem que o medicamento é infantil e deve ser administrado de acordo com o peso e a idade do seu filho, não dê de jeito nenhum.

Medicamento de outra criança ou para outro problema

Remédios receitados para outra criança (mesmo que seja um irmãozinho) ou para tratar outro problema podem não funcionar ou até ser perigosos para o bebê. Por mais caro que seja, se tiver que comprar outro, compre. 

Só dê para o seu filho aquilo que foi recomendado pelo médico para ele e para o atual problema dele.

Qualquer coisa fora da validade

Quando perceber que um remédio perdeu a validade, jogue fora, mesmo que seja um simples analgésico. 

Depois que passam do prazo de validade, os medicamentos podem não surtir mais o efeito desejado ou até se tornarem perigosos.

Dose a mais analgésico ou antitérmico

Alguns remédios contêm combinações de substâncias para ajudar a aliviar dor ou baixar a febre, então tenha muito cuidado se for dar uma dose a mais de algum medicamento ou um medicamento diferente em horário próximo, achando que não está dando a mesma coisa. Isso é especialmente comum e perigoso no caso de substâncias como o paracetamol (nome genérico do Tylenol), muitas vezes acrescentado à fórmula de outros remédios.

Doses elevadas de paracetamol são tóxicas ao fígado e podem levar até à morte, por isso todo cuidado é pouco.

Na dúvida sobre a formulação de diferentes remédios, antes de dar para o seu filho, converse primeiro com o médico ou com um farmacêutico.

Fórmula, chá ou remédio natural

Embora produzidos a partir de substâncias naturais, esses medicamentos não deixam de ter elementos químicos que interagem com o organismo do bebê. Podem ter inclusive álcool na formulação, e não são controlados pelos órgãos de vigilância da mesma forma que os remédios comuns.

Lembre de que até chá de ervas pode conter substâncias prejudiciais ao corpo de uma criança, portanto não deve ser dado a menos que indicado pelo médico.

Pastilhas ou comprimidos mastigáveis

Comprimidos mastigáveis ou remédios em pastilha podem acabar presos na garganta de uma criança, então, se for recomendado que você use algum medicamento neste formato, pergunte ao médico se pode dissolvê-lo antes em um pouco de papinha doce (caso seu filho já coma alimentos sólidos) ou fruta amassadinha.

Pomada, creme ou gel com cânfora

Só podem ser utilizados, ainda assim com todo o cuidado e monitoramento para que não sejam ingeridos ou lambidos, em crianças acima de 2 anos. 

Remédios com cânfora na fórmula, como Caladryl ou Vick Vaporoub, podem ser tóxicos para o bebê e levar até a morte em caso de serem engolidos por acidente, mesmo em quantidades minúsculas.

Fonte do Site: brasil.babycenter.com

Devo parar de usar lencinhos se a assadura do bebê piorar?

mãe trocando o bebê

Por mais convenientes que sejam, muitos lencinhos umedecidos contêm substâncias químicas que podem irritar a pele do bebê. Isso, porém, não quer dizer que com certeza causarão problemas de pele. Tudo depende da sensibilidade de cada criança. Além disso, lencinhos em si não provocam assaduras.

As assaduras comuns costumam aparecer em função de muita umidade na região do bumbum (junto com a exposição às fezes e urina) ou quando a pele é muito esfregada na hora da limpeza, seja com lencinhos, fralda de pano ou algodão molhado em água, e acaba se esfolando um pouco. 

Se seu filho tiver alguma reação ou vermelhidão na pele, ou ainda uma assadura que não passa, é melhor sim parar de usar os lencinhos e só limpar o bumbum com algodão levemente molhado na água morna ou direto no chuveiro/chuveirinho. Às vezes você pode também tentar mudar de marca de lencinho para testar se é isso que está causando alguma reação

Só não exagere na limpeza com lencinhos (depois de toda troca de fralda de xixi, por exemplo), porque aí a região do bumbum pode acabar ficando sempre úmida e, consequentemente, mais suscetível a assaduras. Algumas mães secam a pele do bebê com uma fraldinha de pano ou algodão seco depois de passar o lenço umedecido, para tirar o excesso de umidade.

Muita gente também prefere só usar os lencinhos fora de casa e algodão com água no dia a dia.

Febre na criança pequena

Febre sempre deixa os pais preocupados, mas é importante lembrar que ela é um processo comum, que vai se repetir muitas vezes na vida da criança. A febre faz parte da defesa natural do organismo do bebê contra uma infecção.

Criança chorando com mão na boca

Meu filho está com febre. O que fazer?

Tradicionalmente, considera-se febre uma temperatura acima dos 37 graus Celsius ou centígrados, observada num termômetro colocado embaixo do braço. Mas algumas crianças podem ter a temperatura mais alta, de até 37,5 graus, mesmo que não haja nada errado.  Por isso, os médicos consideram febre mesmo temperaturas acima de 37,5 graus (para alguns médicos, pode ser acima de 37,8).  Entre 37 e 37,5 graus, a criança está subfebril, ou com uma febrícula. Veja nossas orientações sobre como tirar a temperatura da criança e que tipo de termômetro usar.

Por que a febre aparece?

A febre, em geral, é uma indicação de que o organismo está combatendo algum tipo de infecção. Os macrófagos, células que patrulham o corpo, estão sempre em alerta. Quando encontram algo estranho como vírus, bactérias ou fungos, eliminam o maior número que conseguem. 

Ao mesmo tempo, pedem ajuda, mandando sinais para o cérebro elevar a temperatura do corpo. Só essa elevação já é capaz de matar alguns tipos de bactéria. O processo também parece acelerar a produção de glóbulos brancos e de substâncias que matam os intrusos. 

Por isso, antes de se apavorar, é preciso lembrar que a elevação da temperatura faz parte do processo natural de combate à infecção. A febre em si não é necessariamente prejudicial. 

Algumas vezes pode não ser tão claro por que seu filho está com febre, mas há alguns motivos mais comuns: 

  • Gripe;
  • Resfriado;
  • Inflamação na garganta;
  • Infecção no ouvido;
  • Infecção urinária;
  • Doenças respiratórias, como pneumonia ou bronquiolite;
  • Vírus que causam “pintinhas” pelo corpo, como catapora;

Como faço para distinguir uma febre sem gravidade de uma mais grave?

Mais importante que a temperatura em si é o comportamento da criança. 

Se ela estiver com febre de até 38,5 graus, mas estiver comendo bem, brincando e tranquila, há menos razão de preocupação que no caso de uma criança com febre de 37,8 graus junto com choro inconsolável ou prostração.

Procure o médico se a febre estiver acima de 39,5 graus, ou se a criança estiver agindo estranho, muito abatida. Não deixe de mencionar qualquer outro sintoma para o pediatra, para que ele tenha mais dados para fazer um diagnóstico. 

Fique de olho nos seguintes sintomas, que podem indicar algo mais grave:

  • A criança apresenta manchinhas vermelhas na pele, que não clareiam quando você as aperta, ou se tem¬ manchas vermelhas grandes. Esses são sinais de uma infecção bacteriana grave.
  • A criança tem dificuldade para respirar, ou está ofegante. Pode ser pneumonia.

Lembre-se: A temperatura do corpo costuma aumentar no início da noite, em geral. Por isso é esperado que a febre piore um pouco nesses horários.

Para bebês de menos de 3 meses, as orientações são diferentes.

Caso você consiga baixar a temperatura de seu filho de 1 a 3 anos com antitérmicos (como paracetamol, ibuprofeno ou dipirona), e ele não esteja muito abatido, você pode esperar pelo menos 24 horas para levá-lo ao médico. 

Antes disso, é provável que o especialista não consiga fazer nenhum diagnóstico, e peça para você apenas observar o seu filho.

Evite levar a criança sem necessidade ao pronto-socorro, para não expô-la a outros vírus e bactérias num momento em que o organismo dela já está um pouco fragilizado.

Mas confie nos seus instintos e procure atendimento imediato se sentir que se trata de alguma doença mais grave.

Preciso baixar a febre a qualquer custo?

Você só precisa baixar a febre do seu filho se ele estiver se sentindo desconfortável demais (chorando o tempo todo, reclamando, vomitando). Ou se ele já tiver tido uma convulsão febril alguma vez (leia abaixo sobre as convulsões).

Por um lado, o aumento da temperatura ajuda a combater os microorganismos que possam estar causando a infecção. Por outro, se a criança estiver se sentindo muito mal por causa da febre, vai ter dificuldade para beber e comer, e isso pode atrapalhar sua recuperação. 

Nunca dê aspirina a crianças de menos de 16 anos, porque o ácido acetilsalicílico já foi ligado a uma síndrome rara, que pode ser fatal, a síndrome de Reye. Além disso, esse tipo de medicamento pode causar problemas estomacais e hemorragias, porque afeta a coagulação do sangue. 

Durante a febre, mantenha seu filho vestido com as roupas adequadas para a temperatura ambiente, nem agasalhado demais nem de menos. Capriche na ingestão de líquidos. Uma criança com febre pode ficar desidratada só pela transpiração, mesmo que não esteja com diarreia ou vômitos. Quando a criança está desidratada, o uso de antitérmicos é menos eficaz e pode ser até mais tóxico. 

Além disso, bem hidratada, ela reage melhor às doenças. Portanto abuse dos líquidos. Você também pode dar um banho morno. Se tiver dado um antitérmico, pode dar o banho cerca de 40 minutos depois. Mas o banho não é imprescindível só dê se você achar que seu filho vai se sentir melhor. 

É melhor baixar a temperatura aos poucos que muito rápido. O banho precisa ser confortável para a criança, e nunca use álcool, nem no banho nem em compressas (como se fazia antigamente). 

O que é a convulsão febril?

Quando a temperatura da criança sobe muito rápido, pode acontecer de ela ter uma convulsão. Fica pálida, os músculos ficam rígidos ou ela faz movimentos estranhos, e às vezes perde a consciência. A convulsão febril assusta muito, mas não costuma deixar nenhuma sequela. 

Se por acaso seu filho tiver uma convulsão, você não precisa segurar a língua dele. Ele não vai engoli-la. 

Apenas tire alguma coisa que esteja em sua boca, como chupeta ou alimentos. Não o segure, mas tente mantê-lo com a cabeça de lado, para evitar o risco de ele engasgar com a saliva ou com um possível vômito. 

Um dado que ajuda bastante o médico é saber quanto tempo a convulsão durou. Portanto, se conseguir, olhe no relógio. 

Normalmente essas crises só duram 20 segundos, e é raro passarem de dois minutos. Se quatro minutos passarem e a convulsão não acabar, a criança deve ser levada para o pronto-socorro. 

Se a convulsão tiver passado e a criança estiver agindo normalmente, não é preciso correr para o hospital. 

Caso tenha acesso ao médico por telefone, fale com ele imediatamente e procure orientações. Se não, marque uma consulta ou leve seu filho com calma ao hospital. Podem ser pedidos exames complementares. 

Os episódios de convulsão normalmente acontecem entre os 6 meses e os 6 anos de idade, mas são mais comuns antes dos 2 anos. 

A criança tende a ter convulsão uma vez só (felizmente!), e há indícios de componente familiar: se o pai ou a mãe tiveram convulsão febril quando crianças, a probabilidade de o filho ter é maior. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a3400353/febre-na-crian%C3%A7a-pequena

Estimulando o paladar do bebê

Paladar deve ser estimulado livre dos preconceitos dos pais, se os pais não gostam de determinado alimento o bebê poderá gostar, desde que tenha a chance de conhecer o sabor

Bebê comendo brócolis - foto: Red pepper/ShutterStock.com

ATENÇÃO!
Até o sexto mês de vida o bebê deverá ser alimentado exclusivamente com o leite materno. Ele não precisará de água ou chás. Qualquer mudança nessa regra deverá ser feita com orientação do seu pediatra.

Estimulando o paladar

A boca é importantíssima para o bebê porque é por ela que a criança satisfaz sua necessidade básica mais forte: a fome. Também é com a boca que ele estabelece o melhor contato com a mãe, mamando. A boca é a sua primeira e principal fonte de prazer. E é por onde ele procura tomar conhecimento das coisas, tanto assim que ele leva à boca tudo o que pode pegar. Além disso, é com a boca que ele se comunica, fazendo barulho ao chorar.

O bebê, no começo, só distingue quatro sabores: doce, salgado, amargo e azedo. O paladar é o menos desenvolvido dos sentidos da criança ao nascer, até porque ela não precisa dele, uma vez que a natureza preparou-a para apenas um tipo de alimentação: o leite materno.

Isto quer dizer que o bebê tem muito a aprender pela boca, se você permitir que ele a use. Há mães que vivem tentando impedir o bebê de levar os dedos à boca, ou os objetos que ele consegue segurar. É um erro, primeiro porque estão limitando muitos as experiências da criança e, depois, porque o bebê tem uma fase oral, em que o uso da boca tem muita importância para o seu desenvolvimento psicológico e intelectual. Se sua filha ou filho passa por essa fase reprimido e não usa a boca suficientemente, a fase vai demorar a passar e ele poderá ficar por muito tempo chupando o dedo, preso à chupeta ou com problemas psicológicos.

Bebês precisam de liberdade para usar a boca: faz parte do seu aprendizado, do seu desenvolvimento. O cuidado a tomar é evitar que ele tenha acesso a coisas que não deve mesmo colocar na boca, por serem perigosas de engolir ou porque estejam sujas. Mas não reprima o bebê além da conta, porque a boca é seu primeiro contato com o mundo, sua primeira comunicação, sua primeira escola de vida.

O que é o gosto?
É uma sensação bem mais complexa que um simples sabor na boca, da qual participam todos os sentidos. O odor, a aparência, a consistência, o volume e a temperatura de um alimento são também elementos que contribuem para a formação de uma percepção gustativa global. O gosto de uma laranja não se resume aquela sensação doce-azeda na língua. O que dá água na boca é também o perfume característico, a textura da polpa e até a cor tão apetitosa.

Não use mamadeira. A má higiene da mamadeira é a principal responsável pela maior parte das doenças diarreicas em crianças pequenas. Além disso, a criança precisa começar a desenvolver o paladar, e misturar alimentos, oferecendo-os na mamadeira, não dá essa oportunidade. Permita que ele reconheça os sabores de diferentes alimentos, salgados e doces, e que use a boca. Observe e anote para conhecer suas preferências e para respeitar as suas rejeições.

Ao estimular seu paladar, leve-o a reconhecer os alimentos sem vê-los, pelo sabor e pelo cheiro. Isso ajuda muito o desenvolvimento intelectual da criança. E procure não transmitir preconceitos pessoais ou culturais ligados ao paladar. Na educação do paladar, como em todas as outras, o melhor estímulo é a riqueza de experiências sem preconceito: deixe o bebê experimentar de tudo, mesmo do azedo e do amargo, porque ele pode gostar e ter mais possibilidades de satisfação alimentar.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/estimulando-o-paladar/ 

Qual é o melhor jeito de saber se o bebê está com frio ou calor?

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Os bebês não sentem muito mais frio ou calor do que as crianças maiores ou os adultos. Como dica prática, procure vestir seu filho com uma camada de roupa a mais em relação àquela que estiver usando. Por exemplo, se você estiver de camiseta de manga curta, coloque nele uma de manga comprida; se estiver de manga comprida, acrescente então um casaco.

Sentir a temperatura no tronco (barriga, peito e costas) e na cabeça da criança é o jeito mais adequado de perceber se ela está com frio, e não através do toque nas mãos e pezinhos. As extremidades são quase sempre mais frias que o resto do corpo.

É muito mais comum bebês serem superagasalhados e ficarem irritados com o calor, do que se mostrarem incomodados por estarem passando frio. Dá para perceber se uma criança está acalorada porque ela vai suar e até ter aumento da temperatura corporal (você pode medir com um termômetro). Se a pele do seu filho estiver úmida, ele está suando, portanto está com calor.

Se você mora numa região quente, saiba que o calor pode atrapalhar o sono do seu filho.

Por outro lado, bebês com frio podem apresentar tremor, certa palidez e até apatia. Ao contrário do que diz a sabedoria popular, soluços não são um bom parâmetro para medir frio, porque são comuns de ocorrer nesta fase em que o diafragma ainda é imaturo.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x5000028/qual-%C3%A9-o-melhor-jeito-de-saber-se-o-beb%C3%AA-est%C3%A1-com-frio-ou-calor

É verdade que bebê menina dorme melhor que bebê menino?

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Não, não é verdade que bebês do sexo masculino não durmam tão bem quanto as menininhas. Não existem estudos que comprovem que um dos sexos durma melhor que o outro. E não é por falta de pesquisa. 

Muitos cientistas já analisaram os padrões de sono de bebês meninos e bebês meninas incluindo a duração do sono, mudanças no ritmo e padrão de sono, e até a comparação entre hábitos de sono e estatura. Mas nenhuma das pesquisas indicou que um sexo durma melhor que o outro. 

É possível que você conheça vários casos de pessoas que juram que a filha dorme muito melhor que o filho, e tenha chegado à conclusão de que é uma regra geral, que meninas são mais calmas e portanto dormem mais. 

O que acontece é que crianças são sempre diferentes entre si, mesmo dentro da mesma casa e com os mesmos hábitos. Como os pais não têm muito termo de comparação, acabam generalizando e criando esse tipo de mito ao longo das gerações. 

Tanto faz se você tem menino ou menina. Se você está com dificuldade de fazer seu filho dormir bem, dê uma olhada na nossa seção sobre o sono do bebê. Temos muita informação, mas talvez você queira começar com os erros que todos nós cometemos na hora de colocar a criança para dormir, ou com a tabela que indica de quanto tempo de sono seu filho precisa por dia. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x5400037/%C3%A9-verdade-que-beb%C3%AA-menina-dorme-melhor-que-beb%C3%AA-menino