Berço Multifuncional: o berço ideal para o quarto do bebê

Pensando sempre em inovar a TulipaBaby lançou o BERÇO MULTIFUNCIONAL, confira mais detalhes deste produto

O Berço Multifuncional é um produto moderno e inovador que foi desenvolvido para pais que necessitam otimizar o espaço do quarto do bebê! Com design moderno, é extremamente funcional e valoriza o consumo sustentável. O grande benefício deste produto é seu tempo de vida estendido, pois quando realocadas as peças transformam-se em um quarto na versão kids, atendendo as necessidades diárias das crianças e tornando o espaço interativo e funcional. Possui 3 regulagens de altura para o colchão, ao transformar o berço na versão kids, as peças se transformam em:
  • Cama de Solteiro;
  • Escrivaninha para estudos;
  • Prateleira com duas divisórias;
  • Criado Mudo;
  • Lousa;

Para tornar este produto ainda mais funcional, apresentamos a cama auxiliar que pode ser acoplada abaixo do berço. Este produto também acompanha o crescimento da criança, pois quando o Berço Multifuncional for transformado na versão kids, esta Cama Auxiliar do Berço passa a ser cama auxiliar da Cama de Solteiro.


Como opcionais a Linha Multifuncional acompanha itens que podem compor o quarto do bebê, confira:

Toda criança, a partir de 1 ano de idade começa a realizar atividades como pintar, encaixar, desenhar e brincar de massinha, atividades que necessitam utilização de uma mesinha de apoio. 

O Mini Berço Moisés foi desenvolvido para pais que desejam um berço compacto, leve, prático e com design diferenciado. Sua base estrutural é composta de madeira maciça reflorestada, revestida com tecido. Um diferencial deste produto é a possibilidade do adulto empurrar o revestimento em tecido, proporcionando suave balanço para ninar o bebê. Produto acompanha colchão sob medida e é indicado para bebês com até 4 meses de idade com limite de peso de até 9 Kg.

Acesse nosso site e confira mais detalhes

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Atividade ao ar livre: passeio no parque

Tempo necessário: 20 minutos
Idade: Recém-nascido
Objetivo: introduzir o bebê ao mundo fora de casa em um ambiente aberto, sem aglomeração de pessoas e excesso de barulho, estimular a audição e a visão
Material: carrinho, parque ou praça, tempo bom

Como fazer

Escolha um lugar bem tranquilo e arborizado para levar o bebê e não correr risco de ele acabar estimulado demais e só chorar. O ideal é que ele esteja acordado, mesmo que deitadinho, para desfrutar da sensação do vento no rosto, do barulho das folhas nas árvores, de outras crianças brincando ao longe. Se seu carrinho permitir, varie a posição da criança, ora virada para você, ora virada para fora, para que ela possa ver a paisagem.

De tempos em tempos, dê uma parada, aproxime ligeiramente seu rosto e converse com ele para lembrá-lo da sua presença e exercitá-lo em levantar um pouquinho a cabeça. Você pode também levar uma canga ou uma manta, estender no chão e deitar o bebê de barriga para cima.

Chegue perto para que ele a veja. Bebês de até 1 mês só enxergam nitidamente pessoas e objetos a uma distância curta (20 a 30 centímetros).

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/a25005159/atividade-ao-ar-livre-passeio-no-parque

Truques para cuidar da pele do bebê no Verão

Especialistas dão dicas para curtir a estação mais quente do ano com seu bebê sem preocupação

A temporada mais quente do ano está chegando. Nesse período, os pais devem redobrar a atenção com a pele dos pequenos.  “Durante os três primeiros anos de vida, a pele da criança é de 20 a 30% mais fina que as dos adultos, por isso costuma ser mais ressecada, além de ser mais sensível ao calor e a luz do sol, precisando ser constantemente protegida”, comentam as enfermeiras da Criogênesis, Natalia Modica e Luciana Santos. 

Para evitar desconfortos e aproveitar todo o verão sem preocupações, as especialistas separaram algumas dicas. Confira:

Verifique a temperatura e os produtos do banho

É indicado que a água do banho seja morna, e não quente. Além disso, a duração deve ser no máximo 10 minutos. Esses dois fatores já diminuem a perda de água da pele. Outro ponto importante é usar produtos que tenham o pH ligeiramente ácido, assim como é a pele do bebê, garantindo uma limpeza suave e sem ressecamento. Será melhor se o sabonete usado for líquido em vez de barra, pois ele é mais suave e fácil de aplicar.

Atente-se ao protetor solar 

As mães devem evitar a exposição solar direta dos bebês de até seis meses. Para protegê-los, aposte em roupas leves que cubram todo o corpo, chapéus e carrinhos de bebê com tecido que filtre raios UVA e UVB. O filtro solar pode ser utilizado a partir do sexto mês, devendo ser do tipo baby ou mineral.

Controle o suor

A miliária, mais conhecido como brotoeja, é uma erupção cutânea ocasionada pelo suor abundante, que por não chegar a superfície da pele, desencadeia uma inflamação das glândulas sudoríparas causando irritação frequente e coceira. Para tratar, o melhor a fazer é aliviar o desconforto do bebê, principalmente ao refrescar e secar a área afetada, com banhos e roupas frescas. Em caso de dúvidas, procure o pediatra.

Hidrate a pele

A utilização de cremes, loções ou pomadas emolientes, específicas e adequadas à pele frágil e imatura do bebê devem fazer parte dos cuidados e dos hábitos de higiene. Além de proteger a pele contra as agressões externas, esses produtos ajudam a mantê-la saudável e hidratada.

cuidar da pele do bebê no Verão - Foto: hisins30 / pixabay.com

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/truques-para-cuidar-da-pele-do-bebe-no-verao/

Tem problema usar talco na pele do bebê?

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Fonte da Imagem: http://www.esperandobebe.com.br

Apesar do cheirinho gostoso, os médicos não recomendam que se use talco em bebês, porque, por ser formado por partículas minúsculas, ele pode facilmente ser inalado e aspirado pela criança, ficando preso nas vias respiratórias e nos pulmões e provocando dificuldades para respirar. O mesmo vale para polvilho.

Além disso, não há comprovação nenhuma de que talco ajude a prevenir ou melhorar assaduras ou outros problemas de pele, como brotoejas.

No caso das assaduras, o melhor é, a cada troca, limpar bem o bumbum do bebê e secar com uma fralda de pano ou outro tecido bem macio, para não irritar ainda mais o local. Depois de bem seco, aplique uma fina camada de creme antiassadura. 

Se quiser usar alguma coisa para dar uma “secada” a mais na pele do seu filho, prefira maisena ou outros produtos à base de amido de milho, já que eles são compostos por partículas maiores. Ainda assim, todo o cuidado é necessário para não passar nem pulverizar nada próximo ao rosto do bebê. Ponha uma pequena quantidade na sua mão primeiro.

Preste atenção também para deixar o produto longe do alcance da criança. Quando for utilizar, tenha cautela no momento de virar a embalagem e evitar que se crie aquela “nuvem” de pó perto de vocês.

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x25008283/tem-problema-usar-talco-na-pele-do-beb%C3%AA

É normal que meu filho volte a se comportar como bebê?

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Fonte da Imagem: www.weltderwunder

É normal uma criança mais velha voltar a agir como bebê. De repente, você começa a perceber que seu filho está regredindo. 

Deixa de falar palavras que já sabia dizer bem, pede a mamadeira ou o peito mesmo depois de já ter abandonado esses hábitos, ou chora porque viu a chupeta na boca de uma criança menor (ou do irmãozinho) e quer voltar ao passado.

Essas regressões comportamentais são normais e esperadas. O mundo da criança muda e se expande muito rápido, e às vezes ela precisa voltar alguns passos para se sentir mais segura. 

Isso acontece especialmente quando há criança nova na família. Além de tudo, um bebezinho parece conseguir muito mais a atenção de todos que a criança “grande”.

Muitas crianças mostram alguma regressão no comportamento quando há uma mudança drástica em sua rotina. Não só a chegada de um irmão, mas também o início da escola, planos de mudança ou problemas na família que sejam percebidas por elas podem gerar insegurança. 

Tente aliviar a tensão sentida por seu filho com muito carinho e atenção, além de tempo ao lado dele. 

O tipo de regressão que deve causar preocupação é a física: por exemplo, a criança conseguia subir no sofá sem problemas e agora não consegue mais. Nesse caso, é preciso falar com o pediatra, porque há algumas doenças musculares, chamadas distrofias, que se manifestam assim.

Outro sinal de alerta é uma regressão significativa na linguagem: a criança já usava expressões de duas ou três palavras e agora mal fala. (Mas falar como bebê, coisa que muitas crianças dessa idade gostam de fazer, é absolutamente normal.)

Regressões físicas ou cognitivas podem indicar algum problema sério, por isso leve seu filho ao pediatra e converse com ele se estiver preocupada.

Também procure orientação médica se a criança tiver grande dificuldade de relacionamento e comunicação como se ela tivesse parado de evoluir nesses aspectos. Esta é uma das características de distúrbios como o autismo.

Quando a regressão é emocional, a melhor saída é manter a calma e se mostrar disponível para a criança. Assim que voltar a se sentir segura, ela vai retomar o nível de maturidade que tinha. 

Se seu filho quiser provar o leitinho do irmão mais novo, você pode deixar, porque é muito provável que ele perceba que não é tão gostoso quanto imaginava.

Caso o comportamento do seu filho seja inconveniente ou ele faça algo que você não queira deixar (como quando ele quer entrar no berço de um bebê ou mamar no peito de uma tia), a melhor reação é mostrar que você sabe o que ele quer, mas que pode oferecer uma alternativa. 

“Sei que era gostoso mamar no peito da mamãe, mas agora você toma o seu leite nesse copinho superlegal. Por que você não vem tomar o seu leite aqui, bem gostoso, no meu colo?”

Outras estratégias podem funcionar se o comportamento estiver durando muito tempo. Você pode inventar uma historinha sobre uma criança que queria voltar a ser bebê, e o que aconteceu com ela quando o desejo foi atendido (enfatizando os pontos negativos, claro, sempre com bom humor!).

Ou brincar, dizendo, sem menosprezo na voz: “Nossa, quem é esse bebezinho aqui? Não estou entendendo nada do que ele fala! Tomara que minha filha, que é uma menina grande e sabida, apareça logo para conversar comigo!”

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x3400476/%C3%A9-normal-que-meu-filho-volte-a-se-comportar-como-beb%C3%AA

A loja TulipaBaby é confiável?

A loja TulipaBaby atua no mercado desde 2011 como loja virtual no segmento móveis em madeira maciça para o Quarto do Bebê. No ano de 2013 inaugurou sua loja física na cidade de Rio Negrinho-SC onde conta com 19 ambientes totalmente decorados.

A empresa possui reflorestamento, serraria, estufas e fábrica própria o que possibilita gerenciar todo o ciclo produtivo, valorizando o consumo sustentável.

Trabalhamos com sonhos, a gestação e nascimento de um bebê são momentos mágicos. Assim, precisamos nos dedicar ao máximo para que os pais confiem em nosso serviço para realizar a compra e principalmente, que nossos produtos e serviços atendam suas expectativas.

  • Além da venda pela internet, trabalhamos com 59 lojistas pelo Brasil todo.

A TulipaBaby segue rigorosamente as normas e regulamentos do INMETRO, todos nossos berços possuem certificação – NORMA ABNT 15860.

Nosso objetivo é transmitir seriedade, confiabilidade, responsabilidade agindo de forma justa e honesta, numa constante busca para a satisfação dos nossos clientes em serviços prestados.

A loja TulipaBaby é confiável? Confira alguns depoimentos de nossos clientes:

Acesse nosso site e confira: http://www.tulipababy.com.br 

A magia das cores no mundo infantil

Estímulos decorrentes da presença de figuras coloridas contribuem para o aprimoramento da capacidade motora e cognitiva, raciocínio, fala, audição, entre outras funções

O uso das cores tem uma ligação direta no desenvolvimento da criança. Estímulos decorrentes da presença de figuras coloridas contribuem para o aprimoramento da capacidade motora e cognitiva, raciocínio, fala, audição, entre outras funções.

Isso acontece porque a criança é completamente influenciada pelas cores desde a fase inicial de vida, se estendendo por muitos anos. As cores alegres e vibrantes comprovadamente chamam a atenção do pequeno. Por esse fato, os pais devem usar e abusar do “mundo colorido” como peça importante também na educação dos filhos.

Você quer um exemplo do poder das cores na mente do bebê? A colocação de argolas ou chocalhos coloridos fixados sobre o berço, carrinho de bebê ou mesmo na cadeirinha de refeição é um excelente estímulo para um nenê de cinco a doze meses de vida, afirma a terapeuta ocupacional Vilma Colmenero, do Hospital Guilherme Álvaro, de Santos/SP.

a magia das cores na infância - Foto: asier_relampagoestudio / Freepik

“As cores das peças atraem o olhar do bebê. Coloque os objetos de modo que ele consiga alcançá-los com as mãos. Esse processo de mexer no brinquedo é um estímulo importantíssimo, pois, inconscientemente, ele estará exercitando a percepção ao tocar na peça, assim como a auto-estima, pois percebe que é capaz de movimentar o objeto. Se isso não bastasse, ele desenvolve a audição, ao ouvir o barulho provocado no contato com o chocalho, e também a coordenação motora”, explica Vilma Colmenero. “Perceba que essa série de exercícios vitais foi possível após a visualização dos objetos coloridos que despertaram sua atenção”, completa.

Educação colorida 

As cores facilitam no processo de assimilação dos ensinamentos por parte dos pais, entretanto, é preciso que eles estejam preparados para utilizar essa importante ferramenta de aprendizado. “Não basta encher a casa de figuras coloridas e não estimular a criança. É fundamental que os pais associem a cor ao objeto. Uma dica é convidar o filho a comer uma deliciosa maçã de cor vermelha. A criança se sentirá estimulada por ser uma fruta de coloração vibrante”, avalia Vilma Colmenero.

Com uma dose de criatividade, os pais podem criar pratos ricos em nutrientes, decorados com cores e formas distintas, que podem ser o atrativo que faltava para que o filho passe a comer alimentos saudáveis. Quanto à higiene pessoal, a utilização de escova de dente ou esponja de banho colorida motiva indiretamente a criança a manter-se limpa.

Fonte do site: http://guiadobebe.uol.com.br/a-magia-das-cores-no-mundo-infantil/

O uso da cinta no pós-parto é realmente efetivo?

Conheça exercícios para auxiliar o trabalho da musculatura abdominal e pélvica

Durante a gravidez, o foco das futuras mamães é garantir a saúde e o bem-estar do seu bebê, mas, cada vez mais, a preocupação com o seu corpo tem tomado significativa importância. Depois do nascimento do bebê, muitas mulheres sofrem com problemas de autoestima por conta das mudanças que ocorrem no corpo, principalmente na região abdominal, que após o parto, fica com aspecto flácido e inchado.

Na busca da solução desse problema, muitas mulheres acreditam que o uso da cinta é importante, pois irá colocar novamente a “musculatura no lugar”, ou seja, ajudar a recuperar a forma. Mas será que é assim que funciona? Ou melhor, será que funciona?

É inegável que o uso da cinta traz alguns benefícios imediatos, como melhorar e uniformizar a silhueta (apenas enquanto está com a cinta), o que melhora o caimento das roupas e aumenta a autoestima. A cinta também costuma dar uma sensação de conforto e segurança para as mulheres no pós-parto e reduzir a ocorrência de hematomas no local da cirurgia (em caso de cesárea). Porém, é importante salientar que não é a cinta que reduzirá medidas ou tonificará a musculatura distendida na gravidez.

A cinta não estimulará os músculos do abdômen, pelo contrário, vai desestimular o uso. Ela faz o papel que os músculos dessa região fariam, e o cérebro é muito esperto quando se tem algo fazendo o serviço por ele. Dessa forma o cérebro vai poupar energia e parar de enviar comandos para esse trabalho. O grande problema é que os músculos dessa região não possuem apenas a função estética. Vai bem mais além, são grandes responsáveis por estabilizar a região central do nosso corpo e a falha da ativação dessa região está associada com a dor lombar, que também está ligada com a incontinência urinária. 

Exercícios fisioterapêuticos para o pós-parto - Foto: nikitabuida / Freepik

Bom, então se a cinta não fará a musculatura “voltar para o lugar” e nem te ajudará a reduzir medidas, o que fazer? Ativar os músculos! Como? Por meio de exercícios! E não se preocupe, você não precisará ir à academia para isto. Alguns exercícios simples podem ser feitos rapidamente em casa para ativar esta região. 

Vamos te informar alguns, mas antes disso, se você ainda não se convenceu de que ativar a musculatura é melhor do que usar a cinta e ainda pensa em usá-la, saiba que o seu uso sempre deve ser discutido com o médico, pois não são todas as mulheres que podem usá-la. Segundo o Dr. Gustavo Ventura, obstetra, mulheres que fizeram cesárea e apresentam inflamação e/ou sangramento excessivo no local do corte, além de mulheres com distensão abdominal por gases (o que é muito comum no pós-parto), devem evitar o uso da cinta. Isso porque ela, por apertar muito, dificulta a eliminação de gases, atrapalhando a circulação e, em caso de cesárea, abafa o corte, o que dificulta o processo de cicatrização, podendo até aumentar o risco de infecção e abertura dos pontos.

Exercícios:

1- Respiração: Ajuda na ativação da musculatura do abdômen: Deitada de barriga para cima e pernas dobradas, você irá puxar o ar pelo nariz, e soltar pela boca como se estivesse apagando uma vela, sentindo as costelas descerem e fecharem e a barriga ir ficando “durinha” até o fim da expiração.

Na sequência, mantenha a mesma postura, puxe o ar pelo nariz, e enquanto solta o ar (abaixando as costelas e ativando o abdome), você irá contrair o períneo (como se quisesse segurar a urina). Sim, na vagina existem músculos e precisamos trabalhar essa musculatura também.

Você usará essa respiração em todos os exercícios seguintes.

2- Ponte: deitada, de barriga para cima, apoie os pés no chão, mantendo os joelhos dobrados e o ombro e pescoço apoiados no chão durante este exercício. 

Puxe o ar pelo nariz, e enquanto solta o ar pela boca e ativando o abdômen, você irá levantar o quadril do chão até altura dos joelhos, contraindo junto o períneo. 

Manter essa posição por cinco segundos e voltar lentamente até apoiar novamente o quadril no chão.

Realizar 2×10 repetições.

3- Posição de Gato: fique na posição de gato (mãos e joelhos apoiados no chão), puxe o ar pelo nariz, olhando para frente e empinando o bumbum. Solte o ar ativando o abdome, e contraia o períneo, fazendo um arco com as costas, guardando o bumbum.

Realizar 2×10 repetições.

4- Estabilizadores de trono: sentada na cadeira, com os pés apoiados no chão e as costas bem apoiadas na cadeira, puxe o ar pelo nariz e cresça sua coluna como se você estivesse tentando ficar maior. Solte o ar pela boca e continue crescendo a coluna. Ao mesmo tempo contraia o períneo, mantendo o apoio das costas e pés colados no chão.

Realizar 2×10 repetições.

5- Estabilizadores de trono: em pé, com as pernas semiflexionadas e afastadas na largura do quadril, coloque as mãos nos joelhos e olhe para frente. Mantenha a postura e puxe o ar pelo nariz, e enquanto solta o ar, contraia o períneo. Preste atenção na postura.

Realizar 2×10 repetições.

Está provado que o uso da cinta pós-parto deve ser moderado e consciente, nunca utiliza como única garantia para obter um abdome sarado após a gravidez, ao contrário do que as pessoas pensam, quanto mais tempo usarem a cinta, mais tempo demoram a recuperar a forma do corpo pré-gravídico.

Alessandra Sônego é fisioterapeuta especializada em Saúde da Mulher pelo HC-FMUSP, atuante na clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional, na reabilitação dos músculos do assoalho pélvico e obstetrícia. Especialista em acupuntura e Medicina Tradicional Chinesa pela FACEI (2011).

Dr. Gustavo Ventura é médico ginecologista e obstetra com Subespecialidade em Mastologia, especialista em Ginecologia e Obstetricia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e membro da Sociedade Brasileira de Mastologia.

Juliana Thomé é fisioterapeuta especialista em Reeducação Funcional da Postura e do Movimento pelo HC-FMUSP, Mestranda em Neurociências e Comportamento pela Universidade de São Paulo e colaboradora da clínica Athali Fisioterapia Pélvica Funcional e criadora do Postura e Movimento.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/o-uso-da-cinta-no-pos-parto-e-realmente-efetivo/

Maquiagem na hora do parto: polêmica ou necessária?

Conheça três dicas para as mães que desejam usar maquiagem no parto

Na era digital, ninguém quer perder nenhum registro dos filhos, inclusive o nascimento, certo? Por isso, a fotografia de parto se tornou uma tendência. Mas um detalhe vem chamando a atenção de quem acompanha esse tipo de ensaio: a maquiagem.

Há quem acredite que a sessão de fotos criou a necessidade do uso de make durante o parto. A fotógrafa Thalita Castanha não concorda. “O que mudou é que, agora, o acesso às fotos do parto é mais amplo e acontece bem mais rapidamente, o que dá a impressão de que mamães arrumadas no hospital é uma moda. Mas não, sempre foi assim”, defende a profissional.

O uso da maquiagem fica a critério da mãe, esclarece Thalita. O mais importante é que ela esteja confortável para o nascimento. “A mãe quer se sentir bonita para receber seu filho e não só para sair bem na foto”, conta.

maquiagem no parto - Foto: Thalita Castanha

Há mais de cinco anos no mercado de fotografia, Thalita é referência em fotografia de parto, newborne ensaio de gestante, chegando a atender até 60 famílias por mês. Para as mães que desejam usar maquiagem no parto, a expert dá dicas:  

  • Quanto mais à vontade você estiver, melhor! As fotos refletem o estado de espírito dos personagens.
  • Prefira os cosméticos que você está acostumada a usar no dia a dia para evitar alergias.
  • Por recomendações médicas, prefira unha curta e use esmalte claro.

Recentemente, Thalita clicou o nascimento dos filhos de Thais Fersoza, Deborah Secco, Juliana Alves e Eliana.

Fonte do Site: http://guiadobebe.uol.com.br/maquiagem-na-hora-do-parto-polemica-ou-necessaria/

É verdade que meninos sofrem mais de cólica que meninas?

bebê chorando

Ao que parece, a cólica, que inferniza tanto os bebês de até 3 meses, atinge da mesma maneira meninos e meninas. Também não há diferença entre outros fatores, como se primeiro ou segundo filho, ou ser bebê que mama no peito ou que toma mamadeira de fórmula. 

Ninguém sabe por que alguns bebês têm mais cólica que outros, embora haja muitas teorias. 

Um fator de risco, no entanto, foi comprovado: se a mulher fuma durante a gravidez, a probabilidade de o bebê sofrer com cólica é maior. Se seu bebê ainda não nasceu e você fuma, a perspectiva de lidar com o choro permanente do bebê pode ser um bom incentivo para largar o cigarro. 

Fonte do Site: https://brasil.babycenter.com/x5400055/%C3%A9-verdade-que-meninos-sofrem-mais-de-c%C3%B3lica-que-meninas