Coleção de bolsas de maternidade Lequiqui e Angels Baby


LEQUIQUI

 

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Você encontra na loja física da TulipaBaby a completa linha mais charmosa e única de “modelos de bolsas”, malas, e acessórios para maternidade.

São novas modelagens, tecidos, cores, novos materiais e bordados trazendo praticidade e funcionalidade. São bolsas que despertam o desejo de consumo, aliado à luxo, sofisticação e versatilidade.

É uma coleção inovadora, para mulheres de personalidade.

ANGELS BABY

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A Angel Baby tem uma coleção completa de bolsas, malas e frasqueiras, com cores e modelos diferenciados, que proporcionam à mamãe um passeio agradável, e com maior comodidade para organizar tudo o que precisa, pois possuem um amplo espaço interno.

Você e seu Bebê merecem o melhor! Com novas tendências em design, tecidos e estampas do mais alto padrão, acabamentos com materiais de qualidade e sofisticação.

Angels Baby é referência no mercado.

APROVEITEM!

Visite nossa loja física:

BR 280,2015 – Vila Nova – 89295000 – Rio Negrinho – SC

Para mais informações: (47) 3644-0111 | (41) 2626-4204 | (11) 2626-379

Ou acesse nosso site: http://www.tulipababy.com.br

Horário de atendimento: Segunda a sexta das 9:00 às 18:30 hrs e sábados 9:00 às 17:00hrs.

Amamentação/ TulipaBaby.com.br

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http://www.tulipababy.com.br/AWFCatArt.aspx?Art_Id=254

Amamentação

Não há nada melhor para dar ao seu bebé do que o leite materno, que possui vastos benefícios para a sua saúde. A gama Philips AVENT de bombas tira leite e acessórios foi concebida para lhe facilitar esta tarefa ao máximo durante o período de amamentação desejado. O design revolucionário das nossas bombas conquistou louvores entre as mães e os profissionais de saúde do mundo inteiro.

A Bomba tira leite manual Philips AVENT foi a primeira bomba tira leite a estimular o fluxo de leite de uma forma que imita a acção de sucção de um bebé. Não existe uma forma mais suave, rápida e natural de extrair leite. Testes clínicos feitos à nossa bomba tira leite manual comprovaram que ela apresenta um desempenho tão eficaz como uma bomba eléctrica de utilização hospitalar, mas a sua utilização é significativamente mais agradável e confortável. Leia o estudo clínico independente (em inglês).

Comemorando o réveillon com o bebê

Bebês na festa de réveillon merecem atenção especial, principalmente em relação à segurança. Veja o que fazer para que seu ano comece tranquilo.

O réveillon está chegando e quem tem um bebezinho recém-nascido em casa já começa a ficar preocupada.

Só de pensar na barulheira dos fogos de artifícios, buzinas e gritaria nas ruas, já dá para imaginar o bebê chorando durante toda a madrugada.

Bom, pra começar, sair com o bebê de casa, nem pensar. O melhor mesmo é esquecer a festa de réveillon e fazer um brinde em casa mesmo, apenas com poucas pessoas da família. Lembre-se que seu bebê não está acostumado com barulho e o ideal é que não saia de sua rotina nesses primeiros dias de vida. Mas se não tiver jeito e você deseja passar o a virada de ano na casa de parentes ou amigos, então vá o mais cedo possível, ainda durante o dia e verifique a possibilidade de dormir nessa casa. Conforme a noite chega e aproxima-se a meia-noite os perigos na rua aumentam em função do consumo de álcool e da “pressa” que todos passam a ter para chegar em seus destinos.

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Normalmente o barulho que vem das ruas é insuportável para os bebês. Para abafar um pouco as músicas, fogos e gritaria, tente fechar bem a janela do quarto, inclusive a vidraça para isolar o som. Outra dica é ligar o ar condicionado no modo ventilação ou um ventilador(sem direcionar o vento para o bebê), que faz um barulhinho e abafa ainda mais o barulho que vem de fora.

Se o quarto do bebê fica mais perto da rua, pode ser uma boa ideia deixá-lo dormir em algum cômodo mais silencioso da casa.

Perto da meia noite, quando a bagunça fica mais intensa, fique próxima do seu bebê para deixá-lo mais calminho. Se ele estiver dormindo, deixe-o quietinho, afinal, os bebês não precisam esperar a chegada do ano acordados. Se chorar, pegue-o no colo e cante uma musiquinha para ele ouvir sua voz e perceber que está tudo bem.

E esse será o jeito mais gostoso de começar um novo ano, bem juntinho do seu bebê e das pessoas que você mais ama.

Dicas para um réveillon tranquilo com seu bebê

  • Não se aproxima de queima de fogos com o seu bebê. Fogos são explosivos e são imprevisíveis quanto à direção de tomam.
  • Se estiver em prédio/edifício, não vá para a sacada/varanda com o seu bebê. Pessoas na rua podem soltar fogos e esses podem atingir a sacada ou explodirem próximos.
  • Não vá à praia ou parques com seu bebê para ver queima de fogos. Se for, prefira ficar dentro de um carro ou pelo menos 100 metros da aglomeração de pessoas e em local que seja possível proteger-se ou abrigar-se em caso de confusão e correria.
  • Em hipótese alguma ofereça alimentos da festa ou bebidas ao seu bebê. Bebês não ficam “aguados”.

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/comemorando-o-reveillon-com-o-bebe/

11 fotos que você deve fazer na maternidade

Conversamos com quatro profissionais especializados em fotografia infantil e de parto para saber quais registros você não pode deixar de fazer no dia do nascimento do seu bebê. Confira as dicas:

Registre os últimos instantes antes de entrar na sala de parto. A dica é da fotógrafa Marcia Fernandes, da Doce Deleite Fotografia, do Rio de Janeiro (RJ). “Não dá para esquecer as fotos daqueles últimos momentos da vida com um membro a menos na família"

Registre os últimos instantes antes de entrar na sala de parto. A dica é da fotógrafa Marcia Fernandes, da Doce Deleite Fotografia, do Rio de Janeiro (RJ). “Não dá para esquecer as fotos daqueles últimos momentos da vida com um membro a menos na família”

O momento em que o seu filho chega ao mundo é intenso, rápido, emocionante e, claro, precisa ser eternizado. “As fotos do parto devem registrar o bebê, o nascimento, e não precisam entrar em muitos detalhes além disso”, aconselha a fotógrafa Aline Kaehler, de Curitiba (PR)

O momento em que o seu filho chega ao mundo é intenso, rápido, emocionante e, claro, precisa ser eternizado. “As fotos do parto devem registrar o bebê, o nascimento, e não precisam entrar em muitos detalhes além disso”, aconselha a fotógrafa Aline Kaehler, de Curitiba (PR)

“Depois de cumprido o protocolo, a tensão ter passado e ter dado tudo certo, podemos brincar um pouco com os detalhes. Pezinhos, mãozinhas, o carinho do pai, tudo ali pode ser registrado”, sugere a fotógrafa Fernanda Lenzi, de São Paulo (SP)

“Depois de cumprido o protocolo, a tensão ter passado e ter dado tudo certo, podemos brincar um pouco com os detalhes. Pezinhos, mãozinhas, o carinho do pai, tudo ali pode ser registrado”, sugere a fotógrafa Fernanda Lenzi, de São Paulo (SP)

Não há nada mais bonito do que a emoção da família ao estar completa pela primeira vez – e isso rende fotos incríveis. “Esse momento tão aguardado se divide em dois sentidos: ouvir e ver. Ouvir o choro e ver o rostinho”, diz o fotógrafo Renato dPaula, de são Paulo (SP)

Não há nada mais bonito do que a emoção da família ao estar completa pela primeira vez – e isso rende fotos incríveis. “Esse momento tão aguardado se divide em dois sentidos: ouvir e ver. Ouvir o choro e ver o rostinho”, diz o fotógrafo Renato dPaula, de são Paulo (SP)

Do lado de fora da sala de parto, os familiares aguardam ansiosos para conhecer o bebê. As reações e expressões em seus rostos pedem para ser clicadas. “Como uma sala de parto não é uma coisa bela, o melhor é fechar nas cenas e se concentrar nas pessoas”, conta Renato dPaula

Do lado de fora da sala de parto, os familiares aguardam ansiosos para conhecer o bebê. As reações e expressões em seus rostos pedem para ser clicadas. “Como uma sala de parto não é uma coisa bela, o melhor é fechar nas cenas e se concentrar nas pessoas”, conta Renato dPaula

Como deixar passar esse sorriso gostoso? Esteja atento às expressões do primeiro dia de vida do seu filho. “Os bebês crescem tão rápido que logo ficará difícil lembrar coisas como as caretas que fizeram nos primeiros momentos. Vale a pena guardar tudo isso em imagens”, diz a fotógrafa Marcia Fernandes

Como deixar passar esse sorriso gostoso? Esteja atento às expressões do primeiro dia de vida do seu filho. “Os bebês crescem tão rápido que logo ficará difícil lembrar coisas como as caretas que fizeram nos primeiros momentos. Vale a pena guardar tudo isso em imagens”, diz a fotógrafa Marcia Fernandes

Não esqueça de fotografar a sua barriga. Acredite: você vai sentir falta do seu barrigão que te acompanhou durante nove meses. Então, é bom providenciar uma última foto dele

Não esqueça de fotografar a sua barriga. Acredite: você vai sentir falta do seu barrigão que te acompanhou durante nove meses. Então, é bom providenciar uma última foto dele

Melhor do que ter o relatório médico com o peso do seu bebê ao nascer, é registrar a pesagem e guardar a imagem

Melhor do que ter o relatório médico com o peso do seu bebê ao nascer, é registrar a pesagem e guardar a imagem

O primeiro banho também é um momento único e que merece ser guardado com uma linda foto

O primeiro banho também é um momento único e que merece ser guardado com uma linda foto

Não esqueça de registrar um dos momentos mais marcantes para a mãe: a primeira mamada

Não esqueça de registrar um dos momentos mais marcantes para a mãe: a primeira mamada

E, para não perder a hora, faça uma foto informativa: o relógio marcando o horário exato em que ele nasceu

E, para não perder a hora, faça uma foto informativa: o relógio marcando o horário exato em que ele nasceu

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Parto/fotos/2013/12/11-fotos-que-voce-deve-fazer-na-maternidade.html

O Pós-parto

O parto constitui-se num processo de transição que coloca um ponto final no estado da gravidez e dá início ao puerpério ou pós-parto.

Esta nova fase abrange um período de cerca de quarenta dias e se apresenta com características altamente relevantes para as pessoas envolvidas e, em especial, para a puérpera.

Durante os longos meses de gestação, a mulher foi se adaptando às transformações internas e externas que ocorriam lenta e gradualmente. Todos à sua volta eram-lhe solícitos aos seus desejos e cuidados. Ela era o centro das atenções.

Com o nascimento do bebê, nasce uma família. As mudanças são bruscas e tudo muda em sua vida. Ocorre, então, uma mistura profunda de sentimentos: alívio e euforia por já ter passado pela experiência do parto e por ter sido constatado que o bebê nasceu perfeito e saudável, o que aumenta sua autoconfiança por ter sido capaz de procriar bem.

Quando o bebê é apresentado aos pais, todas as atenções se voltam para ele. Muitas vezes surgem sentimentos de frustração com o filho, por ser diferente do idealizado seja pelo sexo ou mesmo pela aparência f’ísica. Ao olharem para aquele ser tão pequeno e indefeso, totalmente dependente e ainda desconhecido, é que os pais sentem o profundo impacto do compromisso assumido para toda a vida, o que os torna fragilizados e assustados.

A primeira angústia que surge na puérpera é quanto ao aleitamento, questionando-se se terá leite suficiente ou mesmo se o bebê aceitará a amamentação. Tais perguntas escondem a real preocupação que é a possibilidade de falhar como mãe, pois a maternidade é, agora, um fato consumado. Dessa maneira a permanência no hospital é sentida como apaziguadora, no sentido que proporciona à puérpera e seu filho toda a assistência e cuidados de que necessitam.

Mas chega o dia da alta hospitalar e, com ela, o retorno ao lar. O medo de assumir sozinha as responsabilidades para com o bebê, aumenta a insegurança materna. Além disso, as atenções especiais, as comemorações e visitas começam a diminuir, enquanto que as obrigações assumem proporções imensas. Novamente se intensificam as angústias quanto à maternidade. O medo de não corresponder à figura de mãe idealizada une-se ao temor de não saber cuidar do bebê gerando a possibilidade de que adoeça e morra.

Os primeiros dez dias do pós-parto são os piores. Com os seios inchados e doloridos e ainda sentindo dores se o parto foi cesárea ou mesmo normal, por causa da episiotomia (corte de cerca de quatro centímetros feito no períneo, antes do bebê nascer, para proteger os tecidos contra roturas e lacerações), o próprio estresse físico e emocional do trabalho do parto, a perda do ninho protetor que era o hospital, o não reconhecimento do próprio corpo, os deveres que a esperam, sem saber se dará conta, sua vida pessoal e profissional, tudo isso contribui para o aparecimento do baby blues ou depressão pós-parto. Neste momento, torna-se fundamentalmente necessário o apoio familiar e de amigos, que auxiliem e estimulem a puérpera a exercer suas atividades maternas, revezando-as com ela, para que também possa descansar.

O confronto com o corpo atual é um aspecto difícil a ser superado, pois já havia se acostumado com a imagem do corpo grávido. Embora vazio, não o reconhece como sendo o mesmo anterior à gravidez e em nenhum outro momento de sua vida. A abstinência sexual vem fortalecer o sentido de fealdade na mulher, de perda da sensualidade e do poder de sedução e que a leva, muitas vezes, a suspeitar da fidelidade do companheiro.

Outra grande angústia materna é o compartilhar do bebê com outras pessoas, inclusive com o próprio pai da criança, pois enquanto grávida tinha exclusividade na relação com ele, que era sentido como apenas seu. A perda da figura do obstetra é muito significativa. Sob seus cuidados durante toda a gestação, acolheu-a e acalmou-a nas horas difíceis, numa relação de extrema confiança que lhe dava segurança e proteção.

Muitas mulheres sentem-se desapontadas com seus companheiros, por acharem que não estão recebendo o apoio e carinho esperados, como também, por senti-los indiferentes ao bebê. Cabe, aqui, uma explicação fundamental. Por ser a mulher a fonte geradora, o vínculo entre ela e o bebê vai se estabelecendo com o decorrer da gestação, o que não acontece com o pai que, nesse período, percebe-se como mero espectador, muitas vezes até se esquecendo que também colaboraram para que a concepção ocorresse. Dessa maneira, o vínculo entre pai e bebê forma-se de maneira mais lenta, também porque de início, o filho é percebido como um grande rival, pois mobiliza todas as atenções e cuidados de sua companheira. Assim, muitos pais estarão se sentindo abandonados e necessitados de apoio e conforto, pois também se encontram angustiados e atemorizados quanto ao presente e futuro e se perguntando se serão capazes de prover e proteger a nova família. Muitos também apresentam dificuldade em reassumir a vida sexual ativa com medo de machucar a mulher ou por perceber o quanto se sente cansada e confusa com as novas responsabilidades, ou mesmo por estarem com ciúmes e inveja da íntima relação mãe-bebê, principalmente no momento da amamentação, quando se sentem excluídos da relação.

Decididamente, o pós-parto é um período muito delicado, porém riquíssimo em aprendizagens. Pais e filhos estarão exercendo a capacidade de se conhecer e de se reconhecer como família. Para tanto, faz-se necessário o principal aprendizado que é o sentido de doação, ou seja, que os pais doem a seu filho um lugar físico e psicológico, que antes era só deles, para que se sinta pertencente e acolhido emocionalmente pela própria família que o concebeu.

Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/o-pos-parto/

Mais de 11% dos nascimentos no Brasil são prematuros

País está em décimo lugar do ranking mundial de prematuridade

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Uma pesquisa realizada por mais de dez universidades em parceria com a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e com o Ministério da Saúde, revelou que 11,7% dos nascimentos no Brasil são prematuros, acontecem antes de 37 semanas de gestação. Estes dados colocam o Brasil no décimo lugar do ranking mundial de prematuridade, atrás de países como Índia, China, Nigéria e Estados Unidos.

De acordo com os 10 objetivos do milênio, estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas) para melhorar a saúde mundial, um dos tópicos é referente à gestante, levando em conta a mortalidade materna e infantil. E hoje, no Brasil, as principais causas da mortalidade infantil estão ligadas a problemas neonatais. A prematuridade é a maior responsável, representando 70%, excluindo os casos de malformação fetal.

A maior parcela dos casos de prematuridade hoje são espontâneos, ou seja, ocorrem por trabalho de parto prematuro ou se a bolsa romper antes do tempo (75%). “Estes casos não estão ligadas apenas a problemas da saúde materna, mas ao acompanhamento médico durante o pré-natal”, diz Eduardo Borges da Fonseca, filho de Ivo e Valéria, presidente da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia). Os outros 25% dos casos ocorrem por prematuridade eletiva, com agendamento do parto cesárea, ocasionados por complicações na saúde materna ou imprecisão no cálculo da idade gestacional.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o índice de prematuridade é alto. A incidência é de 12%, mas são casos de prematuridade tardia (entre 34 e 36 semanas) decorrentes da intervenção médica com a cesariana por causa de problemas da saúde materna, como hipertensão. Além disso, estão ligados às gestações de múltiplos ocasionadas pela quantidade alta de fertilização in vitro. “Apesar de ter um custo extremamente elevado, as consequências para o bebê não são tão graves a ponto de levar à morte”, explica Fonseca.

Complicações

Quanto mais precoce for o nascimento, maiores os risco à saúde do bebê. “A sobrevida de um bebê de 25 semanas no Brasil está em torno de 10%, enquanto quem nasce a partir de 36 semanas sobrevive em 98% dos casos”, afirmou Fonseca.

As complicações que ocorrem a curto prazo podem ser representadas por infecções, dificuldade de respiração e hemorragia intracraniana (algumas lesões podem ocorrer durante o trabalho de parto e as sequelas são as mesmas de um derrame cerebral). Outro problema que pode ocorrer é uma inflamação no intestino.

Na maioria dos casos, é possível prevenir a prematuridade pelo pré-natal. “O acompanhamento médico vai identificar fatores de risco e orientar tratamentos específicos, além das complementações básicas para evitar malformação, por exemplo”, explicou Fonseca.

Três causas

As mulheres que já sofreram partos prematuros estão mais propensas a ter novamente. Segundo a Febrasgo, 30% dos históricos de prematuridade estão relacionados a casos anteriores.

A gestação de múltiplos também é um fator. Por falta de espaço, os bebês nascem antes do tempo ideal para a formação. Mas com acompanhamento também é possível prolongar a gestação.

É importante fazer uma avaliação do tamanho do colo do útero, que inferior a 25 milímetros pode ser também uma das causas. Mas existe tratamento terapêutico para evitar o nascimento prematuro.

Níveis de prematuridade

A prematuridade é reconhecida quando o nascimento acontece antes de 37 semanas de gestação. Ela pode ser classificada como leve, moderada e grave.

Leve: nascimento entre 32 e 36 semanas e seis dias.

Moderada: entre 28 e 31 semanas e seis dias.

Grave: Inferior a 28 semanas.

A prematuridade leve é a mais comum. Cerca de 2% dos bebês nascem abaixo de 34 semanas e apenas 1% abaixo de 32.

Outra forma de classificar o parto pré-termo é pela origem: espontânea ou eletiva (iatrogênica). A espontânea representa 75% dos casos de prematuridade no Brasil, e pode ser considerada quando a mulher entra em trabalho de parto antes do tempo, ou se a bolsa estourar. A eletiva ocorre por indicação médica devido à complicações maternas, como a pressão muito alta, ou se o bebê estiver correndo risco. Representa 25% dos casos. Por causa do parto agendado, a cesárea está inclusa nesse quadro como um dos motivos da prematuridade no Brasil.

Fonte: http://revistapaisefilhos.uol.com.br/sos-gravida/mais-de-11-dos-nascimentos-no-brasil-sao-prematuros

Pai filma primeiro ano de vida de filho prematuro

Vídeo emocionante mostra o desenvolvimento do bebê e o carinho dos pais com o filho

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O bebê chamado Ward Miles Miller nasceu com 25 semanas de vida após a mãe ir para o hospital sentindo câimbras. Além de chegar 15 semanas antes do tempo certo, ele teve sérios problemas, como sangramento no cérebro. Por tudo isso ele ficou internado na UTI Neonatal durante 107 dias.

Após um ano de vida, o pai, Bem Miller, que é fotógrafo, deu de presente para a esposa, Lyndsey Miller,  que estava fazendo aniversário e também comemorando um ano que Ward tinha ido para casa, um vídeo documentando o desenvolvimento do filho durante o período.

Hoje, Ward tem 1 ano e 4 meses e está aprendendo a falar e a engatinhar. Bem diz que depois de um ano, apesar das lembranças parecerem distantes, ele se recorda de cada detalhe, toda a emoção que sentiu, cada enfermeira que cuidou dele.

Veja o vídeo:

Fonte: http://revistapaisefilhos.uol.com.br/nosso-bebe/pai-filma-primeiro-ano-de-vida-de-filho-prematuro