Devo parar de usar lencinhos se a assadura do bebê piorar?

mãe trocando o bebê

Por mais convenientes que sejam, muitos lencinhos umedecidos contêm substâncias químicas que podem irritar a pele do bebê. Isso, porém, não quer dizer que com certeza causarão problemas de pele. Tudo depende da sensibilidade de cada criança. Além disso, lencinhos em si não provocam assaduras.

As assaduras comuns costumam aparecer em função de muita umidade na região do bumbum (junto com a exposição às fezes e urina) ou quando a pele é muito esfregada na hora da limpeza, seja com lencinhos, fralda de pano ou algodão molhado em água, e acaba se esfolando um pouco. 

Se seu filho tiver alguma reação ou vermelhidão na pele, ou ainda uma assadura que não passa, é melhor sim parar de usar os lencinhos e só limpar o bumbum com algodão levemente molhado na água morna ou direto no chuveiro/chuveirinho. Às vezes você pode também tentar mudar de marca de lencinho para testar se é isso que está causando alguma reação

Só não exagere na limpeza com lencinhos (depois de toda troca de fralda de xixi, por exemplo), porque aí a região do bumbum pode acabar ficando sempre úmida e, consequentemente, mais suscetível a assaduras. Algumas mães secam a pele do bebê com uma fraldinha de pano ou algodão seco depois de passar o lenço umedecido, para tirar o excesso de umidade.

Muita gente também prefere só usar os lencinhos fora de casa e algodão com água no dia a dia.

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Febre na criança pequena

Febre sempre deixa os pais preocupados, mas é importante lembrar que ela é um processo comum, que vai se repetir muitas vezes na vida da criança. A febre faz parte da defesa natural do organismo do bebê contra uma infecção.

Criança chorando com mão na boca

Meu filho está com febre. O que fazer?

Tradicionalmente, considera-se febre uma temperatura acima dos 37 graus Celsius ou centígrados, observada num termômetro colocado embaixo do braço. Mas algumas crianças podem ter a temperatura mais alta, de até 37,5 graus, mesmo que não haja nada errado.  Por isso, os médicos consideram febre mesmo temperaturas acima de 37,5 graus (para alguns médicos, pode ser acima de 37,8).  Entre 37 e 37,5 graus, a criança está subfebril, ou com uma febrícula. Veja nossas orientações sobre como tirar a temperatura da criança e que tipo de termômetro usar.

Por que a febre aparece?

A febre, em geral, é uma indicação de que o organismo está combatendo algum tipo de infecção. Os macrófagos, células que patrulham o corpo, estão sempre em alerta. Quando encontram algo estranho como vírus, bactérias ou fungos, eliminam o maior número que conseguem. 

Ao mesmo tempo, pedem ajuda, mandando sinais para o cérebro elevar a temperatura do corpo. Só essa elevação já é capaz de matar alguns tipos de bactéria. O processo também parece acelerar a produção de glóbulos brancos e de substâncias que matam os intrusos. 

Por isso, antes de se apavorar, é preciso lembrar que a elevação da temperatura faz parte do processo natural de combate à infecção. A febre em si não é necessariamente prejudicial. 

Algumas vezes pode não ser tão claro por que seu filho está com febre, mas há alguns motivos mais comuns: 

  • Gripe;
  • Resfriado;
  • Inflamação na garganta;
  • Infecção no ouvido;
  • Infecção urinária;
  • Doenças respiratórias, como pneumonia ou bronquiolite;
  • Vírus que causam “pintinhas” pelo corpo, como catapora;

Como faço para distinguir uma febre sem gravidade de uma mais grave?

Mais importante que a temperatura em si é o comportamento da criança. 

Se ela estiver com febre de até 38,5 graus, mas estiver comendo bem, brincando e tranquila, há menos razão de preocupação que no caso de uma criança com febre de 37,8 graus junto com choro inconsolável ou prostração.

Procure o médico se a febre estiver acima de 39,5 graus, ou se a criança estiver agindo estranho, muito abatida. Não deixe de mencionar qualquer outro sintoma para o pediatra, para que ele tenha mais dados para fazer um diagnóstico. 

Fique de olho nos seguintes sintomas, que podem indicar algo mais grave:

  • A criança apresenta manchinhas vermelhas na pele, que não clareiam quando você as aperta, ou se tem¬ manchas vermelhas grandes. Esses são sinais de uma infecção bacteriana grave.
  • A criança tem dificuldade para respirar, ou está ofegante. Pode ser pneumonia.

Lembre-se: A temperatura do corpo costuma aumentar no início da noite, em geral. Por isso é esperado que a febre piore um pouco nesses horários.

Para bebês de menos de 3 meses, as orientações são diferentes.

Caso você consiga baixar a temperatura de seu filho de 1 a 3 anos com antitérmicos (como paracetamol, ibuprofeno ou dipirona), e ele não esteja muito abatido, você pode esperar pelo menos 24 horas para levá-lo ao médico. 

Antes disso, é provável que o especialista não consiga fazer nenhum diagnóstico, e peça para você apenas observar o seu filho.

Evite levar a criança sem necessidade ao pronto-socorro, para não expô-la a outros vírus e bactérias num momento em que o organismo dela já está um pouco fragilizado.

Mas confie nos seus instintos e procure atendimento imediato se sentir que se trata de alguma doença mais grave.

Preciso baixar a febre a qualquer custo?

Você só precisa baixar a febre do seu filho se ele estiver se sentindo desconfortável demais (chorando o tempo todo, reclamando, vomitando). Ou se ele já tiver tido uma convulsão febril alguma vez (leia abaixo sobre as convulsões).

Por um lado, o aumento da temperatura ajuda a combater os microorganismos que possam estar causando a infecção. Por outro, se a criança estiver se sentindo muito mal por causa da febre, vai ter dificuldade para beber e comer, e isso pode atrapalhar sua recuperação. 

Nunca dê aspirina a crianças de menos de 16 anos, porque o ácido acetilsalicílico já foi ligado a uma síndrome rara, que pode ser fatal, a síndrome de Reye. Além disso, esse tipo de medicamento pode causar problemas estomacais e hemorragias, porque afeta a coagulação do sangue. 

Durante a febre, mantenha seu filho vestido com as roupas adequadas para a temperatura ambiente, nem agasalhado demais nem de menos. Capriche na ingestão de líquidos. Uma criança com febre pode ficar desidratada só pela transpiração, mesmo que não esteja com diarreia ou vômitos. Quando a criança está desidratada, o uso de antitérmicos é menos eficaz e pode ser até mais tóxico. 

Além disso, bem hidratada, ela reage melhor às doenças. Portanto abuse dos líquidos. Você também pode dar um banho morno. Se tiver dado um antitérmico, pode dar o banho cerca de 40 minutos depois. Mas o banho não é imprescindível só dê se você achar que seu filho vai se sentir melhor. 

É melhor baixar a temperatura aos poucos que muito rápido. O banho precisa ser confortável para a criança, e nunca use álcool, nem no banho nem em compressas (como se fazia antigamente). 

O que é a convulsão febril?

Quando a temperatura da criança sobe muito rápido, pode acontecer de ela ter uma convulsão. Fica pálida, os músculos ficam rígidos ou ela faz movimentos estranhos, e às vezes perde a consciência. A convulsão febril assusta muito, mas não costuma deixar nenhuma sequela. 

Se por acaso seu filho tiver uma convulsão, você não precisa segurar a língua dele. Ele não vai engoli-la. 

Apenas tire alguma coisa que esteja em sua boca, como chupeta ou alimentos. Não o segure, mas tente mantê-lo com a cabeça de lado, para evitar o risco de ele engasgar com a saliva ou com um possível vômito. 

Um dado que ajuda bastante o médico é saber quanto tempo a convulsão durou. Portanto, se conseguir, olhe no relógio. 

Normalmente essas crises só duram 20 segundos, e é raro passarem de dois minutos. Se quatro minutos passarem e a convulsão não acabar, a criança deve ser levada para o pronto-socorro. 

Se a convulsão tiver passado e a criança estiver agindo normalmente, não é preciso correr para o hospital. 

Caso tenha acesso ao médico por telefone, fale com ele imediatamente e procure orientações. Se não, marque uma consulta ou leve seu filho com calma ao hospital. Podem ser pedidos exames complementares. 

Os episódios de convulsão normalmente acontecem entre os 6 meses e os 6 anos de idade, mas são mais comuns antes dos 2 anos. 

A criança tende a ter convulsão uma vez só (felizmente!), e há indícios de componente familiar: se o pai ou a mãe tiveram convulsão febril quando crianças, a probabilidade de o filho ter é maior. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a3400353/febre-na-crian%C3%A7a-pequena

Estimulando o paladar do bebê

Paladar deve ser estimulado livre dos preconceitos dos pais, se os pais não gostam de determinado alimento o bebê poderá gostar, desde que tenha a chance de conhecer o sabor

Bebê comendo brócolis - foto: Red pepper/ShutterStock.com

ATENÇÃO!
Até o sexto mês de vida o bebê deverá ser alimentado exclusivamente com o leite materno. Ele não precisará de água ou chás. Qualquer mudança nessa regra deverá ser feita com orientação do seu pediatra.

Estimulando o paladar

A boca é importantíssima para o bebê porque é por ela que a criança satisfaz sua necessidade básica mais forte: a fome. Também é com a boca que ele estabelece o melhor contato com a mãe, mamando. A boca é a sua primeira e principal fonte de prazer. E é por onde ele procura tomar conhecimento das coisas, tanto assim que ele leva à boca tudo o que pode pegar. Além disso, é com a boca que ele se comunica, fazendo barulho ao chorar.

O bebê, no começo, só distingue quatro sabores: doce, salgado, amargo e azedo. O paladar é o menos desenvolvido dos sentidos da criança ao nascer, até porque ela não precisa dele, uma vez que a natureza preparou-a para apenas um tipo de alimentação: o leite materno.

Isto quer dizer que o bebê tem muito a aprender pela boca, se você permitir que ele a use. Há mães que vivem tentando impedir o bebê de levar os dedos à boca, ou os objetos que ele consegue segurar. É um erro, primeiro porque estão limitando muitos as experiências da criança e, depois, porque o bebê tem uma fase oral, em que o uso da boca tem muita importância para o seu desenvolvimento psicológico e intelectual. Se sua filha ou filho passa por essa fase reprimido e não usa a boca suficientemente, a fase vai demorar a passar e ele poderá ficar por muito tempo chupando o dedo, preso à chupeta ou com problemas psicológicos.

Bebês precisam de liberdade para usar a boca: faz parte do seu aprendizado, do seu desenvolvimento. O cuidado a tomar é evitar que ele tenha acesso a coisas que não deve mesmo colocar na boca, por serem perigosas de engolir ou porque estejam sujas. Mas não reprima o bebê além da conta, porque a boca é seu primeiro contato com o mundo, sua primeira comunicação, sua primeira escola de vida.

O que é o gosto?
É uma sensação bem mais complexa que um simples sabor na boca, da qual participam todos os sentidos. O odor, a aparência, a consistência, o volume e a temperatura de um alimento são também elementos que contribuem para a formação de uma percepção gustativa global. O gosto de uma laranja não se resume aquela sensação doce-azeda na língua. O que dá água na boca é também o perfume característico, a textura da polpa e até a cor tão apetitosa.

Não use mamadeira. A má higiene da mamadeira é a principal responsável pela maior parte das doenças diarreicas em crianças pequenas. Além disso, a criança precisa começar a desenvolver o paladar, e misturar alimentos, oferecendo-os na mamadeira, não dá essa oportunidade. Permita que ele reconheça os sabores de diferentes alimentos, salgados e doces, e que use a boca. Observe e anote para conhecer suas preferências e para respeitar as suas rejeições.

Ao estimular seu paladar, leve-o a reconhecer os alimentos sem vê-los, pelo sabor e pelo cheiro. Isso ajuda muito o desenvolvimento intelectual da criança. E procure não transmitir preconceitos pessoais ou culturais ligados ao paladar. Na educação do paladar, como em todas as outras, o melhor estímulo é a riqueza de experiências sem preconceito: deixe o bebê experimentar de tudo, mesmo do azedo e do amargo, porque ele pode gostar e ter mais possibilidades de satisfação alimentar.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/estimulando-o-paladar/ 

Mimar não é amar

Crianças mimadas crescem egocêntricas e não respeitam a autoridade dos adultos 

Atualmente, é muito comum ver crianças nos corredores do shopping, supermercados ou em uma loja de brinquedos dando um “show” de berros, choros ou se debatendo no chão, porque querem alguma coisa e seus pais não querem ou não podem dar. Para minimizar essa vergonha em público, os pais ou adultos que acompanham a criança acabam cedendo, e aí o jogo fica 1 x 0 para a criança, que na próxima vez já saberá o que deve fazer para conseguir o que quer.

De acordo com a coach familiar Valéria Ribeiro, existem vários fatores que levam uma criança a ser mimada e todos eles estão relacionados aos comportamentos dos adultos que convivem com essa criança, indo desde a superproteção até uma certa negligência. Entre esses fatores estão: o desacordo dos pais sobre qual método de educação usar (rivalidade entre o casal); sobre algo que é proibido em um dia e permitido em outro; pais muito ocupados que querem compensar o filho pela sua ausência, dando presentes e realizando desejos além do que é normal (aniversário, Natal ou um dia especial); medo de que aconteça algo muito ruim para o filho; pais que tratam seu filho como um bibelô; pensam que os filhos têm que ter tudo aquilo que os pais não tiveram; e medo de não serem amados ao dizer “não”, frustrando os desejos da criança.

crianças mimadas - Foto: Pezibear / pixabay.com

A questão é que os pais só entenderão que têm um filho mimado muitos anos depois, quando os caprichos da criança se tornarem normais e suas demandas aumentarem. “A criança mimada é aquela que não aceita uma frustração e sempre reage querendo se posicionar no centro das atenções.

São vários os sinais que indicam que uma criança é mimada:

  • Quando os pais acreditam que o filho está sempre certo, independentemente da situação, e mesmo que o filho esteja errado
  • Dependência exagerada dos pais para tomada de decisão (superproteção)
  • Dificuldade em dividir
  • Birras frequentes
  • A criança só come a comida favorita dela
  • Nunca ajuda os pais ou outra pessoa
  • Mostra desagrado com frequência
  • Usa de manipulações
  • Sempre precisa ser convencida e persuadida
  • Não aceita não como resposta

Há uma diferença entre mimar e dar afeto. É preciso encontrar o equilíbrio entre dar afeto e situações em que a vontade dos pais deverão prevalecer, não por serem pais autoritários, mas por saberem o que é melhor para a criança naquele momento. Segundo a especialista, o mimo é quando a criança é tratada com carinho excessivo, satisfazendo todas suas vontades. Mimar uma criança é amar do jeito errado.

Criança que é mimada tende a não respeitar regras quando for adolescente ou adulto. Afinal, ela foi criada como a ‘dona do mundo’ e tudo o que ela deseja deve ser satisfeita, destaca. Além de que, na fase da adolescência ela pode passar a ter comportamentos de risco ou desenvolver comportamento delinquentes, tais como praticante de bullying, pois foi tratada como “realeza” a vida toda e não tolera que outra pessoa não concorde com seu jeito de pensar e agir.

Apesar dos pais acreditarem que uma criança mimada não tem mais solução, isso não é verdade, mas é certo que dará bastante trabalho e exigirá persistência, paciência e determinação dos pais para que os comportamentos e atitudes mudem, até o ponto em que a criança reconhecerá e respeitará os limites a ela impostos. Durante o processo de reeducação fale com voz calma, mas firme, diga a criança o quanto a ama, mas que seus comportamentos errados devem ser corrigidos. Converse com toda a família, isso inclui avós, tias e babás, sobre a reeducação e a importância para a criança, para que suas atitudes não caiam por terra por ter algum adulto que está satisfazendo as vontades da criança secretamente.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/mimar-nao-e-amar/

Qual é o melhor jeito de saber se o bebê está com frio ou calor?

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Os bebês não sentem muito mais frio ou calor do que as crianças maiores ou os adultos. Como dica prática, procure vestir seu filho com uma camada de roupa a mais em relação àquela que estiver usando. Por exemplo, se você estiver de camiseta de manga curta, coloque nele uma de manga comprida; se estiver de manga comprida, acrescente então um casaco.

Sentir a temperatura no tronco (barriga, peito e costas) e na cabeça da criança é o jeito mais adequado de perceber se ela está com frio, e não através do toque nas mãos e pezinhos. As extremidades são quase sempre mais frias que o resto do corpo.

É muito mais comum bebês serem superagasalhados e ficarem irritados com o calor, do que se mostrarem incomodados por estarem passando frio. Dá para perceber se uma criança está acalorada porque ela vai suar e até ter aumento da temperatura corporal (você pode medir com um termômetro). Se a pele do seu filho estiver úmida, ele está suando, portanto está com calor.

Se você mora numa região quente, saiba que o calor pode atrapalhar o sono do seu filho.

Por outro lado, bebês com frio podem apresentar tremor, certa palidez e até apatia. Ao contrário do que diz a sabedoria popular, soluços não são um bom parâmetro para medir frio, porque são comuns de ocorrer nesta fase em que o diafragma ainda é imaturo.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x5000028/qual-%C3%A9-o-melhor-jeito-de-saber-se-o-beb%C3%AA-est%C3%A1-com-frio-ou-calor

É verdade que bebê menina dorme melhor que bebê menino?

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Não, não é verdade que bebês do sexo masculino não durmam tão bem quanto as menininhas. Não existem estudos que comprovem que um dos sexos durma melhor que o outro. E não é por falta de pesquisa. 

Muitos cientistas já analisaram os padrões de sono de bebês meninos e bebês meninas incluindo a duração do sono, mudanças no ritmo e padrão de sono, e até a comparação entre hábitos de sono e estatura. Mas nenhuma das pesquisas indicou que um sexo durma melhor que o outro. 

É possível que você conheça vários casos de pessoas que juram que a filha dorme muito melhor que o filho, e tenha chegado à conclusão de que é uma regra geral, que meninas são mais calmas e portanto dormem mais. 

O que acontece é que crianças são sempre diferentes entre si, mesmo dentro da mesma casa e com os mesmos hábitos. Como os pais não têm muito termo de comparação, acabam generalizando e criando esse tipo de mito ao longo das gerações. 

Tanto faz se você tem menino ou menina. Se você está com dificuldade de fazer seu filho dormir bem, dê uma olhada na nossa seção sobre o sono do bebê. Temos muita informação, mas talvez você queira começar com os erros que todos nós cometemos na hora de colocar a criança para dormir, ou com a tabela que indica de quanto tempo de sono seu filho precisa por dia. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x5400037/%C3%A9-verdade-que-beb%C3%AA-menina-dorme-melhor-que-beb%C3%AA-menino

Quando é que meu filho estará pronto para tomar banho de pé?

Criança tomando banho de pé

A transição da banheira portátil ou bacia para o banho em pé na verdade depende muito da habilidade de cada criança em conseguir se equilibrar relativamente bem, mesmo com a presença de um adulto por perto para ajudar. Considere que seu filho vai precisar ficar firme de pé por alguns minutos, além de ser ligeiramente balançado enquanto você lava e enxágua.

Outros fatores novos são a pressão da água do chuveiro caindo na pele do seu filho e o barulho que às vezes parece alto e incomoda.

Lembre também que as crianças pequenas tendem a gostar mais de ficar sentadas e brincando na banheira do que sendo simplesmente lavadas enquanto estão de pé. Ou seja, a transição pode não ser muito bem-vinda. Por outro lado, dependendo do temperamento, pode ser difícil evitar que uma criança agitada fique brincando de “patinação” no banho, o que aumenta muito o risco de uma queda.

Para quem tem box de chuveiro, um jeito intermediário de dar um bom banho e, ao mesmo tempo, não acabar de vez com o prazer do seu filho é deixar a banheira portátil (ou uma bacia) de lado dentro do box, já com a água do chuveiro ligada. Aí você primeiro dá o banho com seu filho de pé e depois enche a banheira ou bacia para ele passar uns minutinhos se divertindo com alguns brinquedos.

Você vai precisar comprar um tapetinho de banho para que ele não escorregue, ou então usar adesivos antiderrapantes colados no chão do box. Mesmo assim, escorregões podem acontecer mesmo que você esteja segurando com toda a atenção do mundo.

Você pode até se perguntar: por que então não dar o banho com a criança de pé já dentro da bacia, ou da banheirinha? É que o piso de plástico costuma ser ainda mais escorregadio.

Uma terceira opção é usar uma piscininha inflável, daquelas redondinhas, dentro do box. Esse tipo de piscininha costuma ter o piso um pouco menos liso.

Quanto à parte prática, para dar o banho em pé, ligue o chuveiro e deixe a água chegar à temperatura certa sem a criança lá dentro. Quando a água estiver boa (use seu antebraço para avaliar), ponha seu filho dentro do chuveiro (sem você, se puder) e segure-o pelos bracinhos, para que ele sinta segurança. Uma vez que ele esteja confortável, você pode segurá-lo com uma mão e começar a lavá-lo com a outra.

Para quem tem banheira grande, dá para deixar a criança tomar banho direto lá, mas é preciso tomar muito cuidado para não deixar a água ficar muito alta. A água nunca deve ficar acima da altura da cintura da criança sentada, pelo menos até por volta dos 5 anos.

Se houver chuveiro em cima da banheira, use os mesmos procedimentos acima, colocando a banheirinha, bacia ou piscininha dentro da banheira grande.

Existem à venda assentos que “seguram” crianças pequenas em banheiras grandes, mas é preciso tomar cuidado porque eles podem dar uma falsa sensação de segurança. Mesmo se seu filho estiver aparentemente preso por um desses anéis, não o deixe sozinho no banho.

Faça tudo sem pressa e não desanime se, nas primeiras vezes, não der para lavar muito bem. Neste momento, o que importa é acostumar seu filho a ficar em pé durante o banho e a gostar da água caindo no corpo, e do barulho do chuveiro ligado. Não exagere na pressão da água e procure evitar que caia diretamente no rosto.

Muitas mães acabam preferindo tomar banho junto com a criança, mas a operação pode ser meio complicada, já que na hora de sair você tem de se enxugar e enxugar seu filho. Vá testando o método que funciona melhor para sua família.

Se ele não gostar do novo jeito de tomar banho, também não tem problema voltar à banheira de bebê por um tempo, até que ele esteja pronto para uma nova tentativa.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x25009193/quando-%C3%A9-que-meu-filho-estar%C3%A1-pronto-para-tomar-banho-de-p%C3%A9 

Transtorno Bipolar em crianças: sete fatores que ajudam a identificar

Médico neuropediatra e psicopedagoga ensinam que o Transtorno Bipolar ocorre em crianças e contam como os pais podem identificar sintomas

Diferente do TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), que pode atingir de 6 a 10 por cento da população infanto-juvenil, o Transtorno Bipolar atinge 0,8 a 1 por cento das crianças, e já pode ser identificado desde cedo, ao contrário do que muitos acreditam.

O neuropediatara Clay Brites, um dos fundadores do Instituto NeuroSaber, explica que de 5 a 15 por cento das crianças com um transtorno tendem a apresentar o outro associado, mas mesmo assim existe uma importante diferença entre os dois. Esse transtorno leva a imensos prejuízos no relacionamento social e na evolução afetiva na infância, e seus sintomas já podem ser identificados antes dos 5 anos de idade.  

Os especialistas alertam que quanto mais cedo o transtorno for identificado, melhor será o desenvolvimento na adolescência. Segundo um estudo publicado pela Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente (AACAP), crianças pré-adolescentes com Transtorno Bipolar apresentam uma maior dificuldade de atenção, concentração, memória e aprendizagem. “Isso mostra que os indivíduos que não são diagnosticados na infância apresentarão problemas de oscilação de humor e prejuízos na capacidade de aprendizagem mais tarde durante a vida”.

criança com Transtorno Bipolar - Foto: isakarakus / pixabay.com

A psicopedagoga Luciana Brites, especialista em Educação Especial e também fundadora do NeuroSaber, conta que existem pelo menos sete fatores que podem ser analisados pelos pais como primeiro passo para o diagnóstico. “É conhecendo mais sobre o assunto que nós conseguimos gerar consciência nas famílias”, resume Luciana. 

  1. Oscilação de humor

O primeiro ponto a ser analisado, segundo o Dr. Clay Brites, é o sintoma chave do Transtorno Bipolar: a mudança repentina de humor. A criança com Transtorno Bipolar muda de semblante de uma hora para a outra, e deixa de ser carinhosa para ficar repentinamente isolada do convívio de um dia para o outro, por exemplo”, explica. 

  1. Histórico familiar

Luciana Brites conta que o histórico familiar pode ser um fator em 80% dos casos de Transtorno Bipolar. “Muitos pais fazem pouco caso e acabam repetindo que a criança puxou o avô ou o tio, por exemplo, como se isso não fosse importante”, alerta a especialista. “Muitas vezes, pode ser que o tio ou o avô tivessem mesmo o transtorno e nunca foram diagnosticados”. 

  1. Ambiente difícil

Segundo Dr. Clay Brites, uma predisposição genética pode ser agravada por um ambiente familiar muito rígido, difícil ou de pouca afetividade. “O ambiente menos acolhedor pode atrapalhar ainda mais o problema e promover crises ainda mais intensas”, resume. 

  1. Hiperatividade cíclica

Ao contrário da criança com TDAH, que está sempre agitada, a hiperatividade em uma criança com Transtorno Bipolar é cíclica e se alterna com um comportamento mais calmo em momentos alternados. “É preciso estar atento a essa alteração de comportamento, especialmente se ela for abrupta”, alerta a psicopedagoga Luciana Brites. 

  1. Hiperssexualidade precoce

Segundo o neuropediatra, crianças bipolares costumam apresentar uma sexualidade precoce. “Geralmente, meninos e meninas com esse distúrbio podem ter insinuações, o desejo de se vestir como adulto com roupas curtas e maquiagem, por exemplo, e até mesmo um desejo sexual diante dos colegas da escola”, exemplifica. 

  1. Comportamento controlador e ciumento

Enquanto que as crianças com TDAH apresentam maior dificuldade de aprendizado em matemática e linguagens desde idades mais jovens, em vez de desenvolverem apenas na pré-adolescência, o Bipolar via de regra não apresenta este problema de início. “É um transtorno mais comportamental, que costuma deixar a criança extremamente ciumenta e controladora em relação às atitudes do dia a dia”, explica Luciana. “E eles apresentam uma irritabilidade independentemente de qualquer tipo de frustração”, explica. 

  1. Falta de sono

Por fim, os especialistas alertam para um detalhe importante e comum nesta fase da vida: a falta de sono. “Muitas pessoas confundem esse comportamento com o TDAH”, conta o médico. No entanto, a psicopedagoga completa que, ao contrário da Hiperatividade, a insônia no Transtorno Bipolar não faz com que a criança apresente sonolência pela manhã. Ela continua sem sono durante o dia. 

Por fim, Luciana e Clay completam que é importante que os pais identifiquem esse comportamento nos filhos e busquem ajuda do profissional correto: um neuropediatra ou psiquiatra infantil. “O tratamento será melhor quanto mais interdisciplinar for a equipe de profissionais”, concluem.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/transtorno-bipolar-em-criancas-sete-fatores-que-ajudam-a-identificar/

Fissuras nos mamilos e dores na amamentação

Laserterapia ajuda mães que sofrem com o problema a não abandonarem o peito

Os problemas de amamentação são frequentes e podem ser um grande desafio para novas mães. De fato, a dor nas mamas, as fissuras (rachaduras) nos mamilos e a mastite são algumas das principais razões pelas quais as mães abandonam a amamentação prematuramente.

Existe um número limitado de tratamentos efetivos para essas condições, e a terapia com laser de baixa potência tem se mostrado muito eficaz para acelerar a cicatrização dos mamilos e aliviar a dor.

Problemas no mamilo são comuns e podem afetar mais da metade das mulheres que amamentam, e apresentam características tipicamente associadas, incluindo, mamilos doloridos, rachados, sangrando e com bolhas.

A cicatrização desses mamilos danificados pode ser difícil por causa do trauma continuamente repetido da sucção do bebê. Além disso, o mamilo danificado é propenso a infecção bacteriana e fúngica, resultando em problemas como ductos mamários obstruídos e mastite.

amamentando com problemas nos seios - Foto: grisguerra / pixabay.com

Um tratamento que está provando ser de grande benefício para a melhora de mamilos dolorosos é a terapia com laser de baixa potência. O laser acelera a cicatrização de feridas e a maioria das mães relatam alívio da dor e melhora na cicatrização após apenas uma sessão. O tratamento também é benéfico na desobstrução dos ductos mamários e no processo de cicatrização de mamas com mastite.

A laserterapia é um tratamento suave e indolor, geralmente aplicado por fisioterapeutas, que usa o laser no reparo tecidual, reduz a inflamação e a dor. Os tratamentos duram apenas alguns minutos e são inteiramente indolores e sem efeitos colaterais conhecidos.

Em um estudo recente, publicado nos Estados Unidos, as mulheres tratadas com o laser de baixa potência apresentaram uma diminuição significativa na intensidade da dor 24 horas após o tratamento e a terapia demonstrou ser eficaz na melhora de lesões em mulheres que amamentam, proporcionando alívio e prolongando a amamentação exclusiva.

Thalita Freitas é fisioterapeuta especialista em Saúde da Mulher pela Faculdade de Medicina da USP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na área de reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/fissuras-nos-mamilos-e-dores-na-amamentacao/

Quando posso levar meu filho para cortar o cabelo pela primeira vez?

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Caso você tenha um bebê com bastante cabelo, a recomendação para o primeiro corte, em geral, é de esperar que ele tenha no mínimo três ou quatro meses e possa manter a cabeça mais erguida sozinho enquanto você o segura no colo. 

Se você puder, porém, adiar até cinco ou seis meses, o pescoço dele já estará bem mais firme e facilitará bastante o trabalho, além de ser mais confortável para ele.

“Independentemente do tônus do pescoço do bebê, antes de um ano sempre será necessária uma leve e delicada contenção da cabeça, para evitar movimentos bruscos e eventuais acidentes”, observa o pediatra Fábio Picchi, integrante do Conselho Médico do BabyCenter.

Se o seu bebê é bem cabeludinho e você acha que ele vai precisar de uma aparada no cabelo antes do primeiro “corte oficial”, você mesma pode cortar em casa se tiver jeito e confiança. Mas prepare-se para que o resultado fique longe de ser perfeito. 

Lembre também que o cabelo dos bebês costuma cair nos primeiros meses de vida (um processo absolutamente normal) e formar buracos estranhos na cabeça devido à posição repetida de dormir no mesmo lado.

Uma boa tesoura ajuda a dar um corte mais rápido e bem feito. As tesouras mais velhas podem puxar o cabelo, machucando e deixando o corte desigual. Se você pretende cortar o cabelo de seu filho regularmente, invista em uma boa tesoura de cabeleireiro. E, se seu filho resistir ao corte ou se mexer muito, tente novamente outro dia, ou espere até ele adormecer (este é um truque que muitos pais usam, não só para cortar o cabelo, mas também para cortar as unhas das mãos e pés do bebê).

Por outro lado, há muitos bebês carequinhas que levam até mais de um ano para enfrentar uma sessão de corte de cabelo.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x25008037/quando-posso-levar-meu-filho-para-cortar-o-cabelo-pela-primeira-vez