Quando posso levar meu filho para cortar o cabelo pela primeira vez?

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Caso você tenha um bebê com bastante cabelo, a recomendação para o primeiro corte, em geral, é de esperar que ele tenha no mínimo três ou quatro meses e possa manter a cabeça mais erguida sozinho enquanto você o segura no colo. 

Se você puder, porém, adiar até cinco ou seis meses, o pescoço dele já estará bem mais firme e facilitará bastante o trabalho, além de ser mais confortável para ele.

“Independentemente do tônus do pescoço do bebê, antes de um ano sempre será necessária uma leve e delicada contenção da cabeça, para evitar movimentos bruscos e eventuais acidentes”, observa o pediatra Fábio Picchi, integrante do Conselho Médico do BabyCenter.

Se o seu bebê é bem cabeludinho e você acha que ele vai precisar de uma aparada no cabelo antes do primeiro “corte oficial”, você mesma pode cortar em casa se tiver jeito e confiança. Mas prepare-se para que o resultado fique longe de ser perfeito. 

Lembre também que o cabelo dos bebês costuma cair nos primeiros meses de vida (um processo absolutamente normal) e formar buracos estranhos na cabeça devido à posição repetida de dormir no mesmo lado.

Uma boa tesoura ajuda a dar um corte mais rápido e bem feito. As tesouras mais velhas podem puxar o cabelo, machucando e deixando o corte desigual. Se você pretende cortar o cabelo de seu filho regularmente, invista em uma boa tesoura de cabeleireiro. E, se seu filho resistir ao corte ou se mexer muito, tente novamente outro dia, ou espere até ele adormecer (este é um truque que muitos pais usam, não só para cortar o cabelo, mas também para cortar as unhas das mãos e pés do bebê).

Por outro lado, há muitos bebês carequinhas que levam até mais de um ano para enfrentar uma sessão de corte de cabelo.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x25008037/quando-posso-levar-meu-filho-para-cortar-o-cabelo-pela-primeira-vez

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A barriga da mulher depois do bebê

É provável que você esteja surpresa com a aparência da sua barriga depois do nascimento do bebê.  Ele não está mais lá, mas mesmo assim, em volta do umbigo, a barriga está estufada. E você parece estar grávida de 6 meses!  As pessoas até perguntam na rua para quando é o bebê, e você tem de dizer, superconstrangida, que já nasceu…

Mulher se pesando

Por que minha barriga ainda parece de grávida?

Além do tamanho, muitas mulheres ficam com uma linha escura atravessando a barriga na vertical, a chamada linea nigra, e com um monte de estrias espalhadas pela pele.  Quem fez cesariana fica ainda com a cicatriz da operação, normalmente na “linha do biquíni”. O formato da barriga pode mudar um pouco também no caso de cesariana, já que os músculos são cortados e recosturados. Respire fundo. Demora um pouco para o corpo principalmente a barriga  se recuperar totalmente após a gravidez.  Imagine que sua barriga era um balão, que foi enchendo conforme o bebê crescia. Quando ele nasceu, o balão não estourou de uma vez o “ar” vai saindo de mansinho. 

Assim que o bebê nasce, hormônios começam a atuar sobre o útero para que ele volte ao tamanho que era antes. Isso demora mais ou menos um mês para acontecer.  Além disso, todas as células do corpo que tinham inchado devido à gestação começam a liberar líquido, que vai saindo em forma de urina, suor e secreções vaginais.  A gordura extra que você acumulou na gravidez, para nutrir o bebê, vai começar a ser gasta (em especial se você estiver amamentando ou fazendo exercícios físicos, após a liberação do médico). De qualquer jeito, você vai precisar de no mínimo algumas semanas para ver algum resultado. 

As estrias e a linha escura na barriga infelizmente duram mais. Pelo menos as estrias vão clareando e, entre 6 meses e 1 ano depois do parto, assumem aquela cor mais clara que o tom da pele, ficando menos visíveis. A linea nigra vai clareando aos poucos ao longo de 1 ano, mas pode não desaparecer por completo.

Quanto vai demorar para minha barriga voltar ao tamanho normal após o parto?

Todas nós já vimos com nossos próprios olhos aquelas mulheres maravilhosas que aparecem magérrimas, de calça jeans e miniblusa, um mês depois do parto. Sim, isso pode acontecer, mas é raro. 
Para a maioria das mulheres, leva meses para se livrar da incômoda barriguinha de grávida — e, às vezes, ela simplesmente não vai embora. 

Em primeiro lugar, tenha paciência. Se levou 9 meses para a barriga esticar, é justo que leve outros 9 meses ou um pouco mais para ela voltar ao tamanho normal. 

A rapidez da transição para mais perto do “normal” depende de como era seu corpo antes de engravidar, de quantos quilos você engordou na gravidez, do nível de atividade física e de algo que você não tem como mudar: seus genes. 

Mulheres que engordaram menos de 14 kg na gravidez, que fizeram exercícios físicos durante a gestação, que amamentam e que estão no primeiro filho tendem a emagrecer mais rápido. 

Se você não estiver amamentando, vai precisar prestar atenção na alimentação. Agora que não está mais grávida não precisa de tantas calorias.

O que posso fazer para minha barriga ficar mais bonita depois da gravidez?

A amamentação ajuda bastante, principalmente nos primeiros meses. Mulheres que amamentam queimam mais calorias para produzir o leite, portanto costumam emagrecer mais rápido que as que não amamentam. 

Dar de mamar no peito também estimula a produção de hormônios que fazem o útero se contrair e voltar ao tamanho normal. 

Mas muitas mães que amamentam reclamam dizendo que têm dificuldade de perder os últimos 2 a 5 quilos. Há quem afirme que o organismo guarda uma reserva de gordura para produzir o leite, mas não há provas definitivas disso. 

Exercícios também são eficazes. Mas converse com o medico: dependendo do tipo de parto, você pode ter de esperar algumas semanas. 

Dá para começar aos poucos, com caminhadas, por exemplo. Depois da consulta de 6 semanas após o parto, se o obstetra liberar, você pode começar a fazer exercícios mais vigorosos, como pilates, por exemplo, que ajuda a tonificar o abdome. 

Boa postura é outro fator que influencia. “Muitas mulheres ficam com uma postura relaxada após o fim da gestação, o que é natural, uma vez que passaram nove meses sem encolher a barriga. Obrigar-se a encolher a barriga após o parto faz muita diferença na recuperação da musculatura abdominal”, diz a obstetra Eleonora F. Stocchero Fonseca, do Conselho Médico do BabyCenter. 

Cuidado para não fazer regime enquanto estiver amamentando. O aleitamento é seu maior aliado na perda de peso.  E você vai precisar de bastante energia para lidar com um bebê pequenininho que ainda não dorme a noite toda.

Adianta usar cinta pós-parto ou modeladores?

O assunto é polêmico. As cintas pós-parto eram praticamente obrigatórias em caso de cesárea há alguns anos, mas agora os especialistas divergem. 

Por um lado, elas melhoram o aspecto externo da silhueta e dão mais segurança à mulher logo depois de uma cesariana. Isso porque é possível ter aflição dos pontos e da sensação de que os órgãos estão meio soltos dentro da barriga (pois estão um pouco mesmo). 

Por outro, há especialistas que acreditam que o uso constante da cinta impeça os músculos de se movimentar e atrapalhem o fluxo sanguíneo o que, em vez de ajudar, pioraria a recuperação dos tecidos. 

Além disso, em caso de parto normal, recomendam que só se use a cinta depois do primeiro mês, quando o útero já estiver no lugar, para não correr o risco de ele pressionar a musculatura pélvica, o que poderia levar a problemas como o de “bexiga caída”. 

Portanto, converse com o médico para saber qual é a orientação dele quanto ao uso de cinta ou faixa pós-parto. 

Se você já tiver dado à luz há mais de dois meses, pode experimentar cintas e modeladores, mas saiba que não há garantia de resultado. E certifique-se de que eles estão confortáveis, pois nunca devem ser apertados. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a4300004/a-barriga-da-mulher-depois-do-beb%C3%AA

15 formas divertidas de anunciar a gravidez

Anunciar a gravidez de forma divertida é uma maneira legal de envolver os amigos nesse momento emocionante. Hoje em dia, com as redes sociais, muitos pais acabam aproveitando para divulgar online com fotos.

Quando a Fê engravidou do Bento o anúncio foi feito aqui no blog pela Luisa, lembram? Foi um post super fofo e criativo! Selecionamos 22 formas divertidas de anunciar a gravidez para vocês se inspirarem. Confiram!

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Fonte do Site: http://chegueiaomundo.com.br/categoria/mamaes-e-papais/page/3/

Você já testou? “Pote da calma” promete tranquilizar as crianças

OS EFEITOS E O BRILHO DO POTE CHAMARIAM A ATENÇÃO ENQUANTO AS CRIANÇAS SE ACALMAM

Calming Jar, em livre tradução, o vidro ou o pote da calma, um instrumento inspirado no método Montessori, usado para acalmar as crianças depois de um choro ou de uma briga.

Em especial o instrumento ajudaria as crianças a ficarem tranquilas para conseguirem escutar o que os pais ou os professores têm a dizer. O pote da calma é utilizado nos momentos em que as crianças precisam de alguns minutos para se acalmarem. Assim, eles se concentram no vidro, voltam a atenção para o efeito e têm tempo de respirar e se acalmar. Além disso, cria um momento propício para que as crianças se expressem e tentem explicar os motivos de raiva ou tristeza.

Há muitas variações para a preparação do Calming Jar: 

Você vai precisar de:

  • 1 pote de vidro com tampa ou garrafa;
  • 1-2 colheres de sopa de cola glitter;
  • 3-4 colheres de chá de purpurina;
  • 1 gota de corante alimentar;
  • Água quente;

Como fazer:

A quantidade de água a ser utilizada varia de acordo com a capacidade do pote. Leve em consideração que você deve deixar um espaço vazio na parte superior do vidro, para poder agitar o seu conteúdo.

Despeje no vidro a água quente e a cola glitter. Mexa com muita paciência para que o glitter da cola se desmanche na água. Adicione a purpurina e misture novamente. Adicione uma gota de corante alimentar e feche bem a tampa do pote.

Dica: Azul é a cor que mais inspira a calma. Se você já testou, conte para a gente como foi a experiência!

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Pote da calma

Fonte do Site: https://www.paisefilhos.com.br/crianca/voce-ja-testou-pote-da-calma-promete-tranquilizar-as-criancas/?offset=3122

5 dicas simples para desenvolver o espírito de gratidão no seu filho

Como ensinar nossos filhos a terem gratidão?  Vivemos numa sociedade marcada pelo consumismo e pelo individualismo. Estamos sempre sendo convidadas a ter o celular mais novo, os modelos de roupa que estão em alta e por aí vai.

E nossas crianças acabam sendo influenciadas por tudo isso também. Por isso, é importante ajudá-las a desenvolver o atributo da gratidão.

Vejam no texto de hoje 5 dicas simples da psicoterapeuta infantil e parceira do blog, Monica Pessanha, sobre como desenvolver a gratidão nos pequenos.

Entregar-se a esse estilo de vida o de ter aquilo que é mais recente, e pior, o que muitas vezes nem precisamos pode gerar um sentimento de frustração e, por sua vez, faz com que deixemos de ser gratos pelo que já temos. Quem acha que isso faz parte apenas do universo adulto está completamente enganado.

Atributos não são necessariamente um dom natural. Eles precisam ser desenvolvidos e como músculos precisam de exercícios. Com certeza, ensinar gratidão para as crianças é um desafio. Até porque as crianças têm uma fase de seu desenvolvimento em que elas são bem egocêntricas. Pensando em te ajudar nesse desafio, preparei 5 dicas para você usar com seu  (a) pequeno(a):

  1. Deixe seu filho ajudar com tarefas simples em casa –  Por mais que seja difícil vê-los levar muito tempo para realizar uma tarefa, precisamos deixá-los participar um pouco das tarefas de casa adequadas para idade de seu filho ou sua filha. A tentação é sempre a de interferir, mas quanto mais você faz por eles, menos eles apreciam seus esforços. Ao participar de tarefas simples como alimentar o cão ou levar os pratos sujos da mesa para a pia , a criança percebe que todas essas tarefas exigem esforço.
  2. Incentive a generosidade – O caixa de brinquedo já não fecha e tem os que ele(a) nem mais usa para brincar? Diga que irão fazer uma limpeza e verificar quais são os brinquedos que podem ir para a doação. Deixe que ele(a) participe do processo.
  3. Incentive-os a escrever notas de agradecimento – Essa é uma boa maneira de exercitar a gratidão. Os mais novos que ainda não sabem escrever, podem expressar sua gratidão por meio de desenhos.
  4. Pratique dizendo Não – É claro que as crianças estão constantemente nos pedido brinquedo, jogos, videogame e doces. Conceder todos os seus pedidos é impedi-las de poder desenvolver o espírito de gratidão. Se temos tudo e a todo momento, como ser gratos pelo que já temos? Dizer não é uma maneira de ajudar a criança a ser grata.
  5. POTE da gratidão – Isso é algo que toda a família pode participar. Todos os dias durante 30 dias, cada membro terá que escrever em filetes de papel uma coisa pela qual é grato. Quando completarem a tarefa,  vocês podem se reunir e ler juntos as coisas pelas quais a família é grata.

Ensinar gratidão não é fácil, seja persistente e paciente e lembre-se de sempre ajustar suas expectativas!

Fonte do Site: http://chegueiaomundo.com.br/ 

Pediatras dizem NÃO ao suco de frutas no primeiro ano da criança

As novas recomendações podem surpreender os pais que pensavam que o suco de fruta é 100 por cento saudável para bebês ou nutricionalmente equivalente ao próprio fruto

Não há uma ligação convincente entre a obesidade e as crianças que bebem quantidades modestas de suco de frutas. Ainda assim, as novas diretrizes defendem que o suco não tem papel essencial em dietas saudáveis ​​e equilibradas de crianças. 

Há algum tempo, os pediatras estão aconselhando os pais a deixarem de oferecer suco de frutas para as crianças no primeiro ano de vida, dizendo que a bebida não é tão saudável, quanto muitos pais pensam.

“Antes, a Academia Americana de Pediatria recomendava que os pais evitassem 100 por cento o suco de frutas para bebês menores de 6 meses. Mas neste ano, a entidade endureceu sua posição contra o suco, recomendando que a bebida seja banida inteiramente da dieta de um bebê durante o primeiro ano. A preocupação é que o suco não oferece benefícios nutricionais no início da vida e pode tomar o lugar de alimentos que os bebês realmente precisam: leite materno (ou fórmula) e suas proteínas, gorduras e minerais, como o cálcio, defendem os pediatras americanos”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski.

Esta é a primeira vez que a entidade atualiza suas diretrizes sobre o suco de frutas desde 2001.

Pais pensam que seus bebês precisam de sucos de frutas

As novas recomendações podem surpreender os pais que pensavam que o suco de fruta é 100 por cento saudável para bebês ou nutricionalmente equivalente ao próprio fruto. Mas a fruta inteira tipicamente tem mais fibra do que o suco de frutas e é menos provável que cause deterioração dentária. A fruta, in natura, promove a ingestão de menos açúcar puro. Queremos que as crianças aprendam a comer alimentos frescos. Então, se considerarmos que o suco de frutas é igual à fruta, não estamos tendo uma compreensão correta das informações nutricionais.

Na verdade, há quem defenda que o suco de fruta deva ser oferecido apenas em ocasiões especiais, especialmente para crianças com alto risco de cárie dentária. Em termos de açúcar e calorias, o suco comprado nas lojas é semelhante ao refrigerante.

“As novas diretrizes, publicadas online na revista Pediatrics, também recomendou restringir o suco de frutas a 120 ml diariamente para crianças de 1 a 3 anos e 180 ml por dia para crianças de 4 a 6 anos. As diretrizes de 2001 deram aos pais mais espaço para decidir se 120 ou 180 ml  diários eram apropriados para crianças em idade pré-escolar. Em contrapartida, o conselho para crianças de 4 a 6 anos permaneceu o mesmo”, destaca o pediatra. O último relatório limitou a ingestão diária máxima para crianças mais velhas, de 6 a 18 anos. A recomendação antiga era de 354 ml; agora apenas 240 ml são aconselhados.

Não há uma ligação convincente entre a obesidade e as crianças que bebem quantidades modestas de suco de frutas. Ainda assim, as novas diretrizes defendem que o suco não tem papel essencial em dietas saudáveis ​​e equilibradas de crianças. Outra preocupação, apontada no documento, é que o suco pode ser um tipo de porta de entrada para o consumo de outras bebidas açucaradas. Há estudos que mostram que os bebês que bebem mais suco são mais propensos a beber refrigerantes e bebidas contendo açúcar.

“Assim, a recomendação é para o consumo de frutas frescas, in natura e o consumo de água para hidratação, criando um hábito saudável desde cedo”, destaca o pediatra.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/pediatras-dizem-nao-ao-suco-de-frutas-no-primeiro-ano-da-crianca/

A criança de dois anos

A partir dos dois anos, tem início uma grande transformação no comportamento da criança. É uma fase cujo pico ocorre entre 3 e 4 anos, declinando gradualmente

Em primeiro lugar, os pais devem saber que seu “bebê” deixou de sê-lo e se tornou uma criança. Não se trata apenas de nova nomenclatura. Há de se mudar o jeito de tratar o filho, pois ele já está pronto para algumas novidades na relação familiar.

Nessa idade, a criança começa a distinguir o “certo” do “errado”, não só pelas atitudes em si, mas também pelo olhar crítico dos pais ou mudança de postura deles. Assim, pode-se dizer que ela tem percepção que certas ações terão determinadas consequências, tanto para as aceitáveis como não aceitáveis.

Por este motivo, é muito importante elogiá-la quando fizer algo esperado, construtivo e orientá-la quando for o contrário. São estas medidas que a ajudam a manter ou deixar certos comportamentos e atitudes.

Interessante ressaltar que apesar de adquirir essa consciência, é justamente quando estiver mais próxima dos três anos que começa a tentar violar as regras sociais e familiares. Muitas vezes o faz apenas por diversão, esperando arrancar risos dos adultos e irmãos. Assim, pode jogar o prato de comida no chão ou os talheres utilizados quando estiver satisfeita, rir dos erros de outras pessoas, desobedecer ordens.

Nessa fase, é capaz de formar frases curtas como: eu subo, eu faço. Tem noção que pode influenciar outras pessoas e também de que adquiriu novas capacidades, dentre elas, saber nomear objetos corretamente, bem como, o tipo de roupa que se usa para dormir, brincar ou passear.

Adora dirigir o comportamento dos outros, determinando, numa brincadeira, quem faz qual personagem ou quem usa qual brinquedo, justamente por ter o senso de influência.

Se vê uma pessoa ou criança em sofrimento, fica preocupada e pode se aproximar para lhe oferecer carinho e conforto. É uma busca dentre suas próprias vivências emocionais, quando também foi amparada e protegida.

Criança de 2 anos com fone de ouvido - foto: Iakov Filimonov/ShutterStock.com

Pode se tornar mais possessiva em relação aos seus brinquedos, exercendo controle sobre eles, ou seja, ela decide se outra criança pode ou não mexer em suas coisas.

Tem início a fase do “não”, o que não significa que não queira de fato, apenas diz não para quase tudo, numa tentativa de autonomia e desprendimento, rumo à independência. É o desejo crescente de controlar seu próprio mundo e de se sentir poderosa. Aos poucos, vai abandonando esse comportamento, principalmente ao perceber que não é necessário para se autoafirmar.

Os pais se assustam com tanta mudança, afinal até recentemente seu filho era um bebê tão fácil de lidar, obediente e dócil.

É comum a criança dessa idade querer escolher o que vestir. Para evitar estresse desnecessário, separe duas ou três peças de roupas adequadas ao clima e passeio, coloque-as sobre a cama e peça para decidir dentre elas. A criança se sentirá fortalecida, respeitada e aceita.

O maior desgaste emocional entre pais e filho se dá fundamentalmente pelo fato de alguns não aceitarem que ele cresceu, tem vontade própria e desejam continuar a tratá-lo como bebê completamente dependente, não permitindo que exerçam sua individualidade e autonomia. Ou seja, ao invés de oferecer opções adequadas, decidem por ele o que deverá usar ou fazer.

Apesar de crítica, é uma fase de desenvolvimento saudável e normal e que necessita de muita compreensão e paciência.

Para não tolher a luta incessante pela independência, os pais devem ser mais flexíveis, negociando com a criança o que pode ser alterado, porém as regras e limites básicos terão que ser mantidos e respeitados sempre, com consistência e de comum acordo entre os responsáveis.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/a-crianca-de-dois-anos/

Tem problema dar mel para o bebê?

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O problema de dar mel ao bebê é que pode haver esporos da bactéria Clostridium botulinum, que provoca o botulismo. Não importa a marca ou a procedência do mel, o perigo sempre existe. 

Como o sistema imunológico dos bebês ainda não está maduro, eles podem pegar uma forma da doença chamada botulismo infantil. Bebês de até 6 meses são especialmente vulneráveis, mas os médicos recomendam que se espere até a criança ter pelo menos 1 ano para dar mel.

Por isso, mesmo que o bebê esteja resfriado, com tosse ou com prisão de ventre e você tenha ouvido falar que mel faz bem, não dê nem um pouquinho à criança se ela tiver menos que 1 ano.

Os esporos do botulismo são muito resistentes e podem sobreviver até à pasteurização e a altas temperaturas. O xarope de milho também pode conter o esporo.

Os sintomas do botulismo surgem entre 8 e 36 horas depois da ingestão do alimento contaminado. Entre os sintomas estão prisão de ventre, falta de apetite e falta de energia. A doença é muito rara, mas, se você desconfiar que algo está errado com seu filho, procure atendimento médico na hora.

Depois de 1 ano, você pode dar mel, mas cuidado para não abusar. Por ser um alimento extremamente doce, ele pode acostumar mal o bebê, e pode prejudicar os dentes. Prefira oferecer alimentos naturalmente doces como sobremesa (frutas, abóbora, cenoura, por exemplo), e depois limpe bem a gengiva e os dentinhos do bebê. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x3300025/tem-problema-dar-mel-para-o-beb%C3%AA

Nomes de Bebê 2017: Ideias para meninos e meninas

Escolher o nome para o bebê é uma decisão difícil e muito importante, pois esse nome fará parte de toda a vida do seu filho. Alguns pais escolhem os nomes que colocarão em seus filhos muitos anos antes deles nascerem, outros já definem que vão homenagear alguém da família ou uma pessoa querida pelo casal.

Existem pais que querem colocar nomes mais comuns e de fácil compreensão. Assim como existem aqueles que optam por nomes diferentes, exclusivos e únicos para o seu bebê. Se vocês estão “grávidos” e com dúvidas em qual nome colocar no bebê, separamos várias ideias e de todos os tipos.

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Nomes de bebês para 2017

  • Alice, Helena, Isabela, Júlia, Laura, Lívia, Luiza, Manuela, Sofia, Valentina.
  • Arthur, Bernardo, Davi, Gabriel, Heitor, Lucca, Lorenzo, Miguel, Matheus, Pedro.

Nomes de bebês masculinos

Alexandre Eduardo Henrique Murilo Theo
André Enrico Henry Nathan Thiago
Antônio Enzo Ian Otávio Thomas
Augusto Erick Isaac Pietro Vicente
Breno Felipe João Rafael Vinícius
Bruno Fernando Kaique Raul Vitor
Caio Francisco Leonardo Rian Yago
Cauã Frederico Luan Ricardo Ygor
Daniel Guilherme Lucas Rodrigo Yuri
Danilo Gustavo Mathias Samuel  

Nomes compostos masculinos

Arthur Gabriel   João Vitor
Arthur Miguel   Luiz Felipe
Carlos Eduardo   Luiz Gustavo
Davi Luiz   Luiz Henrique
Davi Miguel   Luiz Miguel
Enzo Gabriel   Luiz Otávio
Enzo Miguel   Lucas Gabriel
João Gabriel   Pedro Henrique
João Guilherme   Pedro Lucas
João Lucas   Pedro Miguel
João Miguel   Vitor Hugo
João Pedro    

Nomes de bebês femininos

Agatha Camila Esther Isis Maitê Natália
Alícia Carolina Fernanda Joana Malu Nicole
Amanda Catarina Gabriela Laís Maria Olívia
Ana Cecília Gabrielle Lara Mariah Pietra
Antonela Clara Giovanna Larissa Mariana Rafaela
Aurora Clarice Giulia Lavínia Marina Rebeca
Bárbara Eduarda Heloísa Letícia Maya Sara
Beatriz Elisa Isabel Liz Melissa Sophie
Bianca Emanuelly Isabelly Lorena Milena Stella
Bruna Emilly Isadora Luana Mirella Vitória
          Yasmin

Nomes compostos femininos

Ana Beatriz   Maria Eduarda
Ana Cecília   Maria Fernanda
Ana Clara   Maria Flor
Ana Júlia   Maria Helena
Ana Laura   Maria Isis
Ana Lívia   Maria Júlia
Ana Luiza   Maria Laura
Ana Sofia   Maria Luiza
Ana Vitória   Maria Sophia
Maria Alice   Maria Valentina
Maria Cecília   Maria Vitória
Maria Clara    

Nomes de bebê diferentes para meninos

Álvaro Cícero Gael Lino Salomão
Amado Ciro Gaspar Lourenço Santiago
Antony Conrado Gonçalo Martim Serafim
Bartolomeu Cristovão Gregório Nicolas Tadeu
Benedito Dante Guilhermo Noah Tomé
Benício Dimitri Hermano Nuno Valentino
Benito Dom Ícaro Oliver Vince
Benjamin Emanuel Inácio Oscar Zion
Bento Ernesto Levi Romeu  
Calebe Franco Lince Ruan  

Nomes de bebê diferentes para meninas

Açucena Augusta Coralina Hortênsia Martina Pilar
Adele Ayla Dora Iolanda Matilda Ramona
Agnes Benedita Eleonara Julieta Melina Serena
Alegra Betina Esperança Lia Mia Tarsila
Allana Branca Estrela Linda Micaela Teodora
Amélia Caetana Felipa Lolita Naomi Úrsula
Amora Carlota Flora Louise Olga Vida
Anabel Celina Florença Luna Pandora Violeta
Analu Charlote Frederica Mabel Penélope Zoé
Anastácia Constança Gaia Maia Pérola  
Angelina Cora Guadalupe Margarida Petra  

São muitas opções de nomes de bebê, porém, depois de escolher o seu preferido, o seu companheiro (a) também tem que gostar do mesmo nome.

No caso de estarem com dificuldades para chegarem a um consenso sobre o nome do bebê, aqui vai uma dica:

Cada um faz a sua lista com os nomes preferidos, depois trocam-se as listas e cada um pode cortar 3 nomes da lista do parceiro e depois, se necessário mais 3 (depende da quantidade de nomes que tiver na lista) e assim, vocês devem deixar apenas 3 nomes em cada lista. Fica mais fácil de trocar ideias e escolher!

Ainda está em dúvida mesmo depois de todas essas dicas? Não se preocupe! Para te ajudar nessa missão de qual nome escolher para o seu bebê, separamos 6 dicas valiosas!

1- Significado especial do nome do bebê

Se estiver com dúvidas em qual nome escolher, que tal dar uma olhada no significado do nome, isso pode te ajudar a decidir.

2- Nome familiar

Algumas famílias tem a tradição de passar o nome do pai para o filho, mas se a sua não tem, pode ser uma ótima ideia para homenagear uma pessoa querida. Olhe para trás e veja o nome da vovó (ô), da bisavó (ô) ou da madrinha do bebê. Antigamente, era muito comum homenagear a madrinha, passando o nome dela para a afilhada. Nesses casos, você pode buscar variações do nome, por exemplo, um nome muito usado era Maria Alice, você pode colocar na sua filha o nome Alice que está super em alta ou Umbelina que pode ser (ou ter sido) a bisa, e usar o nome Lina que é lindo e super delicado.

3- Opinião dos irmãos

Quando se tem um filho mais velho, muitas vezes ele quer dar opinião no nome do irmãozinho (a) que está chegando. Isso acaba virando uma história linda de família, já que sempre será lembrado que quem escolheu o nome foi o irmão mais velho, muito fofo!!

4- Decisão conjunta

Escolher já é difícil, com dois opinando é mais complicado. Mas é isso mesmo, o nome do filho deve ser escolhido a dois, um nome que seja lindo e especial para o casal. Isso fará toda a diferença.

5- Repita o nome escolhido

Depois de escolher o nome, repita várias vezes. Repita o nome e suas variações e analise se gosta mesmo!

6- Emoção do nascimento

Alguns casais preferem esperar o nascimento para tomar a decisão final, às vezes estão com dúvida entre dois nomes, por exemplo, Ana e Marina, e preferem ver a carinha do bebê quando nascer. E quando nasce, olham para o bebê e falam: você vai se chamar Marina! É a emoção do momento abençoado!

Com estas dicas ficará mais fácil escolher o nome do seu bebê que está a caminho.

Acesse: https://eunenem.com/blog/nomes-de-bebe-ideias-para-meninos-e-meninas/ 

Seis mitos sobre o envelhecimento

Gerontóloga fala sobre as principais crenças populares sobre a terceira idade e alerta para os cuidados com a saúde nessa faixa etária

Não adianta negar: todo mundo vai envelhecer. E inevitavelmente, com o passar do tempo, nosso organismo sofre alterações que mudam o ciclo de vida e fazem com que sejam necessárias algumas adaptações. Mas antes de tomar qualquer providência, é importante saber o que é crendice popular e o que é verdade acerca do envelhecimento.

A especialista no assunto, Eva Bettine, que é gerontóloga da Universidade de São Paulo (USP) e consultora do Método SUPERA Ginástica para o Cérebro conta que existem algumas frases sobre idosos que vão sendo repetidas ao longo do tempo e são “naturalizadas”, fazendo com que as pessoas não se questionem a respeito. “Mas não é bem assim”, diz ela.

mitos sobre o envelhecimento - Foto: pressfoto / Freepik

Confira abaixo as frases apontadas como mais comuns pela especialista e os motivos pelos quais não se deve levá-las adiante:

1. A velhice começa aos 60 anos

Este é um equívoco muito comum e a explicação é muito simples: na gerontologia (especialidade médica que estuda os processos de envelhecimento), se acredita que nós começamos a envelhecer a partir do momento da concepção. Ou seja: uma criança que nasceu é mais velha que um feto dentro da barriga da mãe, por exemplo. “Senão aconteceria assim: você dorme aos 59, novinho em folha, faz 60 anos e acorda velho. Isso não é verdade, tudo se trata de um processo”, explica Eva.

Segundo a especialista, houve uma época em que as pessoas não falavam em idade. Depois, foi necessário separar dessa forma por questões sociais, como maioridade. Mais tarde, categorizaram as gerações por motivos legais. Mas a idade depende de diversos fatores, afinal, nem todas as pessoas de 60 anos são iguais umas às outras, certo?

2. Velhice = doenças

Este mito está tão enraizado no pensamento da sociedade atualmente que se você tiver qualquer doença depois dos 60 anos, vai pensar: é porque estou ficando velho e, na verdade, não é bem assim.

A especialista exemplifica: se uma pessoa é hipertensa e toma os medicamentos prescritos para isso, sua pressão arterial vai estar dentro de uma faixa considerada saudável. Logo, podemos afirmar que ela tem uma doença controlada. Então, do ponto de vista da gerontologia, é uma pessoa com saúde. Muitas pesquisas apontam que existem milhares de idosos com até 85 anos perfeitamente saudáveis.

Segundo a especialista, para evitar o aparecimento de sintomas das doenças neurodegenerativas do cérebro, como o Alzheimer, é muito importante manter a mente ativa ao longo da vida, praticando exercícios para o cérebro. Eles ajudam a fortalecer as ligações entre os neurônios, criando uma reserva cognitiva.

3. A pessoa idosa volta a ser criança

É comum que algumas pessoas mais velhas precisem de ajuda para se locomover, se alimentar, realizar algumas atividades diárias. Mas isso não nos autoriza a afirmar que tratam-se de crianças. Termos no diminutivo como “vovozinha, queridinha, fragilzinho, idosinho” podem representar uma fala carinhosa (tudo depende da intenção do locutor), mas muitas vezes denotam um grande preconceito em função da idade.

A especialista conta que já presenciou pessoas apertando bochechas de idosos como se fossem crianças, acompanhadas de falas como “senta aqui nessa cadeirinha”. Em uma situação como essa, a pessoa mais velha se sente diminuída assim como o termo que está sendo usado. Então, é melhor evitar.

4. A velhice é a melhor idade

Não necessariamente. Na gerontologia, acredita-se que a melhor idade pode ser qualquer uma da vida em que estejamos nos sentindo muito bem. Ao afirmarmos que “a velhice é a melhor idade” para um idoso com problemas, como dificuldade para ouvir, enxergar ou andar, podemos ofender.

Este mito ainda enfraquece o que a sociedade precisa entender sobre a idade mais avançada. Pensamentos do tipo “que ótimo, já que estão na melhor idade, não precisamos fazer nada” precisam ser extintos.

5. Toda pessoa mais velha tem problema de memória

Ao reproduzir este mito, nós diminuímos a capacidade da pessoa idosa e ela, ao acreditar, se sente incapaz também. Segundo Eva, hoje existem evidências científicas de que nós aprendemos até o fim da vida. Logo, a velhice “não é desculpa” para afirmar que não se aprende mais. Atividades como aprender um novo idioma ou praticar exercícios para o cérebro são as melhores formas de manter a cognição preservada.

6. Velhice = sabedoria

Segundo Eva, pessoas sábias são aquelas que acumularam sabedoria, compreenderam fatos sobre a vida e conseguem passar isso adiante como ensinamento sem diminuir ninguém. E nós não podemos afirmar que uma pessoa se tornou mais sábia ao longo do tempo porque tudo depende do curso de vida quanto ela se dedicou a aprender, ajudou e conheceu pessoas… Ou seja: é importante não generalizar. Ainda que seja um mito “positivo”, a idade não pode ser vista cegamente como um sinônimo para sabedoria.

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